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Pratique Boas Obras

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Texto-Bíblico: Tiago 2:14-26

As boas obras ou bons frutos não produzem, geram ou nos garantem a nossa salvação. Antes são frutos diretos de nossa salvação, de que somos filhos de Deus. Pois através de toda a criação (Céus e Terra), podemos ver as grandes e maravilhosas obras do nosso Deus.

E através de nossas vidas, o que o mundo deve ver, sentir e provar?

A nossa salvação e filiação com Deus, de que somos seus filhos, evidenciadas através de nossas boas obras ou bons frutos. Essas boas obras são ações do amor cristão que inevitavelmente acompanham a fé genuína em Jesus e na Palavra de Deus.

A Bíblia nos oferece diversos exemplos da prática de boas obras, como por exemplo: o centurião Cornélio (Atos 10), Dorcas (Atos 9), dentre outros exemplos.
Entendendo o que são as boas obras, vale também ressaltar o por que devemos praticar boas obras:
– Para que o Nosso Deus seja glorificado e conhecido em toda a terra (Mateus 5:13-16);

– Para testemunhar do poder salvador e transformador do Evangelho de Jesus em nossas vidas (Mateus 5:14-16);

– Para o bem estar de nossos irmãos, bem como daqueles que ainda não conhecem o Senhor Jesus (Atos 9:36-42);

– Para sermos praticantes da Palavra de Deus e não apenas ouvintes (Tiago 1:22-25);

– Para acumular-mos tesouros nos Céus e colhermos na Eternidade o que semeamos Aqui e Agora (Mateus 6:19-24/ 1 Timóteo 6:17-19).

Mas na prática o que são exemplos de boas obras? Pelas as Escrituras Sagradas, vemos diversos bons e excelentes exemplos. Mas basicamente é tudo o que nós cristãos, movidos por Amor ao Senhor, Sua Palavra e ao nosso próximo fazemos e manifestamos neste mundo.
Nas Escrituras Sagradas, encontramos exemplos de boas obras como: cuidar e honrar seus pais, amparar as viúvas e órfãos, dar esmolas, ofertar, contribuir financeiramente para o trabalho de evangelismo e missões, fazer roupas para os necessitados, dar de comer aos famintos, visitar enfermos e presos, acolher os refugiados, etc.
E além disso podemos destacar outros exemplos também, tais como doação de sangue ou/e medula óssea, realização de trabalho voluntário, realizar ações sociais em nossas comunidades e cidades, apoiar o trabalho missionário, usar os dons e talentos que Deus lhe deu para abençoar e servir vidas, escrever livros que abençoem vidas, inventar tecnologias que beneficiem as pessoas e o meio ambiente, investigar e descobrir a cura de diversas doenças (e tornar essa cura ou tratamento acessível a todos), criar e produzir conteúdos de mídia (livros, filmes, desenhos animados, séries, novelas, programas de tv, vídeos no youtube, etc.) que abençoem vidas e famílias, ajudar a reformar ou construir casas, gerar empregos, plantar árvores, etc.

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A lista é imensa do que podemos fazer de boas obras para Glorificar a Deus e abençoar vidas e famílias. Mas acima de tudo entedamos e nos lembremos sempre de que não somos salvos por causa de nossas “boas obras” e sim por causa da Maravilhosa Obra de Cristo na Cruz (Efésios 2:1-10), Que não devemos fazer, para aparecer ou nos destacar diante das pessoas (Mateus 6:1-4) e que tudo seja feito com humildade, alegria e amor genuíno.

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.”
1 Coríntios 10:31

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

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QUALIDADE DE CARÁTER: “ESPOSO DE UMA SÓ MULHER”

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Texto-Bíblico: I Timóteo 3.2b

“είναι μίας γυναικός άνδρα”

Tradução literal: “ser de uma mulher, marido”.

 O texto original enfatiza a palavra “UMA”, que aparece antecipadamente na frase, literalmente, “de uma mulher, marido”. A ideia é que uma, e somente uma mulher, está no coração e na mente de Deus. “O determinante numeral “uma”, recebe ênfase na frase, portanto se infere que o líder não pode ter nada a ver com outra mulher. O pecado conjugal desqualifica o homem para a tarefa da supervisão” (Kent Jr, em “The Pastoral Epistles”). No texto dessa perícope, Paulo está tratando sobre as qualificações exigidas (e inegociáveis) a quem desejasse a exercer o ministério de liderança na Igreja. Porém, estamos tratando de acordo como o próprio Paulo, da dramática revelação de que o casamento, e por tanto o relacionamento matrimonial, apontam para a união mística entre Cristo e Sua Igreja; logo, quaisquer que sejam as exigências ao Episcopado, aplicam-se também ao matrimônio. Embora vamos tratar diretamente do mandamento óbvio que é a total proibição do marido, homem cristão, de se ter mais de uma esposa, iremos cavar ainda mais fundo. Vamos tratar da Pureza Moral, que não se limita ao âmbito externo, referindo-se principalmente ao interno.

 

Hoje, a imoralidade sexual atinge proporções de uma epidemia no Brasil e no mundo. Vimos esses dias, o caso (ainda não plenamente esclarecido), do suposto estrupo de uma jovem de 16 anos por 33 homens! E por consequência, vimos, a absurda e surreal, imoralidade que é fato concreto nos bailes funk, festas e tantos outros lugares. Moças que voluntariamente se entregam a luxuria extrema; (embora não haja o conceito de luxuria mínima), onde orgias, bacanais, drogas e bebidas, são complementos de uma alma vazia, que grita por afirmação. E a imoralidade não está apenas nas periferias, em cima dos morros; em muitos lares ditos cristãos, impera uma vida de máscaras e marcas. Algumas pesquisas sugerem, que um em cada três homens casados no Brasil, já traíram a esposa.

 

A pornografia talvez seja a arma atual mais eficaz do inimigo para derrubar, desqualificar e destruir. Estamos em estado de guerra! Quero dividir alguns fatos, levantado por meio de pesquisas (pg. 32 do livro ”Homem nota 10”, de David Merkh):

 

• Em 2007, a pornografia global rendeu cerca de U$ 20 bilhões.

 

• Em 2012, A Academia Americana de Advogados Matrimoniais (EUA) relatou que:

Ø 68% dos divórcios envolviam um conjugue que encontrou um (a) amante na internet;

Ø 56% dos divórcios envolviam um conjugue com um interesse obsessivo por sites pornográficos;

Ø 47% dos divórcios envolviam tempo excessivo no computador;

Ø 33% dos divórcios envolviam tempo gasto em salas de bate papo

– de acordo com dados sobre uso da internet, aqueles que frequentam cultos religiosos são 26% menos inclinados a ver pornografia do que aqueles que não frequentam a Igreja.

 

• Em 2006 uma pesquisa calculou que:

Ø Até 50% dos homens que se dizem cristãos e 20% das mulheres que se dizem cristãs tem um vício pornográfico.

Ø 33% dos pastores admitem que já visitaram um site de pornografia explicita.

Ø 75% dos pastores disseram que não prestam contas a ninguém pelo uso da internet.

 

• Em 2002, dos 1.351 pastores entrevistados, 54% deles disseram que haviam acessado pornografia na internet no ultimo ano, e 30%, nos últimos 30 dias (Pornography Statistics [Covenant Eyes, 2013].

 

No site www.covenanteyes.com, encontra-se mais de 250 estatísticas, citações e outras informações de pesquisa feitas sobre pornografia, especialmente entre cristãos).

 

Felipe Rocha

 

Trecho do estudo ministrado em Junho/2017 aos Homens de Honra (O Homem e sua mulher; o desafio de amar em meio às tempestades da vida). Você pode ter acesso a esse e todos os demais estudos! Gratuitamente! Baixe nosso aplicativo, clicando nesse link: http://app.vc/homens_de_honra_cv

 

Compartilhando o Evangelho com um Amigo Homossexual

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Josh sempre soube que ele era diferente. Desde suas memórias mais antigas, ele olhava para alguns meninos como mais do que apenas colegas. Seus pais sabiam que ele era “especial”, mas o amavam por isso. Ele aprendeu a usar uma máscara e fazer o papel de criança “normal” até se formar no Ensino Médio.

 

Na faculdade, Josh decidiu que era hora de ser quem ele realmente era. Ele fez amizade com outros homossexuais e se lançou em descobertas sexuais. Josh encontrou um refúgio em sua comunidade gay e desenvolveu laços que foram muito além de aventuras sexuais. Embora seus pais tenham se distanciado e seus antigos amigos tenham passado a ignorá-lo, Josh sentiu que estava finalmente livre em sua nova identidade como um homem gay.

 

Josh não é uma caricatura. Suas experiências e sua história são verdadeiras, e elas são comuns.

 

E se Josh fosse o seu vizinho, ou seu colega de trabalho, ou o seu filho? Como você apresentaria o evangelho para ele? Como você contaria a ele a respeito do perdão de pecados, da comunidade de crentes e da verdadeira identidade em Jesus?

 

Em certo sentido, nós presumiríamos que de fato não existe diferença na maneira como apresentaríamos a Josh as boas novas em relação a qualquer outra pessoa. Só porque Josh sente atração sexual por pessoas do mesmo gênero, isso não o torna fundamentalmente diferente de ninguém.

 

Para muitos dos meus amigos cristãos que amam Jesus e lutam contra a mesma atração homossexual, a beleza do evangelho é que ele aborda cada área de suas vidas e não apenas uma expressão somente da queda. Todos nós que somos crentes sabemos disso. Quer tenhamos sido ateus, mentirosos, muçulmanos ou hipócritas frequentadores de igreja, não existe um evangelho mágico apenas para o “nosso pecado”. Aos pés da cruz todos nós somos igualmente necessitados da maravilhosa graça de Deus.

 

Ao mesmo tempo, Josh tem perguntas muito reais que precisam ser respondidas. Da mesma maneira que um ateu, um muçulmano ou um hipócrita precisaria que o evangelho fosse dirigido a eles pessoalmente, nós devemos aprender a amar Josh onde ele está em suas considerações a respeito das afirmações de Jesus. Ele tem perguntas reais com as quais luta, e devemos buscar ajudá-lo a encontrar essas respostas.

 

Ideias para compartilhar o evangelho

 

Para compartilhar o evangelho com Josh ou com qualquer outra pessoa que possa ter perguntas como as dele, aqui vão algumas ideias para você guardar em mente.

 

1. Confie no poder de Jesus para ajudá-lo

 

Confie no poder de Jesus para ajudá-lo. Pode ser intimidador para pessoas que nunca lutaram contra a atração homossexual compartilhar o evangelho com um homem ou uma mulher homossexual. Assim como qualquer um com quem compartilhamos o evangelho, tememos como eles nos julgarão e nos sentimos tentados a pensar que eles nunca nos ouviriam. O temor do homem é uma cilada (Pv 29.25). Então em vez de sermos apanhados na armadilha, devemos confiar na força de Jesus em nós, e não na nossa suficiência para entregar a mensagem (Jo 15.5; 2Co 3.5). Devemos beber profundamente do evangelho enquanto o compartilhamos, pois nele encontramos o poder que precisamos para sermos testemunhas de Jesus (At 1.8). Confie no poder de Jesus para ajudá-lo.

 

2. Mantenha Jesus no centro

 

Considere Jesus supremo. Amigos como Josh frequentemente irão querer trazer a questão da sexualidade para o foco durante sua conversa. Ao mesmo tempo, queremos manter Jesus e seu evangelho no centro.

 

A fim de ajudar, eu encorajo você a pedir que ele compartilhe a própria história com você. Peça que ele ou ela ajude você a entender como ser gay se tornou parte central de sua identidade. Ou, se não é esse o caso, pergunte onde ele ou ela encontra a própria identidade. Pergunte a ela se já houve momentos difíceis em sua jornada. Conhecer as pessoas é parte do processo de amá-las.

 

Conforme você faz isso, pergunte a ela se você pode contar porque você vê a sua identidade em Cristo como suprema. No fim das contas, não estamos tentando transformar as pessoas em heterossexuais, mas queremos que elas sejam salvas. Nós nunca queremos minimizar os pecados que afastam as pessoas de Deus, mas ao mesmo tempo queremos magnificar quem nos aproxima de Deus. Jesus veio para pecadores de todos os tipos, e devemos manter essa mensagem central.

 

Também é bom se ter em mente que todos são pecadores sexuais — alguns de maneiras menores, outros de maneiras maiores. Isso nos ajuda a reformular a conversa de “Você é sexualmente doente e precisa ser como nós” para “Todos nós somos pecadores sexuais que precisam de Jesus”. Jesus é a esperança para todos nós, não importa como a queda se mostre em nossas vidas.

 

3. Tenha a compaixão e a convicção de Jesus.

 

Tenha a compaixão e a convicção de Jesus. Os cristãos têm pecado em, pelo menos, duas grandes áreas quando se trata de alcançar aqueles na comunidade gay. Por um lado, alguns colocam de lado o claro ensinamento de Deus de que o homossexualismo é um pecado na tentativa de mostrar o amor de Deus. Amor que é despojado de verdade não é amor, mas engano. Esse é um pecado grave, tanto contra Deus quanto contra o homem.

 

Tenha a convicção de Jesus e fale a verdade em amor. Compartilhe o que a Bíblia ensina sobre o homossexualismo (Mc 7.21; Rm 1.24-27; 1Co 6.9-10; 1Tm 1.10). Compartilhe que há um terrível julgamento para aqueles que rejeitam a Cristo (Ap 20.11-15). Compartilhe que existe um grande custo em seguir a Cristo e também uma grande esperança de perdão e liberdade para aqueles que o fazem (Mc 10.28-30). Fale a verdade em amor.

 

Por outro lado, alguns têm negligenciado a compaixão e nutrido uma atitude de superioridade para com pessoas que praticam o pecado homossexual. Amor que é despojado de compaixão não é amor, mas hipocrisia. Esse também é um pecado grave, porque é diferente do amor de Cristo para conosco.

 

Jesus, o Deus-homem, era diferente do mundo de pecadores que o cercavam, mas ainda assim teve compaixão deles (Mt 9.36). Conforme alcançamos aqueles na comunidade gay, devemos nos esforçar para fazê-lo com um coração semelhante. O que poderia ser mais desolador do que uma pessoa criada à imagem de Deus estar perdida em seus pecados e para sempre separada do amor de Deus? Peça a Deus que o ajude a ver aqueles na comunidade gay como ele vê, a fim de que você possa ministrar com convicção e compaixão.

 

4. Coloque a igreja de Jesus no centro

 

Coloque a igreja de Jesus no centro. Assim como foi para Josh, a comunidade gay é um refúgio da rejeição e da agitação interior que muitos homossexuais experimentam. Por causa disso, eles encontram um lugar onde eles são aceitos em seus pecados e adotados por quem eles são.

 

Eu creio que um dos grandes antídotos para essa poderosa ferramenta do maligno é a comunidade da igreja. Isso pode parecer estranho tendo em vista o modo como muitos demonizam a igreja por causa de sua “intolerância”, mas acredito que conforme construímos relacionamentos com amigos gays e os convidamos aos nossos lares e às nossas vidas, eles verão a verdadeira comunidade que só conheceram em seus sonhos.

 

Isso só é reforçado quando nós, como igreja, crescemos em graça para com nossos irmãos e irmãs em Cristo que lutam contra a atração homossexual. Um dos momentos mais instrutivos que tive na última década foi quando um neófito estava sendo batizado e compartilhou abertamente a respeito de estar saindo de um estilo de vida homossexual. Em seu testemunho, ele descreveu como a igreja não apenas havia compartilhado o evangelho compassivamente com ele, mas também estava ajudando-o a viver agora como um homem que luta contra os seus antigos desejos. Ele disse que encontrou na igreja um refúgio que o desafiou a não abraçar seu pecado, mas a abraçar o Salvador.

 

Jesus disse que todas as pessoas saberão que somos seus discípulos pelo nosso amor (Jo 13.34-35). Conforme você constrói relacionamentos com amigos homossexuais, convide-os a participar da sua vida para que eles possam não só ouvir o evangelho, mas também vê-lo representado através da vida da sua igreja local.

 

5. Ajude a responder suas perguntas

 

Ajude a responder suas perguntas. Sempre existem objeções ao evangelho e poucos de nós se sentem “plenamente preparados” para responder a essas objeções. Mas Deus nos chama a defender a nossa esperança em Jesus (1Pe 3.15). Isso significa que devemos ajudar as pessoas a lutar com perguntas muito reais. Aqui estão algumas que Josh fez:

 

Por que você acredita em alguns versículos do Antigo Testamento e ignora outros?

Por que Deus me fez gay se ele condena isso como um pecado?

Por que é errado que duas pessoas que se amam se comprometam em um relacionamento?

Eu tenho que me tornar heterossexual para me tornar um cristão?

Por que Jesus não disse nada a respeito do homossexualismo?

E se eu me tornar um cristão gay?

Parte do nosso chamado como embaixadores de Cristo é ajudar as pessoas a trabalharem perguntas como essas e a verem que a Palavra de Deus tem as respostas. Se você não sabe a resposta, não tenha medo de dizer: “Essa é uma pergunta realmente importante. Podemos encontrar a resposta juntos?”

 

6. Tenha paciência

 

Tenha paciência com eles. Assuma uma visão de longo prazo no evangelismo. É raro você compartilhar o evangelho com alguém e a pessoa se arrepender imediatamente. Isso pode acontecer, mas normalmente o processo é muito mais demorado.

 

Entre em relacionamentos evangelísticos de longo prazo. Nós somos impacientes, e isso pode nos tentar a desistir rápido demais quando não vemos resultados. Pessoas são pessoas, não projetos. Frequentemente não veremos o que Deus está fazendo em suas vidas. Veja a si mesmo como parte dos meios que Deus escolheu para ajudá-las a ver e a ouvir o evangelho de Jesus. O amor é paciente. Demonstre a eles amor estando presente ao longo de todo o processo.

 

7. Confie no poder de Jesus para salvar

 

Confie no poder de Jesus para salvá-las. O evangelho é o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16-17). Isso significa que o evangelho para um homem ou mulher homossexual é o mesmo evangelho para um homem ou mulher heterossexual. O homossexualismo não é o pecado principal; incredulidade é o pecado principal. Jesus morreu por todos os tipos de pecados e por todos os tipos de pecadores.

 

Então não duvide do poder de Cristo, mas ore fervorosamente por corações receptivos, portas abertas e frutos que permaneçam. Confie na sabedoria de Deus e no poder de Deus, não no seu. Lembre-se que cada cristão é um milagre vivo. Se Jesus pode salvar você, ele pode salvar qualquer um, inclusive Josh.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Autor

Garrett Kell

Garret Kell é pastor sênior da Del Ray Baptist Church em Alexandria, Virginia.

13 Sugestões Práticas para Pastores Treinarem Novos Líderes

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A maioria dos pastores está bem familiarizada com a tirania do urgente. Geralmente há tantas brechas a tapar que parece impossível diminuir o ritmo e gastar o tempo que é necessário para treinar uma tripulação – isto é, para levantar novos líderes de igreja.

 

Contudo, como pastor, há diversas razões pelas quais você deve estar regularmente discipulando homens que tenham o potencial para servir como presbíteros, seja na sua igreja ou em outra.

 

Por que pastores devem treinar líderes

 

1. A Escritura ordena.

 

Em 2 Timóteo 2.2, Paulo escreve: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros”. Uma vez que 2 Timóteo não foi escrita somente para Timóteo, mas para todos nós (Romanos 15.4; 2 Timóteo 3.16-17), todo pastor de uma igreja local deve treinar outros homens para serem mestres na igreja.

 

2. Pastores são mais aptos para treinar outros pastores.

 

Homens em treinamento para o ministério aprenderão melhor com aqueles que estão envolvidos na obra em tempo integral. Eles obterão sabedoria prática, sensibilidades pessoais e um entendimento minucioso da obra que não teriam de nenhuma outra maneira.

 

3. A igreja precisa.

 

Como pastor, você precisa assumir a liderança de levantar líderes, quer esses líderes venham a servir na sua própria igreja como presbíteros, quer eles vão a outro lugar. Se você não discipular líderes, quem o fará?

 

4. Isso evangeliza futuras gerações.

 

Um pastor pode fazer uma “obra missionária” para o futuro ao levantar líderes no presente. Quem liderará a sua igreja e evangelizará a sua comunidade quando você se for? Levante líderes agora e você conseguirá anunciar o evangelho não apenas na sua comunidade, mas no futuro.

 

Como pastores podem treinar líderes

 

Mas como um pastor super-ocupado, com uma escassa margem de recursos, pode discipular homens para serem líderes de igreja? Aqui está um punhado de sugestões práticas.

 

1. Compartilhe o seu púlpito (com cautela). Procure maneiras de dar a jovens homens de sua congregação, que sejam doutrinária e pastoralmente confiáveis, oportunidades para pregar e ensinar, ainda que eles não tenham a prática de falar em público.

 

2. Ensine a sua congregação a cuidar de outras igrejas e dos propósitos mais amplos do reino de Deus.

O objetivo é que a igreja como um todo abrace a meta de levantar pastores tanto para si mesma como para outras igrejas. Encoraje-os a ver que isso lhes trará mais benefícios no longo prazo. O seu encorajamento e liderança irão ajudá-los a serem mais generosos, a orar e a ser mais pacientes com homens mais jovens e inexperientes.

 

3. Ore publicamente por outras igrejas e pastores, pelo nome.

 

4. Ore publicamente pela propagação do evangelho em outras nações, pelo nome.

 

5. Procure outras maneiras de oferecer oportunidades de ensino e evangelização a homens mais jovens, como classes de escola dominical, oração pública ou a direção do culto. Treine-os no processo. Faça avaliações construtivas.

 

6. Mantenha uma “revisão de culto” semanal. Convide quem esteja publicamente envolvido no ministério da igreja a recapitular os eventos do dia. Peça avaliações construtivas de sua pregação ou direção de culto. Seja um modelo de como dar e receber encorajamento e críticas piedosas. (Dicas: enfatize o que for bíblico, teológico, pastoral, em vez do que for de sua preferência pessoal. Seja honesto, mas não lance um monte de críticas sobre os jovens e inexperientes de uma só vez. Procure evidências da graça e certifique-se de que os participantes saiam sentindo-se encorajados e edificados.)

 

7. Estabeleça um exemplo pessoal de evangelização, amizades com não-cristãos e discipulado de cristãos mais jovens. Olhe para aqueles que começam a imitar seu exemplo e invista especificamente neles.

 

8. Considere desenvolver um estágio pastoral.

 

9. Dê grandes quantidades de bons livros. Convide líderes em formação para uma conversa sobre o livro que você lhes deu, uma vez que eles o tenham lido.

 

10. Convide homens mais jovens para a sua sala de estudos, para que eles leiam e produzam à medida que você faz o mesmo.

 

11. Convide líderes em formação para que participem do seu processo de preparação do sermão. Discuta o texto com um ou dois outros homens à medida que você estuda. Após obter o ponto principal do texto, convide alguém para pensar em aplicações do sermão com você.

 

12. Pense em quaisquer janelas em sua vida e ministério que você possa abrir para líderes em formação: refeições em sua casa, tarefas cotidianas, visitas pastorais, compromissos em outras igrejas, conferências.

 

13. Discuta questões pastorais (que não sejam delicadas) com homens mais jovens e peça-lhes sua contribuição. Isso os treinará a pensar teológica e pastoralmente, e pode até mesmo dar a você uma nova percepção do problema.

 

Tradução: Vinícius Silva Pimentel

Revisão: Vinícius Musselman Pimentel

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel

5 Prioridades para o seu Primeiro Dia como Pastor

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Ontem a congregação “instalou” você como o pastor da igreja. (Isso soa como algo que você faz a uma máquina de lavar louça, não é mesmo?). Houve orações, abraços, sorrisos, música, comida, fotos e agora é segunda-feira. Por onde você começa? Você sabe que precisa preparar excelentes sermões, discipular membros da igreja e fazer evangelismo. Mas como você de fato começa? O que você deveria fazer no seu primeiro dia?

Em certo sentido, você não deveria fazer absolutamente nada. Não, não fique em casa assistindo futebol. Só não pense que você precisa mudar tudo em três meses. Você pode ter o título, mas a posição de pastor é tanto conquistada quanto concedida. Há muito o que aprender a respeito da sua igreja antes de começar a fazer mudanças. Além do mais, Cristo prometeu que ele edificaria a sua igreja. Você não precisa tentar fabricar crescimento.

Com isso em mente, aqui estão cinco prioridades que você deve trazer para o seu primeiro dia de ministério.

Prioridade 1 – Aprenda tudo o que você puder sobre as suas ovelhas (Envolvimento – 1 Pedro 5.1-4).

Você é um pastor. Bons pastores são tão próximos às suas ovelhas, que cheiram a ovelhas, e eles as conhecem pelo nome. Sugestões: Leia as minutas de assembleias administrativas passadas. Aprenda tudo o que puder sobre a fundação da igreja. Qual era a declaração doutrinária original? Houve alguma revisão da declaração ou da confissão da igreja? Se sim, por quê? A igreja já sofreu divisão? Há alguma questão não resolvida?

Torne-se familiar dos “veteranos”. Eles podem dar a você grande ajuda. Questione-os sobre tradições, histórias, políticas, etc. Desenvolva perguntas para fazer a cada membro da congregação, a fim de avaliar a saúde espiritual deles. O envolvimento que você ganha — e a confiança que você conquista — pode até mesmo ser mais valioso do que a informação que você juntará.

Prioridade 2 – Gaste tempo com a sua liderança (Humildade – Filipenses 2.5-8).

Sugestões: Visite seus líderes em seus locais de trabalho. Descubra a respeito de suas famílias, sua história, seus dons e seus pontos fortes em liderança. Faça a eles as perguntas que você está planejando fazer à congregação. Pergunte a eles pelo que você pode orar, e como você pode melhor servir a igreja. Peça a avaliação deles sobre a saúde da congregação. Tenha uma lista de livros pronta para sugerir que eles leiam. Planeje um retiro com eles para que você aprenda mais sobre eles e eles sobre você. Diga a eles o que você espera aprender sobre a congregação. Discuta a história com eles. Quais eventos deveriam ser celebrados? Compartilhe as suas conversas evangelísticas. Envie e-mails para eles diariamente.

Servir os seus líderes servirá de modelo para eles sobre como servir a igreja. As primeiras pessoas que você tem de discipular são os seus líderes. Eles irão discipulá-lo também.

Prioridade 3 – Planeje a sua pregação (Os meios de Deus para o crescimento – Romanos 10.17).

Explicar e aplicar fielmente as Escrituras terá mais impacto na sua igreja do que qualquer outra coisa que você puder fazer. Pregar é a sua prioridade número 1, mas está listada aqui como número 3 por conta da progressão da linha de pensamento. A informação que você reunir influenciará no seu plano de pregação.

Visto que o evangelho é fundamental para louvor, evangelismo, discipulado, resolução de conflitos, casamentos e todas as outras situações com que a sua igreja lida, considere uma série inicial de exposições do Evangelho de Marcos ou 1 João. Esteja preparado todas as vezes que você pregar e pregue sermões excelentes.

Prioridade 4 – Encontre-se com pessoas que não estão na sua igreja (Considerar outros – Filipenses 2.4).

Encontre-se com pastores da região. Eles podem dar a você as impressões que têm da sua igreja e informações a respeito da comunidade. Considere orar publicamente por esse pastor e sua igreja no domingo seguinte.

Encontre-se com funcionários públicos da cidade. Quais mudanças estão acontecendo na comunidade? Quais são as necessidades que eles veem nela? Existe algo pelo que você possa orar? Existe algo que a sua igreja possa fazer?

Visite os vizinhos. Apresente-se às pessoas à sua volta. É impressionante o quanto você pode aprender, e ainda poderá conquistar muita confiança da qual vai precisar.

Embora as informações que você reunir desses indivíduos venham a ser úteis, procurá-los também proporcionará oportunidades evangelísticas.

Prioridade 5 – Plante uma árvore frutífera (ou um jardim) (Fidelidade – 1 Coríntios 4.2).

Coisas que produzem frutos precisam de cultivo e tempo, e observar uma árvore crescer lembrará você disso. Você começou uma maratona; mantenha o ritmo.

Exemplos:

Um pastor apresentou um plano ambicioso em seus primeiros dois meses para fazer a igreja crescer através de uma estratégia de alcance agressiva: mudar-se para um local mais visível e livrar o calendário de ministérios desgastados e inúteis. Nada do que ele propôs estava errado, mas sem conquistar a confiança para liderar, ele foi embora após nove meses. Por trás dele, estava um rebanho fraturado, ferido e castigado.

Outro pastor disse que não queria fazer nenhuma mudança por um ano enquanto não aprendesse o quanto pudesse sobre as pessoas. Agora, catorze anos mais tarde, ele os havia guiado por muitas mudanças que foram conquistadas por sua fidelidade publicamente no púlpito e, privadamente no ministério pessoal.

James Boice uma vez disse que normalmente superestimamos o que podemos fazer em um ano, mas subestimamos o que pode ser feito em dez. Se você é um pastor novinho em folha, defina agora as prioridades que, pela graça de Deus, darão frutos daqui a dez anos.

Tradução: Alan Cristie

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
Autor
Bob Johnson
Robert “Bob” Johnson é pastor da Cornerstone Baptist Church em Roseville, Michigan

Existe alguém piedoso o bastante para ser um pastor?

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Quando avaliamos o chamado para o ministério pastoral, a primeira questão que um homem deve perguntar é: Eu sou piedoso?

 

Os requisitos morais para um pastor são claramente especificados em 1 Timóteo 1.1-7, que diz:

 

“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.”

 

Se você é como a maioria das pessoas, a lista de qualidades pode parecer longe de ser alcançada. À primeira vista, essa passagem, juntamente com a passagem de Tito 1, parece deixar rapazes medianos fora de questão! Quem possivelmente consegue viver de acordo com tais requisitos?

 

Aqui estão duas coisas a considerar ao pensar sobre essa passagem. Primeiro, a maioria das qualidades que são listadas nessas passagens são, na verdade, mandamentos a todos os crentes, de certa maneira. Todo o cristão é chamado a ser “temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro” e “não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento”, e que governe bem a própria casa “criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito”. Não é como se pastores e presbíteros não podem se embebedar, enquanto outros crentes são livres para encher a cara como universitários na balada[1] !

 

Aqui está o meu ponto: o homem chamado ao ministério não é um tipo de super cristão que vive sob um código de conduta superior. Ele simplesmente é um homem chamado, dotado de dons que o capacitam a liderar o povo de Deus e com a graça que o permite ser um exemplo.

 

A segunda coisa a respeito dessa passagem é que o homem chamado pode acabar se aproximando dessas passagens com um padrão inflexível que demanda conformidade e pune desobediência. Se você se sente dessa maneira a respeito dessas passagens, você precisa entender algo muito importante: O chamado de Deus sobre um homem transmite a graça necessária para a piedade exigida.

 

Deixa-me explicar isso um pouco mais. Em 1 Timóteo 3 e Tito 1, nós vemos extraordinárias evidências da atividade de Deus precedendo toda clara evidência de chamado. Contudo considere o modo como Paulo usa o termo “seja” em 1 Timóteo 3.2. O bispo deve ser irrepreensível, temperante,  sóbrio, modesto etc. O tempo presente permanece por toda a lista. Paulo não está apresentando uma lista de alvos a serem alcançados. Pelo contrário, ele está falando de qualidades que já estão presentes. Elas são pré-condições para um presbítero, não eventuais resultados a serem aguardados.

 

O que isso quer dizer, então? Que a graça de Deus está operando em certos homens a produzir certos tipos de vida. Identificar um homem chamado é primariamente observar graça já operante na vida de um homem. A graça radiando através da vida de um homem é um indicador de que ele é chamado.

 

Pode alguém atingir as qualificações do ministério pastoral? Sim, porque o chamado de Deus transmite graça. Se você é chamado, pode confiar que Deus já começou a trabalhar em você.

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 [1]Literalmente, como garotos de fraternidade. Pensei em colocar “membros de DCE” ou “moradores de república estudantil”, mas ficaria ofensivo aos crentes que participam de DCE ou moram em repúblicas, num generalismo bobo. Preferi uma adaptação, já que não existem fraternidades no Brasil.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 Autor    Dave Harvey

 

Dave Harvey é pastor na Convenant Fellowship Church, Pennsylvania (EUA), que faz parte da família de igrejas do ministério Sovereign Grace. Dave…

Todo cristão deve estar envolvido no “ministério da Palavra”

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Quando olhamos para o Novo Testamento e para o livro de Atos em particular, vemos que o evangelho se espalhou e a igreja cresceu através da proclamação e ensino da “Palavra de Deus” (Atos 6.7; 12.24; 19.20). Essa deve ser a base para todo e qualquer ministério em nossas congregações: devemos ser “baseados na Palavra”. Esse é o ponto de partida. Mas observe o que era o “ministério da Palavra” no Novo Testamento:

(1) algo feito por todos os crentes (Atos 8.4) e (2) era em grande parte (embora não exclusivamente) feito através de uma rede de relações informais e amizades (Atos 10.2, 24; 16.15, 31).

Em harmonia com isso, também observamos no livro de Atos que o “ministério da Palavra” na igreja primitiva tinha um propósito encorajador (crente com crente) e uma vertente evangelística (crente com incrédulos).

A questão é que todo cristão deve estar envolvido no “ministério da Palavra” em uma dessas formas. Alguns de nós são encorajadores e podem se aproximar de crentes jovens ou em dificuldades e conectar a Palavra de Deus, fazendo com que ela seja aplicada em suas vidas.

Alguns de nós somos melhores com os incrédulos e podemos conectar a Palavra de Deus, aplicando-a às suas vidas. Um dos sinais de um cristão saudável (na verdade, de uma igreja saudável) é que este “ministério da Palavra” está operando em uma série de diferentes níveis e em diferentes contextos em uma base regular. Aqui estão algumas maneiras em que este ministério poderia e deveria estar acontecendo:

1. Espontaneamente: Trata-se de quando nos envolvemos com alguém (ou mais de uma pessoa) completamente de modo voluntário e fora do “programa” normal da igreja. Por exemplo, encontramos alguém nas lojas e acabamos conversando. Isso, por sua vez, termina em um estudo bíblico não planejado. Em outras palavras, não é uma “reunião marcada” ou um “evento específico”, mas uma oportunidade dada por Deus que intuitivamente aproveitamos.

É claro que isso exige flexibilidade da nossa parte, bem como uma abertura ao Espírito Santo e às necessidades das pessoas ao nosso redor. Significa ser menos “focado na tarefa” em nossos dias e deixar espaço para o que eu chamo de “espontaneidade organizada”. Peça ao Senhor para intervir em seu dia e esteja preparado para ser espontâneo quando necessário. Algumas das minhas maiores oportunidades vêm por essa abordagem à vida e às pessoas.

2. Relações pré-existentes: Há algum crente que conhecemos que se beneficiaria de reunir-se conosco e estudar as Escrituras? Existe um crente maduro que você conhece do qual você poderia se aproximar para que ele o ajudasse em sua caminhada cristã e melhorasse a sua compreensão bíblica? Existe um incrédulo que você conhece que poderia ativamente conhecer melhor? Às vezes, só precisamos arriscar.

3. Propositadamente: Devemos aprender a tomar mais a iniciativa em nossos relacionamentos com as pessoas. Eu, 99% das vezes, tomarei a iniciativa com alguém para ir jogar bilhar, ou levá-lo para tirar documentos, ou fazer um estudo, pois eu sinto que tenho o dever de fazê-lo, mas também porque as pessoas sempre assumem que o outro está “muito ocupado” para eles.

Nós vivemos em uma época maravilhosa agora. Sim, há muitos céticos e aborrecedores lá fora, mas também há muitos que estão curiosos e abertos a descobrir mais. Há pessoas deprimidas e solitárias ao nosso redor, marginalizadas pela nossa cultura tecnológica com seus mundos virtuais e amizades online. Há uma grande quantidade de material disponível para os cristãos usarem, tanto internamente, dentro das nossas igrejas, quanto externamente, com o mundo incrédulo.

Recentemente, li um relatório que sugere que muitos cristãos não estão conseguindo alcançar as pessoas com o evangelho por uma das três razões:

(1) Nós não temos alegria em nossa vida (nenhum poder).

(2) Nós não temos humildade e respeito pelos incrédulos. Simplesmente não conseguimos nos preocupar com eles.

(3) Nós não temos coragem. Nós tememos o que as pessoas pensarão ou como reagirão a nós.

Descubra qual é o seu problema persistente e leve-o ao Senhor em arrependimento. Vamos nos envolver no ministério da sua Palavra.

 

Tradução: Camila Rebeca Teixeira

Revisão: André Aloísio Oliveira da Silvo

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Autor
Mez McConnell
É pastor sênior da Niddrie Community Church, Edimburgo, Escócia. É fundador do 20schemes.