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Sobre adoção e cuidados órfãos: uma proposta de resolução

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Ontem enviei uma resolução ao Comitê de Resoluções da Convenção Batista do Sul de 2009. O Comitê de Resoluções tem o poder total de recusar ou reescrever qualquer resolução, portanto, só porque isso é enviado, não significa que ele será votado pela SBC. Isso é inteiramente a critério do comitê. No entanto, abaixo está a resolução que enviei para sua consideração.
“Sobre a adoção e cuidados órfãos”
CONSIDERANDO QUE, no evangelho, recebemos o “Espírito de adoção”, pelo qual não somos mais órfãos espirituais, mas somos agora amados filhos de Deus e co-herdeiros com Cristo (João 14:18; Romanos 8: 12-25; Gl 3 : 27-4: 9; Ef 1: 5); e
CONSIDERANDO que o Deus que agora conhecemos como nosso Pai se revela como um “pai dos órfãos” (Sl 68.5) que concede misericórdia aos órfãos (Dt 10:18; Oséias 14: 3); e
CONSIDERANDO QUE, nosso Senhor Jesus acolhe os pequeninos (Lucas 18: 15-17), implora pela vida dos inocentes (Sl 72: 12-14), e nos mostra que seremos responsabilizados pela nossa resposta aos “ menores destes meus irmãos ”(Mateus 25:40); e
CONSIDERANDO QUE, a Escritura define “religião pura e imaculada” como “visitar órfãos e viúvas em sua tribulação” (Tg 1.27); e
CONSIDERANDO que os poderes satânicos têm combatido crianças e bebês do Faraó a Moloch e Herodes e, agora, através dos horrores de uma cultura de divórcio, uma indústria de aborto e as pragas globais de doenças, fome e guerra; e
CONSIDERANDO QUE, os Batistas do Sul têm articulado um compromisso inequívoco com a santidade de toda a vida humana, nascida e não nascida; e
CONSIDERANDO QUE, uma denominação de igrejas definida pela Grande Comissão deve se preocupar com o evangelismo de crianças – incluindo aquelas que não têm pais; e
CONSIDERANDO que mais de 150 milhões de órfãos agora definham sem famílias em orfanatos, casas de grupos e sistemas de colocação na América do Norte e ao redor do mundo; e
CONSIDERANDO QUE, nosso Pai ama todas essas crianças, e uma grande multidão delas nunca ouvirá o evangelho de Jesus Cristo; portanto, seja
RESOLVEU-SE que os mensageiros da Convenção Batista do Sul, reunidos em Louisville, Kentucky, de 23 a 24 de junho de 2009, expressam nosso compromisso como uma denominação de igrejas para se unirem a nosso Pai em busca de misericórdia para os órfãos; e seja mais
RESOLVEU-SE que convocamos cada família batista do sul a orar pedindo orientação sobre se Deus os está chamando a adotar ou promover um filho ou filhos; e seja mais
RESOLVIDO, que encorajamos nossos pastores e líderes da igreja a pregar e ensinar sobre a preocupação de Deus com os órfãos; e seja mais
RESOLVEU-SE que elogiamos as igrejas e os ministérios que estão equipando as famílias para fornecer recursos financeiros e outros recursos àqueles chamados a adotar, por meio de doações, fundos equivalentes ou empréstimos; e seja mais
RESOLVIDO, que pedimos ao nosso Conselho de Missão Internacional e ao Conselho de Missão da América do Norte que priorizem o evangelismo e ministério para órfãos ao redor do mundo, e procurem maneiras de energizar os Batistas do Sul por trás dessa missão; e seja mais
RESOLVIDO, que encorajamos as igrejas Batistas do Sul a se unirem a outros cristãos evangélicos no reconhecimento de 8 de novembro de 2009, como “Domingo dos Órfãos”, enfocando aquele dia em nossa adoção em Cristo e nosso fardo comum para os órfãos do mundo; e seja mais
RESOLVIDO, que esperamos que o que Deus está fazendo na criação de uma cultura de adoção em tantas igrejas e famílias possa nos indicar uma unidade do evangelho que é definida não pela mesmice racial, econômica ou cultural da “carne”, mas pela união e paz do Espírito. em Cristo Jesus; e seja finalmente
RESOLVIDO, que nós oramos por um derramamento do Espírito de Deus nas congregações Batistas do Sul, para que nossas igrejas cada vez mais anunciem e imaginem, em palavras e atos, que “Jesus ama as criancinhas, todos os filhos do mundo.

 

Autor: Dr. Russell D. Moore

Traduzido por Filipe Paulo Christian

Fonte Original:
https://www.russellmoore.com/2009/05/19/on-adoption-and-orphan-care-a-proposed-resolution/

Datado de 19 de maio de 2009

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Adoção, Identidade e Kung-Fu Panda

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Meus ombros ficaram tensos, enquanto eu olhava para os meus filhos, comendo pipoca nos assentos ao meu lado. Não é que eu ache que nunca haveria um filme que pudesse desenterrar algumas conversas familiares estranhas e potencialmente traumáticas. É só que eu não esperava que fosse o Kung-Fu Panda Dois.
Neste filme de animação, há um sub-enredo de adoção que eu não estava totalmente preparado para entrar. Acontece (alerta de spoiler) que o protagonista do panda, Po, descobre que seu pai não é seu pai biológico. Ele foi encontrado, abandonado, em uma caixa de nabo quando ele era um filhote. Po descobre que havia uma antiga profecia de que o rei perverso seria derrotado por um panda. O rei tentou destruir, preventivamente, todos os pandas para garantir que seu rival nunca surgisse. Eu acho que você poderia dizer que ele estava perturbado e toda Jerusalém com ele (Mateus 2: 3), mas essa é outra história.
O filme lida de forma intermitente com Po buscando responder a pergunta: “Quem sou eu?” É encontrando seu lugar na velha profecia que ele descobre sua identidade e chega a paz com quem ele é.
Eu estremeci, não porque o filme abordasse a adoção, mas porque o velho ganso parecia gaguejar, quase com vergonha, quando “admitiu” que seu filho havia sido adotado. Meus ombros relaxaram enquanto o filme lutava com o que eu achava ser um modo útil e basicamente afirmativo da vida com o que é um dos aspectos mais perturbadores da adoção.
Muitas (embora não todas) crianças que foram adotadas eventualmente fazem o tipo de perguntas difíceis que este filme levanta no meio de toda a sua diversão e tolice. Um pode ser assombrado com perguntas “Quem sou eu” e “What if” e “Why”. Em certo sentido, todos nós enfrentamos essas questões, independentemente de nossas origens. Mas, para as crianças que foram adotadas, muitas vezes há um senso especial de desamparo diante delas.
Se o darwinismo social fosse verdade, então essas questões seriam sombrias. Nesse mundo, a pergunta “quem é você” é primeiramente respondida pela constituição genética. Se você não conhece seu histórico biológico completo, nunca poderá saber quem você é. Mas, como aqueles que apostaram nossas vidas no túmulo vazio de Jesus, sabemos que esse não é o mundo real.
Se você foi adotado, não há nada de errado em querer descobrir tanto sobre a sua origem quanto quiser. Não há nada de errado em querer conhecer seus pais biológicos ou outros parentes biológicos. Isso faz parte da sua história. Mas a palavra “parte” é realmente importante.
Se você conhece a Cristo, medite na providência de Deus em sua história pessoal. Você é quem você é, e você pertence onde você está, porque você está exatamente onde Deus planejou que você seja, para se tornar a pessoa que você é. Nada acontece com você por acidente. Todas as coisas, até mesmo misteriosamente aquelas coisas horríveis que Deus odeia, entra de alguma forma em um drama cósmico secreto em que tudo funciona em conjunto “segundo o conselho da sua vontade” (Ef. 1:11).
Não importa quão horrível seja sua história, você não é uma aberração e sua vida não é um acidente. Sim, os genes são importantes. Você tem os genes que Deus queria que você tivesse. Sim, nutrir é significativo. Você tem os pais que Deus queria que você tivesse. É a interação entre os dois que faz de você quem você é. Apesar de todos os reducionismos da nossa idade, chegamos a ser o tipo de pessoa que somos por uma curiosa combinação de genes, educação e decisões livres. Você não está cativo de nada disso.
E no seu caso, como no caso de todos nós, Deus orquestrou todos esses fatores para formar você no tipo de pessoa que você é, com os tipos de experiências que você tem. Por quê? Você pode não saber por milhares de anos. Se você está em Cristo, Deus está preparando você para governar o cosmos. Ele quer que você seja quem você é em Cristo e esteja pronto para este reinado.
Este filme foi divertido duas horas; e realmente foi divertido. Eu diria “dois polegares para cima”, mas você pode pensar que eu estava fazendo uma piada sobre pandas, polegares e design inteligente. Mas além de todo o entretenimento, me perguntei se a dor animada na tela à nossa frente poderia ter provocado alguma dor real nas pessoas que eu mais amo.
Quando saímos do teatro, eu cutuquei um pouco, para iniciar qualquer conversa que precisássemos ter. “O que você achou do filme?”, Perguntei. “Quando ele começou a atirar aquelas balas de canhão”, meus filhos responderam, “foi legal”.
Eles não parecem ter nenhum tipo de “crise de identidade” neste momento, mas tenho certeza que sim. A cada minuto de cada dia, eu luto se sou quem eu era em meus próprios termos, o que a Bíblia chama de “a carne”, ou se sou quem Deus me disse para estar no evangelho, um filho amado e herdeiro.
E, como um panda animado que conheço poderia dizer, isso é simplesmente fantástico.

 

Autor: Dr. Russell D.Moore

Traduzido por Filipe Paulo Christian

Fonte Original:
https://www.russellmoore.com/2011/06/05/adoption-identity-and-kung-fu-panda/

DEVOCIONAL 34

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Leitura: Êxodo 5.1-14 “Estão ociosos e, por isso, clamam: Vamos e sacrifiquemos ao nosso Deus. Agrava-se o serviço sobre esses homens, para que nele se apliquem e não dêem ouvidos a palavras mentirosas”
Êxodo 5.8, 9

O CULTO

Tenho algumas boas lembranças da minha infância. Uma delas – a que sinto mais falta hoje – era ver as pessoas indo a pé pras suas igrejas. Em um determinado horário aos domingos (principalmente), viam-se saindo às ruas familias inteiras. Às vezes, no meio do caminho encontravam com outras famílias amigas que iam pra mesma igreja (ou não); ouvia-se cânticos, risadas – algumas broncas nas crianças que insistiam em correr e sujar a roupa. Uma cena linda. Hoje, as condições financeiras são outras, e a maioria das famílias têm seu veículo próprio; o perfil dos casais mais jovens também mudou, e a busca por igrejas que se adequem a esse perfil também surgiu: igrejas mais descoladas, distantes dos bairros. Não se ouve mais aquele cântico nem aquelas risadas. Os domingos parecem ser mais cinzas.

Dentro dessa mudança cultural, outra também teve lugar: aquela que prega, que o domingo já não é tão sagrado assim, e que pode-se usar-lo pra trabalhar um pouquinho mais, pode tirar-lo pra estudar um pouquinho mais, pode reserva-lo pra descansar um pouquinho mais. E a adoração comunitária? E a comunhão entre os santos?

Aqui nesse texto, quando os israelitas dizem que queriam ter um local e um tempo pra adorar a Deus, Faraó ordenou que tudo fosse dificultado, e a que opressão fosse ampliada. Porque pra ele o fato de que o povo querer ter tempo pra adoração era sinônimo de ociosidade. Quantas vezes nos tornamos escravos daquilo que deveria ser nossos servos: nosso trabalho, estudos e lazer. Erguemos a eles altares e os adoramos. E a mais breve menção de ir comungar, os faz aumentar sobre nós sua opressão!

Hoje, passamos tempo demais contabilizando no que avançamos e nos esquecemos de lembrar o que perdemos! É tempo de voltarmos a uma vida cristã mais simples e verdadeira!

Felipe Rocha

Como as igrejas podem criar uma cultura de adoção

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Ainda tinha aquele cheiro, como uma mistura de tapete novo e velha senhora.

Maria e eu olhamos uma para a outra enquanto nos levantávamos neste auditório familiar. Foi o primeiro lugar que nós já vimos um ao outro – de pé bem aqui, enquanto eu corria da chuva e ela estava dobrando um guarda-chuva encharcado. Eu andei por esta porta milhares de vezes.

Meus pais me carregaram nessas portas algumas semanas depois do meu nascimento. Eu passei por eles todos os domingos de manhã da minha infância, com uma Bíblia e um envelope de oferta na mão. Todo verão eu caminhava por essas portas – carregando uma bandeira ou uma Bíblia para a rodada de compromissos da Escola Bíblica de Férias, as coisas mais próximas que tínhamos de uma liturgia ou de um calendário do ano cristão.

Eu olhei para a janela, bem ao lado das grandes portas de vidro. Esse foi o filho do pregador que quebrou com uma pedra, e nós todos nos espalhamos, sabendo que ele iria conseguir. Esta foi a minha igreja em casa. Fazia muito tempo desde que entramos neste auditório, e agora tínhamos duas pequenas mãos segurando nossos dedos.

Nossos garotos tinham, eu tenho certeza, nenhuma ideia de quão grande era para nós tê-los aqui conosco. Para eles, era apenas outra igreja em algum lugar. Mas para mim, foi tudo.

Para a maioria das igrejas, a adoção não é uma prioridade, e isso não é porque os membros da igreja são anti-adoção. É porque a adoção parece estranha para alguns deles e irrelevante para os outros. Torna-se um foco apenas quando um membro da igreja enfrenta pessoalmente infertilidade, ou conhece crianças particulares sem pais. Até então, para a maioria de nós, a adoção raramente cruza nossas mentes.

 

É por isso que o primeiro passo para uma igreja amiga da adoção deve ser o púlpito. Isso parece óbvio, mas é menos óbvio do que parece. Ao dizer que os pastores deveriam pregar sobre adoção, não estou falando primariamente de “conscientizar” sobre a adoção, da mesma forma que um diretor do ensino médio pode “aumentar a conscientização” em um discurso sobre uma campanha de arrecadação de fundos para o novo estádio de futebol.

A pregação não é simplesmente um meio de transmitir informações. O ato de pregar, então, carrega consigo, se é a pregação bíblica fiel do evangelho, a autoridade do próprio Jesus. Essa é a diferença entre o ato de pregar e o ato de dar palestras – a diferença entre “Assim diz o Senhor” e “Parece para mim”.

O pregador, além disso, deveria pregar sobre adoção com especificidade.

O pastor não sabe exatamente como uma prioridade de adoção funciona em cada vida ou família individual, mas ele pode promover a causa provocando perguntas. Ele pode perguntar, por exemplo, em uma mensagem sobre a pobreza ou a santidade da vida humana, se Deus pode estar chamando alguns na congregação naquele dia para adotar, se Deus está chamando alguém para dar dinheiro para financiar uma adoção. Ele pode chamar seu povo para orar por como Deus os usaria para servir os órfãos, seguido por informações sobre como eles podem cumprir qualquer compromisso que Deus ponha em seus corações com informações de contato sobre grupos dentro da igreja capazes de ajudar.

Pastores e líderes da igreja também podem criar uma prioridade para adoção, destacando as adoções dentro da igreja. Esta não é uma maneira de “elogiar” os pais adotivos, mas sim de fazer com que a adoção pareça menos “estranha” para o resto da congregação.

Em quase todos os cultos da igreja, há aqueles que começariam a pensar se deveriam ou não adotá-los se apenas virem alguém que tenha feito isso. Quando as pessoas vêem e conhecem crianças que foram adotadas, de repente, a realidade não é abstrata para elas. Quando eles ouvem a palavra “órfão”, eles param de pensar em um rosto triste em um filme e começam a pensar em “Caleb” ou “Chloe”, que se senta no banco na frente deles.

Algumas igrejas têm um tempo de “dedicação do bebê” ou “dedicação de pais e filhos”, em que oram por recém-chegados dentro da congregação. Algumas congregações são de um tamanho tão grande, que esse tipo de celebração anual é o que é prático. Para outras igrejas, no entanto, pode haver um tempo no final do culto sempre que um bebê nasce ou uma criança é adotada por uma família dentro da igreja.

Isso poderia levar apenas três ou quatro minutos com reconhecimento e uma oração de agradecimento. Em igrejas maiores, isso poderia ser feito via vídeo. O objetivo seria contrapor-se à crescente visão utilitarista da cultura sobre as crianças, acolher as crianças como bênçãos de Deus e encorajar as famílias a considerarem a adoção de órfãos em suas casas.

Um pastor-herói meu costumava concluir cada batismo permanecendo no batistério, mergulhando as mãos na água e anunciando: “E ainda há espaço para mais.” Era a maneira dele de convidar aqueles que ouviam entrar na comunhão de Cristo sem demora. Um pastor poderia ter grande efeito se realizasse um tempo de oração por adotar famílias, seguido da declaração ao seu povo: “E ainda há mais crianças lá fora que precisam de pais piedosos”.

Outro aspecto chave do ministério da igreja local em direção à adoção é o da administração econômica.

Se os apóstolos lembram até mesmo o próprio Paulo de “lembrar-se dos pobres” (Gl 2,10), então certamente o restante de nós precisa de tal lembrança. O pastor pode se levantar e dizer: “Temos um casal sem nome em nossa congregação que está orando pelo dinheiro que será necessário para adotar uma criança, imagino se o Senhor está chamando alguém aqui para ajudar a fazer isso acontecer”. ao permitir que os doadores o façam anonimamente, sabendo que serão recompensados ​​integralmente no Tribunal.

Os pastores podem encorajar a adoção também à medida que enfatizam continuamente a santidade (e dignidade) da vida humana, incluindo a vida dos deficientes, os “ilegítimos” e os que ainda não nasceram.

Algumas das mulheres da sua congregação são vulneráveis ​​à propaganda abortista precisamente porque ela sente que perderá sua igreja se as pessoas da igreja souberem da vergonha de sua gravidez. Fale com essa mulher do púlpito – e para seu marido ou namorado ou pai. Fale diretamente com o abortista, que pode ter escorregado pela porta dos fundos ou pode se deparar com uma gravação da mensagem. Fale diretamente do horror do julgamento que virá por aqueles que derramam sangue inocente. Mas fale também diretamente que o julgamento caiu sobre o corpo trêmulo de um Jesus crucificado. Avise do inferno, mas ofereça misericórdia – misericórdia não apenas no Tribunal, mas misericórdia nas células/grupos e nos corredores de sua igreja.

Sua congregação pode incentivar e equipar a adoção de bebês e crianças. Sua igreja pode pregar o evangelho e cuidar dos vulneráveis. Você pode fornecer os fundos e o incentivo e o apoio de oração para um número incontável de famílias da Grande Comissão. Se a adoção for uma prioridade, as congregações precisarão se mobilizar para isso. Afinal, é preciso mais do que uma aldeia para adotar uma criança, pelo menos para aqueles de nós em Cristo. É preciso uma igreja.

 

Este artigo é adaptado da nova edição do meu livro Adoptado para a Vida: A Prioridade da Adoção para Famílias e Igrejas Cristãs.

 

Autor: Dr. Russell D. Moore

Traduzido por Filipe Paulo Christian

Fonte Original:

https://www.russellmoore.com/2015/11/23/how-churches-can-create-a-culture-of-adoption/

Série Referenciais: Pr.Jaime Kemp

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Jaime Kemp é um pastor estadunidense, proveniente da Califórnia. Kemp é formado no Western Seminary – Portland, Oregon, e na Universidade Biola – Califórnia aonde também fez doutorado em Ministério da Família. Kemp já escreveu mais de 70 títulos até hoje. É casado com Judith desde 1965.

O casal tem três filhas: Márcia, Melinda e Annie além de dois netos e uma neta: James Paul, Skyler e Keyla Grace. Em 1967 ele veio ao Brasil com seus missionários aonde começaram uma orientação aos jovens brasileiros, fundando a missão Vencedores por Cristo. Os jovens eram formados durante as férias, todos de diferentes igrejas evangélicas.

Havia treinamentos bíblicos bem como musicais para essas pessoas. Dessa forma eles retornavam para suas igrejas com ideais e ensinamentos de acordo com o que era passado pelos missionários de Kemp. Já em 1968 o pastor fundou a Associação Lar Cristão. Lá existem diversas atividades:

• Congressos de pastores e líderes para área familiar bem como ministerial;
• Seminários para casais, famílias, adolescentes e jovens com cursos apostilados. A duração das atividades é entre oito a dez horas;
• Produção de vídeos, CDs e DVDs;
• Produção da revista Lar Cristão, com o intuito de orientar líderes da área e família com diversos articulistas reconhecidos na área.

A Associação Lar Cristão possui quatro conceitos básicos que a norteiam:

• A importância do evangelho: conhecer e anunciar a vida eterna por meio de Cristo.
• Permanência do Casamento: manter a união estável apesar de provações, reveses, enfermidades ou alterações emocionais.
• Valor dos filhos: valorização dos filhos, criando-os para vida e de maneira humanizada.
• Santidade de vida: a valorização da vida, independente de quem seja, e que esta deve ser protegida bem como preservada.

Além disso, o pastor também escreve artigos em diversos jornais e revistas. Por meio de suas produções e também em conferências Jaime orienta muitas pessoas ao redor do mundo. No Brasil diversas editoras já trabalharam com suas produções como: Mundo Cristão, Palavra, Vida, Fôlego, Hagnos, Graça e Sociedade Bíblica do Brasil.

Algumas Obras do autor Jaime Kemp

No livro Minha Família, Projeto de Deus Kemp fala sobre as difíceis situações familiares enfrentadas atualmente e mostra jeitos de fortalecer os laços com harmonia e relação saudável entre pais e filhos. Já na obra A Força Vence o Medo apresenta os problemas enfrentados como ansiedade, medos, preocupações e como lutar contra isso. O autor crê que para enfrentar o inimigo é preciso conhecê-lo, por isso propõe um conhecimento profundo dos medos para superá-los.

Na produção A Menina dos Olhos o autor também destaca a família em seus doze capítulos. É ideal para pastores, líderes, grupos familiares, classes de Escola Bíblica Dominical, encontro de casais, etc. Já no livro A Minha Grama é mais Verde, Kemp fala sobre a vida sexual dos casais, sobre como fortalecer as relações e o contato na vida conjugal. Em Antes de Dizer Adeus o autor fala sobre o divórcio, questionando se é o caminho mais indicado do ponto de vista emocional, financeiro e dos trâmites legais.

Existem diversas outras produções de Kemp voltadas à família, filhos, questões conjugais e a igreja.

Fonte Original:

http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-jaime-kemp-vida-e-bibliografia/

Para Saber Mais:

http://comunhao.com.br/entrevista-jaime-kemp/

Alguns Vídeos do Pr. Jaime Kemp

 

 

Homens, PROTEJAM OS SEUS FILHOS!

 

Mas do que nunca vivemos um tempo horrível, triste, depravado e que beira a chegada do grande Dia do Senhor em que Ele fará e trará justiça contra toda impiedade, impunidade, injustiça, crimes e pecados.

No dia de hoje – 18 de maio de 2018, pude ver a notícia de uma operação da polícia federal em que vários pedofilos foram presos, inclusive um humorista famoso que trabalhou no programa Pânico na TV, fico muito feliz pela a atuação da Polícia Federal em combater a pedofilia de forma intensa.

Porém, ao ver essas mesmas notícias, pude me deparar com a mãe de um desses pedófilos o defendendo e dizendo que o filho não tinha culpa nenhuma e que ele usava o computador dela. O que me fez lembrar das palavras do Apóstolo Paulo em 2 Timóteo 3:1-4 que diz:

“Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis.
Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus.”

E homens nesse trecho, não se limita apenas ao gênero masculino, mas a todos os seres humanos.

E ao estudar a história do cristinianismo, poderemos ver que a Igreja Cristã sempre se posicionou contra todo tipo de prática contrária a Palavra de Deus. Bem como, falando de maneira especifica, contra a pedofilia, aborto, abandono de crianças, violência doméstica, etc.

Lamento muito ao observar que os próprios pais e parentes de diversas crianças e adolescentes tem abusado e maltrados esses pequeninos.

Ouça essa ministração do pr. paulo júnior:

Denuncie o Abuso Sexual Infantil!

Hoje é considerado o dia nacional de combate a exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes. E essa é uma causa que nós homens cristãos nos posicionamos também a favor do combate a toda prática pecaminosa e criminosa contra a vida de nossas crianças.

Independente de você homem ou rapaz, ser pai ou não, essa é uma causa que devemos nos posicionar combatendo de forma pró-ativa e constante, entendendo que além de ser PECADO a pedofilia é também CRIME!

E como cristãos, bem como cidadãos brasileiros não podemos fugir, se omitir ou mesmo ignorar essa questão.

Saiba Mais no Vídeo abaixo:

Série Referenciais: Gary Chapman

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Nascido em 10 de janeiro de 1938, nos Estados Unidos, Gary Chapman é um escritor e conselheiro de relacionamentos, mundialmente reconhecido pelo best-seller “As cinco linguagens do amor” (1992), livro que é sucesso no mundo todo e já foi traduzido em mais de 40 idiomas. A biografia do autor inclui graduação da Moody Bible Institute, bacharelado e mestrado em Artes, licenciatura em Antropologia, da Wheaton College e da universidade de Wake Forest, além de mestrado em Educação Religiosa e doutorado (phD) em Filosofia.

Ou seja, sobretudo o Dr. Chapman é um pensador da contemporaneidade, que chama atenção em seus livros devido à inteligência associada ao conhecimento sobre o que é o relacionamento humano. Apelidado de “Doutor Casamento”, o escritor viaja por diversos países a fim de desafiar casais a buscarem a construção de um relacionamento saudável e permanente. Com certeza, muitos casais já se inspiraram na filosofia de Chapman em busca da saúde emocional em seus relacionamentos.

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“As cinco linguagens do amor”, segundo o autor, são: “words of affirmation” (palavras de afirmação), “quality time” (tempo de qualidade), “receiving gifts” (receber presentes), “acts of service” (atos/ações de serviço) e “physical touch” (toque físico). Esses são os conceitos do Dr. Chapman para os relacionamentos saudáveis e duradouros. Como é possível notar, o escritor fala sobre atos e atitudes que fazem a diferença na construção de um relacionamento que faz bem a ambos.

 

Além do celebrado best-seller, Chapman já escreveu mais de 30 livros, o que inclui obras direcionadas não apenas aos casais, mas também aos homens solteiros, casados e pais de crianças e adolescentes. O autor, atualmente, vive na Carolina do Norte (EUA) e é considerado um dos maiores nomes quando o tema é relacionamento afetivo. Casado há mais de quatro décadas com Karolyn J. Chapman, o autor de “As cinco linguagens do amor” e “As quatro estações do casamento” tem 2 filhos: Derek e Shelley Chapman.

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Desde o início da década de 1970, Chapman é um pastor associado sênior da Calvary Baptist Churchs, em Winston-Salem, na Carolina do Norte (EUA). Na Igreja, o escritor compartilha as responsabilidades de ensino e assistência às famílias, o que lhe deu suporte para se tornar um especialista em relação bíblica intelectual confiável e um dos autores mais que mais vendem livros até hoje. O “Doutor Casamento”, antes de qualquer coisa, é um especialista em ajudar as pessoas a falarem e compreender os relacionamentos melhor.

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Junto com a Dra. Jennifer Thomas, Chapman escreveu “As cinco linguagem das desculpas”, no qual fala sobre perdoar e ser perdoado, e também foi coautor, junto com o Dr. Paul White, da obra “As cinco letras de valorização no local de trabalho”, na qual fala sobre as relações dentro do ambiente de trabalho. Sem dúvidas, o Dr. Chapman hoje é um dos maiores nomes do gênero de relações afetivas e autoridade absoluta, em diversas partes do mundo, nas discussões sobre o assunto.

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Gary Chapman, desde 2007, está entre os 50 autores que mais vendem no site Amazon e já esteve na lista dos 5 livros mais importantes, do New York Times.

 

Fonte Original: : http://blog.presentesevangelicos.com.br

 

A Importância da Figura Masculina

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Recentemente, li um artigo extraordinário sobre o assunto do motivo por que tantos rapazes estão revoltados, chateados e rebeldes. A escritora desse artigo (Tiffani) tem cinco filhos, inclusive dois meninos com as idades de 14 e 2 anos. No laboratório de uma vida familiar feliz, estável e caótica, ela criou essa louca teoria: de que os meninos precisam de homens para lhes ensinar a ser homens. Loucura, não é?

À medida que Tiffani observava os padrões morais, atitudes, ética profissional e senso de responsabilidade da sociedade se deteriorarem, ela não conseguia deixar de especular se a falta de um homem forte na vida dos meninos os transforma de “doces, amorosos menininhos corados” em adolescentes monstruosos. E ela ficou pensando. será que a rebelião na adolescência é uma fase natural da vida, ou será que é causada por algo de que os meninos têm falta?

A premissa da teoria de Tiffani é que as mães precisam saber quando se retirar e deixar seus filhos do sexo masculino aprenderem a ser homens sob a tutela de seus pais (ou figuras paternas). Como todas as mães, Tiffani quer proteger seus meninos de ferimentos. Mas isso é bom a longo prazo? Talvez não. Tiffani está aprendendo quando afastar-se e deixar seu marido assumir a orientação de seus meninos.

À medida que amadurecem, os meninos nem sempre vão querer – ou precisar – proteção. Eles precisam de desafios, aventuras e atos de cavalheirismo. Os pais – os pais fortes – sabem quando afastar a proteção das mães e começar a treinar seus filhos a serem homens. A palavra-chave é treinamento.

O treinamento é decisivo. Meninos sem treinamento crescem e se tornam monstruosos: fora de controle, predatórios em cima das mulheres, irresponsáveis, incapazes ou indispostos a limitar seus impulsos movidos à testosterona para agressão ou sexo. Nossa atual sociedade está toda encardida com os prejuízos que sobraram dos meninos que nunca aprenderam o que é necessário para ser um homem. Lamentavelmente, esses “meninos adultos” muitas vezes procriam indiscriminadamente e despreocupadamente, então se recusam a ser pai para os filhos que eles produzem.

Mas homens treinados transformam a sociedade. Eles trabalham duro. Eles movem coisas pesadas. Eles constroem abrigos. Eles protegem, defendem e resgatam. Eles providenciam provisão para suas famílias. Eles fazem todas as coisas assustadoras, feias e sujas que as mulheres não conseguem (ou não querem) fazer. Homens treinados são, nas palavras do colunista Dennis Prager, a glória da civilização.

Conforme aponta Tiffani, os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado. Os homens entendem que os meninos precisam de experiências e desafios definidores para cumprir seus papéis biologicamente programados. As mulheres não entendem isso, mas não tem problema. Pais fortes (ou figuras paternas fortes) instintivamente intervirão e começarão a treinar os meninos como domar a testosterona, como trabalhar, como respeitar as mulheres, como liderar e defender e como eliminar ameaças.

O problema começa quando não há um modelo de papel masculino para um menino imitar. Se os homens estão ausentes, enfraquecidos ou indispostos a ensinar os meninos como se conduzir, então os meninos não aprendem como ser homens. É simples assim.

As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem. Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores.

Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo. então acrescentou um sorriso radiante: “Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada.

Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis.

O que acontece quando os meninos não têm um homem forte para lhes ensinar? Os resultados variam de indivíduos fracos e covardes a totais brigões. Dou um exemplo em meu blog sobre uma mulher dominadora com um marido fraco criando dois filhos do sexo masculino. Esses meninos estão crescendo num lar torcido e desordenado que vai contra a natureza humana e a programação biológica, e os meninos vão virar homens abrutalhados.

Meninos que crescem com nada senão a “proteção” de suas mães – sem nenhum homem forte para lhes dar a chance de acabarem com as ameaças – se tornam revoltados e cheios de amargura. Eles sabem que algo está errado. Eles sabem que têm de defender as mulheres, mas eles guardam tanto ressentimento de suas mães por “protegerem” a eles de todos os desafios que o modo como eles veem as mulheres fica distorcido.

Se o marido dessa mulher tivesse desempenhando seu papel como cabeça da casa, esses meninos poderiam ter se tornado homens diferentes. Se ele tivesse resgatado seus filhos do perpétuo amor protetor de sua esposa, seus filhos poderiam ser Homens em Treinamento em vez de Futuros Abrutalhados. Mas temo que seja tarde demais.

Creio que uma parte de criar filhos fortes e equilibrados vem de meninos observando suas mães honrarem seu pai. O lar em que a mãe e o pai respeitam um ao outro por suas várias forças biológicas cria os filhos da forma mais estável e equilibrada possível.

Meu marido e eu não temos filhos para criar e se tornarem homens. Mas nossas meninas estão aprendendo a admirar a verdadeira masculinidade, não potenciais abrutalhados ou fracos e covardes. Ajuda tremendamente que, em nossa vizinhança, estejamos cercados de pais responsáveis que estão criando excelentes rapazes – fortes, prontos para ajudar, protetores das mulheres, ansiando serem heróis.

Com que tipo de homem você pensa que quero que minhas filhas casem algum dia? O Homem de Verdade que assume seu papel biológico de protetor e guerreiro? Ou o Rapaz Revoltado que xinga a mãe e despreza o pai? Qual lhe parece o homem mais equilibrado e firme?

Nada disso é difícil demais de entender – ou, pelo menos, não devia. Infelizmente na cultura andrógina feminista de hoje, esse conceito se tornou motivo de desprezo e zombaria.

 

Fonte Original: http://amofamilia.com.br/portal/importancia-da-figura-masculina/

 

Série Referenciais: Pr. Josué Gonçalves

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Escritor de livros como “104 erros que um casal não pode cometer”, “101 erros que os namorados não podem cometer” e “37 qualidades do Líder que ninguém esquece”, entre outras obras, Josué Gonçalves é um pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, além de ser terapeuta familiar. A história de Gonçalves, acima de tudo, é a história de um homem comprometido com Deus desde os seus primeiros anos de vida.

 

Hoje casado com Rousemary Gonçalves e pai de 3 filhos (Letícia, Douglas e Pedro), o pastor é um dos mais reconhecidos do Brasil, porém, nem sempre a sua história foi marcada pelo sucesso. Tudo começou quando Josué começou a se envolver na pregação do evangelho, já na sua primeira década de vida, inspirado na história de vida do pai, que era ligado à Igreja. Com apenas 17 anos, Gonçalves já era um pregador do evangelho na cidade de Bragança Paulista – SP e, rapidamente, se tornou o líder dos Jovens da Assembleia de Deus.

Certo dia, um enviado de Deus revelou a Josué que seu pai seria recolhido junto ao Senhor e que ele havia sido o escolhido para continuar a obra que o seu genitor havia iniciado. Em abril de 1984, a revelação torna-se real e muda, para sempre, a vida do futuro pastor. Em 1985, Gonçalves casa-se com Rousemary e, em 1986, começa uma nova fase ministerial, desta vez na Assembleia de Deus em Santo André – SP. Em 1987, é chamado pelo Pr. Antonio Campaci para trabalhar em seu ministério.

O contato com o Pr. Campaci, que teve outra revelação sobre o futuro de Gonçalves, foi essencial para que o então jovem fosse devidamente orientado, ajudado e motivado ministerialmente. Já em 1990, Josué inicia um trabalho próprio na Assembleia de Deus de São Bernardo do Campo – SP: o Projeto Família Debaixo da Graça, voltado para ajudar as famílias nos aspectos comportamentais e de relacionamento.

No começo, o trabalho é árduo e o jovem pregador precisa de muitos sacrifícios para levar o projeto em frente. Mas é exatamente essa a época em que Gonçalves escreve a primeira apostila para a família, com uma máquina de escrever emprestada da Igreja. Haviam apenas algumas cópias, devido às dificuldades financeiras, mas as coisas começariam a mudar dali para a frente. Em 1991, Gonçalves se muda para Osasco e vincula-se ao Ministério da Assembleia de Deus do Belém.

Com apenas 29 anos, Josué Gonçalves é consagrado Pastor. A partir de então, suas pregações passam a ser ouvidas por milhares de fieis, em toda parte do Brasil e em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Irlanda e Inglaterra, entre outros. Alcançando cada vez mais pessoas, o Pr. Gonçalves, atualmente, já conta com diversos livros, CDs e DVDs, que estão entre os mais populares e vendidos pelo mercado gospel no Brasil.

Site e redes sociais do pr. josué gonçalves

http://amofamilia.com.br/portal/

https://www.youtube.com/user/douglasval88

https://www.instagram.com/prjosuegoncalves/?hl=pt-br

 

Entre os livros do Pr. Josué Gonçalves, estão:

– 104 erros que um casal não pode cometer
– 101 erros que os namorados não podem cometer
– 37 qualidades do Líder que ninguém esquece
– Construindo o céu em casa
– Família: meu maior patrimônio!
– Aprenda a Pregar
– 23 atitudes para revolucionar o seu casamento
– Aprendendo sobre família com o pai do filho pródigo

 

Fonte Original: http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-josue-goncalves-vida-e-bibliografia/