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4 Razões pelas Quais Homens Gostam de Pornografia

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Uma das tarefas de um bom amigo ou de um parceiro de prestação de contas para com pessoas enraizadas na pornografia é ajudá-los a entender o seu próprio coração. Por que eles correm em direção a pornografia vez após vez? Salomão nos lembra que, “Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem” [muitas vezes nós não conseguimos enxergar nossas motivações], “mas o homem de inteligência sabe descobri-los” (Provérbios 20.5).
Um amigo sábio ajuda a extrair dos outros as motivações mais profundas que eles não são capazes de enxergar ou que eles não desejam enxergar.

Como um parceiro de prestação de contas, é importante entender o fascínio da pornografia. Quais as motivações mais profundas que fazem com que homens retornem a ela vez após vez? Quais são as boas perguntas para nos ajudar a encontrar a raiz do problema?

  1. Pornografia é fácil, mas relacionamentos são difíceis

Relacionamentos, especialmente nossos relacionamentos mais próximos, envolvem trabalho. Todos os dias somos cobrados de cuidar do que tem acontecido na vida uns dos outros. Precisamos lidar com mau-humor, comportamentos ofensivos e egoísmo — tanto em nós quando nos outros.

 

Por outro lado, a pornografia oferece aos homens um sentimento de intimidade sem riscos. A pornografia oferece aos homens um mundo de fantasias onde eles não precisam conhecer ninguém, onde o romance não é necessário, e onde eles não precisam se sacrificar em benefício dos outros. E para muitos, a recompensa é grande: eles não somente podem evitar a confusão de relacionamentos reais, como podem sentir prazer com milhares de mulheres virtuais dispostas a fazerem o que eles desejarem.

 

Boa pergunta para prestação de contas: Há ou houve algum relacionamento recente em sua vida que foi extraordinariamente difícil?

 

 

  1. Pornografia é confortável, mas a vida é estressante

Na vida, as coisas dão errado. Expectativas são frustradas. Pessoas nos decepcionam. Tragédias acontecem. Ficamos doentes. Ficamos cansados. Entramos em grandes desentendimentos. A vida é estressante.

 

A pornografia, por outro lado, oferece um mundo extremamente confortável em que nada dá errado. Ela oferece um cenário pronto onde sabemos que podemos conseguir exatamente o que queremos.

 

Obviamente, sabemos que isso é mentira. É como luta livre ou reality shows. Como Chris Hedges diz em seu livro Império da Ilusão (Empire of Illusion), “o sucesso dessas formas de entretenimento não está em nos fazer acreditar que essas histórias são reais. Pelo contrário, elas são bem-sucedidas porque nós queremos ser enganados. Nós pagamos alegremente pela chance de fugir da realidade.”

 

Boa pergunta para prestação de contas: Há ou houve algum estresse recente em sua vida que trouxe um sentimento de pressão ou tensão?

 

  1. A pornografia é excitante, mas a vida é chata

A palavra “tédio” começou a ser usada por autores franceses quando eles escreviam sobre esse sentimento de descontentamento quando a vida se torna tediosa. Embora o sentimento de tédio sempre esteve presente, somente nos últimos 300 anos ele se tornou uma epidemia social. Blaise Pascal disse que o tédio é a situação do homem moderno quando “ele não tem distrações e não tem mais paixões ou passatempos”.

 

 

Tédio é um dos frutos de uma cultura preguiçosa. Conforme a saúde e o tempo livre aumentaram, também aumentou nosso desejo por distrações. À medida em que começamos a esperar estímulos constantes e excitação, o dia a dia parece maçante. Com o Google na ponta dos dedos, a informação está em todo lugar, mas nós facilmente ficamos isolados, como expectadores anônimos, raramente assumindo riscos para se envolver de forma vulnerável ou nos comprometendo de forma apaixonada — raramente agindo com base naquilo que sabemos.

 

Culturalmente, somos culpados do que Dorothy Sayers chama de pecado de tolerância, “o pecado que não acredita em nada, que não se preocupa com nada, que não quer saber de nada, que não interfere em nada, que não gosta de nada, que não odeia nada, que não encontra propósito em nada, que vive para nada, e que permanece vivo porque não há nada pelo qual ele irá morrer”.

 

 

A pornografia oferece um mundo de prazer sexual para as nossas mentes entediadas. Ela é uma forma altamente sexualizada da cultura em que vivemos, baseada na imagem, em um mundo onde bilhões de imagens estão pintando milhares de palavras a uma velocidade surpreendente. A pornografia oferece a fantasia de estímulos sexuais puros.

Boa pergunta para prestação de contas: Você se já se viu entediado ou inquieto em busca de excitação? Você sente que sua vida é mundana?

 

 

  1. A pornografia faz o homem se sentir poderoso, mas a vida real faz com que eles se sintam fracos

É fácil sentir-se pequeno no mundo. Nós sabemos, intuitivamente, que o mundo não gira ao nosso redor, mas isso não nos faz deixar de desejar que isso aconteça. Queremos que outros prestem atenção em nós, que nos tratem como pessoas importantes, que nos coloquem em primeiro lugar. Esse desejo pode ser tão forte que, por vezes, pensamos que temos o direito de exigir exatamente isto: queremos um pequeno canto do mundo onde somos reis.

 

A pornografia oferece ao homem uma grande quantidade de poder. Na fantasia pornográfica de um homem, as mulheres nunca dizem não. Na pornografia, não existem barreiras sociais entre o homem e a mulher dos seus sonhos. A pornografia vende a ideia de que mulheres bonitas são troféus — como peças de coleção que mostram ao mundo ao redor o que é um homem de verdade. A pornografia também sensualiza o domínio masculino, permitindo aos homens fantasiar um mundo onde as mulheres gostam de serem tratadas como objetos.

Boa pergunta para prestação de contas: Você se lembra de alguma situação recente em que você se sentiu menosprezado, sem importância ou desrespeitado?

 

 

O objetivo bíblico das perguntas para prestação de contas

A razão pelas quais os parceiros de prestação de contas devem fazer essas perguntas não é para “psicologizar” os pecados. Pelo contrário, o objetivo de boas perguntas é usá-las como um trampolim para focar nossos pensamentos nos benefícios do evangelho de Cristo mais do que nos prazeres do pecado (Hebreus 11.24-26).

 

Cada questão abre uma porta para vivermos Hebreus 10.24: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras”.

 

  • Quando fazemos a pergunta: “Há ou houve algum relacionamento recente em sua vida que foi extraordinariamente difícil?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles têm buscado relacionamentos como forma de obter prazer ou satisfação (e esse tipo de relacionamento sempre vai decepcioná-los). Podemos, então, apontá-los para a plenitude de alegria e satisfação que vem de Cristo (João 15.1–11; 16.16–24; Romanos 15.13).
  • Quando fazemos a pergunta: “Há ou houve algum estresse recente em sua vida que trouxe um sentimento de pressão ou tensão?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles têm usado a pornografia para fugir da vida. Podemos, então, apontá-los para o salmista que viu Deus como seu refúgio (Salmo 46; 59.16–17; 61.1–3; 62.5–8; 91; 142). Ao invés de escapar da realidade, podemos escapar para dentro da realidade divina.
  • Quando fazemos a pergunta: “Você se encontrou entediado ou inquieto em busca de excitação? Você sente que sua vida é mundana?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergar se eles têm buscado uma vida de entretenimento ao invés de uma vida de admiração. Podemos, então, apontá-los para a alegria de conhecer a Deus e obedecê-lo (Mateus 13.44; 2 Coríntios 8.1–2; Filipenses 1.3–4; Colossenses 1.9–14; 1 Pedro 1.3–9; 3 João 1.3–4).
  • Quando fazemos a pergunta: “Você se lembra de alguma situação recente em que você se sentiu menosprezado, sem importância ou desrespeitado?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles buscam poder, reconhecimento e estima dos homens mais do que buscam pelo favor de Deus. Jesus perguntou: “Como podeis crer, vós os que aceitam glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?” (João 5.44). Podemos, então, apontá-los para a glória eterna que o Pai concede a Cristo, e a realidade de que os cristãos compartilham da glória de Cristo porque ele vive em nós (João 17.20–24; Romanos 2.6–10; Colossenses 1.24–29).

 

 

Autor: Luke Gilkerson

Fonte: Biblical Counseling Coalition

Tradução: Gustavo Santos

Via: ABCB

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Perguntas a fazer antes de postar sobre política nas redes sociais

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Discussões políticas têm dominado as redes sociais por vários anos e agora parecem estar ficando mais aquecidas. Cada ordem executiva emitida pelo Presidente Trump ou protesto destinado a mudar uma prática atual, farão as redes sociais gerarem uma infinidade de links e opiniões. Essas opiniões geralmente levam a debates nas seções dos comentários que geram mais calor do que luz.

Como cristãos, o modo como nos envolvemos em discussões políticas nas redes pode ser especialmente complicado. De um lado, nossa fé toca cada área da nossa vida, portanto, política é importante. Por outro lado, sabemos que cada pessoa neste mundo deverá estar diante de Jesus um dia e a última questão não será se eles tinham a posição correta sobre questões de segurança nacional.

Quando você considera quão causadora de divisões a política pode ser e como geralmente nós dizemos coisas no calor do momento que podem influenciar o modo como as pessoas veem Jesus e o evangelho, cristãos devem gastar tempo em reflexões antes de publicarem sobre política nas redes sociais.

Na verdade, eu gostaria de sugerir sete perguntas que você deve fazer a si mesmo antes de publicar sobre política ou compartilhar um link de um artigo sobre alguma questão política.

Tenho os fatos corretos?

“O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos” [NVI]. Embora o rei Salomão não pudesse ver o advento das redes sociais, ele conhecia o coração humano. Provérbios 18.2 nos lembra a importância de ouvir e entender uma questão antes de começar a falar sobre ela. Quanto mais divisiva a questão, mais tempo precisamos gastar para entendê-la.

A Bíblia fala sobre essa questão? Se eu acho que sim, tenho certeza que entendo a passagem bíblica em seu próprio contexto e que estou aplicando-a corretamente à situação? Há outros textos que falam sobre isso que eu não considerei?

Eu gostaria de sugerir que você leia uma ampla variedade de recursos sobre um assunto antes de opiniar a respeito dele nas redes sociais. Leia o artigo que mais se baseia em fatos que você puder encontrar. Por exemplo, Joe Carter postou um conjunto de perguntas frequentes sobre a ordem executiva do Presidente Trump a respeito dos imigrantes e refugiados. Ler esse tipo de arquivo pode lhe ajudar a obter um entendimento dos principais fatos. Depois, leia vários artigos de publicações mais liberais e outros de publicações mais conservadoras. Leia o The Atlantic, The New York Times, The Wall Street Journal e The National Review. Observe os argumentos de cada lado e veja como cada lado responde a eles. Através desse tipo de leitura cuidadosa, você pode obter uma compreensão melhor da questão antes de falar sobre ela.

Isso precisa ser dito?

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”. Quando eu era mais jovem, o versículo que mais ouvia sobre não xingar era Efésios 4.29. Embora possa falar disso, também tem algo a dizer sobre nossas interações nas redes sociais.

“E, assim, transmita graça aos que ouvem”. O que você tem a dizer vai trazer graça aos que ouvem? Eles aumentarão seu entendimento e obterão um discernimento maior da perspectiva bíblica sobre esse assunto? Suas palavras mostrarão Cristo a eles? Ou o que você vai dizer é apenas mero vento? Você vai trazer luz ou vai trazer apenas calor?

O que você tem a dizer pode ser correto, mas isso não necessariamente deve ser dito.

Porque eu preciso ser a pessoa a dizer isso?

Vamos imaginar que o que você tem a dizer sobre política nas redes deveria ser dito. Agora você precisa considerar se você é a pessoa certa para dizê-lo. Você tem um discernimento sobre essa questão que não tenha visto em outro lugar, ou você está meramente repetindo um argumento que leu em algum lugar? Você tem um papel ou uma responsabilidade onde pessoas estão procurando por sua liderança? Por que você deveria ser a pessoa a dizer o que está prestes a dizer?

Estou dizendo isso de uma forma que representa Cristo?

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” [Colossenses 4.6]. Pessoas que experimentaram a graça devem falar de modo que exibam a graça. Geralmente, nós publicamos a primeira coisa que vem à nossa mente sobre certa questão, não lemos para perceber como pode ser percebido e acabamostrazendo vergonha sobre Cristo e sua igreja através do nosso discurso imprudente. Emitir opiniões impensadas e que ofendem os outros é um sinal de tremenda tolice, isso demonstra falta de amor pelos nossos próximos e não honra a Jesus.

Antes de postar algo, leia o texto três ou quatro vezes. Printe a tela do texto e envie a um amigo. Está bom? Está correto? Está elaborado para o bem dos outros? Irá impactar negativamente o que as pessoas pensam sobre Jesus?

Paralelamente, se você precisa pensar duas vezes antes de postar sobre a política americana, então precisa pensar dez vezes antes de postar sobre políticas denominacionais. Na verdade, não consigo pensar em nenhuma boa razão para disputas denominacionais serem compartilhadas diante de um mundo observador nas redes sociais. Debata-as em grupos ou nas seções de comentários dos blogs, mas não as leve a público e traga desonra à causa de Cristo.

Como posso ser mal-interpretado?Eu aprendi uma lição em agosto passado no Facebook. Publiquei o que eu cria sobre ser uma falta de compromisso de Donald Trump sobre questões pró-vida e disse que era um terrível erro nomeá-lo. Quase imediatamente, meus amigos e família perceberam que minhas preocupações sobre Trump estavam apoiando Hillary Clinton.

A lição que aprendi disso foi que não havia nada a ser ganho por questionar a nomeação de Donald Trump, que no momento já era algo passado. A corrida presidencial era primariamente entre Donald Trump e Hillary Clinton. Eu falhei em pensar como as pessoas interpretariam minhas preocupações sobre um dos candidatos como se fosse apoio ao outro. Minha publicação não trouxe luz ou graça à situação e somente trouxe confusão.

Pare e pense antes de publicar. Você está se comunicando claramente ou há a possibilidade de um número significativo de pessoas lhe interpretarem de forma errada?Quais são meus motivos para dizer isso?

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus”.

Embora a questão dos nossos motivos esteja subjacente a várias outras questões, devemos fazer esse questionamento em si: Você pode honestamente dizer que está dizendo o que está dizendo para a glória de Deus e o bem de outros?Devemos estar cientes dos nossos motivos, pois eles irão determinar o que nós dizemos, como dizemos, quando dizemos e como responderemos às pessoas que discordarão de nós. Se o nosso motivo é divulgar algo porque estamos bravos, iremos falar brusca, precipitada e imediatamente, e feriremos aqueles que discordam de nós. Por outro lado, se os nossos motivos refletirem o ensino de Paulo em 1 Coríntios 10.31-32, então falaremos graciosa, gentil e racionalmente, e responderemos pacientemente àqueles que discordam.

Posso esperar até amanhã para dizer isso?

Quando Abraham Lincoln ficava bravo com alguém, ele escrevia o que chamava de “carta quente”. Ele colocaria a carta de lado até que suas emoções esfriassem. Daí então, leria a carta com a cabeça fria. Ele deixou de assinar e de enviar muitas cartas.

Embora Abraham Lincoln escrevesse cartas ao invés de posts nas redes sociais, seu hábito nos dá um exemplo útil para hoje. Se sua publicação lida com um tema particularmente sensível, ela pode esperar até amanhã? Se puder esperar um dia, salve-a como rascunho e revise amanhã. Ao ler novamente você pode descobrir que não deveria publica-la. Ou pode perceber que seria útil para as pessoas e clicar em “publicar”. De qualquer forma, quanto mais tempo puder esperar antes de entrar em uma discussão, melhor.

Cristãos, precisamos lembrar que somos cristãos em primeiro lugar. Nós representamos o Rei Jesus e sua igreja. Quando falamos, nossa fala deveria refletir as prioridades e o caráter do nosso Rei e de seu reino. Essa preocupação significa que precisamos tomar cuidados extras e considerar as palavras que dizemos online.

Tradução: Anderson Alcides

Revisão: William Teixeira

Original: 7 questions ask posting politics social

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
Autor
Scott Slayton (M.Div., SBTS) serve como pastor principal na Chelsea Village Baptist Church in Chelsea, Alabama. Scott e sua esposa Beth têm quatro filhos:…

Ministério de Homens – Palestras (Série) 

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Nesse artigo, quero trazer algo que acontece em minha igreja (mas também em tantas outras), que são palestras para a família. Na minha igreja, existem palestras para as mulheres, pessoas idosas, famílias e claro para os homens.
Gosto particularmente da idéia de haverem palestras sobre diversos temas nas igrejas, por diversos motivos que vou listar abaixo:
– É uma forma de educar as famílias de nossas igrejas;
– Diferentemente de uma pregação, a palestra é algo num tom mais informal, informativo e aberto a conversas, debates e perguntas;
– É uma forma de correlacionar a Bíblia com o assunto que iremos abordar. Como por exemplo: Saúde, Depressão e problemas emocionais, cuidados com o idoso, amamentação, empreendedorismo, etc;
– É algo dinâmico e interativo, pois podemos usar diversos recursos (powerpoint, panfletos, dinâmicas de grupos, vídeos, imagens, etc), bem trazer especialistas e convidados para abordar os mais diversos assuntos;
– Poder trazer autoridades civis e jurídicas para falar na igreja e para a comunidade, bem como convidar a comunidade para assistir e participar das palestras;
– Reconheço e vejo como importante a realização de palestras em nossas igrejas, pois através delas podemos tratar problemas enfrentados por famílias na igreja ou mesmo preveni-los, orientar desde crianças até idosos, usar os mais diversos recursos, e abençoar a vida dos nossos irmãos e suas famílias.

Algumas sugestões de temas que podem ser abordados em palestras na igreja:
– Saúde Mental, Depressão e outros problemas emocionais;
– Os perigos da internet e redes sociais;
– Empreendedorismo;
– Alimentação Saudável;
– Cuidados com o Idoso;
– Cuidados com a Gestante e o Recém-Nascido;
– Violência Doméstica;
– Orientação Vocacional;
– Mercado de Trabalho;
– Direitos do Consumidor;
– Direitos Trabalhistas;
– Orientação Jurídica;
– Saúde da Mulher;
– Drogas;
Dentre vários outros assuntos;

Anos atrás um irmão e amigo meu em Cristo, desejava muito realizar palestras sobre saúde mental e doenças de cunho emocional, na igreja em que ele congregava. Devido a observar pessoas e famílias que enfrentavam dificuldades e problemas nessa área, bem como ensinar a igreja a diferenciar problemas emocionais de origem espiritual e de origem física, bem como a devida orientação para lidar com cada situação. Infelizmente, ele não teve essa oportunidade.

 
Hoje em dia, vejo como seria bom que as igrejas tratassem melhor sobre certos assuntos que infelizmente não vemos os pastores tratando através de pregações e aconselhamento. Recentemente em nosso país, houve o caso de dois pastores que se suicidaram e a esposa de um pastor que também cometeu suicídio.

 
Após seu filho cometer suicídio, o pastor Rick Warren, conhecido aqui no Brasil pelo o Livro Uma Vida com Propósito. Iniciou na igreja em que ele serve como pastor e líder, um ministério cristão para ajudar pessoas e famílias que estejam passando por problemas emocionais ou que sofreram a perda de familiares e amigos que se suicidaram.

 
Não descarto a importância da pregação do Evangelho e da Palavra de Deus, bem como que a Bíblia fala sobre diversos assuntos de maneira especifica. Mas acredito que como cristãos através de palestras temos a oportunidade de correlacionar o que a Palavra de Deus nos diz sobre os mais diversos assuntos e princípios de Deus para a vida, abordando isso com diversos recursos e numa disposição de tempo maior que normalmente não dispomos nos cultos semanais de nossas igrejas.

Acredito na importância de palestras baseadas em uma cosmovisão bíblica-cristã voltadas para preparar e ajudar os homens e famílias de nossas igrejas a como lidarem com os mais diferentes problemas e desafios de suas vidas.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

Para saber mais sobre Rick Warren e a perda de seu filho, confira nos links abaixo:
https://noticias.gospelmais.com.br/pastor-rick-warren-esposa-falam-suicidio-seu-filho-60681.html
https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/dois-anos-apos-morte-do-filho-pastor-rick-warren-pede-oracoes-por-sua-familia-e-recebe-apoio-nas-midias-sociais.html

William Wilberforce

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No século 18, a Inglaterra detinha o monopólio do comércio de escravos negros. Os meios de transporte eram os mais cruéis imagináveis. Boa parte da população inglesa tirava proveito desse comércio, e o povo, de maneira geral, aceitava a escravidão. Havia aqueles que enriqueciam e, por isso, defendiam com veemência o escravagismo. Mas Deus graciosamente ergueu uma geração de políticos cristãos para lutar contra o que William Carey chamou de “maldito comércio de escravos”.

 

 

Preciosa graça

 

 

É surpreendente que nenhum grande reformador da história ocidental seja tão pouco conhecido como William Wilberforce. Ele nasceu numa família nobre da Inglaterra, na cidade portuária de Hull, em Yorkshire, em 24 de agosto de 1759. Naquela época, como hoje, a aristocracia vivia em meio a contradições: nela se encontravam alguns dos grandes benfeitores da nação e alguns de seus maiores corruptores. Wilberforce era fruto dessas ambigüidades.

 

 

Após estudar em uma escola em Pocklington, foi aceito em 1776 no St. John’s College, na Universidade de Cambridge, onde decidiu dedicar-se à carreira política, tendo sido eleito representante de seu povoado aos 21 anos de idade. Além de repartir o dinheiro que possuía, mandou fazer um grande churrasco para todo o vilarejo, o que lhe valeu um bom número de votantes. Aos 24 anos, já era um político famoso por sua eloqüência e acabou por ser eleito representante de Yorkshire, o maior e mais importante condado da Inglaterra, chegando a Londres cheio de popularidade.

 

 

Em 1784, ainda aos 24 anos de idade, partiu para uma viagem a Nice, na França, que traria grande transformação em seu caráter. Levou consigo a mãe, Elizabeth, a irmã Sally, uma amiga dela e Isaac Milner, seu antigo professor primário, e que veio a se tornar presidente do Queen’s College, na Universidade de Cambridge. Na bagagem de Milner, Wilberforce viu uma cópia do livro de Philip Doddridge – mais conhecido por ter escrito o famoso hino “Oh! Happy Day” [Oh! Dia Feliz!] -, The Rise and Progress of Religion in the Soul [O começo e o progresso da religião na alma]. Ele perguntou para seu amigo o que era aquilo e recebeu a resposta: “Um dos melhores livros já escritos”. Os dois concordaram em lê-lo juntos na jornada.

 

 

A leitura desse livro e das Escrituras, acompanhada de conversas com Milner, levaram o jovem político à conversão. Ele declarou em seu diário, em fins de outubro daquele ano:

 

 

Assim que me compenetrei com seriedade, a profunda culpa e tenebrosa ingratidão de minha vida pregressa vieram sobre mim com toda sua força, condenei-me por ter perdido tempo precioso, oportunidades e talentos […]. Não foi tanto o temor da punição que me afetou, mas um senso de minha grande pecaminosidade por ter negligenciado por tanto tempo as misericórdias indescritíveis de meu Deus e Senhor. Eu me encho de tristeza. Duvido que algum ser humano tenha sofrido tanto quanto eu sofri naqueles meses.

 

 

Wilberforce começou um programa que durou toda sua vida, de separar os domingos e um intervalo a cada manhã para se dedicar à oração e às leituras espirituais.

 

 

Uma longa e dura luta

 

 

Já de volta a Londres, a vida de Wilberforce tomou novos rumos. Ele considerou suas opções, inclusive o ministério cristão, mas foi convencido por John Newton que Deus o queria permanecendo na política, em vez de entrar para o ministério. “Espera e crê que o Senhor te levantou para o bem da nação”, escreveu Newton.

 

 

Depois de muito pensar e orar, Wilberforce concluiu que Newton estava certo. Deus o chamara para defender a liberdade dos oprimidos como parlamentar. “Minha caminhada é de vida pública. Meu negócio está no mundo, e é necessário que eu me misture nas assembléias dos homens ou deixe o cargo que a Providência parece ter-me imposto”, escreveu em seu diário, em 1788.

 

 

Outro que o influenciou fortemente foi JohnWesley. Newton e Wesley tinham, além de uma fé vibrante no evangelho, uma forte convicção de que não havia maior pecado pesando sobre as costas do Império Britânico do que o terrível e abominável tráfico de escravos, que Wesley batizara de “execrável vileza”.

 

 

 

Bruce Shelley diz que os ingleses entraram nesse comércio em 1562, quando Sir John Hawkins pegou uma carga de escravos em Serra Leoa e a vendeu em São Domingos. Então, depois que a monarquia foi restaurada em 1660, o rei Carlos II deu uma concessão especial para uma companhia que levava 3 mil escravos por ano para as Índias Orientais. A partir daí, o comércio cresceu e atingiu enormes proporções. Em 1770, os navios ingleses transportavam mais da metade dos cem mil escravos vindos da África Oriental. Muitos ingleses consideravam o tráfico de escravos inseparavelmente ligado ao comércio e à segurança nacional da Grã-Bretanha.

 

 

John Wesley escreveu sua última carta a Wilberforce, em 24 de fevereiro de 1791, seis dias antes de morrer, encorajando-o a executar o plano da abolição da escravatura. Um parágrafo dessa carta diz o seguinte: “Oh! Não vos desanimeis de fazer o bem. Ide avante, em nome de Deus, e na força do seu poder, até que desapareça a escravidão americana, a mais vil que o sol já iluminou”.

 

 

 

Foi por conta dessas influências que Wilberforce decidiu dedicar toda a força de sua juventude e todo o talento que tinha a um único objetivo que consumiria toda sua vida: a abolição do tráfico negreiro. Algum tempo depois, num domingo, 28 de outubro de 1787, ele escreveu em seu diário as palavras que se tornaram famosas: “O Deus todo-poderoso tem colocado sobre mim dois grandes objetivos: a supressão do comércio escravocrata e a reforma dos costumes.

 

 

Uma fonte de estímulo nessa luta foi sua participação ativa no chamado Grupo de Clapham (Clapham Sect), constituído de pessoas ricas cujas residências ficavam em Clapham, um elegante bairro localizado a 8 quilômetros de Londres, que apoiava muitos líderes leigos na busca de uma reforma social, liderados por um humilde ministro anglicano, John Venn. Como destacam Clouse, Pierard & Yamauchi, o Grupo de Clapham foi, de longe, a mais importante expressão anglicana na esfera da ação social. Esse grupo de leigos geralmente se reunia para estudar a Bíblia, orar e dialogar na biblioteca oval de Henry Thornton, um rico banqueiro que todo ano doava grande parte de seus rendimentos para a filantropia.

 

 

Outros que participavam do grupo eram: Charles Grant, presidente da Companhia das Índias Orientais; James Stephens, cujo filho, chefe do Departamento Colonial, auxiliou bastante os missionários nas colônias; John Shore, Lorde Teignmouth, governador-geral da Índia e primeiro presidente da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira; Zachary Macauley, editor do Observador Cristão; Thomas Clarkson, famoso líder abolicionista; a educadora Hannah More, além de outros líderes evangélicos. Dentre várias atividades, eles ajudaram a fundar a colônia de Serra Leoa, onde escravos libertos poderiam viver livres.

 

 

Clouse, Pierard & Yamauchi dizem:

Este grupo uniu-se numa intimidade e solidariedade incríveis, quase como uma grande família. Eles se visitavam e moravam um na casa do outro, tanto em Clapham, como na própria Londres e no campo. Ficaram conhecidos como ‘os Santos’ por causa de seu fervor religioso e desejo de estabelecer a retidão no país. Vários comentaristas observaram que eles planejavam e trabalhavam com um comitê que estava sempre reunido em ‘conselhos de gabinete’ em suas residências pata discutir o que precisava ser consertado e estratégias que poderiam usar para alcançar seus objetivos.

 

 

Neste grupo, discutiam os erros e as injustiças de seu país, e as batalhas que teriam de travar para estabelecer a justiça.

 

 

Os membros do Grupo de Clapham demonstraram a diferença que um grupo de cristãos pode fazer. Eles elaboraram 12 marcas que nortearam seu esforço pela reforma social na Inglaterra do século 19:

 

 

1. Estabeleça objetivos claros e específicos.
2. Pesquise cuidadosamente para produzir uma proposta realista e irrefutável.
3. Construa uma comunidade comprometida que apóie uns aos outros. A batalha não pode ser vencida sozinha.
4. Não aceite retiradas como uma derrota final.
5. Comprometa-se a lutar de forma contínua, mesmo que a luta demore décadas.
6. Mantenha o foco nas questões; não permita que os ataques malignos de oponentes o distraiam ou provoquem resposta similar.
7. Demonstre empatia com a posição do oponente, de forma que diálogo significativo aconteça.
8. Aceite ganhos parciais quando tudo o que é desejado não puder ser obtido de uma só vez.
9. Cultive e apóie suas bases populares quando outros, que estiverem no poder, se opuserem a seus projetos.
10. Transcenda à mentalidade simplista e direcione-se às questões maiores, principalmente as que envolvem questões éticas!
11. Trabalhe através de canais reconhecidos, sem lançar mão de táticas sujas ou violentas.
12. Prossiga com senso de missão e convicção de que Deus o guiará providencialmente se estiver verdadeiramente a seu serviço.

 

 

Em 1797, Wilberforce publicou um livro intitulado Practical View of Real Christianity [Panorama prático do cristianismo verdadeiro], amplamente lido e ainda publicado, que evidenciava o interesse evangélico na redenção como a única força regeneradora, na justificação pela graça por meio da fé e na leitura da Escritura em dependência ao Espírito Santo, ou seja, numa piedade prática que redundasse em serviço relevante para a sociedade. Nessa obra, ele disse sobre o cristianismo verdadeiro:

 

 

 

Eu compreendo que a marca prática e essencial dos verdadeiros cristãos é a seguinte: que os pecadores arrependidos, confiando na promessa de serem aceitos [por Deus], mediante o Redentor, têm renunciado e abjurado todos os outros senhores, e têm de maneira integral se devotado a Deus. Agora, seu propósito determinado é se dedicar integralmente ao justo serviço do legítimo Soberano. Eles não mais pertencem a si mesmos: todas as faculdades físicas e mentais, sua herança, sua essência, sua autoridade, seu tempo, sua influência, tudo o que desconsideram como sendo seus […] devem ser consagrados em honra a Deus e empregados a seu serviço.

 

 

E sobre o poder e o direito:

Eu devo confessar […] que minhas próprias [e sólidas] esperanças pelo bem-estar do meu país não depende de seus navios e exércitos, nem da sabedoria de seus governantes, ou ainda do espírito de seu povo, mas sim da [capacidade de] persuasão de todos aqueles que amam e obedecem ao evangelho de Cristo.

 

 

No tempo de Deus

 

 

 

Wilberforce e seus amigos do Grupo de Clapham também ajudaram a fundar escolas cristãs para os pobres, a reformar as prisões, a combater a pornografia, a realizar missões cristãs no estrangeiro e a batalhar pela liberdade religiosa. Mas Wilberforce acabou por se tornar mais conhecido por seu compromisso incansável pela abolição de escravidão e do comércio de escravos.

 

 

Sua luta começou por volta de 1787 – ele já era parlamentar desde 1780. Haviam pedido a Wilberforce que propusesse a abolição do comércio de escravos, embora quase todos os ingleses achassem a escravidão necessária, ainda que desagradável, e que a ruína econômica certamente viria ao acabar com a escravidão. Apenas uns poucos achavam o comércio de escravos errado. A pesquisa de Wilberforce o pressionou até conclusões dolorosamente claras. “Tão enorme, tão terrível, tão irremediável aparentou a maldade desse comércio que minha mente ficou inteiramente decidida em favor da abolição”, disse ele à Casa dos Comuns.

 

“Sejam quais forem as conseqüências, deste momento em diante estou resolvido que não descansarei até efetuar sua abolição.” Wilberforce falou primeiramente sobre o comércio de escravos na Casa de Câmara dos Comuns em 1788, num discurso de três horas e meia, que concluiu dizendo: “Senhor, quando nós pensamos na eternidade e em suas futuras conseqüências sobre toda conduta humana, se existe esta vida, o que esta fará a qualquer homem que contradisser as ordens de sua consciência e os princípios da justiça e da lei de Deus!”. Sua luta custou-lhe dezoito anos de trabalho incansável.

 

 

Os feitos de Wilberforce foram realizados em meio a tremendos desafios. Ele era um homem de constituição fraca e com uma fé desprezada. Quanto à tarefa, enquanto a prática da escravatura era quase universalmente aceita, o comércio de escravos era tão importante para a economia do Império Britânico quanto é a indústria de armamentos para os Estados Unidos hoje.

 

Quanto à sua oposição, incluía poderosos interesses mercantis e coloniais e personalidades como o famoso Almirante Horacio Nelson e a maior parte da família real. E quanto à sua perseverança, Wilberforce continuou incansavelmente, anos a fio, antes de alcançar seu alvo. Sempre desprezado, ele foi duas vezes assaltado e surrado. Certa vez, um amigo lhe escreveu, dizendo-lhe que, do jeito que as coisas andavam, “eu espero ouvir dizer que foste carbonizado por algum dono de fazenda das Índias Ocidentais, feito churrasco por mercadores africanos e comido por capitães da Guiné, mas não desanime – eu escreverei o seu epitáfio!”

 

 

O comércio de escravos foi finalmente abolido em 25 de março de 1806. Quando a lei foi aprovada, todo o Parlamento se pôs de pé e aplaudiu Wilberforce por vários minutos, enquanto ele, já desgastado pelos anos, chorava com o rosto entre as mãos.

 

 

Ele continuou a campanha contra a escravidão em todos os territórios britânicos, e o voto crucial da famosa Lei de Emancipação chegou quatro dias antes de sua morte, em 29 de julho de 1833.

 

 

Por conta da decisão parlamentar, poderosa como era e não querendo ser lesada em seus interesses, a Grã-Bretanha declarou ao mundo que nem ela nem ninguém mais poderia traficar escravos. Além disso, tornou-se a guardiã dos mares. Logo, Portugal e Bélgica, as duas nações rivais, tiveram também de parar com o tráfico, por força do poderio naval inglês.

 

Um ano depois da morte de Wilberforce, em julho de 1834, 800 mil escravos, principalmente na Índia Ocidental britânica, foram libertos. Em pouco tempo, a maior parte dos países ocidentais aboliria a escravidão em definitivo.

(extraido do blog azusa)

 A PORNOGRAFIA ESTUPRA A MENTE

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A pornografia distorce as nossas fantasias privadas, trazendo conceitos em nossa mente que, originalmente, não existiam em nós. Trata-se de homens que dominam mulheres não só como prática sexual, mas também como um modo de ser.

 

E, com o advento da internet a pornografia se tornou ainda mais acessível e, em alguns casos, evolui para um vício e, como tal, é possível ser tratado. Ran Gavrieli trata no TEDx dois motivos pelos quais parou de ver pornografia. Primeiro pela pornografia trazer raiva e violência às suas fantasias originais, e segundo por se sentir parte da criação de uma demanda de prostituição filmada.

 

 

Ele defende que a pornografia não é o sonho de infância de ninguém e relata que antes de ver pornografia construía narrativas que eram relacionadas a ambos, e não ao prazer egoísta de satisfazer-se a qualquer custo.

 

Quando lemos o Cântico dos Cânticos de Salomão vemos que Deus concedeu o amor romântico entre marido e esposa como um maravilhoso presente, onde um deleita-se no outro emocionalmente e fisicamente. Pelo menos três dimensões centrais nos orientam nesta leitura: a autoentrega, desejo e compromisso. Não se trata da dominação de um sobre o outro, mas da entrega mútua em amor, e não apenas satisfação sexual. Para ver o vídeo de Ran Gavrieli: http://migre.me/vrTW9

Para saber como pode ser tratado: http://migre.me/vrTWC

Texto do Ministério Florê

Precisamos de Homens Cristãos (Verdadeiros) na Política!

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Texto-Bíblico: Ester 10:1-3

Atualmente, enfrentamos diversos problemas gerados por aqueles que deveriam servir ao povo de nosso país. E colaborar no progresso e bem estar de toda a nação, mas vemos que eles estão muito mais preocupados em garantir uma farta aposentadoria as custas do emprego de milhões de brasileiros, do fechamento de diversas empresas, da desgraça de nossas famílias, de gerar mais pobreza econômica, cultural e ambiental do que gerar riquezas, da tristeza e sofrimento de nossas famílias.

 

 

E junto a esses mesmo políticos, porém não igualando os dois grupos, temos políticos que se declaram cristãos, mas sim qual o problema de políticos cristãos?

Posso listar alguns:

– Não se prepararam para a carreira política e, não se capacitam para melhor servir ao povo brasileiro;

– Muitos focam somente em servir aos cristãos e, não a nação;

– Falam demais e pouco fazem de coisas benéficas e concretas;

– Não abraçam a atividade política como um chamado de vida, mas sim, como um meio de enriquecer ou somente mais uma função ou trabalho;

– Não se distinguem dos políticos não-cristãos. Não se distinguem em capacidade/qualificação para a política, em bons e excelentes trabalhos e serviços prestados a população, por uma vida dedicada a realmente servir e abençoar a vida das pessoas através de sua vocação, etc.

–  O discurso de que são cristãos não é compatível com suas vidas. Um exemplo disso é a possível candidata a presidência Marina Silva, que inclusive busca se distanciar da imagem de religiosa (ou mais precisamente evangélica).

 

Esses são somente alguns dos muitos problemas que podemos ver nos ditos políticos cristãos atuais, que acabam por mais ser uma vergonha para o Reino de Deus, do que uma alegria.

 

 

Ao observarmos a vida dos políticos da Bíblia, como por exemplo José, Daniel e seus amigos, Neemias, Ester e Mordecai, o Rei Davi, etc. Bem como os políticos cristãos, como William Wilberforce, Abraham Kuyper, Althusius, etc. Podemos aprender ricas lições para a escolha de políticos hoje, bem como para que cristãos sinceros e genuínos vocacionados por Deus para a Política se preparem melhor de maneira a serem realmente políticos que fazem política de maneira agradável a Deus e benéfica aos homens.

 

 

Mais do que nunca, vejo que precisamos orar, mas também ver homens (e também mulheres) vocacionados por Deus se levantarem para fazer política, se envolver com a política e serem sal e luz no ambiente político de nossa nação e do mundo.

 

 

Precisamos de homens que não vendam o seu caráter, que dependam de Deus em tudo o que forem fazer ou decidir, que se importem com todos (tanto cristãos, quanto não cristãos), que sejam preparados e capacitados para serem políticos e não pessoas analfabetas ou desqualificadas, homens corajosos e ousados em encarar/enfrentar certas questões (como projetos de lei que visem legalizar o aborto, a maconha, a pedofilia, dentre outros assuntos), que se levantem contra a corrupção política, que tenham transparência em seu próprio trabalho, que pautem suas decisões de acordo com uma cosmovisão cristã de mundo e que lutem por leis justas e sensatas.

 

 

Que não sejamos omissos em relação a política. Oremos (de maneira intencional e constante) por cada assunto de nosso Brasil, bem como a vida de nossos políticos e seus familiares. Mas também votemos sabiamente e após investigar a vida de cada candidato (SEMPRE REJEITANDO CORRUPTOS E IMORAIS).

 

 

E entendamos que o Senhor chama homens e mulheres de seu povo para a política, o que nos leva a pensar que não? Quando ao longo de toda as Escrituras Sagradas vemos tantos exemplos reais e que enfrentaram problemas tão grandes, como os que temos atualmente aqui no Brasil. Veja Mordecai, José e Daniel são alguns exemplos de homens na Bíblia que foram políticos em ambientes idolatras, ímpios e corruptos de suas épocas.

 

“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?
Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?”
1 Coríntios 6:2,3

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Lute por seu Casamento

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Muitos [homens], estão com suas esperanças esvaziadas, seus corações endurecidos, e suas mentes fechadas, a fim de lutarem por seus relacionamentos. Para muitos – e não poucos – seus casamentos já estão em decomposição de tão mortos, e ainda não fizeram a cerimonia fúnebre por conveniência: os filhos, o emprego, a aparência, o dinheiro, a Igreja.

 

Há uma cultura nefasta, que diz que devemos lutar por nossos casamentos “até o fim”; parece ate ser uma frase motivadora e feliz, mais quando dizemos que vamos lutar “ate o fim”, estamos prevendo duas coisas a essa luta: um lugar-tempo, até onde levar a luta e um tempo-lugar, ate quando lutar! Estabelece-se um ponto, donde a luta se encerrará.

 

Mais através desse estudo quero leva-los a rever esse conceito demoníaco, e estabelecer um novo: LUTAR ATÉ ENTRAR NA ETERNIDADE!

 

Talvez você não tenha mais FORÇAS pra lutar; mais grite por ESPERANÇA a Deus, que o Espirito Santo lhe dará!

 

Felipe Rocha