Arquivo da categoria: Homens de Deus

Série Referenciais: Pr. David Wilkerson

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O pastor David Wilkerson nasceu em Hammond, Indiana, em 19 de maio de 1931, o segundo filho de kenneth e Ann Wilkerson. Com a idade de oito anos sentil o chamado de Deus para entregar sua vida à Cristo e se tornar um pastor do evangelho. Em 1952 casou-se com Gwen Carosso, que o conheceu quando tinha apenas 13 anos. David é talvez mais conhecido por seus primeiros dias de ministério para jovens tóxico-dependentes e membros de gangues, em Manhattan, Bronx e Brooklyn, na cidade de New York.

Como tudo começou

 

A aventura toda teve seu início numa noite:
“sentei-me para o meu estudo bíblico como de costume quando vi a revista Life. Eu simplesmente virei uma página e, à primeira vista, parecia que não havia nada que me interessasse. A página mostrava um desenho de um julgamento que ocorria em Nova Iorque, a 350 quilômetros de distância da minha casa no interior do estado da Pensilvânia, E.U.A. Eu nunca tinha ido a Nova York, nem nunca quis ir, exceto talvez para ver a Estátua da Liberdade. Eu comecei a virar as páginas da revista até que algo chamou minha atenção. Foi uma figura de um desenho dos olhos de um menino. Ele foi um dos sete meninos levados a julgamento por assassinato. Eu segurei a revista mais perto para obter uma melhor visão. O artista tinha capturado um olhar de espanto, ódio e desespero nas características do jovem. De repente, comecei a chorar”.

 

David se perguntou espantado,“O que está acontecendo comigo?” As lágrimas não paravam de rolar. Então olhei para a foto com mais cuidado. Os meninos eram todos adolescentes. Eles eram membros de uma gangue chamada de Dragões. Abaixo do desenho tinha a história de como em Highbridge Park, Nova York, eles brutalmente atacaram um jovem de quinze anos, chamado Michael Farmer e o mataram. A história me revoltou. Ela literalmente virou meu estômago. Em nossa cidade ao pé de uma pequena montanha, essas coisas pareciam inacreditáveis. Essa tragédia toucou bem fundo no meu coração e um sentimento me impulsionou a ir para Nova York e ajudar os rapazes. O pensamento me assustou. “Eu seria um idiota para fazer isso”, pensei. “Não sei nada sobre adolescentes como esse. E eu não quero saber de nada disso…” Não adiantava… A idéia não ia embora. Eu estava à ponto de ir para Nova York, enquanto o julgamento ainda estava em andamento. “Esta viagem mudou minha vida para sempre”.
O Desafio Jovem

 

O fardo no coração de David para com os perdidos da cidade aumentou e em 1958 deu à luz ao “Teen Challenge” (Desafio Jovem), um ministério para alcançar as pessoas com hábitos destrutivos, com sede em um pequeno escritório em Staten Island, Novo York. O Desafio Jovem foi lançado com o Pastor Wilkerson realizando pregações de rua, e através dessas reuniões muitos líderes de gangues como a gangue dos “ Maus Maus”,e seus membros, foram convertidos. Através deste ministério muitos homens, mulheres e jovens endurecidos vieram a Cristo, permitindo que o Espírito de Deus transformasse suas vidas. Em 1960, a sede do Desafio Jovem mudou-se para uma casa grande na Clinton Avenue, no bairro do Brooklyn. A residência oferece proteção para os tóxico-dependentes e os membros de gangues, assim como camas e abrigo para jovens problemáticos e sem-teto. Em 1958, muitas pessoas pensavam que David Wilkerson estava louco para tentar levar o evangelho para adolescentes viciados em drogas de Nova York.
A Cruz e o Punhal

 

A história de David Wilkerson nos primeiros cinco anos na cidade de Nova York é contada em “A Cruz e o Punhal”, um livro que se tornou best-seller, um fenômeno com mais de 15 milhões de cópias vendidas, publicado em mais de 30 idiomas.

 

O Filme

 

Em 1969, o filme “A Cruz e o Punhal” foi lançado, estrelado por artistas de Hollywood, tendo Pat Boone, cantor e ator, como David Wilkerson e Erik Estrada, o patrulheiro da antiga série de televisão “chips”, como Nicky Cruz, o membro da gangue adolescente cuja vida foi profundamente transformada por Cristo. O filme reconta a história inesquecível da terna misericórdia de Deus e amor aos adolescentes de Nova Iorque através do ministério de David Wilkerson. Os ingressos foram vendidos para a estréia do filme, atraindo multidões de todas as origens e estilos de vida. O filme foi rejeitado pela crítica secular como desinteressante. No entanto, ele foi visto por cerca de 50 milhões de pessoas em mais de 30 línguas em 150 países, de acordo com a “World Crusade Film”. Os dados também dizem que é um dos filmes mais vistos do mundo.
World Challenge

Em 1971, o ministério de David Wilkerson, sempre em expansão, mudou sua sede para o estado do Texas, onde fundou o “World Challenge Inc” (Desafio Mundial). A missão do ministério tem sido a de promover e perpetuar as doutrinas do Cristianismo, através de ensinamentos públicos. Como tal, World Challenge serve como um guarda-chuva corporativo para as cruzadas do reverendo Wilkerson, conferências de ministros, edição de livros, a produção de filmes, escolas de formação, evangelismo de rua, encontros de arrependimento, distribuição de literatura, programas de alimentação, esforços para plantação de igrejas e inúmeros outros serviços ministeriais.

Times Square Church

 

Em 1986, voltei para Nova York para uma pregação de rua. Enquanto descia a rua 42 de madrugada, fiquei chocado quando vi crianças de 9, 10 e 11 anos de idade viciadas em crack. Vi o crack sendo vendido por traficantes a poucos metros de distancia um do outro. Len Bias, o famoso jogador de basquete da faculdade, tinha acabado de morrer de uma overdose de crack. Eu ouvi um traficante gritando: “Eu tenho a “coisa” que matou Len.”
Comecei a chorar quando testemunhei tudo isso. Eu orei: “Hó Deus, O Senhor tem que levantar um testemunho neste lugar infernal. Parece que o diabo criou Nova Iorque como o seu reino. Esta é a sede da Babilônia”.
A resposta do Senhor não era o que eu queria ouvir:
“Você conhece a cidade, David. Você já esteve aqui. Você pode fazê-lo.” Fiquei chocado. Eu estava pronto para me aposentar. Não era que eu estivesse cansado, é que passei trinta anos na rua e em centros de reabilitação de drogas em todo o mundo. Agora eu estava planejando me mudar para o estado do Colorado e passar os meus últimos anos escrevendo livros. Meu único desejo além deste era ir à Rússia e Europa Oriental para pregar, mas eu não conseguia colocar as palavras do Senhor para fora da minha mente”.
Por duas noites eu tinha caminhado pelas ruas de Nova York, chorando e orando para que Deus trouxesse alguém. Eu pensei: “Senhor, se eu deveria fazer isso, como eu posso dizer isso a minha esposa? Temos uma bela casa no Texas com um lago. Mudamos nossa sede para lá. Como posso arrancar Gwen agora, e dizer a ela que estamos voltando para Nova York? ” Naquela noite, quando entrei no nosso quarto de hotel, Gwen estava orando. “Estamos voltando para Nova York, não estamos?” Perguntou ela.
Em 1988, a Câmara Municipal de Teatro e o Teatro Nederlander serviu como casas temporárias para a Igreja de Times Square. No ano seguinte, em 1989, o histórico Mark Hellinger Theater foi comprado. A Igreja de Times Square tinha encontrado a sua casa, no coração de Nova York, na rua 51 em plena Broadway. O Jornal “The New York Daily News”, declarou: ” O famoso tetro na Broadway estará agora aberto apenas para Jesus “.
Desde a sua criação, a Igreja da Times Square ficou na encruzilhada do mundo como uma igreja inter-denominacional protestante. Hoje, mais de 100 nacionalidades estão representadas na congregação com cerca de 8.000 pessoas. A Igreja crê na necessidade de conversão pessoal à fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, como a derradeira força redentora na vida individual e na sociedade em geral. “Vinde a mim”, disse Jesus, “todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28). Assim, a missão da Igreja é sempre procurar os perdidos, os viciados, e aqueles que procuram a verdadeira realização e dizer-lhes do poder do Cristo ressuscitado para libertá-los!

A Visão

A primeira visão que Deus deu David Wilkerson foi em 1958, dirigindo-lhe para ir a Nova York. A segunda foi uma visão trágica das calamidades que estão para vir sobre a terra. A mensagem foi tão assustadora, apocalíptica e incômoda, que deixou o Sr. Wilkerson de joelhos, paralisado. Deus divinamente guiou-lhe que escrevesse a visão, e um ano mais tarde, em 1974, a visão foi publicada como sob o título “The Vision”, esgotado atualmente.
O ministério cresceu e hoje inclui 173 programas residenciais e numerosos centros de evangelismo nos Estados Unidos, e 241 centros de Desafios Jovem em 77 países. A taxa de libertação é de 86%, tendo sido reconhecido e comprovado pelo Governo dos E.U.A atravez do (Institute on Drug Abuse). Todos os centros do Desafio Jovem operam de forma autônoma. Os graduados no Desafio Jovem incluem ex-toxico-dependentes, ex-alcoólatras, ex-membros de gangues, ex-prostitutas e outros tipos de ex-dependentes. Hoje, muitos formandos servem como ministros e missionários em todo o mundo.
Fonte:www.worldchallenge.org

 

Falecimento

Por mais de seis décadas, evangelístico Reverendo Wilkerson ministério incluiu pregação, ensino e escrita. Durante todo esse tempo uma característica distintiva do seu trabalho tem sido seus esforços diretos para atingir os mais necessitados entre nós com a ajuda para o corpo e a alma. Ele é autor de mais de 30 livros, incluindo, A Cruz eo Punhal, A Visão, Avivamento na Broadway, com fome para mais de Jesus, você sentiu vontade de desistir ultimamente?, E A Nova Aliança Véu.

 

Em 27 de abril de 2011, o Reverendo Wilkerson postou em seu blog devocional, “Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: choro vai durar por algumas noites escuras e terríveis, e em que a escuridão em breve você vai ouvir o sussurro Pai :’Eu estou com você. Nesse momento eu não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Você vai ver que era tudo parte do meu plano. Não foi por acaso. “Naquela tarde, o Reverendo Wilkerson foi morto em um acidente de carro. Sua esposa Gwen sobreviveu ao acidente, mas faleceu 5 de julho de 2012, de câncer. Eles deixaram quatro filhos, seus respectivos cônjuges, 10 netos e dois bisnetos.

Fonte:www.worldchallenge.org
https://edificadosnaverdade.blogspot.com.br/2013/04/biografia-david-wilkerson.html
http://renatovargens.blogspot.com.br/2011/04/quem-foi-david-wilkerson.html

 

http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/12/conselhos-de-paul-washer-jovens.html

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Série Referenciais: Jim Elliot

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A história de Jim Elliot e seus quatro amigos é uma das histórias missionárias mais empolgantes e inspiradoras.
Jim Elliot nasceu em 8 de Outubro de 1927 na cidade de Portland, no estado americano de Oregon. Jim pertencia a uma família cristã dedicada ao Senhor; desde cedo foi instruído nos caminhos de Deus, e veio a receber a Cristo como seu salvador aos 8 anos de idade. Fred, um pastor batista, e Clara Elliot, seus pais, eram bastante cuidadosos quanto à instrução bíblica de seus filhos e exerceram forte influência na formação de suas vidas.

 
Jim revelou-se um jovem bastante promissor, destacando-se em todas as atividades que se envolvia. Era líder de sua classe, e detentor de uma brilhante oratória. Elaborou um aclamado discurso de honra em homenagem ao presidente americano, Franklin D. Roosevelt, por ocasião de seu falecimento. Graduou em “desenho arquitetônico” na High School e depois se transferiu para a faculdade cristã de Illinois, a Wheaton College, onde se graduou com as mais elevadas honras.

Embora se destacasse talentosíssimo em qualquer atividade em que se envolvesse e aos olhos dos homens pudesse seguir uma carreira secular de sucesso, ele era convicto de sua vocação e chamada para o ministério e por isso priorizou seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para este intento, tanto que empenhou-se em estudar grego já visando uma possível tradução do evangelho para alguma língua nativa. Foi durante seus estudos que conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais e se casaram em 1953 na cidade de Quito (Equador) sendo que em 1955, nasceu sua filha Valerie.

Convicto de seu chamado transcultural, Jim foi duramente criticado por alguns líderes que viam nele um futuro promissor, mas pastoreando Igrejas nos Estados Unidos e não pregando aos índios na Amazônia Equatoriana.

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Jim Elliot orava constantemente: “Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito…”. Durante seus estudos conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais. Jim e Elizabeth se casaram em 1953, na cidade de Quito (Equador) e em 1955, nasceu sua filha Valerie.

 

Jim recusou convites para pastorear em algumas igrejas nos ministérios da juventude. Para alguns líderes, Jim tinha um futuro bastante promissor no ministério pastoral nas igrejas do EUA. Por esta razão foi criticado quando insistia em sua decisão em levar o evangelho de seu Salvador aos índios na Amazônia. . Jim e Elizabeth trabalharam na tradução do Novo Testamento para a língua dos quechuas. Nesse tempo Jim se lembrou dos índios aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuiam nenhum contato com o mundo exterior. Com o propósito de levar o evangelho aos índios huaoranis, o grupo começou a elaborar um plano que ficou conhecido como Operação Auca.

 
Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz.

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Passado algum tempo,voltaram os aucas armados com machados e lanças e pouco esses cinco jovens puderam fazer. Foram mortos pelos aucas naquele dia de 8 de Janeiro de 1956. Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Helicópteros e forças do exercito equatoriano sobrevoando o rio Curray encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Seus corpos foram encontrados brutalmente perfurados por lanças e machados. O relógio de Nate Saint foi encontrado parado em 15:12 minutos, do que se deduz a hora em que foram mortos.

 

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A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre: “Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo”.

 

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As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos Aucas. A tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.

Fonte: http://elescreram.blogspot.com.br/2015/04/jim-elliot-nao-e-tolo-quem-troca.html

 

Outros Links:

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/01/uma-carta-de-jim-elliot-a-seus-pais/

Filme sobre o trabalho de Jim Elliot e seus amigos

 

 

Série Referenciais: Pr. Josué Gonçalves

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Escritor de livros como “104 erros que um casal não pode cometer”, “101 erros que os namorados não podem cometer” e “37 qualidades do Líder que ninguém esquece”, entre outras obras, Josué Gonçalves é um pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, além de ser terapeuta familiar. A história de Gonçalves, acima de tudo, é a história de um homem comprometido com Deus desde os seus primeiros anos de vida.

 

Hoje casado com Rousemary Gonçalves e pai de 3 filhos (Letícia, Douglas e Pedro), o pastor é um dos mais reconhecidos do Brasil, porém, nem sempre a sua história foi marcada pelo sucesso. Tudo começou quando Josué começou a se envolver na pregação do evangelho, já na sua primeira década de vida, inspirado na história de vida do pai, que era ligado à Igreja. Com apenas 17 anos, Gonçalves já era um pregador do evangelho na cidade de Bragança Paulista – SP e, rapidamente, se tornou o líder dos Jovens da Assembleia de Deus.

Certo dia, um enviado de Deus revelou a Josué que seu pai seria recolhido junto ao Senhor e que ele havia sido o escolhido para continuar a obra que o seu genitor havia iniciado. Em abril de 1984, a revelação torna-se real e muda, para sempre, a vida do futuro pastor. Em 1985, Gonçalves casa-se com Rousemary e, em 1986, começa uma nova fase ministerial, desta vez na Assembleia de Deus em Santo André – SP. Em 1987, é chamado pelo Pr. Antonio Campaci para trabalhar em seu ministério.

O contato com o Pr. Campaci, que teve outra revelação sobre o futuro de Gonçalves, foi essencial para que o então jovem fosse devidamente orientado, ajudado e motivado ministerialmente. Já em 1990, Josué inicia um trabalho próprio na Assembleia de Deus de São Bernardo do Campo – SP: o Projeto Família Debaixo da Graça, voltado para ajudar as famílias nos aspectos comportamentais e de relacionamento.

No começo, o trabalho é árduo e o jovem pregador precisa de muitos sacrifícios para levar o projeto em frente. Mas é exatamente essa a época em que Gonçalves escreve a primeira apostila para a família, com uma máquina de escrever emprestada da Igreja. Haviam apenas algumas cópias, devido às dificuldades financeiras, mas as coisas começariam a mudar dali para a frente. Em 1991, Gonçalves se muda para Osasco e vincula-se ao Ministério da Assembleia de Deus do Belém.

Com apenas 29 anos, Josué Gonçalves é consagrado Pastor. A partir de então, suas pregações passam a ser ouvidas por milhares de fieis, em toda parte do Brasil e em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Irlanda e Inglaterra, entre outros. Alcançando cada vez mais pessoas, o Pr. Gonçalves, atualmente, já conta com diversos livros, CDs e DVDs, que estão entre os mais populares e vendidos pelo mercado gospel no Brasil.

Site e redes sociais do pr. josué gonçalves

http://amofamilia.com.br/portal/

https://www.youtube.com/user/douglasval88

https://www.instagram.com/prjosuegoncalves/?hl=pt-br

 

Entre os livros do Pr. Josué Gonçalves, estão:

– 104 erros que um casal não pode cometer
– 101 erros que os namorados não podem cometer
– 37 qualidades do Líder que ninguém esquece
– Construindo o céu em casa
– Família: meu maior patrimônio!
– Aprenda a Pregar
– 23 atitudes para revolucionar o seu casamento
– Aprendendo sobre família com o pai do filho pródigo

 

Fonte Original: http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-josue-goncalves-vida-e-bibliografia/

 

Série Referenciais

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Texto-Bíblico: 1 Coríntios 11:1

Recentemente, começamos em nossas redes sociais (facebook, instagram e twitter) uma série de postagens onde estamos trazendo um pouco sobre a vida e obras de diversos homens de Deus, tanto nossos contemporâneos, quanto homens que serviram e glorificaram ao Senhor em gerações passadas nos deixando um legado e tradição cristã de fé, graça e poder no Senhor.

 
Além de compartilhar exemplos de homens que viveram e vivem como verdadeiros cristãos, queremos compartilhar referenciais de homens que vale a pena conhecermos, imitarmos seu exemplo e continuarmos o legado que nos deixaram através de suas vidas e obras justas.

 
Conforme Hebreus 11, temos vários exemplos de homens que foram justos, santos e referenciais em seu tempo, região e contexto cultural-histórico. A começar de Abel até exemplos mais atuais como o falecido evangelista Billy Graham.

 
Mais também em nosso tempo, temos diversos homens (bem como mulheres, jovens, crianças, etc) que tanto aqui no Brasil, como fora de nosso país tem vivido e glorificado a Deus tanto dentro da Igreja, quanto neste mundo ao atuarem e servirem em diversas áreas da sociedade.

 
Entendendo e ressaltando que acima de tudo, nosso maior, completo e melhor exemplo e referencial pra viver e seguir é o próprio Cristo Jesus. Por Ele somos chamados a abandonar nossa velha vida, renunciar a nós mesmos, tomar a nossa cruz e segui-lo a cada novo dia.

 
Então, venham conosco e acompanhe a nossa série e cada postagem aqui no blog e em nossas redes sociais.

 

 

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

Dica de Filme – Invencível

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Gosto muito de filmes baseados em fatos reais. Porque diferentemente de filmes de ficção cientifica, fantasia, terror, super heróis, etc. Eles nos mostram a vida real como ela é. E este filme (de 2014) mostra história real de um homem real que passou pela Segunda Guerra Mundial e sobreviveu.

 
O filme é baseado no livro Unbroken: A World War II Story of Survival, Resilience, and Redemption, de Laura Hillenbrand. E relata a história real de Louis Zamperini, atleta olímpico, que sofre um acidente de avião e cai em pleno mar durante a Segunda Guerra Mundial. Ele passa 47 dias no oceano e, quando consegue encontrar terra firme, é capturado pelos japoneses.

 
Gostei muito desse filme e recomendo, vale a pena assistir. Não pretendo dar spoilers, mas gostaria de destacar algumas coisas interessantes que podemos (ou que eu pude) aprender com o filme Invencível:
– O incentivo constante do seu irmão (Pete Zamperini) fez toda a diferença ao longo de sua vida. Tanto na prática esportiva, quanto nos tempos de guerra. Entrar no mundo dos esportes junto com o apoio e incentivo de seu irmão, fez Louis Zamperini deixar vícios como beber e fumar de lado, bem como se livrar de seguir a sua vida de uma maneira inútil;
– Através do sofrimento enfrentado na Segunda Guerra Mundial, juntamente com uma promessa que fez ao Senhor em oração quando estava perdido em alto mar, ele achegou ao Senhor para servi-lo e viver para Deus. Promessa esta que Zamperini cumpriu;
– Todos nós nos espelhamos em alguém, bem como precisamos de mentores que nos ajudem a crescer como pessoas. No caso de Zamperini, foi seu irmão Pete;

 

Quanto ao mais, somente assistindo o filme para avaliar por você mesmo.

 

Links Complementares:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Zamperini
http://www.louiszamperini.net/?page=bio

 

 

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

William Wilberforce

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No século 18, a Inglaterra detinha o monopólio do comércio de escravos negros. Os meios de transporte eram os mais cruéis imagináveis. Boa parte da população inglesa tirava proveito desse comércio, e o povo, de maneira geral, aceitava a escravidão. Havia aqueles que enriqueciam e, por isso, defendiam com veemência o escravagismo. Mas Deus graciosamente ergueu uma geração de políticos cristãos para lutar contra o que William Carey chamou de “maldito comércio de escravos”.

 

 

Preciosa graça

 

 

É surpreendente que nenhum grande reformador da história ocidental seja tão pouco conhecido como William Wilberforce. Ele nasceu numa família nobre da Inglaterra, na cidade portuária de Hull, em Yorkshire, em 24 de agosto de 1759. Naquela época, como hoje, a aristocracia vivia em meio a contradições: nela se encontravam alguns dos grandes benfeitores da nação e alguns de seus maiores corruptores. Wilberforce era fruto dessas ambigüidades.

 

 

Após estudar em uma escola em Pocklington, foi aceito em 1776 no St. John’s College, na Universidade de Cambridge, onde decidiu dedicar-se à carreira política, tendo sido eleito representante de seu povoado aos 21 anos de idade. Além de repartir o dinheiro que possuía, mandou fazer um grande churrasco para todo o vilarejo, o que lhe valeu um bom número de votantes. Aos 24 anos, já era um político famoso por sua eloqüência e acabou por ser eleito representante de Yorkshire, o maior e mais importante condado da Inglaterra, chegando a Londres cheio de popularidade.

 

 

Em 1784, ainda aos 24 anos de idade, partiu para uma viagem a Nice, na França, que traria grande transformação em seu caráter. Levou consigo a mãe, Elizabeth, a irmã Sally, uma amiga dela e Isaac Milner, seu antigo professor primário, e que veio a se tornar presidente do Queen’s College, na Universidade de Cambridge. Na bagagem de Milner, Wilberforce viu uma cópia do livro de Philip Doddridge – mais conhecido por ter escrito o famoso hino “Oh! Happy Day” [Oh! Dia Feliz!] -, The Rise and Progress of Religion in the Soul [O começo e o progresso da religião na alma]. Ele perguntou para seu amigo o que era aquilo e recebeu a resposta: “Um dos melhores livros já escritos”. Os dois concordaram em lê-lo juntos na jornada.

 

 

A leitura desse livro e das Escrituras, acompanhada de conversas com Milner, levaram o jovem político à conversão. Ele declarou em seu diário, em fins de outubro daquele ano:

 

 

Assim que me compenetrei com seriedade, a profunda culpa e tenebrosa ingratidão de minha vida pregressa vieram sobre mim com toda sua força, condenei-me por ter perdido tempo precioso, oportunidades e talentos […]. Não foi tanto o temor da punição que me afetou, mas um senso de minha grande pecaminosidade por ter negligenciado por tanto tempo as misericórdias indescritíveis de meu Deus e Senhor. Eu me encho de tristeza. Duvido que algum ser humano tenha sofrido tanto quanto eu sofri naqueles meses.

 

 

Wilberforce começou um programa que durou toda sua vida, de separar os domingos e um intervalo a cada manhã para se dedicar à oração e às leituras espirituais.

 

 

Uma longa e dura luta

 

 

Já de volta a Londres, a vida de Wilberforce tomou novos rumos. Ele considerou suas opções, inclusive o ministério cristão, mas foi convencido por John Newton que Deus o queria permanecendo na política, em vez de entrar para o ministério. “Espera e crê que o Senhor te levantou para o bem da nação”, escreveu Newton.

 

 

Depois de muito pensar e orar, Wilberforce concluiu que Newton estava certo. Deus o chamara para defender a liberdade dos oprimidos como parlamentar. “Minha caminhada é de vida pública. Meu negócio está no mundo, e é necessário que eu me misture nas assembléias dos homens ou deixe o cargo que a Providência parece ter-me imposto”, escreveu em seu diário, em 1788.

 

 

Outro que o influenciou fortemente foi JohnWesley. Newton e Wesley tinham, além de uma fé vibrante no evangelho, uma forte convicção de que não havia maior pecado pesando sobre as costas do Império Britânico do que o terrível e abominável tráfico de escravos, que Wesley batizara de “execrável vileza”.

 

 

 

Bruce Shelley diz que os ingleses entraram nesse comércio em 1562, quando Sir John Hawkins pegou uma carga de escravos em Serra Leoa e a vendeu em São Domingos. Então, depois que a monarquia foi restaurada em 1660, o rei Carlos II deu uma concessão especial para uma companhia que levava 3 mil escravos por ano para as Índias Orientais. A partir daí, o comércio cresceu e atingiu enormes proporções. Em 1770, os navios ingleses transportavam mais da metade dos cem mil escravos vindos da África Oriental. Muitos ingleses consideravam o tráfico de escravos inseparavelmente ligado ao comércio e à segurança nacional da Grã-Bretanha.

 

 

John Wesley escreveu sua última carta a Wilberforce, em 24 de fevereiro de 1791, seis dias antes de morrer, encorajando-o a executar o plano da abolição da escravatura. Um parágrafo dessa carta diz o seguinte: “Oh! Não vos desanimeis de fazer o bem. Ide avante, em nome de Deus, e na força do seu poder, até que desapareça a escravidão americana, a mais vil que o sol já iluminou”.

 

 

 

Foi por conta dessas influências que Wilberforce decidiu dedicar toda a força de sua juventude e todo o talento que tinha a um único objetivo que consumiria toda sua vida: a abolição do tráfico negreiro. Algum tempo depois, num domingo, 28 de outubro de 1787, ele escreveu em seu diário as palavras que se tornaram famosas: “O Deus todo-poderoso tem colocado sobre mim dois grandes objetivos: a supressão do comércio escravocrata e a reforma dos costumes.

 

 

Uma fonte de estímulo nessa luta foi sua participação ativa no chamado Grupo de Clapham (Clapham Sect), constituído de pessoas ricas cujas residências ficavam em Clapham, um elegante bairro localizado a 8 quilômetros de Londres, que apoiava muitos líderes leigos na busca de uma reforma social, liderados por um humilde ministro anglicano, John Venn. Como destacam Clouse, Pierard & Yamauchi, o Grupo de Clapham foi, de longe, a mais importante expressão anglicana na esfera da ação social. Esse grupo de leigos geralmente se reunia para estudar a Bíblia, orar e dialogar na biblioteca oval de Henry Thornton, um rico banqueiro que todo ano doava grande parte de seus rendimentos para a filantropia.

 

 

Outros que participavam do grupo eram: Charles Grant, presidente da Companhia das Índias Orientais; James Stephens, cujo filho, chefe do Departamento Colonial, auxiliou bastante os missionários nas colônias; John Shore, Lorde Teignmouth, governador-geral da Índia e primeiro presidente da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira; Zachary Macauley, editor do Observador Cristão; Thomas Clarkson, famoso líder abolicionista; a educadora Hannah More, além de outros líderes evangélicos. Dentre várias atividades, eles ajudaram a fundar a colônia de Serra Leoa, onde escravos libertos poderiam viver livres.

 

 

Clouse, Pierard & Yamauchi dizem:

Este grupo uniu-se numa intimidade e solidariedade incríveis, quase como uma grande família. Eles se visitavam e moravam um na casa do outro, tanto em Clapham, como na própria Londres e no campo. Ficaram conhecidos como ‘os Santos’ por causa de seu fervor religioso e desejo de estabelecer a retidão no país. Vários comentaristas observaram que eles planejavam e trabalhavam com um comitê que estava sempre reunido em ‘conselhos de gabinete’ em suas residências pata discutir o que precisava ser consertado e estratégias que poderiam usar para alcançar seus objetivos.

 

 

Neste grupo, discutiam os erros e as injustiças de seu país, e as batalhas que teriam de travar para estabelecer a justiça.

 

 

Os membros do Grupo de Clapham demonstraram a diferença que um grupo de cristãos pode fazer. Eles elaboraram 12 marcas que nortearam seu esforço pela reforma social na Inglaterra do século 19:

 

 

1. Estabeleça objetivos claros e específicos.
2. Pesquise cuidadosamente para produzir uma proposta realista e irrefutável.
3. Construa uma comunidade comprometida que apóie uns aos outros. A batalha não pode ser vencida sozinha.
4. Não aceite retiradas como uma derrota final.
5. Comprometa-se a lutar de forma contínua, mesmo que a luta demore décadas.
6. Mantenha o foco nas questões; não permita que os ataques malignos de oponentes o distraiam ou provoquem resposta similar.
7. Demonstre empatia com a posição do oponente, de forma que diálogo significativo aconteça.
8. Aceite ganhos parciais quando tudo o que é desejado não puder ser obtido de uma só vez.
9. Cultive e apóie suas bases populares quando outros, que estiverem no poder, se opuserem a seus projetos.
10. Transcenda à mentalidade simplista e direcione-se às questões maiores, principalmente as que envolvem questões éticas!
11. Trabalhe através de canais reconhecidos, sem lançar mão de táticas sujas ou violentas.
12. Prossiga com senso de missão e convicção de que Deus o guiará providencialmente se estiver verdadeiramente a seu serviço.

 

 

Em 1797, Wilberforce publicou um livro intitulado Practical View of Real Christianity [Panorama prático do cristianismo verdadeiro], amplamente lido e ainda publicado, que evidenciava o interesse evangélico na redenção como a única força regeneradora, na justificação pela graça por meio da fé e na leitura da Escritura em dependência ao Espírito Santo, ou seja, numa piedade prática que redundasse em serviço relevante para a sociedade. Nessa obra, ele disse sobre o cristianismo verdadeiro:

 

 

 

Eu compreendo que a marca prática e essencial dos verdadeiros cristãos é a seguinte: que os pecadores arrependidos, confiando na promessa de serem aceitos [por Deus], mediante o Redentor, têm renunciado e abjurado todos os outros senhores, e têm de maneira integral se devotado a Deus. Agora, seu propósito determinado é se dedicar integralmente ao justo serviço do legítimo Soberano. Eles não mais pertencem a si mesmos: todas as faculdades físicas e mentais, sua herança, sua essência, sua autoridade, seu tempo, sua influência, tudo o que desconsideram como sendo seus […] devem ser consagrados em honra a Deus e empregados a seu serviço.

 

 

E sobre o poder e o direito:

Eu devo confessar […] que minhas próprias [e sólidas] esperanças pelo bem-estar do meu país não depende de seus navios e exércitos, nem da sabedoria de seus governantes, ou ainda do espírito de seu povo, mas sim da [capacidade de] persuasão de todos aqueles que amam e obedecem ao evangelho de Cristo.

 

 

No tempo de Deus

 

 

 

Wilberforce e seus amigos do Grupo de Clapham também ajudaram a fundar escolas cristãs para os pobres, a reformar as prisões, a combater a pornografia, a realizar missões cristãs no estrangeiro e a batalhar pela liberdade religiosa. Mas Wilberforce acabou por se tornar mais conhecido por seu compromisso incansável pela abolição de escravidão e do comércio de escravos.

 

 

Sua luta começou por volta de 1787 – ele já era parlamentar desde 1780. Haviam pedido a Wilberforce que propusesse a abolição do comércio de escravos, embora quase todos os ingleses achassem a escravidão necessária, ainda que desagradável, e que a ruína econômica certamente viria ao acabar com a escravidão. Apenas uns poucos achavam o comércio de escravos errado. A pesquisa de Wilberforce o pressionou até conclusões dolorosamente claras. “Tão enorme, tão terrível, tão irremediável aparentou a maldade desse comércio que minha mente ficou inteiramente decidida em favor da abolição”, disse ele à Casa dos Comuns.

 

“Sejam quais forem as conseqüências, deste momento em diante estou resolvido que não descansarei até efetuar sua abolição.” Wilberforce falou primeiramente sobre o comércio de escravos na Casa de Câmara dos Comuns em 1788, num discurso de três horas e meia, que concluiu dizendo: “Senhor, quando nós pensamos na eternidade e em suas futuras conseqüências sobre toda conduta humana, se existe esta vida, o que esta fará a qualquer homem que contradisser as ordens de sua consciência e os princípios da justiça e da lei de Deus!”. Sua luta custou-lhe dezoito anos de trabalho incansável.

 

 

Os feitos de Wilberforce foram realizados em meio a tremendos desafios. Ele era um homem de constituição fraca e com uma fé desprezada. Quanto à tarefa, enquanto a prática da escravatura era quase universalmente aceita, o comércio de escravos era tão importante para a economia do Império Britânico quanto é a indústria de armamentos para os Estados Unidos hoje.

 

Quanto à sua oposição, incluía poderosos interesses mercantis e coloniais e personalidades como o famoso Almirante Horacio Nelson e a maior parte da família real. E quanto à sua perseverança, Wilberforce continuou incansavelmente, anos a fio, antes de alcançar seu alvo. Sempre desprezado, ele foi duas vezes assaltado e surrado. Certa vez, um amigo lhe escreveu, dizendo-lhe que, do jeito que as coisas andavam, “eu espero ouvir dizer que foste carbonizado por algum dono de fazenda das Índias Ocidentais, feito churrasco por mercadores africanos e comido por capitães da Guiné, mas não desanime – eu escreverei o seu epitáfio!”

 

 

O comércio de escravos foi finalmente abolido em 25 de março de 1806. Quando a lei foi aprovada, todo o Parlamento se pôs de pé e aplaudiu Wilberforce por vários minutos, enquanto ele, já desgastado pelos anos, chorava com o rosto entre as mãos.

 

 

Ele continuou a campanha contra a escravidão em todos os territórios britânicos, e o voto crucial da famosa Lei de Emancipação chegou quatro dias antes de sua morte, em 29 de julho de 1833.

 

 

Por conta da decisão parlamentar, poderosa como era e não querendo ser lesada em seus interesses, a Grã-Bretanha declarou ao mundo que nem ela nem ninguém mais poderia traficar escravos. Além disso, tornou-se a guardiã dos mares. Logo, Portugal e Bélgica, as duas nações rivais, tiveram também de parar com o tráfico, por força do poderio naval inglês.

 

Um ano depois da morte de Wilberforce, em julho de 1834, 800 mil escravos, principalmente na Índia Ocidental britânica, foram libertos. Em pouco tempo, a maior parte dos países ocidentais aboliria a escravidão em definitivo.

(extraido do blog azusa)

Homens (e Mulheres) que Leram a Bíblia

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Hoje, dia 10 de Dezembro é celebrado o Dia da Bíblia – O Livro de Deus. Por meio dela conhecemos e sabemos quem Deus é, quem nós somos e porque estamos aqui.

É interessante refletir sobre o que homens de diversas épocas, contextos históricos, lugares e idades falaram a respeito da Bíblia.

Neste dia, lhe convido a ler a Bíblia com um olhar e espírito de Gratidão ao Senhor, bem como a tantos homens e também mulheres que deram suas vidas para que hoje possamos ter, ler e viver segundo a Vontade de Deus revelada em Sua Santa e Perfeita Palavra – a Bíblia.

Vejamos o que já foi dito a respeito da Bíblia:

“Considero as escrituras Sagradas a filosofia mais sublime. ” (Isaac Newton – Físico e Matemático)

“Todas as descobertas humanas parecem ter sido feitas, com o único propósito de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras.” (Isaac Newton – Físico e Matemático)

“ Eu amo a Bíblia. Eu a leio todos os dias, e quanto mais a leio mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas; mas eu a amo; amo a sua simplicidade, e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse: eu leio-a cotidianamente e gosto dela cada vez mais.” (D. Pedro II – Imperador Brasileiro)

“É impossível governar bem o mundo sem Deus e sem a Bíblia.” (George Washington – Presidente dos Estados Unidos)

“ Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem. Todo o bem da parte do Salvador do mundo, nos é transmitido mediante este livro.” (Abraham Lincoln – Presidente dos Estados Unidos)

” O evangelho não é simplesmente um livro, mas uma força viva, um livro que sobrepuja a todos os outros. A alma jamais pode vaguear sem rumo se toma este livro por seu guia.” (Napoleão Bonaparte – General Francês)

“ A Bíblia não é um simples livro, senão uma criatura vivente dotada de uma força que vence a todos quantos se lhe opõem.” (Napoleão Bonaparte – General Francês)

“ A Bíblia é mais atual do que o jornal que irá circular amanhã.” (Billy Graham – Pregador do evangelho)

“ Se estivesse a ser posto em prisão e pudesse levar um livro, somente escolheria a Bíblia.” (Goethe – Escritor e poeta alemão)

“ A existência da Bíblia, como livro para o povo, é o maior beneficio que a raça humana já experimentou. Todo o esforço para depreciá-la é um crime contra a humanidade.” (Immanuel Kant (Filósofo alemão)

“A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da Igreja de Cristo.” (C. H. Spurgeon (Pregador britanico)

“ A Bíblia é o livro que responde às perguntas de uma criança e resiste à sabedoria dos sábios.” (Bettex)

“ Toda esperança do progresso humano depende da influência sempre crescente da Bíblia.” (W. H. Seward – Governador de Nova York)

“ Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda, uma vez por ano.” (John Q. Adams – Diplomata americano)

“ A Bíblia irá lhe dar vida se a ler! Muitos que começaram a lê-la criticamente, renderam-se ao poder sagrado e substituíram o ceticismo pela fé.” (Raymond L. Cox – Evangelista internacional)

“ Em todas as minhas angústias e perplexidades a Bíblia nunca deixou de me fornecer luz e vigor.” (Robert Lee – General americano)

“ A leitura da Bíblia já de si é uma educação.” (Lord Tennyson – Poeta inglês)
“A bíblia é uma janela neste mundo-prisão, através da qual nos é possível divisar a eternidade.” (Timoty Dwight)

“A Bíblia vale a soma de todos os outros livros que já se imprimiram.” (Patrick Henry)

“A Bíblia nos ensina a amar o próximo e também a amar nossos inimigos provavelmente porque eles são, em geral, as mesmas pessoas.” (Mark Twain)

“Um bom conhecimento da Bíblia vale mais do que uma educação superior. Quase todas as pessoas que com o trabalho de suas vidas acrescentaram algo para o conjunto das realizações humanas… basearam o seu trabalho grandemente nos ensinamentos da Bíblia.” (Theodore Roosevelt)

“É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia. Os princípios são os fundamentos da liberdade humana.” (Dorace Greeley)

“Tão grande é a minha veneração pela Bíblia que, quanto mais cedo meus filhos começam a lê-la, tanto mais confiado espero que eles serão cidadãos úteis à pátria e membros respeitáveis da sociedade. Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda uma vez por ano.” (John Quincy Adams)

“O vigor de nossa vida espiritual está na proporção exata do lugar que a Bíblia ocupa em nossa vida e em nossos pensamentos. Faço esta declaração, solenemente, baseado na experiência de cinqüenta e quatro anos.” (George Müller)

“A maioria das pessoas se preocupam com passagens da Bíblia que não entendem, mas as passagens que me preocupam são as que eu entendo.” (Mark Twain)

“Livro de minha alma aqui o tenho: é a Bíblia. Não o encerro na biblioteca, entre os de estudo, conservo-o sempre à minha cabeceira, à mão. É dele que tiro o pão para a minha fome de consolo, é dele que tiro a luz nas trevas das minhas agonias.” (Coelho Neto)

“Há mais indícios seguros de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana.” (Isaac Newton)

 

Ler a Bíblia é simplesmente conhecer Deus e qual a sua Vontade para as nossas vidas.

 

Filipe Paulo Christian

 

Para saber mais:

http://paulosergiofalandodedeus.blogspot.com.br/2011/02/frases-de-pessoas-famosas-sobre-biblia.html

http://estreladamanhajesus.blogspot.com.br/2012/11/n-ossas-vidas-integras-diante-de-tantos.html

http://www.universidadedabiblia.com.br/frases-notaveis-a-respeito-da-biblia/

 

Uma biografia de John Huss

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“Se ele fosse profético, deve ter se referido a Martinho Lutero, que surgiu cerca de cem anos depois”. Assim escreveu John Foxe em seu Livro dos Mártires do século XVI, referindo-se a uma declaração atribuída ao reformador boêmio João Huss por ocasião de sua morte. Condenado por heresia em 1415 pelo Concílio de Constança, Huss — de acordo com uma história que se originou alguns anos após o fato — voltou-se para seus executores pouco antes da sua sentença ser realizada e afirmou: “Hoje vocês queimam um ganso, mas daqui a cem anos um cisne surgirá que vocês serão incapazes de cozer ou assar”.

 

Por que Huss se identificou como “um ganso”? E por que os comentaristas posteriores — nada menos que o próprio Lutero — acreditavam que a lendária profecia de Huss se referia ao monge alemão cujo protesto contra as indulgências iniciou a Reforma um século depois?

 

A primeira pergunta é mais fácil de responder do que a segunda. Huss, nascido por volta de 1372, era proveniente da cidade do sul da Boêmia, Husinec (literalmente, “Goosetown” [Cidade do ganso]), onde agora é a República Checa. Seu sobrenome, derivado do seu lugar de nascimento, significa “ganso” em tcheco. Compreender por que Lutero e os Protestantes mais tarde criam que Huss tinha antecipado, se não previsto, a Reforma é mais difícil e requer alguma consideração sobre a vida, doutrina e morte de Huss.

 

A vida de Huss

 

Em 1390, Huss, cujos primeiros anos permanecem desconhecidos, matriculou-se na Universidade de Praga com a intenção de treinar para o sacerdócio. Posteriormente, ele confessou que o ministério ordenado o atraiu por sua promessa de proporcionar uma vida confortável e estima mundana. Apesar de dedicar, por sua própria confissão, muito tempo para jogar xadrez, Huss se destacou em seus estudos e após receber o seu mestrado em 1396, vinculou-se à faculdade de filosofia da universidade.

 

Pouco depois de começar a ensinar, Huss experimentou, nas palavras de um biógrafo, uma “mudança radical e fundamental”, resultando em um compromisso mais profundo com Cristo. Essa “mudança” pode ter se originado da exposição ao pensamento de John Wycliffe, cujas ideias estavam começando a criar uma comoção em Praga. O programa de reforma de Wycliffe — que incluía críticas estridentes à imoralidade clerical, rejeição da doutrina medieval da transubstanciação e insistência sobre o acesso leigo à Escritura na língua vernácula — chegou à Boêmia graças, em grande parte, aos estudantes tchecos que estudaram na própria Universidade de Oxford de Wycliffe e voltaram para casa com as mentes repletas das ideias de Wycliffe e as mochilas cheias de livros de Wycliffe.

 

Em 1403, o conflito sobre as ideias de Wycliffe chegou ao ponto alto na Universidade de Praga. Embora Huss se opusesse à rejeição da transubstanciação de Wycliffe, concordou com muito do que o reformador inglês havia dito, e passou a defender o partido reformista pró-Wycliffe. Apenas um ano antes, Huss fora nomeado pregador da Capela de Belém, no centro de Praga. Seus sermões no púlpito de Belém refletiam cada vez mais a preocupação de Wycliffe com a corrupção no interior da igreja.

 

A pregação do “pequeno ganso de Deus”, como Huss veio a ser chamado, era imensamente popular, atraindo multidões de vários milhares. Huss estava desejoso de tornar as Escrituras e sua mensagem reformadora acessíveis ao povo. Ele não só pregou em tcheco, mas traduziu partes da liturgia, assim como vários hinos latinos para a língua vernácula. Ele mesmo aproveitou o espaço vazio na capela para promover a sua mensagem, colocando murais que contrastavam a humildade e simplicidade de Cristo com a vaidade e a ganância dos sacerdotes contemporâneos.

 

Em 1409, o papado, perturbado pela crescente fama de Huss, ordenou ao arcebispo de Praga que proibisse qualquer outra pregação na Capela de Belém. Huss se recusou a abandonar seu púlpito. No ano seguinte, o arcebispo excomungou Huss com base em heresia e logo depois fugiu da cidade por medo de represálias populares. Huss continuou pregando. Em 1411, o papado, que tinha então emitido uma segunda excomunhão de Huss (sem efeito), colocou toda a cidade de Praga sob interdito, proibindo, assim, o clero de Praga de oferecer sermões, casamentos, a eucaristia, ou outros serviços religiosos ao povo.

 

Inicialmente, o interdito do papa teve pouca força graças ao rei Wenceslaus IV, da Boêmia. Wenceslau (cujo nome desde o século décimo se tornaria depois o tema de um hino de Natal) apoiou Huss e ordenou ao clero de Praga que ignorasse o interdito. Em 1412, no entanto, as circunstâncias colocaram Huss e Wenceslau um contra o outro. O papado começou a vender indulgências na Boêmia para arrecadar dinheiro para uma campanha militar. Wenceslau não fez nenhuma objeção a isso, em grande medida porque recebeu uma parte dos ganhos. Mas Huss, que via a venda das indulgências como sinal da corrupção da igreja, protestou tanto do púlpito quanto da tribuna. O rei, ansioso para manter a sua renda recém-descoberta, proibiu a crítica das indulgências. Ele reforçou essa proibição ao decapitar vários homens que falaram contra as indulgências. A fim de enfraquecer ainda mais Huss, o rei agora mandou ao clero de Praga que cumprissem o interdito do papa.

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Huss, relutante em ver as pessoas privadas da Palavra e do sacramento, saiu de Praga em 1412. Passou os dois anos seguintes em exílio auto-imposto no sul da Boêmia, escrevendo obras que aprofundaram seus ideais reformadores. Em 1414, foi citado para comparecer perante o Concílio de Constança, para responder às acusações de heresia, e lhe foi prometido um retorno seguro do concílio pelo imperador Sigismundo, irmão do rei Wenceslaus. Huss concordou em participar do concílio, consciente de que ele não retornaria, mas esperançoso de que poderia ter oportunidade de promover sua visão para a reforma da igreja. Ao chegar em Constança, em novembro de 1414, ele foi aprisionado e permaneceu preso até o seu julgamento e execução no verão seguinte.

 

A teologia de Huss

 

Huss não era mero imitador de Wycliffe, como alguns estudiosos têm sugerido. Nem, como outros têm indicado, ele antecipou o protestantismo em todos os aspectos. Contra ambos, Wycliffe e os reformadores, ele defendeu a doutrina da transubstanciação, embora negasse que os sacerdotes por si mesmos têm o poder de realizar a transformação do pão no corpo de Cristo. Contra a doutrina protestante de sola fide, ele cria que a caridade desempenha um papel instrumental na justificação dos pecadores.

 

Contudo, Huss antecipou uma série de convicções-chave do protestantismo. Ele criticou a veneração idólatra dos seus contemporâneos de Maria e dos santos. Ele também criticou a prática medieval de reter o cálice do povo comum (por temor, ostensivamente, para que não lidassem de modo indevido com o sangue de Cristo) e oferecer-lhes apenas o pão na eucaristia. A insistência de Huss de que os leigos recebessem pão e vinho veio a marcar os seus seguidores de modo que, quando forçados a se defenderem militarmente após a morte de Huss, incorporaram um cálice no brasão.

 

Ele também antecipou os reformadores — e revelou a extensão de sua dívida com Wycliffe — em sua doutrina da igreja. Huss identificou a verdadeira igreja com aquele corpo invisível de crentes no passado, presente e futuro que foram eternamente eleitos por Deus para a salvação e incorporados em Cristo como a sua cabeça. Nem todos os membros da igreja visível, argumentou ele, pertencem à igreja invisível, e quando o clero em particular prova ser reprovado por suas ações, sua autoridade é suspeita. Essa doutrina baseou as severas críticas de Huss a sacerdotes e papas como “anticristo” e sua disposição em desconsiderar as bulas papais quando claramente contradiziam as Escrituras.

 

 

 

Intimamente relacionada com sua doutrina da igreja, estava a doutrina de Huss sobre as Escrituras. Huss rejeitou qualquer alegação de que a igreja visível, que em qualquer momento poderia ser mais povoada pelos réprobos do que pelos eleitos, exercia a infalibilidade em suas decisões ou interpretações da Escritura. Ele mantinha as vozes tradicionais na igreja, especialmente os pais da igreja, em alta consideração; na verdade, ele privilegiava a interpretação das Escrituras por parte dos pais da igreja sobre a interpretação de qualquer indivíduo, incluindo a sua própria. Mas Huss admitiu que até os pais poderiam errar. Assim, ele reconheceu a Sagrada Escritura como a única regra infalível da fé e prática cristã, uma visão que os reformadores expressariam com o slogan sola Scriptura.

 

A morte de Huss

 

Huss teve oportunidade limitada de defender sua doutrina no Concílio de Constança, e ele acabou sendo condenado por uma mistura de afirmações legítimas e espúrias sobre suas crenças. Ele foi chamado a negar os ensinamentos falsamente atribuídos a ele. Huss recusou-se a fazê-lo, embora selasse seu destino, porque não queria perjurar-se admitindo crenças que não possuía.

 

Em 6 de julho de 1415, Huss foi despojado das suas vestes clericais, enfeitado com um chapéu de burro com desenhos de demônios, amarrado a uma estaca, e queimado até a morte. De acordo com um relato de testemunhas oculares, ele confiou a sua alma a Deus e cantou um hino a Cristo enquanto as chamas o envolviam. Uma vez morto, as autoridades trituraram seus restos mortais e os jogaram no rio Reno para impedir que fossem venerados por seus seguidores. Ironicamente, Huss provavelmente teria apreciado esse gesto final.

 

Huss nunca pronunciou realmente a famosa profecia atribuída a ele na ocasião de sua morte. Ele expressou, numa carta que escreveu durante a sua prisão, a esperança de que “pássaros” mais fortes do que ele surgiriam para continuar seu trabalho. De fato, foi Lutero, em escritos da década de 1530, que transformou as palavras de Huss em um oráculo que encontrou sua realização nele. Seja como for, acredita-se que Huss se alegraria ao ver o dia de Lutero e ficaria feliz em reconhecer a obra de Lutero e os subsequentes esforços para reformar a igreja de acordo com a Palavra de Deus como uma continuação digna dos seus próprios labores.

 

 

 

Tradução: Camila Rebeca Teixeira

Revisão: André Aloísio Oliveira da Silva

Original: The Goose

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 

Aaron Denlinger

Dr. Aaron C. Denlinger é diretor de departamento em latim na Academia Arma Dei em Highlands Ranch, Colo., Professor adjunto de história da igreja.

Material complementar (Com Podcast e Filme)

http://bibotalk.com/podcast/btcast-033-john-huss/

 

Quem é Patrick Morley?

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PATRICK MORLEY

PRESIDENTE E CO-CEO HOMEM NO ESPELHO

Por três décadas Patrick Morley tem sido considerado como uma das mais respeitadas autoridades dos Estados Unidos sobre os desafios e oportunidades únicas que os homens enfrentam.

 

Depois de passar a primeira parte de sua carreira no mundo altamente competitivo do desenvolvimento imobiliário, Patrick tem sido usado em todo o mundo para ajudar os homens a pensar mais profundamente sobre suas vidas.

 

Em 1973, Patrick fundou Morley Properties, que, por vários anos, foi saudada como uma das 100 maiores empresas privadas da Flórida. Durante este tempo ele foi o presidente ou sócio-gerente de 59 empresas e parcerias.

 

Todas as manhãs de sexta-feira desde 1986, Patrick ensinou um estudo bíblico a aproximadamente 10,000 homens – 150 homens vivem em Orlando, Flórida e os outros através de um webcast de Vídeo Estudo Bíblico através da Internet em todos os 50 estados e em todo o mundo.

 

Em 1989, ele escreveu The Man in the Mirror, um livro de marco que derramou de sua própria busca de significado, propósito e um relacionamento mais profundo com Deus. Com mais de 3.000.000 de cópias, este livro best-seller capturou os homens imaginação em todo o mundo, e foi selecionado como um dos 100 mais influentes livros cristãos do século XX. Ele escreveu 20 livros – seis dos quais têm sido aclamados pela crítica – e tem leitores em mais de 48 países.

 

Em 1991, Patrick fundou o Homem no Espelho com uma visão “para cada igreja de discipular cada homem.” Eles impactaram 12.000.000 homens através de 35.000 igrejas.O ministério está atualmente contratando Diretores de Área para ajudar as igrejas em suas regiões a discipular os homens de forma mais eficaz Eles quebraram os Estados Unidos em 330 regiões de 1.000 igrejas.

 

Através de sua fala e escrita ele é um incansável defensor dos homens, encorajando e inspirando-os a mudar suas vidas em Cristo. Ele escreveu mais de 750 artigos para ajudar homens e líderes, tem aparecido em várias centenas de programas de rádio e televisão, blogs quase diariamente e fala a homens diariamente através do programa de rádio The Man in the Mirror, realizado por mais de 700 estações em todo o país.

 

“O ministério do Homem no Espelho existe”, diz Patrick Morley, “em resposta às orações de todas aquelas esposas, mães e avós que há décadas rezam pelos homens em suas vidas”.

 

Patrick Morley graduou-se com honras da universidade da Florida central, que o selecionou para receber seu distintivo Alumnus concessão em 1984. Ganhou um PhD na gerência e terminou estudos de pós-graduação na escola de negócio de Harvard e na universidade de Oxford, e graduou-se de Reformed Seminário Teológico. Ele mora em Winter Park, FL, com sua esposa, Patsy. Eles têm dois filhos casados ​​e quatro netos.

VOCÊ ESTÁ ENFRENTANDO ALGO ENORME? A GRANDE IDEIA DE ASA

REI ASA

Em qualquer dia, a maioria de nós está enfrentando algo enorme. Algo tão grande parece sem fim, sem esperança. Como por exemplo relacionamentos quebrados, uma família em crise, pais envelhecidos, desespero no trabalho, problemas financeiros, etc. O estresse e a tristeza podem ser esmagadora.

A Bíblia fala repetidamente sobre como enfrentar grandes problemas, e em nenhum lugar é mais incrível do que na história do rei Asa.

Depois de ter feito todas as coisas certas – depois de ter sido “um bom cristão” – um exército de 1.000.000 de soldados reunidos contra o rei Asa. Ele certamente não fez nada para “merecer”. Você pode pensar nisso? Vamos ver o que aconteceu.

2 Crônicas 14: 11-12 diz: “E Asa clamou ao Senhor seu Deus, ‘Senhor, não há ninguém como você para ajudar, entre os poderosos e os fracos. Ajude-nos, Senhor nosso Deus, porque nós confiamos em Ti, e em teu nome viemos contra esta multidão, ó Senhor, tu és o nosso Deus, que o homem não vença contra ti. Então o Senhor derrotou os etíopes diante de Asa e diante de Judá, e os etíopes fugiram. ”

Observe o que Asa fez. Ele tomou a decisão de confiar completamente no Senhor – “Nós confiamos em você … em seu nome nós viemos”.

Ele colocou a reputação de Deus na linha – “Que o homem não prevaleça contra você.”

Ele empurrou Deus para a direita entre ele e seus oponentes – “em teu nome nós viemos contra esta multidão.”

Ele não confiava em sua própria força.

Em vez disso, Asa tão intimamente identificou-se com Deus que, se esse enorme exército fosse prevalecer contra Asa, eles teriam primeiro que prevalecer contra Deus.

Então o que você e eu podemos tirar dessa história que nos ajudará com essa coisa enorme que enfrentamos?

Aqui está a Grande Idéia: Eu identificarei tão intimamente tudo o que estou fazendo com Deus que antes que os grandes problemas que estou enfrentando possam prevalecer contra mim, primeiro terão de prevalecer contra Deus.

De Patrick Morley

Texto traduzido e publicado em nosso blog com a devida permissão do autor.