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O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

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O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 

Livros para presentear suas filhas!

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Texto-Bíblico: Provérbios 31:10-31

Nos dias em que vivemos cada vez mais e mais vemos pessoas, grupos e movimentos que se levantam para serem contra tudo o que existe de bom, justo, honesto e certo. São contra o que a Palavra de Deus ensina sobre diversos assuntos, especialmente o que é ser mulher, aborto, corpo, sexualidade, relacionamentos e tantos outros assuntos.

Dia a dia vemos uma geração perversa, ímpia e depravada crescendo em todo o Brasil, mas também em todo o mundo. E as nossas crianças e jovens são o alvo principal desses grupos e movimentos malignos e inimigos de nossas famílias.

Neste artigo, trago dicas de bons livros para você (pai, filho, marido, tio, irmão, líder de jovens, pastor, mentor, líder, professor cristão, etc) presentear meninas e garotas que você conhece e/ou fazem parte de sua vida, como por exemplo suas filhas, sobrinhas, primas, irmãs, amigas, colegas de escola/faculdade, jovens e meninas da igreja, etc.

 

– A ditadura da beleza e a revolução das mulheres. Augusto Cury, Editora Sextante;

– O Livro da Beleza. De Nancy Rue, Ed.Mundo Cristão;

– Só para Meninas Apaixonadas. Ed.CPAD;

– Qual é a Deles? De Crystal Kirgiss;

– Só para Meninas. Eveline Ventura, Ed.Cpad;

– Garota Perfeita. De Jennifer Strickland. Ed. BvBooks;

– Amar faz bem. Jenna Lucado. Edit. Thomas Nelson Brasil;

– Mensagens de Deus para garotas. Edit. AD santos;

– Eu escolhi esperar PARA ELAS. Eu Escolhi Esperar;

– Manual de sobrevivência para o jovem cristão. Pr Lucinho Barreto. Edit. Central Gospel;

– Você é Linda. Jenna Lucado, Edit. Thomas Nelson Brasil;

 

Deixo essas dicas de livros para você ler com suas filhas, presentear sua namorada ou noiva, abençoar a vida de suas amigas e demais meninas e garotas que você conhece.

Minha oração e desejo é que possamos nos dedicar a formação de mulheres que sejam realmente mulheres. Mulheres que desde cedo aprendam o seu valor dentro de suas próprias casas e igrejas, que sejam santas e inteligentes, que lutem por tudo o que é bom, justo, honesto e correto não conforme o padrão corrupto do mundo, mas conforme o padrão de Deus revelado em sua Santa Palavra.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

 

 

 

O que estão assistindo as nossas crianças e jovens?

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Texto-Bíblico: Provérbios 22:6

Recentemente, pude além do que eu já sabia e via através de personagens em filmes e desenhos. Pude ler algumas notícias a respeito da promoção do ativismo LGBT em filmes e desenhos animados, visando as nossas crianças e jovens.

Seja em novas produções, como STAR TREK: DISCOVERY (que será lançado pela NETFLIX), LEGEND OF TOMORROW (LENDAS DO AMANHÃ, Disponível na NETFLIX), SENSE 8, 13 REASONS WHY, A Lenda de Korra e outras que possuem personagens gays, lésbicas, cenas fortes de orgias, etc.

Ou mesmo em regravações (ou remake) de produções antigas e clássicas como Power Rangers (2017), A Bela e a Fera (2017), Supergirl (2ª temporada), dentre tantas outras em livros, filmes e desenhos animados.

Realmente e cada vez mais vemos uma propaganda em massa dos ideais LGBT´s, visando especialmente as futuras gerações, ao mostrar a elas personagens, cenas e práticas contrárias a Palavra de Deus e contra a família tradicional.

Por que as crianças e jovens como alvo?

Crianças não tem a capacidade de julgar, discernir e refletir sobre o que é certo ou errado. São facilmente influenciadas e induzidas. E são bastante visuais, ou seja o que veem fica “gravado” em sua mente por bastante tempo.

E os nossos jovens estão em uma época de descobertas e transformação em seus corpos, mentes e vidas. Que melhor época para distorcer, corromper e desvirtuar do que na juventude?

 

Como podemos orientar,  ajudar e proteger nossos filhos e jovens?

Primeiramente e desde cedo devemos ensinar o que é ser homem (masculinidade bíblica) e o que é ser mulher (feminilidade bíblica) para eles. Mediante o ensino bíblico do que nos diz a Palavra de Deus, bem como do nosso próprio exemplo e práticas diárias.

Mostrar como homem e mulher são diferentes, porém perfeitamente complementares um ao outro em tudo. Desde o âmbito espiritual, emocional, físico, sexual e social.

Conversando franca e abertamente com eles desde cedo e de maneira pró-ativa, não espere que eles sejam corretamente ensinados lá fora, ensine-os em sua casa, no dia a dia, ao assistir tv, filmes e desenhos animados, ao lidar com pessoas homossexuais, etc. Oriente-os na Verdade ao padrão que o Senhor tem para as nossas vidas e a plena satisfação que temos ao seguir a sua Vontade para as nossas vidas.

Limite o acesso das crianças a conteúdos que possuem ativismo LGBT, limitando a programação que assistem em canais pagos ou netflix, o  tempo em que ficam na frente da televisão e celular somente para ligações (evite dar celular com muitos recursos antes dos 7 anos). Incentive-os a leitura de bons livros, brincadeiras com outras crianças, etc. Ou seja a viverem o que faz parte da fase em que vivem (INFÂNCIA).

Procurem ir a escola ou faculdade de seus filhos, para se certificarem de que estão aprendendo assuntos e matérias escolares e acadêmicas e não recebendo ideologias mentirosas, bem como induzidos a práticas e ideais contrários a Palavra de Deus. Os filhos são seus, não do ESTADO ou de movimentos feministas e LGBT.

 

Respeitamos a liberdade de escolha das outras pessoas, mas sejamos zelosos no cuidado para com nossas famílias.

“Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.” (Atos 20 : 27)

 

 

Filipe Paulo Christian

 

Fontes:

https://br.guiainfantil.com/televisao/173-transtornos-causados-pela-televisao-nas-criancas.html

http://www.papelpop.com/2017/03/novo-power-rangers-trara-primeiro-super-heroi-gay-dos-cinemas/

http://www.papelpop.com/2017/03/qual-e-o-problema-diz-diretor-de-bela-e-fera-sobre-cena-gay/

https://noticias.gospelprime.com.br/sbt-avatar-a-lenda-de-korra-casal-lesbico/

 

Por que somos contra a Ideologia de Gênero?

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Texto-Bíblico: 2 Coríntios 10:3-5/ Efésios 4:11-15

Diante da tamanha proporção que esse assunto tem tomado em diferentes setores da sociedade, chegando a invadir nossos lares e famílias por diversos meios (TV, Internet, Jornais, etc).

Decidi escrever esse texto para explicar aos nossos irmãos em Cristo, o porque de nos posicionarmos contra e porque precisamos fazer isso, bem como dar uma resposta aos que são defensores ou simpatizantes dessa ideologia, de porque somos contra ela (a ideologia e, não contra as pessoas) e nos manteremos nessa posição.

Sugiro, aos amados que leiam cada uma das razões, mais que também procurem se informar mais e melhor a respeito da ideologia de gênero, bem como Teoria Queer. Pois como disse o Senhor  por meio do profeta Oséias (Os. 4:6): “Meu  povo foi destruído por falta de conhecimento”.

Abaixo descrevo melhor as razões por que nós homens cristãos nos posicionamos contra a ideologia de gênero:

– Primeiramente por ser contrária a Palavra de Deus, de maneira total e completa. Já que a ideologia de gênero vai de encontro ao desígnio original de Deus quando criou o homem para a mulher, bem como a mulher para o homem (Leia Gênesis 1 e 2/ Levítico 19 e Romanos 1);

– Porque através da Palavra de Deus, podemos ver claramente qual a sua origem de fato – procede de satanás, o pai da mentira e de todo engano (Gênesis 3 / João 8:31-47);

– Por ela negar e rejeitar o que as ciências biológicas declaram, comprovam e atestam a respeito da natureza do homem e da natureza da mulher;

– Porque ser homem ou ser mulher é muito mais do que uma mera e simples construção social e cultural. Está na sua constituição genética, na sua fisiologia, anatomia, neurologia, no seu modo de sentir e perceber o mundo ao seu redor, o que está estabelecido  através de toda a história da humanidade, etc. Ou seja é um fato e uma realidade estabelecida por Deus e comprovada em nosso dia-a-dia;

– Não reconhece as claras diferenças entre homens e mulheres, que vão além do âmbito genital ou sexual;

– Por ser um movimento e ideologia que é contra a família tradicional, formada por um homem e uma mulher;

– Está fortemente associada aos movimentos pró-aborto, ao feminismo moderno e LGBT. Ou mesmo ter se originado a partir deles;

– Por atacar diretamente  a masculinidade dos homens e a feminilidade das mulheres. Relativizando, distorcendo e corrompendo a ambas de maneira absurda e mentirosa;

– Porque seus defensores e simpatizantes usam todos os meios possíveis para de maneiras indiretas e bem sutilmente, transmiti-lá as nossas crianças e jovens, seja através de marcas e produtos (C&A, Boticário, etc), ou mesmo de programas de tv (Encontro com Fátima, Fantástico, etc), novelas, seriados (SuperGirl, Legends of Tomorrow), filmes (a bela e a fera, power rangers – ambos de 2017, etc), desenhos animados, etc;

– Porque as mesmas pessoas e grupos que defendem a ideologia de gênero, defendem também várias outras coisas contrárias aos valores e verdades bíblicas e cristãs. Alguns dos partidos que mais defendem a ideologia de gênero e muitas outras coisas igualmente piores são o PSOL , PCdoB e o PT.

– Porque seus defensores e simpatizantes fazem uso de diversas mentiras e omissões (de fatos e verdades) com o objetivo de fazer continuar a propaganda dessa ideologia nojenta e também mentirosa;

– E ainda surgi a ideologia de espécie ou de raça, que mostra o quão bizarra, horrível e corrupta é essa ideologia de gênero (Links 1 e 2 abaixo)

– Por que o objetivo principal dessa ideologia de gênero é trazer de volta o que acontecia nos tempos de Noé, uma completa e total depravação sexual e social em todos os sentidos (Gênesis 6/ Mateus 24:37-39).

Homens, que vocês possam refletir sobre cada um desses pontos, bem como se informar mais a respeito da ideologia de gênero e como ela tem sido propagada por seus defensores e simpatizantes em todos os veículos da mídia e outros meios (novelas da rede globo, empresas de cosméticos e roupas, partidos políticos, grupos de ativistas, professores da rede pública, etc.).

A ideologia de gênero é inimiga de Deus e de nossas famílias!

 

Link 1 sobre ideologia de espécie, AQUI!

Link 2 sobre ideologia de espécie, AQUI!

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Feitos um para o outro

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Texto-Bíblico: Gênesis 1:27-28

Nos dias atuais, tudo aquilo que foi criado por nosso Deus de maneira perfeita e excelente vem sendo intensamente atacado por uma ideologia humana, demoníaca e mentirosa. A chamada ideologia de gênero que tem sido anunciando e imensamente defendida por diversas pessoas e grupos (C&A, Boticário, Rede Globo, Ministério da Educação e Cultura do Brasil, Movimento LGBTS e Movimentos Feministas, PSOL  e etc), traz uma mensagem deturpada e corrupta do que é ser mulher e o que é ser homem.

Esse tipo de ideologia e movimento humano, sabemos de onde procede, do pai de toda mentira e engano – satanás (João 8:31-47). Além de ignorar, descartar e rejeitar totalmente o que a ciência confirma, declara e atesta sobre o homem e sobre a mulher. Eles também negam, desprezam e tratam como refugo as verdades bíblicas sobre a masculinidade e a feminilidade a luz das Escrituras Sagradas.

E se você parar para pesquisar as consequências a curto e médio prazo, do que a aceitação dessas idéias que vieram do inferno tem provocado na vida de crianças, famílias, relacionamentos amorosos e profissionais entre homem e mulher, etc. Vai perceber com certeza os efeitos maléficos da ideologia de gênero.

Necessário se faz dentre tantas medidas importantes que devemos tomar como homens cristãos, é voltarmos a pregar, anunciar e ensinar, assim como também ensinar o que realmente significa ser homem e o que significa ser mulher, bem como as bênçãos advindas de conhecermos, vivermos e cumprirmos a vontade de Deus para as nossas vidas.

Devemos lembrar que tudo o que Deus criou é bom e perfeito. O pecado infelizmente afetou o plano original de Deus para todas as coisas, principalmente a vida humana.  O relacionamento entre um homem e uma mulher, foi criado, projetado e posto em prática por Deus quando criou Adão e Eva, de tal maneira que trouxe prazer e plena satisfação a ambos e ao mesmo tempo glorificasse a Deus em tudo.

Ao ver as diferenças e semelhanças entre um homem e uma mulher, seja elas de ordem biológica, psicológica, emocional, social e espiritual poderemos ver como tudo isso foi criado de uma maneira perfeita e boa, afinal de contas, o próprio Deus disse em Gênesis  1 e 2 que tudo isso é bom.

Tudo o que seja diferente da relação entre um homem e uma mulher, não é normal, nem tão pouco natural. Se tornando totalmente disfuncional, corrupto (já que não cumpre o seu propósito original e para o qual foi criado) e insustentável.

O ser humano pode fazer o que quiser e puder fazer de acordo com suas próprias vontades e vícios, mas tudo isso não passa de delitos e pecados uns contra os outros e contra o próprio Deus.

 

Por que delitos e pecados uns contra os outros?

Simplesmente, porque um homem nunca vai corresponder, satisfazer e completar outro homem. Tal como uma mulher o faria perfeitamente.  E o mesmo serve para as mulheres, que só serão completas, satisfeitas e correspondidas através do relacionamento com homens e, nunca com outras mulheres.

A ilusão que o relacionamento homossexual, bissexual e demais variações fora do normal e natural oferece é uma verdadeira defraudação emocional para ambas as pessoas, envolvidas no relacionamento.

E o desejo por buscar experimentar e buscar novos prazeres, experiências e sensações. Mostra-se desde o início como sendo egoísmo e no final das contas vai se percebendo (ou não) o vazio existencial que isso tudo produz.  Vivemos a geração do felicidade em primeiro lugar e acima de tudo, até mesmo da verdade e felicidade alheia.

 

E por que pecados e delitos contra o próprio Deus?

Porque, através de sua Palavra (as Escrituras Sagradas – Gênesis 1 e 2/ Levítico 19/ Romanos 1) e de tudo o que Ele mesmo criou, se torna perceptível e claramente exposto a todos os homens, qual é a vontade de Deus, com relação a esse assunto em questão, ou seja, no que se refere ao homem e a mulher.

Voltemo-nos para as Escrituras Sagradas e conheçamos as verdades de Deus para que possamos viver plenamente a nossa identidade, propósito e missão aqui neste mundo. Bem como os pormenores da Vontade de Deus para as nossas vidas no que se refere não somente a sexualidade, mas também a todos os demais assuntos da vida.

 

Amados Homens em Cristo Jesus, Pelas Escrituras Sagradas (Bíblia) entendemos claramente qual o propósito e missão que Deus concedeu aos homens e as mulheres, bem como a identidade distinta e complementar de cada um. E pelas coisas criadas, podemos ver perceber como funcionam e se encaixam perfeitamente a relação entre homem e mulher, nos diferentes âmbitos, sejam eles: espiritual, mental, emocional, físico, social ou biológico.

 

Afinal de contas, fomos feitos um para o outro. Homem e mulher, assim Deus os criou.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian