Arquivo da categoria: Teologia e Respostas

COMO AS IGREJAS TREINAM CRIANÇAS A SE TORNAREM ATEÍSTAS

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Eu sou um filho de pastor que abandonou a fé, declarou-se ateu, voltou à fé depois de descobrir um câncer, quase perdeu a fé novamente e foi salvo pela teologia evangélica e pela apologética. Portanto, minha paixão é ajudar os outros a evitarem a destruição do pecado e o desespero pelos quais eu passei enquanto vagava pelo deserto do ateísmo.

Há alguns anos eu fiquei intrigado ao ler o livro You Lost Me: Why Young Christians Are Leaving Church…and Rethinking Faith (“Você Me Perdeu: Por que Jovens Cristãos Estão Deixando A Igreja… E “Repensando Sua Fé”, em inglês), de David Kinnaman. Ele argumenta que existem pelo menos seis motivos pelos quais os homens e as mulheres entre 18 e 30 anos abandonam a fé. Ele publicou um resumo desses seis motivos no site do Grupo Barna (link em inglês), que são:
Motivo #1 – As igrejas parecem ser superprotetoras.

Motivo #2 – A experiência dos adolescentes e dos jovens de 20 e poucos anos com o Cristianismo é superficial.

Motivo #3 – As igrejas são vistas como inimigas da ciência.

Motivo #4 – As experiências dos jovens cristãos relacionadas à sexualidade na igreja são muitas vezes simplificadas ou críticas demais.

Motivo #5 – Eles lutam com a exclusividade do Cristianismo.

Motivo #6 – A igreja parece ser hostil para com os que possuem dúvidas.

Pode-se argumentar que estas descobertas se tratam mais de uma percepção do que de uma realidade na maioria das igrejas. Por exemplo, eu ficaria surpreso (de uma maneira desagradável) em saber que a maioria das igrejas evangélicas ainda gasta muito tempo condenando a cultura popular como se fosse o Conselho Municipal de Footloose.

Além disso, eu quase não escuto mais sermões sobre sexualidade e, enquanto eu crescia, a maioria dos sermões condenava todo o tipo de sexo fora do casamento, mas sempre de uma maneira graciosa. Entretanto, eu penso que os motivos 2, 3, 5 e 6 provavelmente são válidos. Também, por experiência própria, eu acrescentaria que alguns jovens simplesmente sentem que a fé não funciona (link em inglês).

De fato, muitas igrejas apresentam uma fé superficial, que trocam a doutrina e a apologética por sermões de “o que fazer quando…”, que são como palestras de autoajuda polvilhadas com alguns trechos da Bíblia. A recusa em aprender teologia e em como defender a fé, como também o investimento no tempo para pensar em como apresentar tudo isso de uma maneira clara e cativante, é a essência de todas as quatro objeções válidas feitas por jovens à igreja evangélica. Os pastores devem simplesmente levar a sério essa responsabilidade, usando seu tempo e seus esforços. Não há outra resposta.

Sermões menos superficiais, entretanto, não são A resposta, embora ajudem. Todos os membros da igreja, de todas as idades, devem ser discipulados, e isso inclui um treinamento para que se tornem teólogos e apologetas leigos.

O detetive J. Warner Wallace argumentou que devemos treinar os estudantes cristãos ao invés de ensiná-los (metodologia T.R.A.I.N., link em inglês), mas eu penso que precisamos treinar todos os nossos irmãos cristãos (e ele iria concordar comigo). Treinar é mais difícil do que ensinar.

Precisamos nos lembrar de que, em média, as pessoas precisam ouvir uma informação sete vezes ou mais para conseguirem guardá-la hoje em dia. Além disso, a maioria das pessoas não entende uma coisa realmente até ela que seja posta em prática. Por isso, os pastores devem ser treinados para treinarem congregações para realmente serem teólogos e apologetas leigos.

Os pastores devem, então, desafiar a congregação a usar suas habilidades para alcançar os perdidos e ajudar uns aos outros. E todos os que forem treinados devem ajudar a tomar conta dos mais jovens, para que tenham certeza que de conhecem sua fé tão bem que não irão sucumbir aos pobres argumentos do ateísmo. Isso significa que os pastores devem implementar programas rigorosos para as pessoas que lhes foram confiadas por Deus.

Eu recomendaria alguns recursos que eu acredito que todos os pastores e líderes de igreja deveriam ler depois, mas por enquanto é suficiente dizer que se você quer que sua congregação produza discípulos ao invés de alvos fáceis para os ateus, treine seu povo, principalmente os que estão no seu grupo de jovens!

Note, por favor, que os dias de nos focarmos apenas em alicerces, prédios e orçamentos terminaram. Não vivemos mais em Jerusalém, mas somos um povo exilado na Babilônia. Se continuarmos tentando entreter ao invés de treinar, abrandar ao invés de aprofundar, evadir ao invés de engajar, estaremos correndo atrás do vento.

 

Por Matt Rawlimgs

Traduzido por Filipe Espósito e revisado por Jonathan Silveira.

Texto extraído de: http://tuporem.org.br/como-as-igrejas-treinam-criancas-a-serem-ateistas/

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Recursos para Pais, Pastores e Líderes Cristãos sobre Sexualidade

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Nesse artigo, pretendo trazer uma série de dicas e recursos digitais que podem lhe ajudar a estar melhor preparado para conversar, falar e ensinar assuntos que se relacionem ao grande tema sexualidade, pois vários assuntos se ligam e surgem a partir desse tema.
Várias conversas, dúvidas e problemas podem surgir quando uma pessoa não vive a sua sexualidade de maneira bíblica e saudavel. Pais, Parentes, Amigos, Pastores e Líderes de jovens sofrem ao verem seus adolescentes e jovens vivendo cada vez mais uma sexualidade moldada pelo o mundo e não pelos valores bíblicos e eternos estabelecidos por Deus.
Para ajudá-los a estarem preparados para esclarecer dúvidas e questionamentos, conversar sobre sexo com seus filhos e liderados, ou mesmo ensinar o que a Bíblia diz sobre a temática Sexualidade. Resolvi reunir diversos materiais que podem ajudar nessa empreitada, dentre eles: dicas de livros, pregações, podcasts, etc.

LIVROS
-A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
-Intimidade Sexual no Casamento. De William e Sandra Glahn, Editora Cultura Cristã;
-Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual.        De Tim Challies, Editora Vida Nova;
-O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
-Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
-Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura        Cristã;
-Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo  iProdigo;
– Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
-Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
-Tecnologia de reprodução (Vários autores) da Editora Cultura Cristã;
-Comece hoje a esquentar a relação (Joyce Penner – Clifford Penner) da Editora Thomas  Nelson;
-Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
-Gravidez Precoce (Geraldo Mota de Carvalho – Miriam Aparecida Barbosa Merighi) da    Editora Paulus;
-Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
-Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
-Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
-Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
-Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;

E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/                    Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/               Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/            Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/                       Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/       Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/     Sexo na TV
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lal6-planejamento-familiar-reproducao-assistida-e-fertilizacao/                Entrada VIP Reprodução Assistida e Fertilização
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-a-lado-005-planejamento-familiar-contracepcao/                Métodos de Contracepção
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/         Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/                             Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/              Homossexualidade
http://www.irmaos.com/281-o-fenomeno-eu-escolhi-esperar/                                                    O fênomeno EU ESCOLHI ESPERAR
http://www.irmaos.com/280-infidelidade/

 

-PREGAÇÕES









-FILMES CRISTÃOS
Á Prova de Fogo
Para Salvar uma Vida
Á Moda Antiga
Ponto de Decisão
Três Histórias, Um Destino
Priceless
Encontro de Casais
Direito a Vida
Antes que Seja Tarde
Prisioneiras Nunca Mais
A Filha do Pastor
Tráfico de Inocentes
Decisão de Uma Vida
Amor Incondicional a História de Oséias
Onde está Deus?
Questão de Escolha

* Esses filmes não possuem nenhum conteúdo de natureza pornográfica. Antes, oferecem uma abordagem baseada em uma cosmovisão cristã para falar ou tratar sobre diferentes assuntos relacionados a sexualida, como por exemplo: Gravidez na adolescência, aborto, tráfico de seres humanos, prostituição, sexo antes e fora do casamento, adultério, casamento, noivado e namoro, etc.

– SITES E BLOGS
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.irmaos.com/fogo-pre-nupcial/

-YOUTUBE
https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/CanalTheLoveSchool
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/user/naomordamaca
https://www.youtube.com/user/euescolhiesperar
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã
http://bibotalk.com/videos/btpapo-live-03-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo (Vídeo)
https://www.youtube.com/watch?v=Ltf6ycQP1Kw resenha de livro
https://www.youtube.com/watch?v=i9KTpLTKilc resenha de livro

 

Esse artigo se destina a oferecer conhecimento e recursos para que você pai, pastor ou líder cristão possa estar bem preparado para ensinar, conversar e orientar seus filhos, adolescentes, jovens e demais liderados no caminho bíblico, saudável e agradavel perante Deus.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

 

Recursos Contra a Ideologia de Gênero

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Nesse artigo, quero trazer vários recursos, como podcasts, filmes, livros, pregações e palestras, etc. Pelas quais os pais, pastores e líderes cristãos, professores e demais interessados possam estar melhor preparados para responder e lidar com a ideologia de gênero.

A ideologia de gênero, também conhecida como teoria queer ou teoria de gênero, ela tem tomado espaço em praticamente tudo o que nos cerca, seja através do apoio financeiro ou mesmo do ativismo explicito ou implícito, como em desenhos animados para crianças, campanhas publicitárias (Natura, C & A) , músicas, videoclipes, séries (Supergirl, Legendo f Tomorrrow), filmes, novelas (A Força do Querer), roupas e produtos unissex ou mistos, etc.

Cabe principalmente aos pais o dever de educar, ensinar e preparar os seus filhos para enfrentar esse mal do nosso tempo e, que a semelhança de Golias tem se levantado para afrontar ao Senhor e ao seu povo, bem como a toda as famílias de bem.

Como resposta trago essa lista de recursos contra a ideologia de gênero, para que você saiba o que realmente é essa ideologia, quais são as suas implicações a curto, médio e longo prazo em nosso país e mundo, quais setores e meios tem sido dominados por ela e seus ativistas e com enfrenta-la.

Segue-se abaixo a nossa lista de recursos contra a teoria Queer ou mais conhecida como Ideologia de Gênero:

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/ Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/ Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/ Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/ Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/ Sexo na TV
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/ Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/ Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/ Homossexualidade
http://bibotalk.com/podcast/contraponto-019-desvendando-animacoes/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-29-cracolandia-pais-convocados-no-ms-caio-fabio-preso/
http://bibotalk.com/podcast/btcast-107-teologia-genero-e-politica/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-33-igreja-na-franca-genero-nas-escolas-e-bancada-evangelica/

– LIVROS
Famílias em Perigo. De Marisa Lobo
A Ideologia de Gênero na Educação. De Marisa Lobo
Orientações sobre Sexualidade Infantil. De Guilherme Schelb
Cansei de ser Gay. Editora Central Gospel
Nascido Gay? , Autor Dr.Jonh H. S. Tay. Editora Central Gospel
FAMÍLIA – Lugar de Refúgio ou Campo de Batalha? Editora Central Gospel
A Estratégia (THE AGENDA) – O PLANO DOS HOMOSSEXUAIS PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE. De Rev. Louis P. Sheldon, Editora Central Gospel;
Educação Cristã – Uma Jornada para Toda a Vida. Editora Central Gospel;
A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual. De Tim Challies, Editora Vida Nova;
O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura Cristã;
Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo iProdigo;
Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;
E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

– PREGAÇÕES





 

– SITES E BLOGS
https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/uieqgb3e61nagba20sna/CartilhaIdeologiaGenero.pdf
http://biopolitica.com.br/index.php/videos/49-a-historia-de-david-reimer
https://padrepauloricardo.org/blog/pais-sao-presos-por-nao-aceitarem-ideologia-de-genero
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.semprefamilia.com.br/?s=ideologia+de+genero

-YOUTUBE







https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã

Esses são alguns recursos que temos a disposição para entender o que é a ideologia de gênero, bem como as suas implicações para nossas famílias e sociedade. Mas também como podemos estar preparados para lidar com essa ideologia, seja aonde ela se manifestar (escola, trabalho, faculdade, etc).

As principais pessoas que tem se levantado contra a ideologia de gênero aqui no Brasil são: Pr. Silas Malafaia, Procurador Guilherme Schelb e a Psicóloga Cristã Marisa Lobo. Nesse artigo, trago alguns materiais produzidos por eles.

Estejamos Vigilantes!

“O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro”
Efésios 4:14

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Qual é o propósito de apresentar bebês na igreja?

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Minha esposa e eu escolhemos um vestido alegre e especial para nossa bebê de três meses de idade. Estávamos esperando por esse dia com grande alegria e, finalmente, veio: o dia da sua apresentação na igreja. Ela era tão fofa e é uma linda lembrança.
Esta questão é muito relevante para mim e muito perto do meu coração. Talvez tenha participado de uma dessas dedicações, seja na assembleia ou como pai com seu filho.
Tudo o que fazemos e desejamos deve estar sujeito à autoridade da Bíblia. Então, quero abordar dois pontos sobre esta questão: qual o suporte bíblico que encontramos para a apresentação de nossos filhos? E como podemos praticar a apresentação de crianças na igreja? Através dessas perguntas, quero mostrar que apresentar os bebês na igreja é um ato de humilde obediência e dependência de Deus tanto dos pais como da congregação.

Portanto, o propósito de apresentar bebês na igreja é reconhecer quem Deus é como Criador e Senhor da vida, e quem somos como receptores do presente que os bebês são.
Antes de ver alguns versos na Bíblia, tenho que deixar claro que não temos nenhum mandato bíblico que nos peça para apresentar nossos filhos na igreja. Então, os versos que vou mencionar não são mandatos para as apresentações, mas eles são um apoio bíblico para fazer essas apresentações um momento em que Deus é glorificado, Cristo exaltado e onde tanto os pais quanto a congregação se comprometem com o poder do Espírito Santo para Orar, ensinar e guiar esses bebês no conhecimento de Deus.

No Antigo Testamento
Gênesis 1-2 nos conta a história da criação de nosso Deus trino e o comando para se multiplicar (Gênesis 1: 21-22, 26-28). Então podemos começar dizendo que reproduzir-nos tendo bebês – sempre que possível – é um ato de obediência ao que Deus ordenou desde o início até Adão e Eva. Isso nos ajuda e nos encoraja a ver essas apresentações como fruto do trabalho de Deus em benção aos casais com a graça de ter filhos.
Mais tarde, vemos que Deus chama o povo de Israel a amá-lo com todo o seu ser como o único Deus, porque o Senhor é um. E manter as palavras de Sua lei em seus corações e dar frutos. Este fruto deve olhar especificamente sobre como os pais amam a Deus e ensinam seus filhos: “E você deve ensiná-los diligentemente aos seus filhos, e você deve falar deles quando você se sentar em sua casa, e quando você anda pelo caminho, quando você se deita e quando surgir “(Deut 6: 7).
Em outras palavras, em todos os momentos, devemos ensinar aos nossos filhos quem Deus é, quão precioso ele é, quão poderoso e soberano ele é, como ele providenciou a salvação na pessoa de Cristo por seu sacrifício na cruz e como ele nos encheu de sua  presença através do Espírito Santo. Na sabedoria de Deus, somos chamados a levar nossos filhos a ver sua necessidade de se arrependerem do pecado e colocar sua fé no Salvador.

Na apresentação de nossos filhos, estamos apontando para cada uma dessas coisas desde uma idade muito precoce. Estamos lhes dizendo que não podemos estar sozinhos, não somos seus salvadores, não somos perfeitos, não somos fortes em nós mesmos e precisamos de Deus. Ao apresentar nossos filhos, o foco está em nosso compromisso como pais para com Deus e no compromisso como corpo de Cristo para apoiar os pais em seu chamado para modelar e ensinar a Deus aos nossos filhos.

Na apresentação de bebês, damos testemunho de que Deus é quem formou e criou cada parte do corpo de nossos filhos e todos os dias de suas vidas estão em suas mãos soberanas (Salmos 139: 15-17). Ver também 1 Samuel 1.

 

No Novo Testamento

Um dos versículos mais utilizados na apresentação de bebês na igreja é Marcos 10: 13-16. Aqui vemos Jesus corrigindo a idéia desse contexto de que as crianças não eram úteis para a sociedade porque não tinham nada para oferecer. Jesus – sendo seu Criador (Col. 1: 15-17) – mostra que eles foram criados à Sua imagem e os usa como um exemplo de como devemos nos aproximar dele.

Quando apresentamos nossos bebês, estamos dizendo: “Você precisa uma atitude de arrependimento e fé em Jesus para a salvação que somente ele pode dar a você e a quem você deve responder “. Mas como eles entenderão se eles são apenas bebês? Não importa a idade, nosso chamado é criar nossos filhos na disciplina e instrução do Senhor (Efésios 6: 4) e fazemos isso ajudando-os a ver essa necessidade do Bom e Amoroso Salvador Jesus. Se a sua idade não o permite naquele momento, certamente será algo para lembrar a partir de agora! E também nos lembraremos disso.

Da mesma forma, dizemos à congregação que chegar a Deus não é através do que trazemos ou podemos fazer, mas confiando no que Cristo fez na cruz e faz como nosso intercessor ao Pai para Seus filhos. A congregação desempenha um papel importante na apresentação, porque os membros afirmam que ambos os pais e eles se comprometem a orar, ensinar e orientar as crianças ao conhecimento de Deus. A congregação ora pelos pais e os envia na tarefa de discípuladores de seus filhos, lembrando-os de que, embora seja sua responsabilidade, a igreja está lá para encorajar, sustentar e unir forças, dependendo da graça de Deus em Cristo e através do Espírito Santo.
Reconhecendo nossa tarefa e nosso Deus.

O propósito de apresentar bebês na igreja é reconhecer quem Deus é como Criador e Senhor e quem somos como vasos do presente que são bebês. Nossa tarefa como pais é apontar nossos filhos desde uma idade precoce ao Salvador e ao Senhor Jesus e orar por eles dia a dia para que Deus lhes dê Sua graça para que possam ver a beleza de Cristo através do Espírito Santo. A congregação apoia os pais para que juntos possamos assumir a responsabilidade de ensinar nossos filhos sobre o nosso Deus e participar de ver Deus trabalhando Seu trabalho de salvação em nossos filhos. Muitos pais têm ansiedade e medo de como levar seus filhos ao Senhor e, como congregação, podemos ajudar juntos a nos humilharmos sob a poderosa mão de Deus, lançando toda a ansiedade sobre Ele e por quê? Porque Ele cuida de nós, (1 Pedro 5: 6-7).

 

# CoaliciónResponde é uma série onde pastores e líderes da igreja respondem às preocupações que chegam à Coalizão pelo Evangelho através de vários meios e que fazem parte das preocupações que caracterizam a igreja em nossa região.

Autor
Michel Galeano é colombiano, casado com Gaby e com o pai de Priscilla. Ele obteve o diploma de bacharel em ministério cristão e pastoral do Seminário Teológico Batista de Nova Orleans e um mestrado em divindade no Seminário de Belém, em Minneapolis. No momento, Michel está plantando uma igreja no sul do estado da Flórida. Você pode segui-lo no Twitter.

Link para o artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/cual-es-el-proposito-de-presentar-bebes-en-la-iglesia-coalicionresponde

A mulher maravilha: uma heroína peculiar e inesperada

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Suponha que existisse uma sociedade de guerreiras poderosas criadas com o propósito de proteger e salvar o mundo, comprometidas com os ideais de dever, serviço e justiça. Como seria? Mais especificamente, o que uma jovem poderia criar desde o nascimento em tal sociedade?
Ela se parece com Diana (Gal Gadot), uma valente princesa amazônica na nova Mulher Maravilha da DC. Testemunhando um acidente de avião ao largo da costa da ilha, onde vive, Diana resgata o piloto, Steve Trevor (Chris Pine), e aprende com ele que uma guerra está furiosa no mundo exterior. Ela está devastada quando essa guerra o segue até a ilha, o que resulta em alemãess matando sua amada tia e formadora, Antiope (Robin Wright).
Educada com histórias sobre Ares, o Deus maligno da guerra, Diana tem certeza de que este é o trabalho dele, então ela decide que sua missão é destruí-lo e acabar com a guerra. Apesar da oposição de sua mãe, Diana acompanha Steve para Londres e depois para a linha de frente na Primeira Guerra Mundial, onde sua inocência e seu forte senso de justiça a colocam em perigo, mesmo quando ela orienta e inspira todos a está por perto.
Saga de super-heróis
A maravilhosa mulher maravilha quebrou a marca de US $ 100 milhões no primeiro fim de semana, e com razão. A diretora Patty Jenkins criou uma história épica de super-heróis que estabelece um novo padrão no gênero e deixa filmes anteriores como Batman vs. Superman no pó … o que, enfrentamos isso, não era difícil de fazer. As façanhas da superpotência de Diana e múltiplas cenas de batalha são emocionantes e elaboradas, e a paleta de cores do filme é particularmente eficaz.

Mas o verdadeiro poder deste filme reside nos personagens e ideais que eles perseguem, independentemente do custo.
Nas mãos inteligentes de Jenkins e roteirista Allan Heinberg, Wonder Woman é conduzida por uma profunda compaixão, uma sensação quase inabalável de certo e errado e uma firme determinação de cumprir seu dever. Inicialmente ela vê tudo em preto e branco: a guerra matou milhões e pode matar ainda mais; Assume-se que as amazonas protegem as pessoas; então ela deve parar a guerra.

Então ela e Steve juntaram uma equipe desigual para ajudar a destruir uma fábrica de gás venenoso, e as visões simplistas de Diana parecem ajudar a manter todos em trilha. O menor aviso ou sugestão de que nada pode ser feito para ajudar as vítimas inocentes a enfurece e, em um caso, leva-a diretamente à “terra de ninguém”, para enfrentar o fogo alemão em sua fantasia icônica.
Heroína inesperada

É importante observar como os bons do filme não só aceitam Diana rapidamente, mas também confiam e dependem de Diana. Esse retrato do relacionamento de Diana com os personagens em torno dela oferece uma resposta firme e direta a cineastas, críticos e “líderes de pensamento” que professam estar terrivelmente confusos sobre o que as mulheres realmente querem em uma heroína.

Como o escritora e ensaísta cristã, Dorothy L. Sayers, escreveu uma vez em um ensaio intitulado Are Women Human: “O que pedimos é ser indivíduos humanos, peculiares e inesperados”.
Deixe de lado a questão do que vemos e esperamos das mulheres na vida real. Se postularmos um mundo de superpotências e heróis de fantasia, não é razoável querer ver o que uma mulher faria nesse papel, e como ela poderia usar seus próprios presentes “peculiares” e “inesperados” como mais do que um interesse amoroso ou um personagem de apoio .
O que as mulheres não pedem – pelo menos, aquelas de nós que valorizamos e respeitamos ambos os sexos conforme projetado e feito por Deus – é que os homens sejam denegridos para permitir que isso aconteça. Aqui novamente, o filme faz um trabalho admirável. Wonder Woman não significa que as mulheres são incorruptíveis; Um dos piores vilões, um cientista louco conhecido como Dr. Veneno, é uma mulher (Elena Anaya). Nem dizer que todos os homens são corruptos. Diana tem algumas coisas para aprender, e é uma das grandes forças do filme: que os homens à sua volta tenham a oportunidade de ajudá-la a aprender essas coisas.

Steve, em particular, tem um relacionamento igual com ela. Ele é arrogante e despreocupado, mas tem paixão por salvar vidas e vê em Diana a mesma paixão. Ele tenta protegê-la até que (rapidamente) descubra que ela não precisa de proteção. Então ele não perde tempo se preocupando com seus poderes superiores, mas simplesmente o recebe, como se ele fosse um presente para sua causa. Os dois confrontam a estratégia e ocasionalmente sobre diferenças profundas subjacentes a suas convicções, mas seu respeito mútuo e objetivo comum permanece forte. Até mesmo o seu crescente romance não interfere no caminho de uma relação de trabalho sólida. (Em uma cena, uma relação é sugerida dentro de uma sala, mas nada é mostrado exceto um beijo, enquanto ambos os personagens estão totalmente vestidos).
Uma batalha dos sexos?
Há muito discurso moderno sobre os papéis dos homens e das mulheres, mesmo nos círculos cristãos, onde a batalha dos sexos é mostrada apenas: uma batalha na qual um sexo deve perder. Tanto o empoderamento das mulheres denigrem os homens quanto o empoderamento dos homens denigrem as mulheres.

Como cristãos, reconhecemos que isso é um falso dilema. Recentemente, em Mulher Maravilha, este falso dilema também é reconhecido. O filme de Jenkins aprecia e eleva homens e mulheres.

Diana deseja redimir até as pessoas mais malignas, como quando ela oferece ajuda a um oficial alemão para se livrar do controle de Ares, algo que nem sequer ocorre com seus companheiros. Mas quando Diana finalmente se cansa da corrupção dos seres humanos e está prestes a abandoná-los, Steve a leva a uma compreensão mais profunda do valor da humanidade, apesar da nossa corrupção.
As sequências de ação são fantásticas, mas, em última análise, elas são secundárias para mim. O que é memorável sobre esta versão da Wonder Woman é que as mulheres e os homens têm algo a oferecer para o bem maior e que ajudar uns aos outros apenas os torna mais fortes.
Originalmente publicado na The Gospel Coalition.

Autora

Gina Dalfonzo é autora de One by One: Welcoming Singles in Your Church (Baker, 2017) e editora do BreakPoint.org e Dickensblog.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/la-mujer-maravilla-una-heroina-peculiar-e-inesperada

Levando seu trabalho para o exterior em prol do evangelho

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Texto de Andy Johnson

Você já pensou em realizar negócios em prol de missões? Você deveria. Permita-me dar-lhe duas ilustrações do que é isso.

Recentemente eu estava sentado em um restaurante asiático em Londres, conversando com um ex-membro da igreja cujo pastor eu ajudei em Washington. Ele e sua jovem família tinham se mudado um ano antes para Londres, especificamente para ajudar uma igreja em dificuldades nas proximidades. Ele faria isso como um membro fiel da igreja com um trabalho comum. Recentemente, ele se tornou um presbítero na congregação, e seu pastor (também um amigo meu) confidenciou-me depois que a presença dessa família fiel ajudou a mantê-lo trabalhando no solo rochoso da Londres pós-cristã.

 

Essa é uma ilustração. Aqui está outra. Exatamente um mês antes, eu estava sentado em um restaurante de espetinhos menos elegante em uma região problemática da Ásia Central. Estava visitando outra jovem família da nossa igreja em Washington. Eles também haviam se mudado recentemente com seus empregos para uma cidade a poucos quilômetros das linhas de frente do Estado Islâmico (ISIS). Eles estavam se unindo a um casal missionário de tempo integral enviado um ano antes. Eles não se viam como missionários plantadores de igrejas em tempo integral. Simplesmente amavam fazer o seu trabalho educativo sem fins lucrativos com os refugiados. Mas, rapidamente, eles estavam se tornando úteis para a sua pequena igreja internacional. Certamente, havia lutas espirituais no entorno deles, mas essa família parecia animada com o seu futuro.

 

Tem sido uma alegria ver esses tipos de situações se refletindo com frequência por duas décadas. Pessoas comuns descobrem como usar as suas habilidades e vocações para apoiar a obra do evangelho em lugares difíceis, não como plantadores de igrejas ou “missionários”, mas como cristãos comuns e fiéis.

 

As pessoas chamam esse tipo de atividade por muitos nomes diferentes: Negócios como Missões, Fazedores de tendas[1] e Profissionais de Mercado Móvel. Alguns termos são melhores do que outros. Alguns carregam um pouco de bagagem teológica desnecessária. Mas todos os termos são variações da mesma ideia: cristãos que se inserem em uma cultura por meio do mercado podem usufruir de acesso, bem como de vantagens financeiras e relacionais, que as pessoas no ministério vocacional não podem. Além disso, eles serão capazes de ajudar as pessoas no ministério de tempo integral em lugares difíceis.

 

Se você nunca pensou em levar o seu trabalho para o exterior em prol do evangelho, pense nisso. Aqui estão algumas coisas que tenho observado nos últimos 20 anos de encorajamento desse tipo de atividade.

 

  1. Reconheça a sua necessidade para a comunidade.

 

Quando as pessoas começam a pensar em se mudar para o exterior com seus empregos para os propósitos do evangelho, alguns imaginam um trabalho pioneiro em lugares não-alcançados. Em vez disso, a maioria deve pensar em se unir a igrejas já estabelecidas no exterior, e não em fazer experimentos novos entre os não-alcançados. Todos precisam da comunidade, de prestação de contas e de ajuda no ministério. Estruturas de apoio da comunidade há 16.000 quilômetros de distância não são exatamente ideais. Em vez disso, você deve ir a um lugar onde haja uma boa igreja local em uma língua que você entende, ou pelo menos uma equipe missionária local muito forte que possa preencher essa lacuna. É uma raridade que alguém consiga trabalhar mais de 40 horas por semana, em uma nova cultura, e sustentar a si mesmo e sua família sem uma igreja.

 

  1. Reconheça que uma igreja local é uma plataforma para o ministério em todos os lugares.

 

Você não somente deveria considerar mudar para um lugar com uma igreja local saudável em uma língua que você entende, mas ainda melhor, você deveria apoiar essa igreja como o foco principal do seu ministério. Os profissionais cristãos mais nitidamente frutíferos que tenho observado fazem exatamente isso.

 

Muitas vezes, é difícil ver como tanto ministério frutífero vem pela comunhão, cooperação e testemunho de uma congregação local de crentes. Mas esses frutos podem se tornar evidentes em uma nova cultura. O ensino, as interações e o testemunho público coletivo de uma congregação local é uma representação do evangelho ainda mais poderosa do que a nossa conduta privada no trabalho. É verdade que pode haver lugares onde ainda não exista uma igreja com a qual vincular-se, e pode haver lugares onde os profissionais cristãos precisarão se reunir com algumas famílias missionárias. Porém, a maioria das pessoas florescem espiritualmente quando há uma igreja local que funciona como o centro de suas vidas e ministério. E há pequenas igrejas assim em todo o mundo.

 

  1. Tenha expectativas otimistas e realistas.

 

A maioria dos cristãos não deseja ou se sente capacitada para ser um membro da equipe de tempo integral de uma igreja local. E a maioria deles está muito feliz no estilo de vida e relacionamentos que Deus lhes deu. Eu, pessoalmente, passei quase 20 anos da minha vida como um empresário ou um empregado e encontrei uma grande alegria como um cristão naquela época. E, no entanto, essas pessoas geralmente terão muito menos tempo livre para oferecer ao ministério do que uma pessoa em tempo integral na equipe da igreja.

 

O mesmo é verdade quanto às pessoas que se mudam para o exterior com um trabalho paralelo à obra do evangelho. Eles não terão a mesma quantidade de tempo para estudar a língua ou para apoiar muitos aspectos do ministério, como um missionário de tempo integral terá. A boa notícia é que o que eles fazem pode ser mais estratégico se estiverem em um lugar onde os cristãos bíblicos são poucos e infrequentes.

 

  1. Entenda por que isso não é o mesmo que ser enviado como missionário.

 

Em 3 João, o apóstolo João descreve o tipo de pessoa a quem os cristãos têm se referido historicamente como missionário. Trata-se de alguém que foi enviado por uma igreja para fazer o nome de Cristo conhecido, e ele ou ela confia na igreja (não nos pagãos) para o seu apoio. E João ordena aos cristãos (ele usa a insistente palavra “devemos”) para apoiar essas pessoas e se associar a elas na verdade do evangelho.

 

Em outras palavras, mudar-se para o exterior com um trabalho para estar ao lado de uma igreja ou de uma equipe missionária não é a mesma coisa que ser um missionário, mas é absolutamente valioso. Percebo que algumas pessoas ficarão ofendidas por essa distinção. Mas eu acho que a maioria de nós entende isso. Nem todos são mestres ou presbíteros na igreja, mas cada um ainda tem um papel valioso a desempenhar (1 Coríntios 12.12-31). “Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve”. Você não precisa ter um título ou um cargo específico para ser uma bênção para a obra de Cristo.

 

  1. Entenda por que negócios em prol de missões é algo tão bom.

 

A maioria de nós precisa se sustentar com um trabalho. A maioria de nós nunca desfrutará dos benefícios (e fardos) de trabalhar em tempo integral na obra do evangelho. Tanto 1 como 2 Tessalonicenses retratam muito claramente a normalidade e bondade da vida cristã comum e que se autossustenta. Porém, muitos de nós podem escolher onde vivem. E aqui, a liberdade cristã nos dá uma grande variedade de escolhas. Alguns podem escolher deixar uma igreja que amam para ajudar na plantação de uma igreja no outro lado da sua cidade. Alguns se enraizarão profundamente e permanecerão na mesma igreja, mesmo à custa de novos e estimulantes empregos ou oportunidades. E alguns podem optar por desarraigar sua vida e mudar-se para um país diferente para incentivar a obra do evangelho onde os trabalhadores são poucos. Todas são ótimas opções. Todas são partes dos modos normais pelos quais Deus pretende que suas igrejas cresçam em maturidade e seu evangelho seja propagado. Então, pense sobre o que seria possível para você e onde sua vida poderia ser gasta de modo mais frutífero.

 

  1. Obtenha ajuda para avaliar a si mesmo e analisar opções.

 

Os cristãos devem pensar muito cuidadosamente antes de mudarem de emprego e se afastarem de uma igreja onde estão prosperando atualmente. A saúde espiritual não é algo a ser tratado tão levemente. Mas isso é especialmente verdadeiro para os cristãos que pensam em se mudar especificamente para se unirem a um testemunho local em outra cultura. Nem todo mundo deve fazer isso. Precisamos estar abertos para ouvirmos amigos de confiança nos dizerem para ficarmos. Os bons candidatos para se mudar para o exterior são os cristãos que serão ajudadores do ministério, não os cristãos cujas necessidades ou desafios exigem muito cuidado pastoral. É necessária muita humildade para ouvir esse tipo de opinião. Alguns de nós podem ser mais estratégicos ao permanecerem e continuarem a crescer, por enquanto.

 

Para aqueles que consideram mudança focada no evangelho, a humildade pode significar obter ajuda pensando em poucos lugares em vez de ver o mundo inteiro como sua ostra. Comece por considerar os locais no exterior onde sua igreja já está envolvida. Existe uma igreja internacional ou uma equipe missionária firme em uma cidade onde você pode considerar se mudar? Como você poderia unir-se e encorajar os líderes como um membro daquela congregação? Essa pode não ser a sua primeira escolha, mas eventualmente você perceberá que trabalhar com as pessoas certas é quase sempre mais importante do que encontrar o lugar perfeito.

 

Considere também qualquer organização missionária com a qual sua igreja coopere e se eles têm algum recurso. Minha própria igreja trabalha com o Conselho Internacional de Missões da Convenção Batista do Sul. Essa organização missionária tem uma Iniciativa Global de Cidades destinada a ajudar as igrejas a considerarem como ajudar os membros a usarem seus empregos para ajudar missionários de tempo integral em algumas cidades específicas. Seus próprios missionários ou organizações podem ser capazes de fornecer suporte semelhante.

 

  1. Negócios em prol de missões não é uma “chave de ouro”; mas o que é?

 

Muitos que começam o processo de mudança de lugar logo descobrem que encontrar um emprego e atravessar o mundo dá muito trabalho! E uma vez lá, as pessoas ficam, por vezes, decepcionadas por descobrir quão semelhante é a sua vida em relação ao que era em seu país de origem. Você cuida das crianças, vai para o trabalho, conhece os vizinhos, fala sobre o evangelho quando pode, ajuda o ministério de uma igreja local, continua semeando e espera com esperança. Mas, agora, as barreiras da linguagem e da cultura podem tornar tudo mais lento do que em casa.

 

Negócios em prol de missões não são uma “chave de ouro” para as missões, como se essa estratégia revolucionasse as missões e tornasse tudo mais fácil.

 

Mas apenas porque algo não garante um caminho para o fruto evangélico rápido e fácil, isso não o torna ruim. Em vez disso, apenas o torna real, normal e algo que, segundo a Bíblia, devemos esperar.

 

Enquanto manifestamos a Palavra e valorizamos o evangelho, enquanto vivemos vidas de santidade e amor, enquanto proclamamos o evangelho ao mundo e discipulamos pessoas na igreja, enquanto treinamos pastores e enviamos missionários e plantamos novas igrejas e incentivamos vidas fiéis entre todos, Deus promete que nossos esforços comuns resultarão em um fim extraordinário. Na mão de Deus, a fidelidade pequena e comum alcança a eternidade.

 

Então, talvez você ou alguém em sua igreja seja capaz de viver a vida comum entre os irmãos em um lugar onde cristãos fiéis são um em um milhão, em vez de um em cada dez. O que você acha?

 

Seus dons e talentos comuns podem ser um tesouro para uma congregação na Malásia, Londres, Istambul ou Dubai. Sim, ainda haverá uma enorme necessidade de missionários pioneiros em tempo integral e enviados pela igreja. Sim, essa não será a única ferramenta para abrir o mundo para Cristo. Certamente, essa não é a estratégia para lugares totalmente não-alcançados ou longínquos. Mas pode ser uma maneira maravilhosa de muitos cristãos aproveitarem as suas vidas como uma parte pequena e gloriosa do sábio plano que Cristo tem de usar a fidelidade simples, comum e mesmo secular do seu povo para mostrar a sua glória ao universo (Efésios 3.10). E esse não é um modo ruim de fazer o seu trabalho e gastar a sua vida.

 

 

 

#1: N.T.: O termo original, “Tentmakers”, provavelmente faz uma referência ao apóstolo Paulo e aos seus cooperadores, Priscila e Áquila, que faziam tendas enquanto tinham como o seu principal objetivo propagar o evangelho de Jesus Cristo (Atos 18.1-5).

 

Tradução: Camila Rebeca Teixeira

Revisão: André Aloísio Oliveira da Silva

Original: Take Your Job Overseas—Introducing Business for Missions

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Dica para complementar

http://sepal.org.br/blog-sepal/podcast-sepal-17-negocios-em-missao/

Podcast sobre Negócios em Missões

 

Várias Maneiras de SER HOMEM?!

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Texto-Bíblico: Romanos 1:18-32

Recentemente, assistindo vídeos no youtube pude me deparar com uma campanha publicitária interessante, porém infeliz em seu conteúdo. A campanha publicitária é da empresa de perfumes e cosméticos Natura, que tem diversos produtos. Dentre eles tem uma linha de produtos voltados para os homens.

E justamente essa campanha se referia a essa linha ou série de produtos, Natura Homem. É interessante vermos diversas empresas que oferecem bons produtos para nichos específicos, como produtos só para mulheres, ou somente para homens, ou crianças, etc. Pois cada um de nós seres humanos temos características diferentes de acordo com esses grupos, mas até mesmo entre as mulheres existem imensas diferenças, como tipo de cabelo, pele, hábitos, etc.

Porém, a infelicidade dessa campanha específica é que ela é uma campanha ideológica. E se junta a tantas outras campanhas de empresas que resolveram abraçar a ideologia de gênero, bem como bandeiras como o feminismo e a agenda/ativismo LGBT.

A Campanha em questão é essa no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=W5SAmO6ZzF8

Nela encontramos a afirmação que dá título a esse artigo “Várias maneiras de ser homem”. Como assim? Existe mesmo isso? O que a Bíblia e a Ciência tem a dizer sobre isso?

Tem várias maneiras de um prego ser prego? Um leão ser leão? O sol ser sol? E por vai. Todas as coisas que existem tem características e qualidades que as tornam únicas e diferenciadas das demais coisas.

Ou seja, nasceu menino é menino. Se você é um homem, você não pode e nunca será qualquer outra coisa. Você pode até mudar a sua aparência, comportamento e hábitos. Mas nunca haverá de fato uma mudança genuína de quem realmente você é de fato, HOMEM!

Ao mesmo tempo que rejeita o que a Bíblia tem a dizer sobre o que significa ser homem, essa campanha anuncia uma mentira deturpada, corrupta e depravada ao rejeitar o que a ciência também estabelece como fatos científicos.

Não há e nem existem várias maneiras de ser homem!

Só uma maneira de ser homem, sendo homem. De acordo com o que a Bíblia e a Ciência estabeleceram como sendo peculiar, natural e certo ao homem ser, ter e fazer.

– Somente um homem e uma mulher podem formar família.

– Sexo só é bom, agradável e perfeito quando feito por um homem e uma mulher. Além de ser natural, é também completamente funcional.

– Homossexualismo, transsexualismo e todas as demais variantes disso são chamadas de pecado por Deus. E pela ciência, podemos ver claramente com provas e evidências científicas que nasceu menino é menino, nasceu menina então é menina. Não existem meios termos. Do micro ao macro, um homem é um homem. E uma mulher é uma mulher. Da concepção até a morte de um indivíduo, ele ou ela serão sempre os mesmos.

– Para uma empresa vender e lucrar, ela não precisa e nem deveria levantar bandeiras ideológicas e políticas. Basta que produza e ofereça de fato bons e excelentes produtos e serviços. E isso BASTA, nada a mais. Principalmente, quando é propaganda enganosa e ideológica. Lucram com a imoralidade e depravação da sociedade ao fazerem isso.

– Na campanha é citada a palavra VERDADE, bem como “Celebrar todas as maneiras de ser homem”. Uma coisa não condiz com a outra, não mesmo. O que a Natura afirma em sua campanha não condiz com a VERDADE e, muito menos celebra a verdadeira maneira de ser homem.

– SER HOMEM É SER MACHO, SIM! Não falo de ser machista, mas sim exercer suas funções e instintos como macho. Ou seja, relacionamentos heterossexuais. Homem e Mulher e nunca o contrário disso.

 

Uma observação sobre o presente artigo

Ao escrevê-lo, expresso minha liberdade de crença, convicção e liberdade religiosa por que crer no que a Bíblia estabelece.

E ao discordar, contra argumentar e me opor ao que é declarado e afirmado nessa referida campanha publicitária. Uso da minha liberdade de expressão garantida pela atual constituição em vigência no nosso País.

Quanto a ser homofóbico (e suas variantes) aguardem um artigo que tratarei sobre esse assunto e o que realmente significa isso. Pois ter pensamentos e convicções diferentes é respeitar a liberdade religiosa e de expressão das outras pessoas também.

 

 

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian