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Conselhos Práticos e as Diferenças no Discipulado de Homens e Mulheres

Small Groups (people engaged)
Débora me chamou na sexta-feira porque estava passando por um momento difícil em seu casamento. Como muitos pastores, eu regularmente apago incêndios como esse. Eu conversei e orei com ela, e depois liguei para o seu marido para conversar sobre a situação.

Há mil questões nas quais tenho que meditar quando pastoreio João e Débora (que não são seus nomes verdadeiros). Eu invisto mais tempo em João e indico a Débora uma mulher piedosa? Eu encontro ambos para aconselhamento conjugal? Devo encontrar com Débora e, se sim, qual é a minha responsabilidade pastoral para com ela?

Mas não são apenas questões práticas com as quais preciso lutar em uma situação como essa. Em um nível mais básico, como o ensino bíblico sobre homens e mulheres fundamenta meu trabalho pastoral?

“Complementarismo” é um termo para o ensino bíblico que chama homens a uma liderança sacrificial tanto em casa quanto na igreja, e chama mulheres a alegremente se submeterem à mesma liderança.

Este curto artigo discorre sobre como o complementarismo afeta os detalhes práticos do aconselhamento e do discipulado. Duas questões definirão a nossa discussão: 1) Em que um pastor precisa pensar ao discipular e aconselhar um homem? 2) Em que um pastor precisa pensar ao discipular ou aconselhar uma mulher?

Pensamentos sobre o pastor discipulando homens

O que um pastor precisa ter em mente quando discípula e aconselha homens?

Uma visão bíblica para o discipulado masculino

Comecemos com uma visão bíblica para discipular homens: devemos encorajar a semelhança com Cristo através de discipulado pessoal. Homens cristãos mais velhos devem deliberadamente investir em homens cristãos mais jovens, encorajando seu crescimento espiritual (Tt 2.1).

Nossa visão bíblica pode ser expandida em duas maneiras específicas: 1) devemos encorajar homens a amar a Palavra de Deus (Sl 1.2; Js 1.8) e a amar o povo de Deus (Ef 4.11-16); 2) devemos encorajar os homens a uma liderança forte, sacrificial e servil no lar e na igreja. Homens são chamados a olhar para Cristo, imitando o seu serviço sacrificial que concede vida (Ef 5.21-33).

Estratégia prática para o discipulado masculino

Movendo da visão para a estratégia, vale a pena notar que pastores frequentemente negligenciam o desenvolver de fortes homens líderes na congregação, porque usam o seu tempo e energia defensivamente. A tirania da urgência governa as suas agendas. Eles permitem que seu tempo seja gasto de maneira reativa a várias crises, ou preparando lições, sermões e eventos para o domingo seguinte. Como resultado, muitos pastores não têm estratégia de longo prazo para cultivar liderança masculina na igreja e em casa. Como conseguimos tal estratégia?

Comece com pouco. Escolha poucos homens que têm o potencial para ser bons líderes e organize almoços regulares com eles. Seja proativo em construir um relacionamento com esses homens. E, se você tem uma equipe de liderança, encoraje-os a fazer o mesmo.

Discipular homens é extremamente importante. Como pastor, você deve ser exemplo para outros nisso. Mas se você quer mais resultados, você pode considerar desenvolver um grupo de discipulado masculino que ajude os homens a pensar teologicamente a respeito de tudo na vida. Escolha bons recursos teológicos que ajudem os homens a aplicar teologia a questões como casamento, comunicação, finanças, sexo, paternidade, trabalho secular, etc. Você pode encontrar um bom exemplo desse tipo de desenvolvimento de liderança no livro do pastor Mike McKinley Plantar Igrejas é Para os Fracos (veja o capítulo sete).

Pensamentos sobre o pastor discipulando mulheres

Se pastores deveriam discipular homens para serem líderes no lar e na igreja, como isso difere de discipular mulheres?

Uma visão bíblica para o discipulado feminino

Comecemos novamente com uma visão bíblica. Assim como com os homens, os pastores deveriam buscar encorajar uma maior semelhança com Cristo em discipulado pessoal, só que nesse caso, as mulheres devem fazer a grande maioria desse discipulado. No curso normal dos relacionamentos na igreja, os homens devem discipular homens e mulheres devem discipular mulheres. Então encoraje cristãs mais velhas a investir nas cristãs mais novas, ajudando-as a crescer espiritualmente, o que é precisamente o que Paulo manda Tito a fazer, ou seja, instruir as mulheres em sua igreja (Tt 2.3-5).

Como, então, um pastor (que é homem) deveria pensar sobre conhecer, cuidar e pastorear as mulheres em sua congregação?

Se pensamos em discipulado como orientação de longo prazo deliberada, não parece sábio que um pastor discipule uma mulher (por exemplo, encontrando-se com ela semanalmente ao longo de um ano). Nós devemos reservar esse tipo de orientação espiritual intensa para relacionamentos de gêneros específicos. Nos resta, então, o aconselhamento, que é uma atividade  de curto prazo.

Embora alguns argumentem que pastores nunca deveriam aconselhar uma mulher, isso não parece estar em concordância com o que a Escritura diz sobre o pastor conhecendo todas as suas ovelhas (At 20.28; Jo 10.12, 16), e o exemplo específico que Jesus define para nós. Em João 4, Cristo tem uma conversa muito pessoal com uma mulher samaritana, entre os dois somente. Pastores precisam sim pastorear pessoalmente as mulheres em suas congregações.

Quais são algumas das coisas específicas que os pastores deveriam encorajar as mulheres a fazer? Pastores devem encorajar o amor delas pela Palavra e pela igreja, o respeito pela autoridade, o desejo de tornar o lar primário (mesmo que elas trabalhem fora de casa) e o crescimento em evangelismo pessoal. Para mulheres casadas, os pastores devem encorajar a suscetibilidade à liderança do marido. Para mulheres solteiras, os pastores devem encorajá-las a seguir a autoridade piedosa na igreja, especialmente quando seu pai não está envolvido espiritualmente em sua vida.

Ainda assim, os pastores devem primariamente buscar pastorear mulheres nesses caminhos através da capacitação de mulheres na congregação para discipular outras mulheres. Como pastores podem facilitar e construir essa cultura de mulheres discipulando mulheres?

Estratégia prática no discipulado feminino

Para construir uma cultura na igreja que encoraja o discipulado entre mulheres, os pastores devem ensinar sobre a importância do discipulado sempre que isso naturalmente surgir na Escritura durante uma série de sermões nos domingos. O objetivo nisso é encorajar as mulheres mais velhas da igreja a discipular as mais jovens.

Podemos também ensinar sobre discipulado em outros locais. Por exemplo, na minha igreja nós regularmente oferecemos um seminário no sábado sobre discipulado para ajudar novos membros a pensar em como serem discipulados e em como discipular outros. Também oferecemos uma classe de EBD de três meses de duração sobre discipulado todos os anos. Na última vez que ensinamos na classe, eu abordei várias mulheres mais velhas na igreja e as encorajei a participar. Ensino e modelo ajudam a construir uma cultura na igreja que leva a sério o discipulado.

Essas são algumas maneiras de construir uma cultura de discipulado, mas como o pastor pastoreia pessoalmente os membros do sexo feminino? Obviamente, haverá diversas oportunidades para fazer reuniões de aconselhamento em grupo, onde o pastor fornece conselhos gerais e aconselhamento bíblico para os problemas diários da vida.

Se o problema requer mais do que uma reunião, o pastor tem que julgar quando o aconselhamento de curto prazo precisa passar a ser um discipulado de longo prazo. Mas antes que as coisas sequer alcancem esse ponto, muitos pastores precisam parar de se reunir por causa das pressões de suas agendas cheias. Ao invés de eles mesmos se reunirem com as mulheres, eles sabiamente conectam o membro do sexo feminino com outra pessoa na igreja (como um membro feminino da diretoria, a esposa do pastor ou uma mulher mais velha na congregação) ou alguém de fora que possa ajudar (como uma conselheira local ou uma organização para eclesiástica que seja especializada em questões como violência doméstica).

 

Para aconselhar mulheres sabiamente, os pastores precisam criar alguns limites:

Limite o número de reuniões que você tem com qualquer mulher. Você deve ser cuidadoso para não alimentar uma dependência emocional do pastor. Especialmente, no caso de mulheres em maus casamentos, você não deve ser um substituto emocional ou espiritual de seus maridos.

Seja muito, muito cauteloso com mulheres emocionalmente dependentes. Mulheres muito necessitadas anseiam por encontrar um homem que deem atenção a elas, e pastores frequentemente possuem um ouvido compreensivo e são bons ouvintes. Embora você deva sim oferecer aconselhamento gentil e piedoso, você não deve alimentar intimidade ou dependência emocional errôneas.

Sempre que possível — dependendo da situação de sua família — inclua a sua esposa

Certifique-se de fazer o aconselhamento em um gabinete onde você seja sempre muito visível. Coloque a sua cadeira na linha de visão daqueles fora do gabinete. Se a porta do seu gabinete não tiver vidro, substitua por uma que tenha.

Faça aconselhamento com mulheres apenas durante horário comercial, para que a secretária da igreja ou outros funcionários estejam presentes no prédio da igreja. Nunca fique sozinho com uma mulher na igreja para que você seja sempre irrepreensível (1Tm 3.2).

Se possível, posicione a mesa da secretária próximo à porta do seu gabinete

Alguns pastores preferem manter a porta escorada levemente aberta (ou totalmente aberta), certificando-se de que, caso a secretária ouça a conversa, mantenha o sigilo.

Não faça aconselhamento em uma parte isolada da igreja, mas em algum lugar onde haja bastante movimento, com pessoas passando constantemente.

Certifique-se de que pelo menos um membro da diretoria conheça (ou pelo menos tenha acesso à) sua agenda. Se ninguém mais sabe o que você está fazendo, há mais potencial para você esconder coisas.

Certifique-se de que você tenha uma prestação de contas regular com outro pastor ou líder em sua igreja, o que inclui conversar sobre as suas mais difíceis situações de aconselhamento.

O privilégio de pastorear o rebanho de Jesus

Que privilégio imenso é ser um pastor auxiliar de Jesus. Quer sejam homens ou mulheres, esperamos cuidar bem das ovelhas confiadas ao nosso cuidado. Pastores, aprendam com o exemplo de Cristo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10.11).

 

 

Autor: Deepak Reju

Fonte: 9Marks

Tradução: Alan Cristie

Via: Ministério Fiel

http://reformados21.com.br/2017/09/20/conselhos-praticos-e-as-diferencas-no-discipulado-de-homens-e-mulheres/

 

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Homens, PROTEJAM OS SEUS FILHOS!

 

Mas do que nunca vivemos um tempo horrível, triste, depravado e que beira a chegada do grande Dia do Senhor em que Ele fará e trará justiça contra toda impiedade, impunidade, injustiça, crimes e pecados.

No dia de hoje – 18 de maio de 2018, pude ver a notícia de uma operação da polícia federal em que vários pedofilos foram presos, inclusive um humorista famoso que trabalhou no programa Pânico na TV, fico muito feliz pela a atuação da Polícia Federal em combater a pedofilia de forma intensa.

Porém, ao ver essas mesmas notícias, pude me deparar com a mãe de um desses pedófilos o defendendo e dizendo que o filho não tinha culpa nenhuma e que ele usava o computador dela. O que me fez lembrar das palavras do Apóstolo Paulo em 2 Timóteo 3:1-4 que diz:

“Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis.
Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus.”

E homens nesse trecho, não se limita apenas ao gênero masculino, mas a todos os seres humanos.

E ao estudar a história do cristinianismo, poderemos ver que a Igreja Cristã sempre se posicionou contra todo tipo de prática contrária a Palavra de Deus. Bem como, falando de maneira especifica, contra a pedofilia, aborto, abandono de crianças, violência doméstica, etc.

Lamento muito ao observar que os próprios pais e parentes de diversas crianças e adolescentes tem abusado e maltrados esses pequeninos.

Ouça essa ministração do pr. paulo júnior:

Amizades Virtuais: boas, mas incompletas

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Amizades virtuais podem ser perigosas.

Nossa capacidade de nos conectarmos instantaneamente com pessoas através da Web, independentemente da localização delas, tem mudado a maneira com que vemos e conduzimos os relacionamentos. E, devido a um avanço tecnológico conhecido como redes sociais, nós temos agora muitíssimas maneiras de nos comunicarmos com pessoas diferentes sem ter que sair de nossas casas ou convidar alguém para entrar.

Um meio popular para se conectar intimamente com estranhos pela internet é por Grupos do Facebook. Eles podem ser um tipo de mundo subterrâneo secreto dentro da própria plataforma, e, se você não faz parte de um grupo, você pode nem saber que ele existe. Muitos grupos são bem leves, centrados em hobbies e interesses específicos. Outros são criados como grupos de apoio, nos quais os participantes são livres para compartilhar detalhes muito íntimos e privados com pessoas que eles podem nunca ter encontrado na vida real ou que provavelmente nunca irão encontrar. Até mesmo em um grupo de interesse específico comum, eu testemunhei um homem abrindo seu coração para o grupo, dizendo como ele os considerava como sua própria família, por causa da maneira com que o apoiaram enquanto seu pai estava doente.

Serei o primeiro a admitir que faço parte desse novo fenômeno de amizades virtuais. Eu nem consigo me lembrar de quantas vezes no passado, quando alguém me perguntava como eu tinha conhecido uma pessoa, surpreendente, eu respondi sem jeito: “Na verdade, nos conhecemos pelo Twitter.” O fato de irmãos cristãos que se conhecem pela internet e eventualmente se tornam grandes amigos após se encontrarem pessoalmente pode ser uma grande dádiva.

Então, por que eu pensaria que amizades virtuais podem ser perigosas? Porque elas podem facilmente parecer algo que não são. Embora amigos virtuais sejam, de fato, pessoas reais por quem nós temos afeição genuína, é essencialmente impossível que eles conheçam o seu eu verdadeiro. Isso não significa que essas amizades têm que ser cortadas, mas elas precisam, sim, serem controladas.

Amizades virtuais podem ser grandes bênçãos quando colocadas em suas perspectivas apropriadas, mas também podem ser perigosas quando elas substituem a comunidade e a igreja local.

Pessoas Reais, Projeções Incompletas

Você pode aprender muito sobre uma pessoa estudando a presença online dela. Não importa o quanto tentemos esconder nossas faltas ou projetar uma versão mais polida de nós mesmos, cedo ou tarde, postamos o bastante em nossa página para revelar aspectos de quem realmente somos. Por outro lado, mesmo quando tentamos ser autênticos na Internet, é difícil criar um retrato completo de nós mesmos.

Uma razão de nossos autorretratos virtuais serem tão incompletos é porque eles são feitos por nós mesmos. Tudo que projetamos sobre nós mesmos é manchado pela autopercepção. Somos finitos e caídos, e, entre nós, até mesmo os que mais se conhecem, se conhecem apenas parcialmente. Ao lado do espelho da Escritura, a comunidade tem o propósito de expor e ajudar a remover os argueiros e as traves que todos nós temos em nossos olhos.

Além disso, o seu verdadeiro ser foi feito para relacionamentos de mão dupla em tempo real. Fomos feitos não apenas para conhecer outros, mas também para sermos conhecidos por outros. A verdade é que você não pode conhecer verdadeiramente uma pessoa ou ser conhecido através do inevitável firewall das redes sociais.

Relacionamentos em Tempo Real

Para que sejamos verdadeiramente conhecidos, precisamos de relacionamentos em tempo e espaço real. A única maneira de buscarmos relacionamentos que são realmente autênticos é assumindo o risco de deixar que as pessoas vejam as versões sem filtro de quem realmente somos. Como? Nós acolhemos crentes locais em nossas vidas reais e deixamos que eles vejam, exponham e desafiem nossas vidas mais autênticas, bagunçadas e sem filtro. Crentes locais também nos restauram com amor que se manifesta em lágrimas, abraços, palavras de encorajamento e acompanhamento.

Se alguém me repreende pela Internet, eu posso me tornar passivo-agressivo, fornecer uma resposta polida que não revele meu coração e proteja minha imagem virtual, ou evitá-la completamente com pouca ou nenhuma consequência. Quando as coisas ficam difíceis com amizades virtuais, é muito fácil simplesmente deixá-las com apenas um clique.

Lá no fundo, nós tememos relacionamentos em tempo real porque eles podem se tornar bagunçados. Mas, como meu pastor frequentemente me lembrava, apesar de serem bagunçados, eles valem muito a pena. Uma vez que nós reconhecemos o valor dos relacionamentos locais, estamos mais dispostos a suportar a dor, a angústia e as lágrimas que eles trazem. Quando experimentamos a alegria de amizades em tempo real e em espaço real, os relacionamentos virtuais se acomodam, confortavelmente, em seus lugares secundários.

Suportando a Bagunça

A razão pela qual somos tentados a substituir relacionamentos da vida real com companheiros distantes e virtuais é porque esses relacionamentos podem ser bagunçados e extremamente exigentes, e até mesmo assustadores. Como podemos suportar o risco a fim de que possamos colher os benefícios? Nós lançamos nossas ansiedades sociais, medos e angústias sobre aquele que é capaz de cuidar de todos esses problemas – Cristo Jesus, nosso Senhor.

Muros têm dois propósitos – proteger e esconder. E é exatamente por isso que a nossa carne pode amar o muro das redes sociais. Protegemo-nos das pessoas e escondemos nossas identidades partidas. Mas, quando descansamos na retidão e no poder de Cristo, ele pode derrubar o muro e nos libertar para amarmos os outros e pensar menos em nós mesmos. Somos capazes de amar pecadores pois reconhecemos que somos os piores pecadores que conhecemos. Não nos encolhemos quando nosso quebrantamento é exposto porque nossa dívida foi paga e nossa alma está sendo restaurada. Nós, cristãos, não precisamos de tais muros, pois estamos cobertos e protegidos pelo sangue de Cristo.

A igreja local e a comunhão da aliança que recebemos dela é essencial para nossa saúde e crescimento cristão. A igreja é tão vital que deveria guiar os empregos que assumimos e os lugares nos quais escolhemos viver. Infelizmente, muitos cristãos que dependem de amizades virtuais para suporte emocional e espiritual fazem isso porque estão isolados de um corpo de crentes fiéis ao evangelho.

Devemos cuidadosamente tomar nota de qualquer coisa ou qualquer um que ameace a vitalidade dos relacionamentos da igreja local. Pelo bom projeto de Deus, nós não fomos feitos para crescer e prosperar à parte da comunidade. Priorize a igreja, e considere tudo que afasta seu coração ou atente para que você a substitua como uma ameaça à saúde da sua alma.

 

 

Autor: Phillip Holmes

Fonte: DesiringGod

Tradução: Milton Garcia Bassagas Fernandes

Via: Voltemos ao Evangelho

 

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/06/amizades-virtuais-boas-mas-incompletas/

 

Série Referenciais: Russel Sheed

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Russel Shedd é considerado com um dos teólogos mais importantes da atualidade, bem como missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil. PHD em Novo Testamento pela Universidade de Edinburgo, na Escócia, tem uma vida dedicada ao estudo da bíblia e na relação entre a fé, as pessoas e Deus.

Biografia

Russel Shedd nasceu na Bolívia no ano de 1929. Fruto de uma família missionária, teve desde cedo contato próximo com a fé e a religião. Seus irmãos também seguiram uma vida ligada à religiosidade, cada um à sua maneira e em um diferente lugar do mundo.

Ainda adolescente mudou-se para os Estados Unidos, onde permaneceu até receber o grau de mestre em Novo Testamento pela Wheaton College Graduate School. Em seguida, mudou-se para o estado da Filadélfia onde fez mais um mestrado, desta vez em Teologia. Anos mais tarde, mas ainda jovem, Russel Shedd finalizou seus estudos recebendo o título de doutor em Novo Testamento, com apenas 25 anos de idade, na Escócia.

Assim que terminou seu doutorado, Shedd retornou aos Estados Unidos, onde se tornou professor no Alabama. Foi durante suas aulas que conheceu Patrícia, uma aluna com quem se casou e viveu até o fim de sua vida, com quem teve 5 filhos. A vida do casal continuou envolvida com a missão religiosa, e foram enviados para Portugal pela Conservative Baptist Foreing Mission Society.

 

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Devido às dificuldades que tinha com a publicação de livros evangélicos em Portugal, mudou-se para o Brasil, onde o custo era muito mais interessante. O ano era 1962 e assim que chegou encontrou interessados em uma sociedade no ramo editorial sem fins lucrativos. Assim nasceu a Edições Vida Nova, alguns anos mais tarde.

Durante anos, Russel Shedd trabalhou no seu projeto mais conhecido, a Bíblia Nova Vida, com notas explicativas, outros textos didáticos e formas de explicar melhor seu conteúdo para as pessoas. Segundo Shedd, a popularização de sua bíblia é uma de suas maiores alegrias, e até hoje o livro é vendido no país. Assim começou a história de sucesso de sua editora, que hoje é bem maior e já publicou cerca de 170 títulos.

Depois, foi convidado para dar aulas na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, onde durante anos fez a diferença na vida de alunos através de sua vocação para ouvir, ajudar na resolução de problemas e muitas outras coisas. Shedd recebeu outros convites para lecionar novamente nos Estados Unidos, e até chegou a aceitar um deles. Mas sempre acabava retornando ao Brasil, onde se sentia mais útil e mais próximo ao propósito que Deus havia lhe enviado.

Russel Shedd foi muito importante para o crescimento e desenvolvimento da igreja evangélica no país. Com ele houve mais interesse em participar de missões, inclusive no exterior.

Shedd foi Presidente Emeríto da Vida Nova e consultor da Shedd Publicações e viajou pelo Brasil e exterior ministrando em conferências, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. Era membro da Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão (IBEC).[3]

Curtis A. Kregness, vice-presidente de Edições Vida Nova, declarou: “O Brasil evangélico inteiro se comoveu quando soube da morte de Dr. Shedd na madrugada de 26 de novembro de 2016. O sentimento de perda foi muito grande, pois, de certa maneira, é como se ele pertencesse a todas as igrejas e grupos por onde passou, ensinando a Bíblia. Sua vida era de amor à Palavra de Deus, como declarou um tributo postado no site da Vida Nova. Mas, é certo que Shedd será lembrado tanto por seu caráter cristão quanto pelo conteúdo de seu ensino.

 

Bibliografia

Russel Shedd é autor de diversos livros e publicações. Mas entre os títulos mais conhecidos, podemos citar:

* Bíblia Nova Vida;
* Disciplina na Igreja;
* Adoração Bíblica;
* A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia;
* Alegrai-vos no Senhor: Uma exposição de Filipenses;
* A Solidariedade da Raça: o Homem em Adão e em Cristo;
* Tão Grande Salvação: Uma exposição de Efésios;
* Lei, Graça e Santificação.

 

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Russell_Shedd

http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-russel-shedd-vida-e-bibliografia/

Você ora pelos os políticos de nosso País?

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Recentemente, pude ver uma notícia que me fez pensar mais sobre porque eu oro pelos os políticos de meu país, bem como porque de maneira geral muitos cristãos tem ou total repulsa a política ou total zelo e amor como se seu partido ou ideologia política fosse um time de futebol para defender com unhas, dentes e até a própria vida.

Essa Notícia Aqui
https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/nao-tem-ver-com-politica-tem-ver-com-jesus-diz-atleta-que-orou-por-trump.html

 

Infelizmente, existem muitos erros no meio cristão em relação a política justamente por falta de conhecermos a Palavra de Deus e o que ela nos ensina ou diz a respeito da política. Se atentarmos para a vida e obra de diversos servos e servas de Deus na Bíblia, veremos que Deus se importa e se preocupa com o modo como os homens fazem política ou atuam na esfera pública, como exemplos disso temos José sendo levantando como o governador do Egito (uma nação estrangeira e idolatra), Daniel e seus amigos na Babilônia e demais impérios seguintes, a rainha Ester e seu tio Mordecai, o governador Neemias, bem como o longo relato da atuação de todos os reis de israel e judá (1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas),Provérbios, dentre várias outras passagens no Novo Testamento.

Ao vermos tão vasta quantidade de livros e referências bíblicas tratando sobre política e nossa atuação dentro e fora dela, deveríamos de fato nos envolver e se importar com este assunto. E a melhor recomendação que a Palavra de Deus nos traz sobre como os cristãos devem lidar com a política é orando, jejuando, agradecendo e intercedendo pelas as autoridades de nosso país.
Antes de tudo, de tudo o que? De tudo o que quisermos pensar, fazer ou falar em relação a política. Devemos nos dedicar a orar pela a vida, família e trabalho dos homens e mulheres que atuam na esfera política de nosso país conforme podemos ver em 1 Timóteo 2:1-6.

“Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens;pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.

Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador,que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.
Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus,o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. Esse foi o testemunho dado em seu próprio tempo.” (1 Timóteo 2:1-6)
Vejam também: Jeremias 29:7 e Romanos 13

 

Oremos pelas as autoridades políticas de nosso país para que desempenhem bem o seu trabalho de maneira a que tenhamos uma vida pacifica. Onde não somente nós cristãos possamos viver bem, mas também todos aqueles que ainda não conhecem ao Senhor. Bem como que tenhamos a nossa liberdade de culto, expressão e pregação do evangelho preservada.

 
Lembremos ao orar por eles, que tal como nós somos, eles também são homens e mulheres falhos, caídos e que carecem da Graça e Misericórdia de Deus para viverem, trabalharem e mais do que tudo serem salvos da Ira Vindoura.

 
Homens, Orem por seu País!

 

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

Por que temos poucos artistas cristãos?

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Texto-Bíblico: Êxodo 31:1-11; 35:30-36:1

Essa pergunta, bem como as minhas respostas a ela surgir devido a uma triste realidade que vejo no Brasil, mas também no mundo todo – a ausência quase que completa de cristãos no mundo das artes.

• E quando me refiro a mundo das artes, me refiro a todos os tipos de artes, seja desde a área musical (bem comum a nós cristãos) até o cinema, dança, teatro, literatura, fotografia, graffitagem, artes plásticas, artesanato, pintura, revistas em quadrinhos, animações, etc.

Infelizmente, vemos muitos e cada vez mais cristãos na música e alguns no cinema e em novelas. Mas pouquíssimos ou mesmo nenhum nas demais formas de expressão artística. Diante do relato bíblico da Criação dos Céus e da Terra em Gênesis 1-2, bem como ao nos falar sobre Cristo – a Multiforme Sabedoria e Graça de Deus (Efésios 3:10-11/ 1 Pedro 4:10), fico a pensar cadê os homens (bem como mulheres) cristãs produzindo arte que expressa a multiforme sabedoria de Deus e manifesta sua multiforme Graça em todos os sentidos, cores, notas, ângulos, perspectivas, momentos, palavras, números, imagens, etc?

 

Creio que cada pessoa é dotada por Deus com dons, talentos e capacidades únicas e especiais dadas por Ele mesmo de maneira a lhe rendermos Glória, Honra, Louvor e Adoração. E que devemos usar essas dádivas dadas por Deus tanto dentro da igreja, quanto fora dela, ou seja no mundo criado por Deus para Glorificá-lo e proclamar o Evangelho.Somos ricos nas mais diversas formas de expressões musicais, mas pobres nas demais manifestações artísticas. Creio que isso ocorre por diversos sentidos:

 

– Falta de conhecimento bíblico. Quanto vamos além da medíocre leitura superficial da Palavra de Deus e mergulhamos de coração, mente e tudo o mais em seu estudo, leitura e obediência. Passamos então a viver uma vida que vai além de somente fazer o que é certo diante de Deus, no sentido de que passaremos também a expressar nossa adoração, gratidão e louvor ao Senhor, por meio do que fazemos (Artes, Ciência, Negócios, Família, Trabalho, etc) com nossas mãos, pés, boca, corpo e vidas.Criando e produzindo diversas coisas das mais variadas formas e momentos para Glorificar, Bendizer, Exaltar, Adorar, Louvar, Agradecer e Proclamar os feitos do Senhor e o nosso Amor por Ele. Consequentemente transmitindo sabedoria e graça através do que fazemos e somos;
– Desconhecer a vontade do Senhor para as nossas vidas. E isso ocorre devido a uma vida pobre ou miserável de oração e estudo bíblico, bem como de comunhão com a Igreja de Cristo. Busque intencionalmente descobrir mediante oração e estudo da Palavra de Deus, qual a vontade de Deus para a sua vida. Avalie por si mesmo e com outros, quais os dons e talentos que o Senhor lhe deu? O que você faz com excelência e alegria?
– Dividir a vida entre “sagrado” e “secular”. Uma dicotomia infeliz e antibíblica, já que divide e menospreza  a multiforme sabedoria de Deus. Tratando umas coisas como santas, boas e úteis. E as demais como profanas, más e inúteis. A única “coisa” que é oposta a Deus e sua Palavra é o pecado, a desobediência e a mentira. Todas as coisas criadas, foram criadas boas e para renderem Glória ao Criador (Gênesis 1-2/ Atos 10/ Rom.1:19-20/ 1 Corintios 8:1-8/1 Timóteo 4:1-5)

 

– Acreditar que a arte é neutra. Ou mesmo muda, no sentido de não falar, não transmitir uma mensagem, valores e influência. Através das artes, os artistas falam, protestam, denunciam, homenageam, se expressam, criticam, elogiam, mostram algo, influenciam, manipulam, etc;

 

– Não “se vive de arte”. Isso é uma imensa mentira, pois qualquer tipo de arte pode e sempre tem algum valor financeiro e social. Ou seja, artistas não são vagabundos e sim trabalhadores. Pois transformar algo comum (letras, números, cores, notas musicais, pedras, madeira, etc) em coisas extraordinárias;

 

– Limitar a arte aos museus ou exposições. Quando na verdade, as expressões artísticas vão além desses espaços nos cercando por todos os lados e fazendo parte de nossas vidas, mesmo que não percebamos. Desenhos animados, novelas, livros, fotografias, músicas, graffitagens ou grafites, roupas, tapetes, logomarcas, carros, prédios, revistas em quadrinhos, filmes, séries, vídeos no youtube e clipes musicais são somente algumas das milhares e milhares de formas em que expressamos e temos contato diariamente com a arte em suas mais diversas formas;

 

– Limitamos a ação de Deus as quatro paredes de nossas igrejas. Criamos e produzimos músicas, peças de teatro, jograis, livros, artes gráficas e outras coisas somente para usarmos dentro da igreja e para a igreja. Deus pode falar e fala através de diversos meios, como livros, filmes, músicas, sonhos, peças de teatro, novelas, descobertas cientificas, etc.   *Nossa base segura e eterna para conhecer, entender e viver a Vontade de Deus para nós é a sua Palavra – a Bíblia.

 

– Desconhecer (ou ignorar) excelentes referenciais cristãos de arte. Graças a Deus temos diversos homens e mulheres que viveram o chamado de Deus para usar as artes para a sua Glória e Louvor. Temos como bons exemplos: Jubal e Tubalcaim (Na Bíblia), Bezalel e Aoliabe (Na Bíblia), Dorcas (Na Bíblia), o Rei Davi (Na Bíblia), Kevin Sorbo (ator, produtor e diretor cristão), David A. R. White (ator, diretor, produtor, roteirista, escritor e empresário cristão), C.S.Lewis (Escritor de As Crônicas de Nárnia), Jonh Bunyan (pregador e escritor de O Peregrino e A Peregrina), Mauricio Zagari (escritor de O Enigma da Bíblia de Gutemberg e outros), Marcus Nati (Desenhista, Ilustrador e criador da Fanpage Bíblia Brother Arte), Ministério de Teatro Cristão Jeová Nissi, Das novelas com temáticas bíblicas-cristãs da rede record de televisão, dentre tantos outros no mundo todo;

 
– Ignorar ou não perceber o uso maligno da arte (João 10:10/ 2 Cor 2:11). Isso mesmo, a arte também pode e tem sido usado pelo o diabo, seus demônios e seguidores infelizmente. Temos ai como exemplo disso: as músicas de funk que alimentam uma cultura de estupro e desvalorização da mulher; as novelas, minisséries e filmes produzidos pela Rede Globo de Televisão (bem como outras emissoras também); Filmes de terror e pornográficos; clipes musicais e músicas de pessoas como Pablo Vittar, Anitta, Lady Gaga e outros; exposições do Queermuseum na cidade de Curitiba e Rio de Janeiro; blocos de carnaval; desenhos da Disney, onde encontramos espiritismo, magia, adivinhação, conversa com os mortos, etc. Os exemplos do uso que o diabo faz da arte pra matar, roubar e destruir vidas é imenso.

 

Recentemente pude ler o livro da Jocum “ O Livro que transforma nações”, de Loren Cunningham. E numa parte muito interessante ele aborda como fruto de um momento de oração ao Senhor e reflexão as 7 áreas de influência para podermos evangelizar e discipular as nações, que são elas:

– Família – o lar;

– Religião- Igreja e Missão;

– Educação – escolas e universidades;

– Celebração – artes, esportes e entretenimento;

– Comunicação social – mídia;

– Economia – negócios, comércio, ciências e tecnologia;

– Governo – Política

 

 

Creio com todo o meu coração e mente que conforme as Escrituras Sagradas é vontade de Deus que nós cristãos atuemos em cada uma dessas áreas de maneira pró-ativa, criativa e crescente.  Nesse texto de hoje, tratei do mundo artístico.Oro e desejo que o Senhor levante homens e mulheres que sejam excelentes artistas cristãos. Quer sejam eles atores, músicos, escritores, grafiteiros, pintores, fotógrafos, artistas plásticos, etc. E que manifestem a sabedoria de Deus transmitindo Graça através de tudo o que criam, moldam e fazem como expressão artística.

 

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.”

(I Coríntios 10 : 31)

 

 

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

4 Razões pelas Quais Homens Gostam de Pornografia

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Uma das tarefas de um bom amigo ou de um parceiro de prestação de contas para com pessoas enraizadas na pornografia é ajudá-los a entender o seu próprio coração. Por que eles correm em direção a pornografia vez após vez? Salomão nos lembra que, “Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem” [muitas vezes nós não conseguimos enxergar nossas motivações], “mas o homem de inteligência sabe descobri-los” (Provérbios 20.5).
Um amigo sábio ajuda a extrair dos outros as motivações mais profundas que eles não são capazes de enxergar ou que eles não desejam enxergar.

Como um parceiro de prestação de contas, é importante entender o fascínio da pornografia. Quais as motivações mais profundas que fazem com que homens retornem a ela vez após vez? Quais são as boas perguntas para nos ajudar a encontrar a raiz do problema?

  1. Pornografia é fácil, mas relacionamentos são difíceis

Relacionamentos, especialmente nossos relacionamentos mais próximos, envolvem trabalho. Todos os dias somos cobrados de cuidar do que tem acontecido na vida uns dos outros. Precisamos lidar com mau-humor, comportamentos ofensivos e egoísmo — tanto em nós quando nos outros.

 

Por outro lado, a pornografia oferece aos homens um sentimento de intimidade sem riscos. A pornografia oferece aos homens um mundo de fantasias onde eles não precisam conhecer ninguém, onde o romance não é necessário, e onde eles não precisam se sacrificar em benefício dos outros. E para muitos, a recompensa é grande: eles não somente podem evitar a confusão de relacionamentos reais, como podem sentir prazer com milhares de mulheres virtuais dispostas a fazerem o que eles desejarem.

 

Boa pergunta para prestação de contas: Há ou houve algum relacionamento recente em sua vida que foi extraordinariamente difícil?

 

 

  1. Pornografia é confortável, mas a vida é estressante

Na vida, as coisas dão errado. Expectativas são frustradas. Pessoas nos decepcionam. Tragédias acontecem. Ficamos doentes. Ficamos cansados. Entramos em grandes desentendimentos. A vida é estressante.

 

A pornografia, por outro lado, oferece um mundo extremamente confortável em que nada dá errado. Ela oferece um cenário pronto onde sabemos que podemos conseguir exatamente o que queremos.

 

Obviamente, sabemos que isso é mentira. É como luta livre ou reality shows. Como Chris Hedges diz em seu livro Império da Ilusão (Empire of Illusion), “o sucesso dessas formas de entretenimento não está em nos fazer acreditar que essas histórias são reais. Pelo contrário, elas são bem-sucedidas porque nós queremos ser enganados. Nós pagamos alegremente pela chance de fugir da realidade.”

 

Boa pergunta para prestação de contas: Há ou houve algum estresse recente em sua vida que trouxe um sentimento de pressão ou tensão?

 

  1. A pornografia é excitante, mas a vida é chata

A palavra “tédio” começou a ser usada por autores franceses quando eles escreviam sobre esse sentimento de descontentamento quando a vida se torna tediosa. Embora o sentimento de tédio sempre esteve presente, somente nos últimos 300 anos ele se tornou uma epidemia social. Blaise Pascal disse que o tédio é a situação do homem moderno quando “ele não tem distrações e não tem mais paixões ou passatempos”.

 

 

Tédio é um dos frutos de uma cultura preguiçosa. Conforme a saúde e o tempo livre aumentaram, também aumentou nosso desejo por distrações. À medida em que começamos a esperar estímulos constantes e excitação, o dia a dia parece maçante. Com o Google na ponta dos dedos, a informação está em todo lugar, mas nós facilmente ficamos isolados, como expectadores anônimos, raramente assumindo riscos para se envolver de forma vulnerável ou nos comprometendo de forma apaixonada — raramente agindo com base naquilo que sabemos.

 

Culturalmente, somos culpados do que Dorothy Sayers chama de pecado de tolerância, “o pecado que não acredita em nada, que não se preocupa com nada, que não quer saber de nada, que não interfere em nada, que não gosta de nada, que não odeia nada, que não encontra propósito em nada, que vive para nada, e que permanece vivo porque não há nada pelo qual ele irá morrer”.

 

 

A pornografia oferece um mundo de prazer sexual para as nossas mentes entediadas. Ela é uma forma altamente sexualizada da cultura em que vivemos, baseada na imagem, em um mundo onde bilhões de imagens estão pintando milhares de palavras a uma velocidade surpreendente. A pornografia oferece a fantasia de estímulos sexuais puros.

Boa pergunta para prestação de contas: Você se já se viu entediado ou inquieto em busca de excitação? Você sente que sua vida é mundana?

 

 

  1. A pornografia faz o homem se sentir poderoso, mas a vida real faz com que eles se sintam fracos

É fácil sentir-se pequeno no mundo. Nós sabemos, intuitivamente, que o mundo não gira ao nosso redor, mas isso não nos faz deixar de desejar que isso aconteça. Queremos que outros prestem atenção em nós, que nos tratem como pessoas importantes, que nos coloquem em primeiro lugar. Esse desejo pode ser tão forte que, por vezes, pensamos que temos o direito de exigir exatamente isto: queremos um pequeno canto do mundo onde somos reis.

 

A pornografia oferece ao homem uma grande quantidade de poder. Na fantasia pornográfica de um homem, as mulheres nunca dizem não. Na pornografia, não existem barreiras sociais entre o homem e a mulher dos seus sonhos. A pornografia vende a ideia de que mulheres bonitas são troféus — como peças de coleção que mostram ao mundo ao redor o que é um homem de verdade. A pornografia também sensualiza o domínio masculino, permitindo aos homens fantasiar um mundo onde as mulheres gostam de serem tratadas como objetos.

Boa pergunta para prestação de contas: Você se lembra de alguma situação recente em que você se sentiu menosprezado, sem importância ou desrespeitado?

 

 

O objetivo bíblico das perguntas para prestação de contas

A razão pelas quais os parceiros de prestação de contas devem fazer essas perguntas não é para “psicologizar” os pecados. Pelo contrário, o objetivo de boas perguntas é usá-las como um trampolim para focar nossos pensamentos nos benefícios do evangelho de Cristo mais do que nos prazeres do pecado (Hebreus 11.24-26).

 

Cada questão abre uma porta para vivermos Hebreus 10.24: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras”.

 

  • Quando fazemos a pergunta: “Há ou houve algum relacionamento recente em sua vida que foi extraordinariamente difícil?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles têm buscado relacionamentos como forma de obter prazer ou satisfação (e esse tipo de relacionamento sempre vai decepcioná-los). Podemos, então, apontá-los para a plenitude de alegria e satisfação que vem de Cristo (João 15.1–11; 16.16–24; Romanos 15.13).
  • Quando fazemos a pergunta: “Há ou houve algum estresse recente em sua vida que trouxe um sentimento de pressão ou tensão?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles têm usado a pornografia para fugir da vida. Podemos, então, apontá-los para o salmista que viu Deus como seu refúgio (Salmo 46; 59.16–17; 61.1–3; 62.5–8; 91; 142). Ao invés de escapar da realidade, podemos escapar para dentro da realidade divina.
  • Quando fazemos a pergunta: “Você se encontrou entediado ou inquieto em busca de excitação? Você sente que sua vida é mundana?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergar se eles têm buscado uma vida de entretenimento ao invés de uma vida de admiração. Podemos, então, apontá-los para a alegria de conhecer a Deus e obedecê-lo (Mateus 13.44; 2 Coríntios 8.1–2; Filipenses 1.3–4; Colossenses 1.9–14; 1 Pedro 1.3–9; 3 João 1.3–4).
  • Quando fazemos a pergunta: “Você se lembra de alguma situação recente em que você se sentiu menosprezado, sem importância ou desrespeitado?”, o objetivo é ajudar os outros a enxergarem como eles buscam poder, reconhecimento e estima dos homens mais do que buscam pelo favor de Deus. Jesus perguntou: “Como podeis crer, vós os que aceitam glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?” (João 5.44). Podemos, então, apontá-los para a glória eterna que o Pai concede a Cristo, e a realidade de que os cristãos compartilham da glória de Cristo porque ele vive em nós (João 17.20–24; Romanos 2.6–10; Colossenses 1.24–29).

 

 

Autor: Luke Gilkerson

Fonte: Biblical Counseling Coalition

Tradução: Gustavo Santos

Via: ABCB

Perguntas a fazer antes de postar sobre política nas redes sociais

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Discussões políticas têm dominado as redes sociais por vários anos e agora parecem estar ficando mais aquecidas. Cada ordem executiva emitida pelo Presidente Trump ou protesto destinado a mudar uma prática atual, farão as redes sociais gerarem uma infinidade de links e opiniões. Essas opiniões geralmente levam a debates nas seções dos comentários que geram mais calor do que luz.

Como cristãos, o modo como nos envolvemos em discussões políticas nas redes pode ser especialmente complicado. De um lado, nossa fé toca cada área da nossa vida, portanto, política é importante. Por outro lado, sabemos que cada pessoa neste mundo deverá estar diante de Jesus um dia e a última questão não será se eles tinham a posição correta sobre questões de segurança nacional.

Quando você considera quão causadora de divisões a política pode ser e como geralmente nós dizemos coisas no calor do momento que podem influenciar o modo como as pessoas veem Jesus e o evangelho, cristãos devem gastar tempo em reflexões antes de publicarem sobre política nas redes sociais.

Na verdade, eu gostaria de sugerir sete perguntas que você deve fazer a si mesmo antes de publicar sobre política ou compartilhar um link de um artigo sobre alguma questão política.

Tenho os fatos corretos?

“O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em expor os seus pensamentos” [NVI]. Embora o rei Salomão não pudesse ver o advento das redes sociais, ele conhecia o coração humano. Provérbios 18.2 nos lembra a importância de ouvir e entender uma questão antes de começar a falar sobre ela. Quanto mais divisiva a questão, mais tempo precisamos gastar para entendê-la.

A Bíblia fala sobre essa questão? Se eu acho que sim, tenho certeza que entendo a passagem bíblica em seu próprio contexto e que estou aplicando-a corretamente à situação? Há outros textos que falam sobre isso que eu não considerei?

Eu gostaria de sugerir que você leia uma ampla variedade de recursos sobre um assunto antes de opiniar a respeito dele nas redes sociais. Leia o artigo que mais se baseia em fatos que você puder encontrar. Por exemplo, Joe Carter postou um conjunto de perguntas frequentes sobre a ordem executiva do Presidente Trump a respeito dos imigrantes e refugiados. Ler esse tipo de arquivo pode lhe ajudar a obter um entendimento dos principais fatos. Depois, leia vários artigos de publicações mais liberais e outros de publicações mais conservadoras. Leia o The Atlantic, The New York Times, The Wall Street Journal e The National Review. Observe os argumentos de cada lado e veja como cada lado responde a eles. Através desse tipo de leitura cuidadosa, você pode obter uma compreensão melhor da questão antes de falar sobre ela.

Isso precisa ser dito?

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”. Quando eu era mais jovem, o versículo que mais ouvia sobre não xingar era Efésios 4.29. Embora possa falar disso, também tem algo a dizer sobre nossas interações nas redes sociais.

“E, assim, transmita graça aos que ouvem”. O que você tem a dizer vai trazer graça aos que ouvem? Eles aumentarão seu entendimento e obterão um discernimento maior da perspectiva bíblica sobre esse assunto? Suas palavras mostrarão Cristo a eles? Ou o que você vai dizer é apenas mero vento? Você vai trazer luz ou vai trazer apenas calor?

O que você tem a dizer pode ser correto, mas isso não necessariamente deve ser dito.

Porque eu preciso ser a pessoa a dizer isso?

Vamos imaginar que o que você tem a dizer sobre política nas redes deveria ser dito. Agora você precisa considerar se você é a pessoa certa para dizê-lo. Você tem um discernimento sobre essa questão que não tenha visto em outro lugar, ou você está meramente repetindo um argumento que leu em algum lugar? Você tem um papel ou uma responsabilidade onde pessoas estão procurando por sua liderança? Por que você deveria ser a pessoa a dizer o que está prestes a dizer?

Estou dizendo isso de uma forma que representa Cristo?

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” [Colossenses 4.6]. Pessoas que experimentaram a graça devem falar de modo que exibam a graça. Geralmente, nós publicamos a primeira coisa que vem à nossa mente sobre certa questão, não lemos para perceber como pode ser percebido e acabamostrazendo vergonha sobre Cristo e sua igreja através do nosso discurso imprudente. Emitir opiniões impensadas e que ofendem os outros é um sinal de tremenda tolice, isso demonstra falta de amor pelos nossos próximos e não honra a Jesus.

Antes de postar algo, leia o texto três ou quatro vezes. Printe a tela do texto e envie a um amigo. Está bom? Está correto? Está elaborado para o bem dos outros? Irá impactar negativamente o que as pessoas pensam sobre Jesus?

Paralelamente, se você precisa pensar duas vezes antes de postar sobre a política americana, então precisa pensar dez vezes antes de postar sobre políticas denominacionais. Na verdade, não consigo pensar em nenhuma boa razão para disputas denominacionais serem compartilhadas diante de um mundo observador nas redes sociais. Debata-as em grupos ou nas seções de comentários dos blogs, mas não as leve a público e traga desonra à causa de Cristo.

Como posso ser mal-interpretado?Eu aprendi uma lição em agosto passado no Facebook. Publiquei o que eu cria sobre ser uma falta de compromisso de Donald Trump sobre questões pró-vida e disse que era um terrível erro nomeá-lo. Quase imediatamente, meus amigos e família perceberam que minhas preocupações sobre Trump estavam apoiando Hillary Clinton.

A lição que aprendi disso foi que não havia nada a ser ganho por questionar a nomeação de Donald Trump, que no momento já era algo passado. A corrida presidencial era primariamente entre Donald Trump e Hillary Clinton. Eu falhei em pensar como as pessoas interpretariam minhas preocupações sobre um dos candidatos como se fosse apoio ao outro. Minha publicação não trouxe luz ou graça à situação e somente trouxe confusão.

Pare e pense antes de publicar. Você está se comunicando claramente ou há a possibilidade de um número significativo de pessoas lhe interpretarem de forma errada?Quais são meus motivos para dizer isso?

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus”.

Embora a questão dos nossos motivos esteja subjacente a várias outras questões, devemos fazer esse questionamento em si: Você pode honestamente dizer que está dizendo o que está dizendo para a glória de Deus e o bem de outros?Devemos estar cientes dos nossos motivos, pois eles irão determinar o que nós dizemos, como dizemos, quando dizemos e como responderemos às pessoas que discordarão de nós. Se o nosso motivo é divulgar algo porque estamos bravos, iremos falar brusca, precipitada e imediatamente, e feriremos aqueles que discordam de nós. Por outro lado, se os nossos motivos refletirem o ensino de Paulo em 1 Coríntios 10.31-32, então falaremos graciosa, gentil e racionalmente, e responderemos pacientemente àqueles que discordam.

Posso esperar até amanhã para dizer isso?

Quando Abraham Lincoln ficava bravo com alguém, ele escrevia o que chamava de “carta quente”. Ele colocaria a carta de lado até que suas emoções esfriassem. Daí então, leria a carta com a cabeça fria. Ele deixou de assinar e de enviar muitas cartas.

Embora Abraham Lincoln escrevesse cartas ao invés de posts nas redes sociais, seu hábito nos dá um exemplo útil para hoje. Se sua publicação lida com um tema particularmente sensível, ela pode esperar até amanhã? Se puder esperar um dia, salve-a como rascunho e revise amanhã. Ao ler novamente você pode descobrir que não deveria publica-la. Ou pode perceber que seria útil para as pessoas e clicar em “publicar”. De qualquer forma, quanto mais tempo puder esperar antes de entrar em uma discussão, melhor.

Cristãos, precisamos lembrar que somos cristãos em primeiro lugar. Nós representamos o Rei Jesus e sua igreja. Quando falamos, nossa fala deveria refletir as prioridades e o caráter do nosso Rei e de seu reino. Essa preocupação significa que precisamos tomar cuidados extras e considerar as palavras que dizemos online.

Tradução: Anderson Alcides

Revisão: William Teixeira

Original: 7 questions ask posting politics social

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
Autor
Scott Slayton (M.Div., SBTS) serve como pastor principal na Chelsea Village Baptist Church in Chelsea, Alabama. Scott e sua esposa Beth têm quatro filhos:…

Pratique Boas Obras

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Texto-Bíblico: Tiago 2:14-26

As boas obras ou bons frutos não produzem, geram ou nos garantem a nossa salvação. Antes são frutos diretos de nossa salvação, de que somos filhos de Deus. Pois através de toda a criação (Céus e Terra), podemos ver as grandes e maravilhosas obras do nosso Deus.

E através de nossas vidas, o que o mundo deve ver, sentir e provar?

A nossa salvação e filiação com Deus, de que somos seus filhos, evidenciadas através de nossas boas obras ou bons frutos. Essas boas obras são ações do amor cristão que inevitavelmente acompanham a fé genuína em Jesus e na Palavra de Deus.

A Bíblia nos oferece diversos exemplos da prática de boas obras, como por exemplo: o centurião Cornélio (Atos 10), Dorcas (Atos 9), dentre outros exemplos.
Entendendo o que são as boas obras, vale também ressaltar o por que devemos praticar boas obras:
– Para que o Nosso Deus seja glorificado e conhecido em toda a terra (Mateus 5:13-16);

– Para testemunhar do poder salvador e transformador do Evangelho de Jesus em nossas vidas (Mateus 5:14-16);

– Para o bem estar de nossos irmãos, bem como daqueles que ainda não conhecem o Senhor Jesus (Atos 9:36-42);

– Para sermos praticantes da Palavra de Deus e não apenas ouvintes (Tiago 1:22-25);

– Para acumular-mos tesouros nos Céus e colhermos na Eternidade o que semeamos Aqui e Agora (Mateus 6:19-24/ 1 Timóteo 6:17-19).

Mas na prática o que são exemplos de boas obras? Pelas as Escrituras Sagradas, vemos diversos bons e excelentes exemplos. Mas basicamente é tudo o que nós cristãos, movidos por Amor ao Senhor, Sua Palavra e ao nosso próximo fazemos e manifestamos neste mundo.
Nas Escrituras Sagradas, encontramos exemplos de boas obras como: cuidar e honrar seus pais, amparar as viúvas e órfãos, dar esmolas, ofertar, contribuir financeiramente para o trabalho de evangelismo e missões, fazer roupas para os necessitados, dar de comer aos famintos, visitar enfermos e presos, acolher os refugiados, etc.
E além disso podemos destacar outros exemplos também, tais como doação de sangue ou/e medula óssea, realização de trabalho voluntário, realizar ações sociais em nossas comunidades e cidades, apoiar o trabalho missionário, usar os dons e talentos que Deus lhe deu para abençoar e servir vidas, escrever livros que abençoem vidas, inventar tecnologias que beneficiem as pessoas e o meio ambiente, investigar e descobrir a cura de diversas doenças (e tornar essa cura ou tratamento acessível a todos), criar e produzir conteúdos de mídia (livros, filmes, desenhos animados, séries, novelas, programas de tv, vídeos no youtube, etc.) que abençoem vidas e famílias, ajudar a reformar ou construir casas, gerar empregos, plantar árvores, etc.

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A lista é imensa do que podemos fazer de boas obras para Glorificar a Deus e abençoar vidas e famílias. Mas acima de tudo entedamos e nos lembremos sempre de que não somos salvos por causa de nossas “boas obras” e sim por causa da Maravilhosa Obra de Cristo na Cruz (Efésios 2:1-10), Que não devemos fazer, para aparecer ou nos destacar diante das pessoas (Mateus 6:1-4) e que tudo seja feito com humildade, alegria e amor genuíno.

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.”
1 Coríntios 10:31

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

QUALIDADE DE CARÁTER: “ESPOSO DE UMA SÓ MULHER”

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Texto-Bíblico: I Timóteo 3.2b

“είναι μίας γυναικός άνδρα”

Tradução literal: “ser de uma mulher, marido”.

 O texto original enfatiza a palavra “UMA”, que aparece antecipadamente na frase, literalmente, “de uma mulher, marido”. A ideia é que uma, e somente uma mulher, está no coração e na mente de Deus. “O determinante numeral “uma”, recebe ênfase na frase, portanto se infere que o líder não pode ter nada a ver com outra mulher. O pecado conjugal desqualifica o homem para a tarefa da supervisão” (Kent Jr, em “The Pastoral Epistles”). No texto dessa perícope, Paulo está tratando sobre as qualificações exigidas (e inegociáveis) a quem desejasse a exercer o ministério de liderança na Igreja. Porém, estamos tratando de acordo como o próprio Paulo, da dramática revelação de que o casamento, e por tanto o relacionamento matrimonial, apontam para a união mística entre Cristo e Sua Igreja; logo, quaisquer que sejam as exigências ao Episcopado, aplicam-se também ao matrimônio. Embora vamos tratar diretamente do mandamento óbvio que é a total proibição do marido, homem cristão, de se ter mais de uma esposa, iremos cavar ainda mais fundo. Vamos tratar da Pureza Moral, que não se limita ao âmbito externo, referindo-se principalmente ao interno.

 

Hoje, a imoralidade sexual atinge proporções de uma epidemia no Brasil e no mundo. Vimos esses dias, o caso (ainda não plenamente esclarecido), do suposto estrupo de uma jovem de 16 anos por 33 homens! E por consequência, vimos, a absurda e surreal, imoralidade que é fato concreto nos bailes funk, festas e tantos outros lugares. Moças que voluntariamente se entregam a luxuria extrema; (embora não haja o conceito de luxuria mínima), onde orgias, bacanais, drogas e bebidas, são complementos de uma alma vazia, que grita por afirmação. E a imoralidade não está apenas nas periferias, em cima dos morros; em muitos lares ditos cristãos, impera uma vida de máscaras e marcas. Algumas pesquisas sugerem, que um em cada três homens casados no Brasil, já traíram a esposa.

 

A pornografia talvez seja a arma atual mais eficaz do inimigo para derrubar, desqualificar e destruir. Estamos em estado de guerra! Quero dividir alguns fatos, levantado por meio de pesquisas (pg. 32 do livro ”Homem nota 10”, de David Merkh):

 

• Em 2007, a pornografia global rendeu cerca de U$ 20 bilhões.

 

• Em 2012, A Academia Americana de Advogados Matrimoniais (EUA) relatou que:

Ø 68% dos divórcios envolviam um conjugue que encontrou um (a) amante na internet;

Ø 56% dos divórcios envolviam um conjugue com um interesse obsessivo por sites pornográficos;

Ø 47% dos divórcios envolviam tempo excessivo no computador;

Ø 33% dos divórcios envolviam tempo gasto em salas de bate papo

– de acordo com dados sobre uso da internet, aqueles que frequentam cultos religiosos são 26% menos inclinados a ver pornografia do que aqueles que não frequentam a Igreja.

 

• Em 2006 uma pesquisa calculou que:

Ø Até 50% dos homens que se dizem cristãos e 20% das mulheres que se dizem cristãs tem um vício pornográfico.

Ø 33% dos pastores admitem que já visitaram um site de pornografia explicita.

Ø 75% dos pastores disseram que não prestam contas a ninguém pelo uso da internet.

 

• Em 2002, dos 1.351 pastores entrevistados, 54% deles disseram que haviam acessado pornografia na internet no ultimo ano, e 30%, nos últimos 30 dias (Pornography Statistics [Covenant Eyes, 2013].

 

No site www.covenanteyes.com, encontra-se mais de 250 estatísticas, citações e outras informações de pesquisa feitas sobre pornografia, especialmente entre cristãos).

 

Felipe Rocha

 

Trecho do estudo ministrado em Junho/2017 aos Homens de Honra (O Homem e sua mulher; o desafio de amar em meio às tempestades da vida). Você pode ter acesso a esse e todos os demais estudos! Gratuitamente! Baixe nosso aplicativo, clicando nesse link: http://app.vc/homens_de_honra_cv