Arquivo da tag: Feminilidade Bíblica

O glorioso do sexo

20994399_1086949024774993_284771321457353897_n
A Bíblia apresenta uma visão elevada do sexo. E é, sem dúvida, o selo e sinal de unidade como um casal aos olhos de Deus. Portanto, não deve ser surpreendente descobrir que podem surgir “problemas na cama”, que, se não por causa do sexo, nunca se tornariam evidentes. Assim, a culpa, o medo e a ira podem existir como resultado de relacionamentos anteriores. Por esta razão, pode-se manifestar um ódio ou uma falta de respeito, que tem a ver com diferenças não resolvidas no presente relacionamento.
O sexo é uma coisa maravilhosa, mas frágil, e não é uma boa tática para se esconder sob os problemas do tapete que tem que ser explodido e levado à luz. Se a relação conjugal não está funcionando corretamente, a relação sexual não funcionará bem. Certifique-se de ir além da superfície. A falta de “compatibilidade sexual” não precisa necessariamente ser uma falta de habilidade física. Pode ser, pelo contrário, uma indicação de problemas mais profundos no relacionamento. E muitas vezes o caso é que, se você lida com esses problemas, o relacionamento sexual melhora.
Uma regra fundamental no casamento é que, com o passar do tempo, e como Lewis Smedes aponta, descobrimos que não nos casamos com uma única pessoa, mas com as muitas pessoas em quem essa mesma pessoa se torna.

Tempo, crianças, se há doenças, experiências múltiplas e acumulação de anos trazem mudanças que exigem respostas criativas e disciplinadas, de modo que seja possível a renovação necessária de uma intimidade sexual mais fácil nos seus começos. Se não reconhecermos e nos adaptaremos a essas mudanças, nossa relação sexual como um casal sofrerá por isso.
Kathy e eu costumamos comparar o sexo em casamento com o óleo que graxa um motor. Se o óleo não estiver lá, o atrito no casamento provocará raiva, ressentimento, decepção e um relacionamento pobre. O que deve ser um motivo, torna-se um motivo para a divisão. Nunca devemos desistir de uma relação sexual legítima.
Um reflexo do eterno

O sexo é algo realmente maravilhoso e totalmente extraordinário. Isso é algo que seria evidente mesmo sem a Bíblia dizer isso. O sexo nos leva a uma alegria que se manifesta espontaneamente em elogios agradecidos. A Bíblia coloca em palavras certas. João 17 nos informa que desde a eternidade o Pai, o Filho e o Espírito Santo glorificaram e professaram o culto mútuo, expressado em devoção mútua, na alegria recíproca do coração (ver João 1:18, 17: 5, 21, 24-25).

A relação sexual entre um homem e uma mulher é, na sua essência mais pura, um reflexo do amor existente entre o Pai e o Filho (1 Cor. 11: 3). E é também o reflexo de um presente pessoal generoso e alegre que gera amor no seio da Trindade.
O sexo é uma coisa gloriosa, não só porque reflete a alegria existente em um Deus trino, mas também porque é também o começo do deleite eterno da alma que experimentaremos no céu, no seio de uma relação amorosa com Deus e com nossos irmãos na fé Romanos 7: 1s., Informa-nos que os casamentos bem combinados são os primeiros frutos da futura relação de amor que teremos com Cristo, numa união final profunda e infinitamente satisfatória.
Portanto, não é surpreendente que, como alguém apontou, a relação sexual entre um homem e uma mulher pode se tornar uma verdadeira experiência extracorpórea. E é, sem um possível paralelo, uma visão antecipada da vida gloriosa de unidade profunda que acontecerá no futuro, por isso inimaginável, mas certamente extraordinário.

 

Autores
Tim Keller é o pastor sênior da Igreja Presbiteriana do Redentor (PCA) em Manhattan, Nova York. Ele também é co-fundador e vice-presidente da The Gospel Coalition.

Kathy Keller atua como assistente de comunicação na Igreja Redemptorista Presbiteriana em Nova York. Ela é co-autora com o marido, Tim, de The Meaning of Marriage.

Fragmento adaptado do Significado do Casamento: Como enfrentar as dificuldades de compromisso com a sabedoria de Deus. Timothy e Kathy Keller. Publicações B & H.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/lo-glorioso-del-sexo

Anúncios

Recursos para Pais, Pastores e Líderes Cristãos sobre Sexualidade

Homem-sedutor

Nesse artigo, pretendo trazer uma série de dicas e recursos digitais que podem lhe ajudar a estar melhor preparado para conversar, falar e ensinar assuntos que se relacionem ao grande tema sexualidade, pois vários assuntos se ligam e surgem a partir desse tema.
Várias conversas, dúvidas e problemas podem surgir quando uma pessoa não vive a sua sexualidade de maneira bíblica e saudavel. Pais, Parentes, Amigos, Pastores e Líderes de jovens sofrem ao verem seus adolescentes e jovens vivendo cada vez mais uma sexualidade moldada pelo o mundo e não pelos valores bíblicos e eternos estabelecidos por Deus.
Para ajudá-los a estarem preparados para esclarecer dúvidas e questionamentos, conversar sobre sexo com seus filhos e liderados, ou mesmo ensinar o que a Bíblia diz sobre a temática Sexualidade. Resolvi reunir diversos materiais que podem ajudar nessa empreitada, dentre eles: dicas de livros, pregações, podcasts, etc.

LIVROS
-A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
-Intimidade Sexual no Casamento. De William e Sandra Glahn, Editora Cultura Cristã;
-Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual.        De Tim Challies, Editora Vida Nova;
-O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
-Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
-Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura        Cristã;
-Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo  iProdigo;
– Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
-Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
-Tecnologia de reprodução (Vários autores) da Editora Cultura Cristã;
-Comece hoje a esquentar a relação (Joyce Penner – Clifford Penner) da Editora Thomas  Nelson;
-Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
-Gravidez Precoce (Geraldo Mota de Carvalho – Miriam Aparecida Barbosa Merighi) da    Editora Paulus;
-Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
-Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
-Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
-Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
-Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;

E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/                    Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/               Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/            Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/                       Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/       Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/     Sexo na TV
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lal6-planejamento-familiar-reproducao-assistida-e-fertilizacao/                Entrada VIP Reprodução Assistida e Fertilização
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-a-lado-005-planejamento-familiar-contracepcao/                Métodos de Contracepção
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/         Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/                             Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/              Homossexualidade
http://www.irmaos.com/281-o-fenomeno-eu-escolhi-esperar/                                                    O fênomeno EU ESCOLHI ESPERAR
http://www.irmaos.com/280-infidelidade/

 

-PREGAÇÕES









-FILMES CRISTÃOS
Á Prova de Fogo
Para Salvar uma Vida
Á Moda Antiga
Ponto de Decisão
Três Histórias, Um Destino
Priceless
Encontro de Casais
Direito a Vida
Antes que Seja Tarde
Prisioneiras Nunca Mais
A Filha do Pastor
Tráfico de Inocentes
Decisão de Uma Vida
Amor Incondicional a História de Oséias
Onde está Deus?
Questão de Escolha

* Esses filmes não possuem nenhum conteúdo de natureza pornográfica. Antes, oferecem uma abordagem baseada em uma cosmovisão cristã para falar ou tratar sobre diferentes assuntos relacionados a sexualida, como por exemplo: Gravidez na adolescência, aborto, tráfico de seres humanos, prostituição, sexo antes e fora do casamento, adultério, casamento, noivado e namoro, etc.

– SITES E BLOGS
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.irmaos.com/fogo-pre-nupcial/

-YOUTUBE
https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/CanalTheLoveSchool
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/user/naomordamaca
https://www.youtube.com/user/euescolhiesperar
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã
http://bibotalk.com/videos/btpapo-live-03-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo (Vídeo)
https://www.youtube.com/watch?v=Ltf6ycQP1Kw resenha de livro
https://www.youtube.com/watch?v=i9KTpLTKilc resenha de livro

 

Esse artigo se destina a oferecer conhecimento e recursos para que você pai, pastor ou líder cristão possa estar bem preparado para ensinar, conversar e orientar seus filhos, adolescentes, jovens e demais liderados no caminho bíblico, saudável e agradavel perante Deus.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

 

Recursos Contra a Ideologia de Gênero

pygpybuno

Nesse artigo, quero trazer vários recursos, como podcasts, filmes, livros, pregações e palestras, etc. Pelas quais os pais, pastores e líderes cristãos, professores e demais interessados possam estar melhor preparados para responder e lidar com a ideologia de gênero.

A ideologia de gênero, também conhecida como teoria queer ou teoria de gênero, ela tem tomado espaço em praticamente tudo o que nos cerca, seja através do apoio financeiro ou mesmo do ativismo explicito ou implícito, como em desenhos animados para crianças, campanhas publicitárias (Natura, C & A) , músicas, videoclipes, séries (Supergirl, Legendo f Tomorrrow), filmes, novelas (A Força do Querer), roupas e produtos unissex ou mistos, etc.

Cabe principalmente aos pais o dever de educar, ensinar e preparar os seus filhos para enfrentar esse mal do nosso tempo e, que a semelhança de Golias tem se levantado para afrontar ao Senhor e ao seu povo, bem como a toda as famílias de bem.

Como resposta trago essa lista de recursos contra a ideologia de gênero, para que você saiba o que realmente é essa ideologia, quais são as suas implicações a curto, médio e longo prazo em nosso país e mundo, quais setores e meios tem sido dominados por ela e seus ativistas e com enfrenta-la.

Segue-se abaixo a nossa lista de recursos contra a teoria Queer ou mais conhecida como Ideologia de Gênero:

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/ Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/ Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/ Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/ Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/ Sexo na TV
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/ Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/ Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/ Homossexualidade
http://bibotalk.com/podcast/contraponto-019-desvendando-animacoes/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-29-cracolandia-pais-convocados-no-ms-caio-fabio-preso/
http://bibotalk.com/podcast/btcast-107-teologia-genero-e-politica/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-33-igreja-na-franca-genero-nas-escolas-e-bancada-evangelica/

– LIVROS
Famílias em Perigo. De Marisa Lobo
A Ideologia de Gênero na Educação. De Marisa Lobo
Orientações sobre Sexualidade Infantil. De Guilherme Schelb
Cansei de ser Gay. Editora Central Gospel
Nascido Gay? , Autor Dr.Jonh H. S. Tay. Editora Central Gospel
FAMÍLIA – Lugar de Refúgio ou Campo de Batalha? Editora Central Gospel
A Estratégia (THE AGENDA) – O PLANO DOS HOMOSSEXUAIS PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE. De Rev. Louis P. Sheldon, Editora Central Gospel;
Educação Cristã – Uma Jornada para Toda a Vida. Editora Central Gospel;
A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual. De Tim Challies, Editora Vida Nova;
O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura Cristã;
Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo iProdigo;
Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;
E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

– PREGAÇÕES





 

– SITES E BLOGS
https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/uieqgb3e61nagba20sna/CartilhaIdeologiaGenero.pdf
http://biopolitica.com.br/index.php/videos/49-a-historia-de-david-reimer
https://padrepauloricardo.org/blog/pais-sao-presos-por-nao-aceitarem-ideologia-de-genero
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.semprefamilia.com.br/?s=ideologia+de+genero

-YOUTUBE







https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã

Esses são alguns recursos que temos a disposição para entender o que é a ideologia de gênero, bem como as suas implicações para nossas famílias e sociedade. Mas também como podemos estar preparados para lidar com essa ideologia, seja aonde ela se manifestar (escola, trabalho, faculdade, etc).

As principais pessoas que tem se levantado contra a ideologia de gênero aqui no Brasil são: Pr. Silas Malafaia, Procurador Guilherme Schelb e a Psicóloga Cristã Marisa Lobo. Nesse artigo, trago alguns materiais produzidos por eles.

Estejamos Vigilantes!

“O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro”
Efésios 4:14

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

A benção de uma excelente esposa

7b7ed6649f4794e65d0004c1e0f6ac2e

Poucas influências afetam o coração de um homem para Deus mais do que sua esposa, para melhor ou para pior. Ela encorajará sua devoção espiritual ao Senhor ou a impedirá. Ou ela expandirá sua paixão por Deus ou derramará água fria sobre ela. Que tipo de esposa estimula o crescimento espiritual de seu marido? Provérbios 31: 10-31 fornece um perfil da esposa que é digna da confiança de seu marido. Tal esposa é a encarnação da verdadeira sabedoria de Deus, fazendo com que o marido confie nela completamente.
“Uma mulher virtuosa, quem poderá encontrá-la? Seu valor excede em muito o das jóias “(v.10).

Uma mulher tão boa é difícil de encontrar. A palavra virtuoso (hayil) pode significar “força, habilidade, valor ou dignidade”. Esta mulher exemplifica cada uma dessas qualidades, tendo grande competência, caráter nobre e um forte compromisso com Deus e sua família.

Somente o Senhor pode fornecer uma mulher tão excelente: “A casa ea riqueza são a herança dos pais, mas a mulher sábia vem do Senhor” (Provérbios 19:14). “Aquele que achou uma mulher achou uma coisa boa, e ganha o favor do Senhor” (18:22). Esta mulher virtuosa é um presente inestimável de Deus.
Não é de admirar que “Nela confie o coração do seu marido” (v. 11)? O marido tem fé nela porque “ela o traz bem e não é mau todos os dias de sua vida” (versículo 12). Ela traz muitos pontos fortes para seu casamento, cada um particularmente adequado para complementar suas fraquezas. Seus dons imediatamente se tornam ganho para ele, e lhe dá muitos motivos para confiar nela.

Seu serviço
Em primeiro lugar, esta esposa extraordinária serve-o incansavelmente. Não fique ociosa, mas “procura lã e linho”, então “com prazer trabalha com as mãos” (versículo 13) para fazer fio e material. Ela é “como o navio mercante” (v. 14), que busca em busca do melhor tecido, ao melhor preço, para fazer as melhores roupas. Essa mulher abnegada “sobe quando ainda é noite” (v. 15) para preparar comida para sua família. Como uma excelenta administradora, ela supervisiona “suas donzelas/servas”, pois elas servem com ela na casa.
Seu sucesso
Em segundo lugar, essa mulher empreendedora exerce um bom juízo em suas muitas negociações. Inteligentemente “avalia um campo”, então compra-o. Lá ela planta uma “vinha” (verso 16). Por sua forte resolução (v. 17) ela ganha dinheiro extra para sua família. Esses negócios “vão bem” (v. 18), fornecendo recursos adicionais para compartilhar com os outros. Ela trabalha muito bem na “noite” com sua “roca” e “fuso” (v. 19) para fazer roupas para sua família.
Seu sacrifício
Em terceiro lugar, esta mulher diligente dá generosamente “os pobres” e “os necessitados” (v. 20). À medida que a “neve” se aproxima, a sua família também. Ela planejou para o futuro, fazendo roupas “duplas” (v. 21) para aqueles em sua casa. Ela não poupa nenhum esforço nem custa, fornecendo o melhor que pode. Depois de providenciar para os outros, esta esposa trabalhadora faz “roupões” e roupas para si mesma “linho fino e roxo” (verso 22). Sua habilidade de oferecer roupas caras é uma evidência clara do favor de Deus em relação ao seu trabalho.
Sua Sabedoria

Em quarto lugar, suas muitas virtudes aumentam a posição do marido nos “portões da cidade” (v. 23), onde os líderes da cidade se encontram. Com grande habilidade, esta excelente esposa “faz”, “vende” e “fornece” (v. 24) seus bens. Apesar de ser muito competente, ela não compete com a liderança de seu marido, mas sustenta com sua humilde submissão e todos sabem disso.
Sua força
Em quinto lugar, essa esposa preciosa olha para o futuro com “força” interna e “dignidade” (v. 25). Embora ela antecipe muitos desafios, ela ainda “sorri” (v. 25) com confiança positiva no cuidado providencial do Senhor. Ela antecipa que a disposição celestial atenderá todas as necessidades de sua família. Quando as pessoas procuram seu conselho, ela fala palavras de “sabedoria” e “bondade” (v. 26). Embora esteja ocupada fora da casa, ela não negligencia “a casa dela” (v.27).
Sua supremacia
Em sexto lugar, ela é uma boa mãe que, como seus filhos observam sua excelência, “eles a chamam de abençoada” (versículo 28). Seu marido vê seus traços de caráter em criar filhos e “a elogia”. Ele se orgulha de que ela supera todas as mulheres (v.29). Em seus olhos, não há nenhum que possa legitimamente reivindicar ser o seu igual.
Sua espiritualidade
Sétimo, a verdadeira grandeza desta mulher é a sua devoção espiritual. Ela “teme o SENHOR” (v. 30). “Graça” e “beleza” são “enganosas” e “vãs”. Sua verdadeira atração por ele é a sua reverência por Deus. Mesmo os líderes da cidade “a louvam” nos “portões” (v. 31), reconhecendo a integridade de sua vida. Seu marido recompensa sua fidelidade e seu trabalho. Ele é o mais abençoado dos homens.

Não é de admirar que seu marido confie nela? A realidade de Deus em sua vida faz você digna de sua plena confiança. Por estimativa, ela é “coroa de seu marido” (12: 4). Somente Deus pode prestar uma ajuda tão excelente.
O Senhor lhe deu uma esposa tão boa? Você vê como isso é específico para você? Você reconhece como sua eficácia aumentou para o Senhor? Em seguida, dê graças a Deus por essa mulher em quem seu coração confia.
Originalmente publicado em Ligonier.

Autor

Steven Lawson é o presidente e fundador da OnePassion Ministries, professor assistente da Ligonier e autor de inúmeros livros.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/la-bendicion-de-una-esposa-excelente

A mulher maravilha: uma heroína peculiar e inesperada

ugvwqhbxiwq

Suponha que existisse uma sociedade de guerreiras poderosas criadas com o propósito de proteger e salvar o mundo, comprometidas com os ideais de dever, serviço e justiça. Como seria? Mais especificamente, o que uma jovem poderia criar desde o nascimento em tal sociedade?
Ela se parece com Diana (Gal Gadot), uma valente princesa amazônica na nova Mulher Maravilha da DC. Testemunhando um acidente de avião ao largo da costa da ilha, onde vive, Diana resgata o piloto, Steve Trevor (Chris Pine), e aprende com ele que uma guerra está furiosa no mundo exterior. Ela está devastada quando essa guerra o segue até a ilha, o que resulta em alemãess matando sua amada tia e formadora, Antiope (Robin Wright).
Educada com histórias sobre Ares, o Deus maligno da guerra, Diana tem certeza de que este é o trabalho dele, então ela decide que sua missão é destruí-lo e acabar com a guerra. Apesar da oposição de sua mãe, Diana acompanha Steve para Londres e depois para a linha de frente na Primeira Guerra Mundial, onde sua inocência e seu forte senso de justiça a colocam em perigo, mesmo quando ela orienta e inspira todos a está por perto.
Saga de super-heróis
A maravilhosa mulher maravilha quebrou a marca de US $ 100 milhões no primeiro fim de semana, e com razão. A diretora Patty Jenkins criou uma história épica de super-heróis que estabelece um novo padrão no gênero e deixa filmes anteriores como Batman vs. Superman no pó … o que, enfrentamos isso, não era difícil de fazer. As façanhas da superpotência de Diana e múltiplas cenas de batalha são emocionantes e elaboradas, e a paleta de cores do filme é particularmente eficaz.

Mas o verdadeiro poder deste filme reside nos personagens e ideais que eles perseguem, independentemente do custo.
Nas mãos inteligentes de Jenkins e roteirista Allan Heinberg, Wonder Woman é conduzida por uma profunda compaixão, uma sensação quase inabalável de certo e errado e uma firme determinação de cumprir seu dever. Inicialmente ela vê tudo em preto e branco: a guerra matou milhões e pode matar ainda mais; Assume-se que as amazonas protegem as pessoas; então ela deve parar a guerra.

Então ela e Steve juntaram uma equipe desigual para ajudar a destruir uma fábrica de gás venenoso, e as visões simplistas de Diana parecem ajudar a manter todos em trilha. O menor aviso ou sugestão de que nada pode ser feito para ajudar as vítimas inocentes a enfurece e, em um caso, leva-a diretamente à “terra de ninguém”, para enfrentar o fogo alemão em sua fantasia icônica.
Heroína inesperada

É importante observar como os bons do filme não só aceitam Diana rapidamente, mas também confiam e dependem de Diana. Esse retrato do relacionamento de Diana com os personagens em torno dela oferece uma resposta firme e direta a cineastas, críticos e “líderes de pensamento” que professam estar terrivelmente confusos sobre o que as mulheres realmente querem em uma heroína.

Como o escritora e ensaísta cristã, Dorothy L. Sayers, escreveu uma vez em um ensaio intitulado Are Women Human: “O que pedimos é ser indivíduos humanos, peculiares e inesperados”.
Deixe de lado a questão do que vemos e esperamos das mulheres na vida real. Se postularmos um mundo de superpotências e heróis de fantasia, não é razoável querer ver o que uma mulher faria nesse papel, e como ela poderia usar seus próprios presentes “peculiares” e “inesperados” como mais do que um interesse amoroso ou um personagem de apoio .
O que as mulheres não pedem – pelo menos, aquelas de nós que valorizamos e respeitamos ambos os sexos conforme projetado e feito por Deus – é que os homens sejam denegridos para permitir que isso aconteça. Aqui novamente, o filme faz um trabalho admirável. Wonder Woman não significa que as mulheres são incorruptíveis; Um dos piores vilões, um cientista louco conhecido como Dr. Veneno, é uma mulher (Elena Anaya). Nem dizer que todos os homens são corruptos. Diana tem algumas coisas para aprender, e é uma das grandes forças do filme: que os homens à sua volta tenham a oportunidade de ajudá-la a aprender essas coisas.

Steve, em particular, tem um relacionamento igual com ela. Ele é arrogante e despreocupado, mas tem paixão por salvar vidas e vê em Diana a mesma paixão. Ele tenta protegê-la até que (rapidamente) descubra que ela não precisa de proteção. Então ele não perde tempo se preocupando com seus poderes superiores, mas simplesmente o recebe, como se ele fosse um presente para sua causa. Os dois confrontam a estratégia e ocasionalmente sobre diferenças profundas subjacentes a suas convicções, mas seu respeito mútuo e objetivo comum permanece forte. Até mesmo o seu crescente romance não interfere no caminho de uma relação de trabalho sólida. (Em uma cena, uma relação é sugerida dentro de uma sala, mas nada é mostrado exceto um beijo, enquanto ambos os personagens estão totalmente vestidos).
Uma batalha dos sexos?
Há muito discurso moderno sobre os papéis dos homens e das mulheres, mesmo nos círculos cristãos, onde a batalha dos sexos é mostrada apenas: uma batalha na qual um sexo deve perder. Tanto o empoderamento das mulheres denigrem os homens quanto o empoderamento dos homens denigrem as mulheres.

Como cristãos, reconhecemos que isso é um falso dilema. Recentemente, em Mulher Maravilha, este falso dilema também é reconhecido. O filme de Jenkins aprecia e eleva homens e mulheres.

Diana deseja redimir até as pessoas mais malignas, como quando ela oferece ajuda a um oficial alemão para se livrar do controle de Ares, algo que nem sequer ocorre com seus companheiros. Mas quando Diana finalmente se cansa da corrupção dos seres humanos e está prestes a abandoná-los, Steve a leva a uma compreensão mais profunda do valor da humanidade, apesar da nossa corrupção.
As sequências de ação são fantásticas, mas, em última análise, elas são secundárias para mim. O que é memorável sobre esta versão da Wonder Woman é que as mulheres e os homens têm algo a oferecer para o bem maior e que ajudar uns aos outros apenas os torna mais fortes.
Originalmente publicado na The Gospel Coalition.

Autora

Gina Dalfonzo é autora de One by One: Welcoming Singles in Your Church (Baker, 2017) e editora do BreakPoint.org e Dickensblog.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/la-mujer-maravilla-una-heroina-peculiar-e-inesperada

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

1014086958-jesus-curando-uma-mulher-_-imagem-ilustrativa

 

O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 

Livros para presentear suas filhas!

voce-e-um-pai-liberal-1418755960299_615x300

Texto-Bíblico: Provérbios 31:10-31

Nos dias em que vivemos cada vez mais e mais vemos pessoas, grupos e movimentos que se levantam para serem contra tudo o que existe de bom, justo, honesto e certo. São contra o que a Palavra de Deus ensina sobre diversos assuntos, especialmente o que é ser mulher, aborto, corpo, sexualidade, relacionamentos e tantos outros assuntos.

Dia a dia vemos uma geração perversa, ímpia e depravada crescendo em todo o Brasil, mas também em todo o mundo. E as nossas crianças e jovens são o alvo principal desses grupos e movimentos malignos e inimigos de nossas famílias.

Neste artigo, trago dicas de bons livros para você (pai, filho, marido, tio, irmão, líder de jovens, pastor, mentor, líder, professor cristão, etc) presentear meninas e garotas que você conhece e/ou fazem parte de sua vida, como por exemplo suas filhas, sobrinhas, primas, irmãs, amigas, colegas de escola/faculdade, jovens e meninas da igreja, etc.

 

– A ditadura da beleza e a revolução das mulheres. Augusto Cury, Editora Sextante;

– O Livro da Beleza. De Nancy Rue, Ed.Mundo Cristão;

– Só para Meninas Apaixonadas. Ed.CPAD;

– Qual é a Deles? De Crystal Kirgiss;

– Só para Meninas. Eveline Ventura, Ed.Cpad;

– Garota Perfeita. De Jennifer Strickland. Ed. BvBooks;

– Amar faz bem. Jenna Lucado. Edit. Thomas Nelson Brasil;

– Mensagens de Deus para garotas. Edit. AD santos;

– Eu escolhi esperar PARA ELAS. Eu Escolhi Esperar;

– Manual de sobrevivência para o jovem cristão. Pr Lucinho Barreto. Edit. Central Gospel;

– Você é Linda. Jenna Lucado, Edit. Thomas Nelson Brasil;

 

Deixo essas dicas de livros para você ler com suas filhas, presentear sua namorada ou noiva, abençoar a vida de suas amigas e demais meninas e garotas que você conhece.

Minha oração e desejo é que possamos nos dedicar a formação de mulheres que sejam realmente mulheres. Mulheres que desde cedo aprendam o seu valor dentro de suas próprias casas e igrejas, que sejam santas e inteligentes, que lutem por tudo o que é bom, justo, honesto e correto não conforme o padrão corrupto do mundo, mas conforme o padrão de Deus revelado em sua Santa Palavra.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian