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Série Referenciais: Russel Sheed

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Russel Shedd é considerado com um dos teólogos mais importantes da atualidade, bem como missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil. PHD em Novo Testamento pela Universidade de Edinburgo, na Escócia, tem uma vida dedicada ao estudo da bíblia e na relação entre a fé, as pessoas e Deus.

Biografia

Russel Shedd nasceu na Bolívia no ano de 1929. Fruto de uma família missionária, teve desde cedo contato próximo com a fé e a religião. Seus irmãos também seguiram uma vida ligada à religiosidade, cada um à sua maneira e em um diferente lugar do mundo.

Ainda adolescente mudou-se para os Estados Unidos, onde permaneceu até receber o grau de mestre em Novo Testamento pela Wheaton College Graduate School. Em seguida, mudou-se para o estado da Filadélfia onde fez mais um mestrado, desta vez em Teologia. Anos mais tarde, mas ainda jovem, Russel Shedd finalizou seus estudos recebendo o título de doutor em Novo Testamento, com apenas 25 anos de idade, na Escócia.

Assim que terminou seu doutorado, Shedd retornou aos Estados Unidos, onde se tornou professor no Alabama. Foi durante suas aulas que conheceu Patrícia, uma aluna com quem se casou e viveu até o fim de sua vida, com quem teve 5 filhos. A vida do casal continuou envolvida com a missão religiosa, e foram enviados para Portugal pela Conservative Baptist Foreing Mission Society.

 

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Devido às dificuldades que tinha com a publicação de livros evangélicos em Portugal, mudou-se para o Brasil, onde o custo era muito mais interessante. O ano era 1962 e assim que chegou encontrou interessados em uma sociedade no ramo editorial sem fins lucrativos. Assim nasceu a Edições Vida Nova, alguns anos mais tarde.

Durante anos, Russel Shedd trabalhou no seu projeto mais conhecido, a Bíblia Nova Vida, com notas explicativas, outros textos didáticos e formas de explicar melhor seu conteúdo para as pessoas. Segundo Shedd, a popularização de sua bíblia é uma de suas maiores alegrias, e até hoje o livro é vendido no país. Assim começou a história de sucesso de sua editora, que hoje é bem maior e já publicou cerca de 170 títulos.

Depois, foi convidado para dar aulas na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, onde durante anos fez a diferença na vida de alunos através de sua vocação para ouvir, ajudar na resolução de problemas e muitas outras coisas. Shedd recebeu outros convites para lecionar novamente nos Estados Unidos, e até chegou a aceitar um deles. Mas sempre acabava retornando ao Brasil, onde se sentia mais útil e mais próximo ao propósito que Deus havia lhe enviado.

Russel Shedd foi muito importante para o crescimento e desenvolvimento da igreja evangélica no país. Com ele houve mais interesse em participar de missões, inclusive no exterior.

Shedd foi Presidente Emeríto da Vida Nova e consultor da Shedd Publicações e viajou pelo Brasil e exterior ministrando em conferências, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. Era membro da Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão (IBEC).[3]

Curtis A. Kregness, vice-presidente de Edições Vida Nova, declarou: “O Brasil evangélico inteiro se comoveu quando soube da morte de Dr. Shedd na madrugada de 26 de novembro de 2016. O sentimento de perda foi muito grande, pois, de certa maneira, é como se ele pertencesse a todas as igrejas e grupos por onde passou, ensinando a Bíblia. Sua vida era de amor à Palavra de Deus, como declarou um tributo postado no site da Vida Nova. Mas, é certo que Shedd será lembrado tanto por seu caráter cristão quanto pelo conteúdo de seu ensino.

 

Bibliografia

Russel Shedd é autor de diversos livros e publicações. Mas entre os títulos mais conhecidos, podemos citar:

* Bíblia Nova Vida;
* Disciplina na Igreja;
* Adoração Bíblica;
* A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia;
* Alegrai-vos no Senhor: Uma exposição de Filipenses;
* A Solidariedade da Raça: o Homem em Adão e em Cristo;
* Tão Grande Salvação: Uma exposição de Efésios;
* Lei, Graça e Santificação.

 

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Russell_Shedd

http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-russel-shedd-vida-e-bibliografia/

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Série Referenciais: Gary Chapman

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Nascido em 10 de janeiro de 1938, nos Estados Unidos, Gary Chapman é um escritor e conselheiro de relacionamentos, mundialmente reconhecido pelo best-seller “As cinco linguagens do amor” (1992), livro que é sucesso no mundo todo e já foi traduzido em mais de 40 idiomas. A biografia do autor inclui graduação da Moody Bible Institute, bacharelado e mestrado em Artes, licenciatura em Antropologia, da Wheaton College e da universidade de Wake Forest, além de mestrado em Educação Religiosa e doutorado (phD) em Filosofia.

Ou seja, sobretudo o Dr. Chapman é um pensador da contemporaneidade, que chama atenção em seus livros devido à inteligência associada ao conhecimento sobre o que é o relacionamento humano. Apelidado de “Doutor Casamento”, o escritor viaja por diversos países a fim de desafiar casais a buscarem a construção de um relacionamento saudável e permanente. Com certeza, muitos casais já se inspiraram na filosofia de Chapman em busca da saúde emocional em seus relacionamentos.

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“As cinco linguagens do amor”, segundo o autor, são: “words of affirmation” (palavras de afirmação), “quality time” (tempo de qualidade), “receiving gifts” (receber presentes), “acts of service” (atos/ações de serviço) e “physical touch” (toque físico). Esses são os conceitos do Dr. Chapman para os relacionamentos saudáveis e duradouros. Como é possível notar, o escritor fala sobre atos e atitudes que fazem a diferença na construção de um relacionamento que faz bem a ambos.

 

Além do celebrado best-seller, Chapman já escreveu mais de 30 livros, o que inclui obras direcionadas não apenas aos casais, mas também aos homens solteiros, casados e pais de crianças e adolescentes. O autor, atualmente, vive na Carolina do Norte (EUA) e é considerado um dos maiores nomes quando o tema é relacionamento afetivo. Casado há mais de quatro décadas com Karolyn J. Chapman, o autor de “As cinco linguagens do amor” e “As quatro estações do casamento” tem 2 filhos: Derek e Shelley Chapman.

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Desde o início da década de 1970, Chapman é um pastor associado sênior da Calvary Baptist Churchs, em Winston-Salem, na Carolina do Norte (EUA). Na Igreja, o escritor compartilha as responsabilidades de ensino e assistência às famílias, o que lhe deu suporte para se tornar um especialista em relação bíblica intelectual confiável e um dos autores mais que mais vendem livros até hoje. O “Doutor Casamento”, antes de qualquer coisa, é um especialista em ajudar as pessoas a falarem e compreender os relacionamentos melhor.

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Junto com a Dra. Jennifer Thomas, Chapman escreveu “As cinco linguagem das desculpas”, no qual fala sobre perdoar e ser perdoado, e também foi coautor, junto com o Dr. Paul White, da obra “As cinco letras de valorização no local de trabalho”, na qual fala sobre as relações dentro do ambiente de trabalho. Sem dúvidas, o Dr. Chapman hoje é um dos maiores nomes do gênero de relações afetivas e autoridade absoluta, em diversas partes do mundo, nas discussões sobre o assunto.

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Gary Chapman, desde 2007, está entre os 50 autores que mais vendem no site Amazon e já esteve na lista dos 5 livros mais importantes, do New York Times.

 

Fonte Original: : http://blog.presentesevangelicos.com.br

 

Série Referenciais: Pr. Josué Gonçalves

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Escritor de livros como “104 erros que um casal não pode cometer”, “101 erros que os namorados não podem cometer” e “37 qualidades do Líder que ninguém esquece”, entre outras obras, Josué Gonçalves é um pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, além de ser terapeuta familiar. A história de Gonçalves, acima de tudo, é a história de um homem comprometido com Deus desde os seus primeiros anos de vida.

 

Hoje casado com Rousemary Gonçalves e pai de 3 filhos (Letícia, Douglas e Pedro), o pastor é um dos mais reconhecidos do Brasil, porém, nem sempre a sua história foi marcada pelo sucesso. Tudo começou quando Josué começou a se envolver na pregação do evangelho, já na sua primeira década de vida, inspirado na história de vida do pai, que era ligado à Igreja. Com apenas 17 anos, Gonçalves já era um pregador do evangelho na cidade de Bragança Paulista – SP e, rapidamente, se tornou o líder dos Jovens da Assembleia de Deus.

Certo dia, um enviado de Deus revelou a Josué que seu pai seria recolhido junto ao Senhor e que ele havia sido o escolhido para continuar a obra que o seu genitor havia iniciado. Em abril de 1984, a revelação torna-se real e muda, para sempre, a vida do futuro pastor. Em 1985, Gonçalves casa-se com Rousemary e, em 1986, começa uma nova fase ministerial, desta vez na Assembleia de Deus em Santo André – SP. Em 1987, é chamado pelo Pr. Antonio Campaci para trabalhar em seu ministério.

O contato com o Pr. Campaci, que teve outra revelação sobre o futuro de Gonçalves, foi essencial para que o então jovem fosse devidamente orientado, ajudado e motivado ministerialmente. Já em 1990, Josué inicia um trabalho próprio na Assembleia de Deus de São Bernardo do Campo – SP: o Projeto Família Debaixo da Graça, voltado para ajudar as famílias nos aspectos comportamentais e de relacionamento.

No começo, o trabalho é árduo e o jovem pregador precisa de muitos sacrifícios para levar o projeto em frente. Mas é exatamente essa a época em que Gonçalves escreve a primeira apostila para a família, com uma máquina de escrever emprestada da Igreja. Haviam apenas algumas cópias, devido às dificuldades financeiras, mas as coisas começariam a mudar dali para a frente. Em 1991, Gonçalves se muda para Osasco e vincula-se ao Ministério da Assembleia de Deus do Belém.

Com apenas 29 anos, Josué Gonçalves é consagrado Pastor. A partir de então, suas pregações passam a ser ouvidas por milhares de fieis, em toda parte do Brasil e em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Irlanda e Inglaterra, entre outros. Alcançando cada vez mais pessoas, o Pr. Gonçalves, atualmente, já conta com diversos livros, CDs e DVDs, que estão entre os mais populares e vendidos pelo mercado gospel no Brasil.

Site e redes sociais do pr. josué gonçalves

http://amofamilia.com.br/portal/

https://www.youtube.com/user/douglasval88

https://www.instagram.com/prjosuegoncalves/?hl=pt-br

 

Entre os livros do Pr. Josué Gonçalves, estão:

– 104 erros que um casal não pode cometer
– 101 erros que os namorados não podem cometer
– 37 qualidades do Líder que ninguém esquece
– Construindo o céu em casa
– Família: meu maior patrimônio!
– Aprenda a Pregar
– 23 atitudes para revolucionar o seu casamento
– Aprendendo sobre família com o pai do filho pródigo

 

Fonte Original: http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-josue-goncalves-vida-e-bibliografia/

 

Por que temos poucos artistas cristãos?

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Texto-Bíblico: Êxodo 31:1-11; 35:30-36:1

Essa pergunta, bem como as minhas respostas a ela surgir devido a uma triste realidade que vejo no Brasil, mas também no mundo todo – a ausência quase que completa de cristãos no mundo das artes.

• E quando me refiro a mundo das artes, me refiro a todos os tipos de artes, seja desde a área musical (bem comum a nós cristãos) até o cinema, dança, teatro, literatura, fotografia, graffitagem, artes plásticas, artesanato, pintura, revistas em quadrinhos, animações, etc.

Infelizmente, vemos muitos e cada vez mais cristãos na música e alguns no cinema e em novelas. Mas pouquíssimos ou mesmo nenhum nas demais formas de expressão artística. Diante do relato bíblico da Criação dos Céus e da Terra em Gênesis 1-2, bem como ao nos falar sobre Cristo – a Multiforme Sabedoria e Graça de Deus (Efésios 3:10-11/ 1 Pedro 4:10), fico a pensar cadê os homens (bem como mulheres) cristãs produzindo arte que expressa a multiforme sabedoria de Deus e manifesta sua multiforme Graça em todos os sentidos, cores, notas, ângulos, perspectivas, momentos, palavras, números, imagens, etc?

 

Creio que cada pessoa é dotada por Deus com dons, talentos e capacidades únicas e especiais dadas por Ele mesmo de maneira a lhe rendermos Glória, Honra, Louvor e Adoração. E que devemos usar essas dádivas dadas por Deus tanto dentro da igreja, quanto fora dela, ou seja no mundo criado por Deus para Glorificá-lo e proclamar o Evangelho.Somos ricos nas mais diversas formas de expressões musicais, mas pobres nas demais manifestações artísticas. Creio que isso ocorre por diversos sentidos:

 

– Falta de conhecimento bíblico. Quanto vamos além da medíocre leitura superficial da Palavra de Deus e mergulhamos de coração, mente e tudo o mais em seu estudo, leitura e obediência. Passamos então a viver uma vida que vai além de somente fazer o que é certo diante de Deus, no sentido de que passaremos também a expressar nossa adoração, gratidão e louvor ao Senhor, por meio do que fazemos (Artes, Ciência, Negócios, Família, Trabalho, etc) com nossas mãos, pés, boca, corpo e vidas.Criando e produzindo diversas coisas das mais variadas formas e momentos para Glorificar, Bendizer, Exaltar, Adorar, Louvar, Agradecer e Proclamar os feitos do Senhor e o nosso Amor por Ele. Consequentemente transmitindo sabedoria e graça através do que fazemos e somos;
– Desconhecer a vontade do Senhor para as nossas vidas. E isso ocorre devido a uma vida pobre ou miserável de oração e estudo bíblico, bem como de comunhão com a Igreja de Cristo. Busque intencionalmente descobrir mediante oração e estudo da Palavra de Deus, qual a vontade de Deus para a sua vida. Avalie por si mesmo e com outros, quais os dons e talentos que o Senhor lhe deu? O que você faz com excelência e alegria?
– Dividir a vida entre “sagrado” e “secular”. Uma dicotomia infeliz e antibíblica, já que divide e menospreza  a multiforme sabedoria de Deus. Tratando umas coisas como santas, boas e úteis. E as demais como profanas, más e inúteis. A única “coisa” que é oposta a Deus e sua Palavra é o pecado, a desobediência e a mentira. Todas as coisas criadas, foram criadas boas e para renderem Glória ao Criador (Gênesis 1-2/ Atos 10/ Rom.1:19-20/ 1 Corintios 8:1-8/1 Timóteo 4:1-5)

 

– Acreditar que a arte é neutra. Ou mesmo muda, no sentido de não falar, não transmitir uma mensagem, valores e influência. Através das artes, os artistas falam, protestam, denunciam, homenageam, se expressam, criticam, elogiam, mostram algo, influenciam, manipulam, etc;

 

– Não “se vive de arte”. Isso é uma imensa mentira, pois qualquer tipo de arte pode e sempre tem algum valor financeiro e social. Ou seja, artistas não são vagabundos e sim trabalhadores. Pois transformar algo comum (letras, números, cores, notas musicais, pedras, madeira, etc) em coisas extraordinárias;

 

– Limitar a arte aos museus ou exposições. Quando na verdade, as expressões artísticas vão além desses espaços nos cercando por todos os lados e fazendo parte de nossas vidas, mesmo que não percebamos. Desenhos animados, novelas, livros, fotografias, músicas, graffitagens ou grafites, roupas, tapetes, logomarcas, carros, prédios, revistas em quadrinhos, filmes, séries, vídeos no youtube e clipes musicais são somente algumas das milhares e milhares de formas em que expressamos e temos contato diariamente com a arte em suas mais diversas formas;

 

– Limitamos a ação de Deus as quatro paredes de nossas igrejas. Criamos e produzimos músicas, peças de teatro, jograis, livros, artes gráficas e outras coisas somente para usarmos dentro da igreja e para a igreja. Deus pode falar e fala através de diversos meios, como livros, filmes, músicas, sonhos, peças de teatro, novelas, descobertas cientificas, etc.   *Nossa base segura e eterna para conhecer, entender e viver a Vontade de Deus para nós é a sua Palavra – a Bíblia.

 

– Desconhecer (ou ignorar) excelentes referenciais cristãos de arte. Graças a Deus temos diversos homens e mulheres que viveram o chamado de Deus para usar as artes para a sua Glória e Louvor. Temos como bons exemplos: Jubal e Tubalcaim (Na Bíblia), Bezalel e Aoliabe (Na Bíblia), Dorcas (Na Bíblia), o Rei Davi (Na Bíblia), Kevin Sorbo (ator, produtor e diretor cristão), David A. R. White (ator, diretor, produtor, roteirista, escritor e empresário cristão), C.S.Lewis (Escritor de As Crônicas de Nárnia), Jonh Bunyan (pregador e escritor de O Peregrino e A Peregrina), Mauricio Zagari (escritor de O Enigma da Bíblia de Gutemberg e outros), Marcus Nati (Desenhista, Ilustrador e criador da Fanpage Bíblia Brother Arte), Ministério de Teatro Cristão Jeová Nissi, Das novelas com temáticas bíblicas-cristãs da rede record de televisão, dentre tantos outros no mundo todo;

 
– Ignorar ou não perceber o uso maligno da arte (João 10:10/ 2 Cor 2:11). Isso mesmo, a arte também pode e tem sido usado pelo o diabo, seus demônios e seguidores infelizmente. Temos ai como exemplo disso: as músicas de funk que alimentam uma cultura de estupro e desvalorização da mulher; as novelas, minisséries e filmes produzidos pela Rede Globo de Televisão (bem como outras emissoras também); Filmes de terror e pornográficos; clipes musicais e músicas de pessoas como Pablo Vittar, Anitta, Lady Gaga e outros; exposições do Queermuseum na cidade de Curitiba e Rio de Janeiro; blocos de carnaval; desenhos da Disney, onde encontramos espiritismo, magia, adivinhação, conversa com os mortos, etc. Os exemplos do uso que o diabo faz da arte pra matar, roubar e destruir vidas é imenso.

 

Recentemente pude ler o livro da Jocum “ O Livro que transforma nações”, de Loren Cunningham. E numa parte muito interessante ele aborda como fruto de um momento de oração ao Senhor e reflexão as 7 áreas de influência para podermos evangelizar e discipular as nações, que são elas:

– Família – o lar;

– Religião- Igreja e Missão;

– Educação – escolas e universidades;

– Celebração – artes, esportes e entretenimento;

– Comunicação social – mídia;

– Economia – negócios, comércio, ciências e tecnologia;

– Governo – Política

 

 

Creio com todo o meu coração e mente que conforme as Escrituras Sagradas é vontade de Deus que nós cristãos atuemos em cada uma dessas áreas de maneira pró-ativa, criativa e crescente.  Nesse texto de hoje, tratei do mundo artístico.Oro e desejo que o Senhor levante homens e mulheres que sejam excelentes artistas cristãos. Quer sejam eles atores, músicos, escritores, grafiteiros, pintores, fotógrafos, artistas plásticos, etc. E que manifestem a sabedoria de Deus transmitindo Graça através de tudo o que criam, moldam e fazem como expressão artística.

 

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.”

(I Coríntios 10 : 31)

 

 

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Ame a Pessoa Com Quem Você Está

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Depois que C. S. Lewis perdeu sua esposa Helen para o câncer, ele se deu conta de que não tinha uma única foto boa dela. Talvez isso seja difícil de entender em nossa cultura de fotos de perfil em vários ângulos, mas ele não ficou chateado com isso. Na verdade, ele viu uma vantagem peculiar na falta de uma imagem de qualidade de sua esposa. Ele escreveu:

Quero H., não algo parecido com ela. Uma boa fotografia pode se tornar, no final, uma armadilha, um horror e um obstáculo.

Como poderia uma foto da mulher que ele amava se tornar uma armadilha? Na ausência da pessoa real, ele viu sua tendência em preencher a fotografia com sua própria fantasia. Na verdade, este foi um dos temas de destaque para Lewis em “A Anatomia de Uma Dor – Um Luto em Observação”. Ele estava apavorado com a possibilidade de transformar Helen em um fantasma de sua própria criação. Sua inclinação em desejar certos aspectos da personalidade de Helen mais do que outros, era particularmente alarmante. Claro que ele nunca iria produzir algo fictício sobre ela intencionalmente, mas, devaneou: “Será que essa condição não se tornará inevitavelmente mais e mais a minha própria?” O que mais preocupava Lewis era que Helen se tornaria a ele apenas uma extensão de si mesmo, de seus velhos sonhos de solteirão.

Resistência do Cônjuge

Lewis traz luz a uma dádiva negligenciada nos casamentos: a resistência do cônjuge. Não estou falando de tensão irada ou insubordinação sarcástica. Mas sim, do simples fato de que o seu cônjuge é uma pessoa real, cuja existência não estará de acordo com a imagem que você tem dele ou dela. A resistência do cônjuge serve de âncora à realidade, uma realidade na qual Deus o chama a amar seu cônjuge real, não um imaginário. Lewis observou:

Toda a realidade é iconoclasta. A pessoa amada, mesmo nesta vida, triunfa incessantemente sobre a simples ideia dela. E assim a queremos; a queremos com todas as suas resistências, todos os seus defeitos, toda sua imprevisibilidade. Ou seja, ela em sua realidade firme e independente. E é isto que devemos amar depois que ela morrer, não uma imagem ou memória dela.

Eu diria mais, enquanto ela está viva também. Por mais estranho que pareça, podemos ser gratos pelas milhares de pequenas divergências que temperam a relação conjugal, pelas inúmeras diferenças de perspectiva que avivam a relação. Isso indica que você está interagindo com um ser independente, alguém que você recebeu para amar sacrificialmente.

O Original e Melhor

A essência do amor sacrificial é tranquilizar o outro, ao invés de esperar que o outro tranquilize você. Usando a percepção de Lewis, então, devemos desconfiar da nossa tendência de admirar apenas as características que aprovamos em nosso cônjuge, e de corrigir aquelas que não aprovamos. Lembrar de um cônjuge falecido é ruim; você não está amando a pessoa, mas uma memória editada dela. Servir um cônjuge vivo, é pior; você não está buscando a pessoa, mas o que você espera que ela se torne. Muito melhor é amar a pessoa original, não a edição revisada que você faz dela. Afinal, você é uma pessoa original também.

Amar a pessoa original requer um ajuste da parte de quem ama, e isso pode levar uma vida inteira; essa consideração é uma prova fundamental do amor conjugal ao qual os cristãos são chamados (Efésios 5.21–33). Não desanime quando você não concorda plenamente com seu cônjuge. Onde não há nenhum desacordo, aborrecimento ou resistência, não há oportunidade para o sacrifício. Se amamos apenas o que é agradável a nós em nosso cônjuge, estamos amando apenas as nossas preferências. Não precisamos do evangelho para fazer isso.

Precisamos dele para nos libertar de nossa tendência em ajustar um ao outro constantemente ao nosso gosto. Jesus veio para servir a um Pedro impulsivo, a uma Marta distraída, a um Tomé duvidoso. Ele veio para servir a tolos como cada um de nós. E sim, o amor redentor de Cristo nos muda gradualmente, mas essa mudança está em conformidade com a justiça, e não com preferências pessoais.

Então, se sua esposa ri demais para o seu gosto, ame-a por isso. Se ela é mais pessimista do que você gostaria, trate os medos dela. Se seu marido é mais silencioso em encontros sociais do que você gostaria, seja grata por isso. Se ele tem mais dificuldade em fazer planos do que você acha razoável, esteja contente a seu lado. Em cada pequena resistência do cônjuge, celebre o privilégio de amar uma pessoa, não uma imagem.

Como disse Lewis, a realidade é iconoclasta. Graças a Deus isso é especialmente real no casamento.

 

Traduzido por Raul Flores.

Jeremy Pierre é o Decano dos Estudantes e o Professor Associado de aconselhamento bíblico no Seminário Teológico Batista do Sul e serve como presbítero na Igreja Batista de Clifton. Ele é co-autor de “The Pastor and Couseling” (O Pastor e o Aconselhamento) e autor do futuro livro “The Dynamic Heart in Daily Life: Counseling from a Theology of Human Experience” [O Coração Dinâmico no Dia-a-Dia: Aconselhamento a partir de uma Teologia da Experiência Humana]. Ele e sua esposa, Sarah, têm cinco filhos e vivem em Louisville, Kentucky. Você pode segui-lo no Twitter.
http://www.thegospelcoalition.org/pt/article/ame-a-pessoa-com-quem-voce-esta

O glorioso do sexo

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A Bíblia apresenta uma visão elevada do sexo. E é, sem dúvida, o selo e sinal de unidade como um casal aos olhos de Deus. Portanto, não deve ser surpreendente descobrir que podem surgir “problemas na cama”, que, se não por causa do sexo, nunca se tornariam evidentes. Assim, a culpa, o medo e a ira podem existir como resultado de relacionamentos anteriores. Por esta razão, pode-se manifestar um ódio ou uma falta de respeito, que tem a ver com diferenças não resolvidas no presente relacionamento.
O sexo é uma coisa maravilhosa, mas frágil, e não é uma boa tática para se esconder sob os problemas do tapete que tem que ser explodido e levado à luz. Se a relação conjugal não está funcionando corretamente, a relação sexual não funcionará bem. Certifique-se de ir além da superfície. A falta de “compatibilidade sexual” não precisa necessariamente ser uma falta de habilidade física. Pode ser, pelo contrário, uma indicação de problemas mais profundos no relacionamento. E muitas vezes o caso é que, se você lida com esses problemas, o relacionamento sexual melhora.
Uma regra fundamental no casamento é que, com o passar do tempo, e como Lewis Smedes aponta, descobrimos que não nos casamos com uma única pessoa, mas com as muitas pessoas em quem essa mesma pessoa se torna.

Tempo, crianças, se há doenças, experiências múltiplas e acumulação de anos trazem mudanças que exigem respostas criativas e disciplinadas, de modo que seja possível a renovação necessária de uma intimidade sexual mais fácil nos seus começos. Se não reconhecermos e nos adaptaremos a essas mudanças, nossa relação sexual como um casal sofrerá por isso.
Kathy e eu costumamos comparar o sexo em casamento com o óleo que graxa um motor. Se o óleo não estiver lá, o atrito no casamento provocará raiva, ressentimento, decepção e um relacionamento pobre. O que deve ser um motivo, torna-se um motivo para a divisão. Nunca devemos desistir de uma relação sexual legítima.
Um reflexo do eterno

O sexo é algo realmente maravilhoso e totalmente extraordinário. Isso é algo que seria evidente mesmo sem a Bíblia dizer isso. O sexo nos leva a uma alegria que se manifesta espontaneamente em elogios agradecidos. A Bíblia coloca em palavras certas. João 17 nos informa que desde a eternidade o Pai, o Filho e o Espírito Santo glorificaram e professaram o culto mútuo, expressado em devoção mútua, na alegria recíproca do coração (ver João 1:18, 17: 5, 21, 24-25).

A relação sexual entre um homem e uma mulher é, na sua essência mais pura, um reflexo do amor existente entre o Pai e o Filho (1 Cor. 11: 3). E é também o reflexo de um presente pessoal generoso e alegre que gera amor no seio da Trindade.
O sexo é uma coisa gloriosa, não só porque reflete a alegria existente em um Deus trino, mas também porque é também o começo do deleite eterno da alma que experimentaremos no céu, no seio de uma relação amorosa com Deus e com nossos irmãos na fé Romanos 7: 1s., Informa-nos que os casamentos bem combinados são os primeiros frutos da futura relação de amor que teremos com Cristo, numa união final profunda e infinitamente satisfatória.
Portanto, não é surpreendente que, como alguém apontou, a relação sexual entre um homem e uma mulher pode se tornar uma verdadeira experiência extracorpórea. E é, sem um possível paralelo, uma visão antecipada da vida gloriosa de unidade profunda que acontecerá no futuro, por isso inimaginável, mas certamente extraordinário.

 

Autores
Tim Keller é o pastor sênior da Igreja Presbiteriana do Redentor (PCA) em Manhattan, Nova York. Ele também é co-fundador e vice-presidente da The Gospel Coalition.

Kathy Keller atua como assistente de comunicação na Igreja Redemptorista Presbiteriana em Nova York. Ela é co-autora com o marido, Tim, de The Meaning of Marriage.

Fragmento adaptado do Significado do Casamento: Como enfrentar as dificuldades de compromisso com a sabedoria de Deus. Timothy e Kathy Keller. Publicações B & H.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/lo-glorioso-del-sexo

Recursos para Pais, Pastores e Líderes Cristãos sobre Sexualidade

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Nesse artigo, pretendo trazer uma série de dicas e recursos digitais que podem lhe ajudar a estar melhor preparado para conversar, falar e ensinar assuntos que se relacionem ao grande tema sexualidade, pois vários assuntos se ligam e surgem a partir desse tema.
Várias conversas, dúvidas e problemas podem surgir quando uma pessoa não vive a sua sexualidade de maneira bíblica e saudavel. Pais, Parentes, Amigos, Pastores e Líderes de jovens sofrem ao verem seus adolescentes e jovens vivendo cada vez mais uma sexualidade moldada pelo o mundo e não pelos valores bíblicos e eternos estabelecidos por Deus.
Para ajudá-los a estarem preparados para esclarecer dúvidas e questionamentos, conversar sobre sexo com seus filhos e liderados, ou mesmo ensinar o que a Bíblia diz sobre a temática Sexualidade. Resolvi reunir diversos materiais que podem ajudar nessa empreitada, dentre eles: dicas de livros, pregações, podcasts, etc.

LIVROS
-A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
-Intimidade Sexual no Casamento. De William e Sandra Glahn, Editora Cultura Cristã;
-Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual.        De Tim Challies, Editora Vida Nova;
-O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
-Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
-Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura        Cristã;
-Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo  iProdigo;
– Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
-Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
-Tecnologia de reprodução (Vários autores) da Editora Cultura Cristã;
-Comece hoje a esquentar a relação (Joyce Penner – Clifford Penner) da Editora Thomas  Nelson;
-Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
-Gravidez Precoce (Geraldo Mota de Carvalho – Miriam Aparecida Barbosa Merighi) da    Editora Paulus;
-Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
-Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
-Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
-Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
-Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
-Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;

E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/                    Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/               Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/            Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/                       Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/       Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/     Sexo na TV
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lal6-planejamento-familiar-reproducao-assistida-e-fertilizacao/                Entrada VIP Reprodução Assistida e Fertilização
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-a-lado-005-planejamento-familiar-contracepcao/                Métodos de Contracepção
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/         Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/                             Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/              Homossexualidade
http://www.irmaos.com/281-o-fenomeno-eu-escolhi-esperar/                                                    O fênomeno EU ESCOLHI ESPERAR
http://www.irmaos.com/280-infidelidade/

 

-PREGAÇÕES









-FILMES CRISTÃOS
Á Prova de Fogo
Para Salvar uma Vida
Á Moda Antiga
Ponto de Decisão
Três Histórias, Um Destino
Priceless
Encontro de Casais
Direito a Vida
Antes que Seja Tarde
Prisioneiras Nunca Mais
A Filha do Pastor
Tráfico de Inocentes
Decisão de Uma Vida
Amor Incondicional a História de Oséias
Onde está Deus?
Questão de Escolha

* Esses filmes não possuem nenhum conteúdo de natureza pornográfica. Antes, oferecem uma abordagem baseada em uma cosmovisão cristã para falar ou tratar sobre diferentes assuntos relacionados a sexualida, como por exemplo: Gravidez na adolescência, aborto, tráfico de seres humanos, prostituição, sexo antes e fora do casamento, adultério, casamento, noivado e namoro, etc.

– SITES E BLOGS
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.irmaos.com/fogo-pre-nupcial/

-YOUTUBE
https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/CanalTheLoveSchool
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/user/naomordamaca
https://www.youtube.com/user/euescolhiesperar
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã
http://bibotalk.com/videos/btpapo-live-03-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo (Vídeo)
https://www.youtube.com/watch?v=Ltf6ycQP1Kw resenha de livro
https://www.youtube.com/watch?v=i9KTpLTKilc resenha de livro

 

Esse artigo se destina a oferecer conhecimento e recursos para que você pai, pastor ou líder cristão possa estar bem preparado para ensinar, conversar e orientar seus filhos, adolescentes, jovens e demais liderados no caminho bíblico, saudável e agradavel perante Deus.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

 

Recursos Contra a Ideologia de Gênero

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Nesse artigo, quero trazer vários recursos, como podcasts, filmes, livros, pregações e palestras, etc. Pelas quais os pais, pastores e líderes cristãos, professores e demais interessados possam estar melhor preparados para responder e lidar com a ideologia de gênero.

A ideologia de gênero, também conhecida como teoria queer ou teoria de gênero, ela tem tomado espaço em praticamente tudo o que nos cerca, seja através do apoio financeiro ou mesmo do ativismo explicito ou implícito, como em desenhos animados para crianças, campanhas publicitárias (Natura, C & A) , músicas, videoclipes, séries (Supergirl, Legendo f Tomorrrow), filmes, novelas (A Força do Querer), roupas e produtos unissex ou mistos, etc.

Cabe principalmente aos pais o dever de educar, ensinar e preparar os seus filhos para enfrentar esse mal do nosso tempo e, que a semelhança de Golias tem se levantado para afrontar ao Senhor e ao seu povo, bem como a toda as famílias de bem.

Como resposta trago essa lista de recursos contra a ideologia de gênero, para que você saiba o que realmente é essa ideologia, quais são as suas implicações a curto, médio e longo prazo em nosso país e mundo, quais setores e meios tem sido dominados por ela e seus ativistas e com enfrenta-la.

Segue-se abaixo a nossa lista de recursos contra a teoria Queer ou mais conhecida como Ideologia de Gênero:

-PODCASTS
http://bibotalk.com/podcast/lado-a-lado/lado-lado-004-educacao-sexual/ Educação Sexual
http://bibotalk.com/podcast/btcast169/ Amor é Cristão, Sexo é…
http://bibotalk.com/podcast/btcast-149-pornificados/ Pornificados
http://bibotalk.com/podcast/btcast-132-luxuria/ Lúxuria
http://bibotalk.com/podcast/btcast-069-teologia-do-sexo/ Teologia do Sexo
http://bibotalk.com/podcast/btlero-007-sexo-na-tv/ Sexo na TV
http://www.irmaos.com/298-identidade-de-genero/ Identidade de Gênero
http://www.irmaos.com/65-sexualidade/ Sexualidade
http://www.irmaos.com/130-homossexualidade/ Homossexualidade
http://bibotalk.com/podcast/contraponto-019-desvendando-animacoes/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-29-cracolandia-pais-convocados-no-ms-caio-fabio-preso/
http://bibotalk.com/podcast/btcast-107-teologia-genero-e-politica/
http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde-33-igreja-na-franca-genero-nas-escolas-e-bancada-evangelica/

– LIVROS
Famílias em Perigo. De Marisa Lobo
A Ideologia de Gênero na Educação. De Marisa Lobo
Orientações sobre Sexualidade Infantil. De Guilherme Schelb
Cansei de ser Gay. Editora Central Gospel
Nascido Gay? , Autor Dr.Jonh H. S. Tay. Editora Central Gospel
FAMÍLIA – Lugar de Refúgio ou Campo de Batalha? Editora Central Gospel
A Estratégia (THE AGENDA) – O PLANO DOS HOMOSSEXUAIS PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE. De Rev. Louis P. Sheldon, Editora Central Gospel;
Educação Cristã – Uma Jornada para Toda a Vida. Editora Central Gospel;
A Cosmovisão Sexual Cristã do Andrew Sandlin, publicação da Editora Monergismo;
Desintoxicação Sexual – Um Guia para Homens que querem fugir da imoralidade sexual. De Tim Challies, Editora Vida Nova;
O Cristão e as questões éticas da atualidade, de Walter C. Kaiser Jr. Editora Vida Nova;
Sexo e a supremacia de Cristo (John Piper – Justin Taylor) da Editora Cultura Cristã;
Amor de Verdade Num Mundo de Falsidade (Robbie Castleman), da Editora Cultura Cristã;
Desintoxicação sexual: Um guia para o jovem solteiro (Tim Challies) publicado pelo iProdigo;
Macho e fêmea os criou (Carlos Catito Grzybowski) da Editora Ultimato;
Vamos falar sobre sexo (Priscila Guerra – Richarde Guerra) da Igreja Batista da Lagoinha;
Série Teen – Volume 1 (Vários Autores) da Editora Vida Nova;
Meu Filho Cresceu e Agora? (Jaime Kemp) da Editora Hagnos;
Eros e Sexualidade (John White), da Editora Ultimato;
Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim) – (Joshua Harris), da Editora Cultura Cristã;
Sexualidade e Reformissão (Mark Driscoll)
Enfrentando tempestades – Aluno (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Enfrentando tempestades – Professor (David e Carol Sue Merkh), da Editora Hagnos;
Sexo e intimidade (Dr. Ed Wheat e Gaye Wheat), da editora Mundo Cristão;
E outras dicas no link abaixo
https://livros.gospelmais.com.br/livro-tag/sexualidade/page/2

 

– PREGAÇÕES





 

– SITES E BLOGS
https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/uieqgb3e61nagba20sna/CartilhaIdeologiaGenero.pdf
http://biopolitica.com.br/index.php/videos/49-a-historia-de-david-reimer
https://padrepauloricardo.org/blog/pais-sao-presos-por-nao-aceitarem-ideologia-de-genero
http://naomordamaca.com/
http://www.euescolhiesperar.com/
http://voltemosaoevangelho.com/blog/assunto/vida-crista/problemas-da-vida/sexualidade/
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/pornografia-consideracoes-biologicas.html
http://bereianos.blogspot.com.br/2017/03/deus-odeia-imoralidade-sexual.html
http://www.irmaos.com/?s=sexualidade
http://www.irmaos.com/2418-falta-de-limite-estimulam-sexualidade-adolescente-torta-dizem-especialistas/
http://www.semprefamilia.com.br/?s=ideologia+de+genero

-YOUTUBE







https://www.youtube.com/user/Consultoriont
https://www.youtube.com/user/ntsemtabus
https://www.youtube.com/watch?v=BHMwI9kgYwU Resenha sobre o Livro Cosmovisão Sexual Cristã

Esses são alguns recursos que temos a disposição para entender o que é a ideologia de gênero, bem como as suas implicações para nossas famílias e sociedade. Mas também como podemos estar preparados para lidar com essa ideologia, seja aonde ela se manifestar (escola, trabalho, faculdade, etc).

As principais pessoas que tem se levantado contra a ideologia de gênero aqui no Brasil são: Pr. Silas Malafaia, Procurador Guilherme Schelb e a Psicóloga Cristã Marisa Lobo. Nesse artigo, trago alguns materiais produzidos por eles.

Estejamos Vigilantes!

“O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro”
Efésios 4:14

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

4 dicas para discipular seus filhos

familiaBiblia

Os pais têm a grande oportunidade e responsabilidade de serem professores e guias espirituais para os seus filhos. Deus nos confiou essa tarefa muito importante e devemos ser diligentes nela.
Em um artigo anterior, refletimos sobre este assunto, a partir de Deuteronômio 6: 4-9, a passagem conhecida pelos judeus como o Shema.

“Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor.
Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração.
Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.
Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa.
Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.”
No Shema, Moisés nos chama ao reconhecimento de Yahweh como o único Deus verdadeiro. Ele nos chama a refletir sobre a essência monoteísta de Deus e nos exorta a amá-Lo com todo nosso coração, alma e força. Ele também nos ordena manter suas palavras em nossos corações sempre e ensiná-las fielmente aos nossos filhos em todos os momentos.
Você é responsável por seus filhos!
Sabemos que a família é o núcleo social mais importante e de maior impacto; É aí que os homens e as mulheres que construirão a sociedade amanhã serão formados. Os pais (não professores de crianças na igreja) são responsáveis ​​pela formação espiritual de seus filhos. No entanto, é possível que muitos de nós se sintam sobrecarregados com a tarefa. Nós nos perguntamos, “como?”. Por onde eu começo? O que devo fazer?
Quero oferecer alguns conselhos para os pais que querem instruir fielmente seus filhos no caminho da sabedoria. Eu acho que eles serão úteis tanto para aqueles que só querem começar e para aqueles que já têm tempo para fazê-lo e precisam de incentivo ou novas estratégias.

1. Seja um exemplo.
Em primeiro lugar, você, como pai e líder espiritual de sua família, deve reconhecer o Senhor como aquele que merece sua adoração. Para isso, você deve ser diligente em seu próprio estudo sobre a Palavra de Deus; para que você possa conhecer Jesus e amá-lo cada vez mais. Então você pode ensinar – com paixão e exemplo – a bênção que é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre. Mostre-lhes o que você vive. Que sua vida seja o modelo do que eles querem para suas próprias vidas.
2. Leia e explique.
Reserve algum tempo do dia ou da semana para reunir sua esposa e filhos juntos e ler a Bíblia juntos. Você é seu pastor, então você vai ler uma passagem da Bíblia para eles. Eles podem ler dois ou três versos, não precisa ser nada extenso. É muito importante esclarecer que isso não requer nenhum tipo de preparação antecipada. Basta escolher um livro da Bíblia e começar a ler; Na próxima vez que você encontrar, você continuará lendo no lugar onde você ficou.
Depois de terminar a leitura, peça a seus filhos que lhe perguntem algo sobre o que lêem, para que você possa responder. Você também pode pedir-lhes algo simples, e então você se compromete em prestar atenção. Além disso, eles podem falar um pouco sobre como aplicar o que é lido para a vida de cada um. A dinâmica variará dependendo das idades das crianças, mas o importante é o hábito de ter um tempo juntos como uma família meditando na Palavra de Deus.

3. Orem juntos.
Depois de ler a Bíblia, você pode pedir pedidos de oração para seus filhos e orar por eles e com eles. Dependendo da idade, eles também podem orar. O objetivo é orar pelas necessidades uns dos outros e reconhecer juntos que dependem de Deus.
Não esqueça que você está lidando com crianças. Esta vez não precisa ser “perfeito”, mas real, genuíno e cheio de amor. Deixe-os ser filhos diante de Deus.
4. Cante juntos.
Eles podem memorizar alguma música, ou colocar louvores que eles gostam no YouTube ou no Spotify. Louvem e cantem juntos ao Senhor. O povo de Deus sempre foi caracterizado por ser um povo que também adora com música. Você quer ensinar isso a seus filhos desde uma idade precoce. Além disso, que benção pode ser maior do que adorar a Deus juntos como uma família?
Mais idéias e recursos

Nos primeiros anos, você provavelmente quer lê-los – de preferência todos os dias – livros de história da Bíblia. Desta forma, eles começarão a conhecer a Bíblia e o Deus da Bíblia. À medida que você cresce, você pode dar mais alimentos sólidos. Você também pode brincar com eles para memorizar versos. Dependendo do desenvolvimento de cada criança, de talvez oito ou nove, você pode começar a ensinar doutrina, de modo que o fundamento de sua fé seja fortalecido.

Ler outros livros além da Bíblia pode ser muito útil. “O progresso do Peregrino” de John Bunyan é uma boa escolha; Você também pode ler biografias de grandes homens e mulheres de Deus na história. A missão é estabelecer uma base sólida em suas vidas no início, de modo que eles tenham algo para apoiar e caminhar sozinhos. Queremos ser diligentes e disciplinados agora que os temos em casa, para que possamos liberá-los com confiança. Este é um assunto muito importante, e do qual há muito a ser dito. Se você quiser continuar aprendendo sobre o culto familiar, esses recursos podem ajudá-lo a detalhar:

• “Adoração em família” por Donald Whitney.

• “Como pastorear o coração do seu filho” por Tedd Tripp.

• “Como treinar o coração do seu filho” por Tedd e Marcy Tripp.

• “Parenting”, de Paul D. Tripp.

• “Adoração em família” de Joel Beeke.

Autor

Juan D. Rojas é o pastor da Casa Vida Church em Tamarindo, Costa Rica. Ele também é o fundador do movimento Casa Vida Plantation e um estudante de mestrado no Southern Baptist Theological Seminary.

Link para o Artigo Original em Espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/4-consejos-para-discipular-a-tus-hijos

 

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

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O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.