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4 dicas para discipular seus filhos

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Os pais têm a grande oportunidade e responsabilidade de serem professores e guias espirituais para os seus filhos. Deus nos confiou essa tarefa muito importante e devemos ser diligentes nela.
Em um artigo anterior, refletimos sobre este assunto, a partir de Deuteronômio 6: 4-9, a passagem conhecida pelos judeus como o Shema.

“Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor.
Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração.
Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.
Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa.
Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.”
No Shema, Moisés nos chama ao reconhecimento de Yahweh como o único Deus verdadeiro. Ele nos chama a refletir sobre a essência monoteísta de Deus e nos exorta a amá-Lo com todo nosso coração, alma e força. Ele também nos ordena manter suas palavras em nossos corações sempre e ensiná-las fielmente aos nossos filhos em todos os momentos.
Você é responsável por seus filhos!
Sabemos que a família é o núcleo social mais importante e de maior impacto; É aí que os homens e as mulheres que construirão a sociedade amanhã serão formados. Os pais (não professores de crianças na igreja) são responsáveis ​​pela formação espiritual de seus filhos. No entanto, é possível que muitos de nós se sintam sobrecarregados com a tarefa. Nós nos perguntamos, “como?”. Por onde eu começo? O que devo fazer?
Quero oferecer alguns conselhos para os pais que querem instruir fielmente seus filhos no caminho da sabedoria. Eu acho que eles serão úteis tanto para aqueles que só querem começar e para aqueles que já têm tempo para fazê-lo e precisam de incentivo ou novas estratégias.

1. Seja um exemplo.
Em primeiro lugar, você, como pai e líder espiritual de sua família, deve reconhecer o Senhor como aquele que merece sua adoração. Para isso, você deve ser diligente em seu próprio estudo sobre a Palavra de Deus; para que você possa conhecer Jesus e amá-lo cada vez mais. Então você pode ensinar – com paixão e exemplo – a bênção que é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre. Mostre-lhes o que você vive. Que sua vida seja o modelo do que eles querem para suas próprias vidas.
2. Leia e explique.
Reserve algum tempo do dia ou da semana para reunir sua esposa e filhos juntos e ler a Bíblia juntos. Você é seu pastor, então você vai ler uma passagem da Bíblia para eles. Eles podem ler dois ou três versos, não precisa ser nada extenso. É muito importante esclarecer que isso não requer nenhum tipo de preparação antecipada. Basta escolher um livro da Bíblia e começar a ler; Na próxima vez que você encontrar, você continuará lendo no lugar onde você ficou.
Depois de terminar a leitura, peça a seus filhos que lhe perguntem algo sobre o que lêem, para que você possa responder. Você também pode pedir-lhes algo simples, e então você se compromete em prestar atenção. Além disso, eles podem falar um pouco sobre como aplicar o que é lido para a vida de cada um. A dinâmica variará dependendo das idades das crianças, mas o importante é o hábito de ter um tempo juntos como uma família meditando na Palavra de Deus.

3. Orem juntos.
Depois de ler a Bíblia, você pode pedir pedidos de oração para seus filhos e orar por eles e com eles. Dependendo da idade, eles também podem orar. O objetivo é orar pelas necessidades uns dos outros e reconhecer juntos que dependem de Deus.
Não esqueça que você está lidando com crianças. Esta vez não precisa ser “perfeito”, mas real, genuíno e cheio de amor. Deixe-os ser filhos diante de Deus.
4. Cante juntos.
Eles podem memorizar alguma música, ou colocar louvores que eles gostam no YouTube ou no Spotify. Louvem e cantem juntos ao Senhor. O povo de Deus sempre foi caracterizado por ser um povo que também adora com música. Você quer ensinar isso a seus filhos desde uma idade precoce. Além disso, que benção pode ser maior do que adorar a Deus juntos como uma família?
Mais idéias e recursos

Nos primeiros anos, você provavelmente quer lê-los – de preferência todos os dias – livros de história da Bíblia. Desta forma, eles começarão a conhecer a Bíblia e o Deus da Bíblia. À medida que você cresce, você pode dar mais alimentos sólidos. Você também pode brincar com eles para memorizar versos. Dependendo do desenvolvimento de cada criança, de talvez oito ou nove, você pode começar a ensinar doutrina, de modo que o fundamento de sua fé seja fortalecido.

Ler outros livros além da Bíblia pode ser muito útil. “O progresso do Peregrino” de John Bunyan é uma boa escolha; Você também pode ler biografias de grandes homens e mulheres de Deus na história. A missão é estabelecer uma base sólida em suas vidas no início, de modo que eles tenham algo para apoiar e caminhar sozinhos. Queremos ser diligentes e disciplinados agora que os temos em casa, para que possamos liberá-los com confiança. Este é um assunto muito importante, e do qual há muito a ser dito. Se você quiser continuar aprendendo sobre o culto familiar, esses recursos podem ajudá-lo a detalhar:

• “Adoração em família” por Donald Whitney.

• “Como pastorear o coração do seu filho” por Tedd Tripp.

• “Como treinar o coração do seu filho” por Tedd e Marcy Tripp.

• “Parenting”, de Paul D. Tripp.

• “Adoração em família” de Joel Beeke.

Autor

Juan D. Rojas é o pastor da Casa Vida Church em Tamarindo, Costa Rica. Ele também é o fundador do movimento Casa Vida Plantation e um estudante de mestrado no Southern Baptist Theological Seminary.

Link para o Artigo Original em Espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/4-consejos-para-discipular-a-tus-hijos

 

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O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

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O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 

Dicas de Livros/Filmes para Políticos Cristãos

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Texto-Bíblico: Jeremias 29:1-19

Louvo ao Senhor por podermos desfrutar de liberdade tal, que podemos cultuar ao Senhor livre e publicamente em nossa nação. Bem como podemos (e devemos) participar e se envolver com a vida pública.

Porém e infelizmente, temos duas realidade que podemos ver em muitos (se não  a maioria) dos políticos cristãos, ou eles são pessoas que ainda não se converteram a Cristo e usam da boa fé dos nossos irmãos. Ou são verdadeiros cristãos, porém, sem o devido preparo para a lidar com a vida política, seja nas esferas municipal, estadual ou federal/nacional.

Com o objetivo de poder ajudar ao segundo grupo – com cristãos sinceros que se sentem chamados a carreira pública/política, estou elaborando alguns artigos que podem servir como dicas para se prepararem melhor a fim de viver de maneira plena o que o profeta jeremias disse aos seus contemporâneos:

“Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela” (Jeremias 29:7).

Recomendo que leiam todo o capítulo 29, e meditem a respeito da mensagem de jeremias aos exilados.

Políticos cristãos devem estar bem preparados e experimentados para exercerem bem as suas funções e deveres para com toda a sociedade. E não somente para com os seus irmãos na fé. Mas nossa maneira de fazer política deve ser baseada e vivenciada através de uma cosmovisão bíblica-cristã.

Para tanto, trago dicas de livros e filme que tratam direta e indiretamente sobre os assuntos política, cristianismo, cosmovisão cristã, cultura, vida em sociedade, etc.

Livros:

– O cristão em um sociedade não cristã. De Jonh Stott;

– Política segundo a Bíblia. Wayne Grudem. Editora Vida Nova;

– Economia e Política na Cosmovisão Cristã. Wayne Grudem e Barry Asmus. Ed. Vida Nova;

– Visões e Ilusões Políticas. David T. Koyzis. Ed. Vida Nova;

– A Pobreza das Nações. Wayne Grudem e Barry Asmus. Ed. Vida Nova;

– Religião e Política, SIM. Igreja e Estado, Não. Paul Freston. Ed. Ultimato;

– Mentalidade Cristã. Jonh Stott;

– Os Cristãos e os desafios contemporâneos. Jonh Stott;

– A missão cristã no mundo moderno. Jonh Stott;

– O Cristão na cultura de hoje. Charles Colson e Nancy Pearcy. Ed. Cpad;

– Contra a Idolatria do Estado – O papel do cristão na política. Franklin Ferreira. Edit. Vida Nova;

– A Morte da Razão. De Francis Schaeffer;

– Poluição e a morte do homem – Uma perspectiva cristã sobre ecologia. De francis Schaeffer;

 

E filmes…

– Jornada Pela Liberdade (2006) esse filme aborda a vida do político cristão William Wilberforce na sua luta contra a escravidão na Inglaterra;

– A Jornada (2002) Nesse filme de ficção com temática cristã, vemos a jornada de um professor de seminário cristão do passado até os dias atuais para se deparar com uma sociedade e mundo sem moral e com uma ética corrompida, inclusive dentro da igreja;

– O diabo no banco dos réus. A Lição que esse filme nos traz é que o diabo não é o grande culpado dos problemas humanos e, sim nós mesmos. Já que tudo começou com adão e eva, continuando até os dias atuais;

– Redenção (Machine Gun Preacher) baseado em fatos reais, mostra a luta de um homem buscando justiça, bem como proteger os mais fracos, bem como servir a uma nação africana.

– Corajosos. É um filme cristão voltado para a família. Mais que aborda várias questões que estão relacionados direta e indiretamente com a formação de um homem cristão ou não. Vale a pena assistir e refletir sobre cada assunto tratado no filme.

– Um homem entre os gigantes. Baseado em fatos reais e tendo o principal personagem interpretado pelo o excelente ator Will Smith. Esse filme mostra a luta de um homem contra os poderosos do futebol americano.

 

Conheça melhor o conteúdo de bons autores, pregadores e sites para ler, ouvir e acompanhar: Jonh Stott, Wayne Grudem, Charles Colson, Franklin Ferreira; Sites, como o Voltemos ao Evangelho e o The Coalition Gospel.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

 

Livros para presentear suas filhas!

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Texto-Bíblico: Provérbios 31:10-31

Nos dias em que vivemos cada vez mais e mais vemos pessoas, grupos e movimentos que se levantam para serem contra tudo o que existe de bom, justo, honesto e certo. São contra o que a Palavra de Deus ensina sobre diversos assuntos, especialmente o que é ser mulher, aborto, corpo, sexualidade, relacionamentos e tantos outros assuntos.

Dia a dia vemos uma geração perversa, ímpia e depravada crescendo em todo o Brasil, mas também em todo o mundo. E as nossas crianças e jovens são o alvo principal desses grupos e movimentos malignos e inimigos de nossas famílias.

Neste artigo, trago dicas de bons livros para você (pai, filho, marido, tio, irmão, líder de jovens, pastor, mentor, líder, professor cristão, etc) presentear meninas e garotas que você conhece e/ou fazem parte de sua vida, como por exemplo suas filhas, sobrinhas, primas, irmãs, amigas, colegas de escola/faculdade, jovens e meninas da igreja, etc.

 

– A ditadura da beleza e a revolução das mulheres. Augusto Cury, Editora Sextante;

– O Livro da Beleza. De Nancy Rue, Ed.Mundo Cristão;

– Só para Meninas Apaixonadas. Ed.CPAD;

– Qual é a Deles? De Crystal Kirgiss;

– Só para Meninas. Eveline Ventura, Ed.Cpad;

– Garota Perfeita. De Jennifer Strickland. Ed. BvBooks;

– Amar faz bem. Jenna Lucado. Edit. Thomas Nelson Brasil;

– Mensagens de Deus para garotas. Edit. AD santos;

– Eu escolhi esperar PARA ELAS. Eu Escolhi Esperar;

– Manual de sobrevivência para o jovem cristão. Pr Lucinho Barreto. Edit. Central Gospel;

– Você é Linda. Jenna Lucado, Edit. Thomas Nelson Brasil;

 

Deixo essas dicas de livros para você ler com suas filhas, presentear sua namorada ou noiva, abençoar a vida de suas amigas e demais meninas e garotas que você conhece.

Minha oração e desejo é que possamos nos dedicar a formação de mulheres que sejam realmente mulheres. Mulheres que desde cedo aprendam o seu valor dentro de suas próprias casas e igrejas, que sejam santas e inteligentes, que lutem por tudo o que é bom, justo, honesto e correto não conforme o padrão corrupto do mundo, mas conforme o padrão de Deus revelado em sua Santa Palavra.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

 

 

 

Dica de Livro – Março

O mês de março vai passando e vem chegando o mês de abril. Mas durante esse o mês de março, eu pude ler um excelente livro do conhecido autor gustavo cerbasi.

Convido desde já a todos vocês a lerem o livro Casais Inteligentes enriquecem juntos, de Gustavo Cerbasi. Neste vídeo, falo sobre esse leitura.

 

Aproveite e se inscreve em nosso canal no youtube Homens Ao Máximo.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Como descobrir qual a linguagem de amor de sua esposa?

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Texto-Bíblico: Efésios 5:22-33

Conforme prometi no artigo Qual a linguagem de amor de sua esposa?, nesse artigo iremos dar dicas e levantar um questionário para lhe ajudar a como descobrir a linguagem de amor de sua esposa e como demonstrar amor através da linguagem dela.

Antes de começar o questionário para sua reflexão e avaliação, cabe aqui ressaltar a importância de buscarmos conversar mais com nossas esposas, bem como demonstrar amor por elas através de cada uma dessas linguagens, independente de qual delas for a dominante em sua esposa.

Através deste link AQUI, você poderá baixar e imprimir o questionário para você e ela responderem.

Após baixar e imprimir o questionário para você e para ela, leia com ela o artigo anterior. Recomendo também a compra e leitura do livro As cinco linguagens do Amor, existem adaptações do mesmo autor para homens solteiros, jovens, etc.

Explique a sua esposa quais são e o que são cada uma das cinco linguagens do amor. E através dessa conversa, comecem a pontuar diversos momentos em que vocês demonstraram amor um pelo o outro, ou por seus filhos, ou seus pais com cada um de vocês em sua infância e juventude.

Após essa conversa e responder o questionário, consequentemente descobrindo qual a linguagem de amor predominante um no outro. Pense, converse e descubra maneiras de demonstrar amor por sua esposa, especialmente através da linguagem de amor pela qual ela se sente amada e valorizada.

Gostaria de deixar algumas sugestões para cada tipo de linguagem:

– Palavras de Afirmação: Elogie sua esposa quando ela se veste bem, pelo o seu cuidado com a casa e seus filhos, por cuidar de você, por habilidades que ela tenha (na cozinha, artísticas, manuais, etc), encoraje-a a viver e realizar os sonhos dela ou diante de desafios profissionais, orando por ela e com ela, escrevendo cartas de amor, etc.

– Presentes: Podem ser presentes feitos por você mesmo ou comprados, podendo ser desde um simples café da manhã até um curso superior, tudo só dependerá de seu orçamento, momento, necessidades e preferências dela.

– Tempo de Qualidade: Pode ser momentos á dois ou com os filhos, família e amigos próximos. Como por exemplo: Um jantar romântico, ir ao cinema, passear, praticar algum hobbie ou esporte juntos, caminhar, conversar e se divertir bastante, etc.

– Toque Físico: Abraços, Abraços coletivos em família, andar de mãos dadas, alisar o cabelo dela, etc.

– Serviço: Lavar os pratos, recolher e jogar o lixo fora, cuidados com seus filhos, arrumar a casa, etc.

Essas são algumas sugestões, assim como existem diversas outras maneiras e formas de você demonstrar amor por sua esposa, além do famoso clichê Eu Te Amo!

Vá além de simples palavras e demonstre de forma prática e de fato o quanto você a ama e valoriza sua companhia, compromisso e presença no seu dia a dia.

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Perigos que cercam nossas mulheres

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Texto-Bíblico: Efésios 5:22-33

Atualmente, os perigos que cercam e militam contra nossas famílias são imensos e os mais variados. Especialmente, perigos que visam atingir de forma direta ou indireta as nossas mulheres e crianças. Quanto as crianças, iremos tratar em artigos posteriores. Nesse vamos focar nas mulheres, especialmente por dia 8 desse mês, ser comemorado o dia internacional da mulher.
Quando penso em minha esposa e tantas outras mulheres, lembro de uma pequeno texto que já ouvi bastante: “Por que a mulher foi criada a partir da costela de Adão? Porque a costela fica perto do coração para ser amada. Da costela, para estar ao lado do homem, nem a frente, nem atrás. E da costela, por estar debaixo do braço, para poder ser protegida pelo Homem”.
As mulheres com toda a certeza foram e são um dos melhores presentes que Deus nos concedeu, desde nossas mães, irmãs, primas, tias, avó, amigas e também filhas. Ter a presença feminina em casa é ter sempre a certeza de cuidado, afeto, alegria, conversa, família e amigos, sair da rotina, ser desafiado a melhorar, tudo isso e muito mais que elas trazem consigo e nelas mesmas.
Contudo, elas correm os mais diversos e constantes perigos contra suas vidas, desde a atingir o físico, abalar o emocional, arruinar o financeiro, ferir a vida amorosa, distanciá-la da comunhão com Deus e por ai vai as áreas que são atacadas na vida delas.

Mais que perigos são esses, aos quais elas estão sujeitas todos os dias e cada vez mais?
Não pretendo estender muito a lista de perigos, vou abordar alguns e as maneiras pelas quais podemos cuidar e protege-las. Pois é nossa missão como homens proteger nossas amadas e, não somente prover o sustento da casa. Vejamos :

– Movimentos Ideológicos
Muitos movimentos atuais dizendo levantar a bandeira de lutar pelas mulheres, acabam lutando contra a dignidade, liberdade e feminilidade das próprias mulheres. Temos como exemplo os movimentos feministas atuais, que ao contrário do seu início no qual realmente se lutava por coisas justas e também devida as mulheres (direito a votar, salários iguais, acesso à educação, etc), hoje em dia já não sabemos pelo o quê lutam mais.
Basta ver as recentes polêmicas envolvendo a esposa do presidente michel temer (bela, recatada e do lar), além de criticar duramente mulheres famosas que não levantam a bandeira do feminismo (ex. a cantora marília mendonça).

Movimentos ideológicos como esses, prestam um verdadeiro desserviço as mulheres ao distanciá-las ou mesmo influenciá-las a rejeitar a sua própria identidade, vocação e dignidade como mulher.

Tanto homens, quanto mulheres foram criados por Deus com semelhanças, mas também com funções e características totalmente distintas. Visando que um complemente o outro e, vice-versa. E o feminismo moderno distorce o significado do que é de fato ser mulher, além de levantar bandeiras de ideais totalmente contrários as próprias mulheres e outros que nada tem haver com as mulheres e seus direitos.
*Recomendo a leitura do Livro Sexo Privilegiado, de Martin Van Creveld, da Editora Ediouro.

Dedique tempo para realizar cultos domésticos, discipule sua esposa e filhos e ore por eles constantemente. Além de incentivar sua esposa e filhas a participarem de programações cristãs que as ensinem e reforcem os valores e preceitos do Reino de Deus, onde elas podem e com certeza encontrarão a plenitude de sua feminilidade, do que significa ser mulher, bem como as alegrias e bênçãos dadas por Deus exclusivamente as mulheres.

– Novelas
Em nosso país, praticamente todas as mulheres gostam, conversam, assistem e anseiam pelo o momento de assistir as suas novelas favoritas. Só tem um porém: se elas retratam a vida real, o que elas (as novelas) mais enfatizam e ensinam?
Muitos escritores e produtores de novelas, especialmente a Rede Globo de Televisão, na falsa desculpa de que as novelas retratam somente a realidade da sociedade atual. Se dedicam a enfatizar e destacar personagens que fazem coisas contrarias as Escrituras Sagradas, bem como destrutivas as nossas famílias.

Não tem um capítulo em uma novela da rede globo, em que não vejamos algo de maligno, como por exemplo: traição, divórcio, a prática homossexual, cenas de sexo ou nudez bastante explicíta, ideologias falaciosas, críticas aos evangélicos, etc. As novelas são uma forma de doutrinar (ou ensinar, influenciar), ou seja, de moldar a maneira de pensar e agir das pessoas. Especialmente as mulheres, que são o alvo fácil desse estratagema maligno.

Proteja seu lar desses tipos de conteúdos que militam contra o seu casamento e família. Invista em tempo juntos, em lazer, programações da igreja ou mesmo com os amigos, assistir bons filmes ou ler livros, etc.

– Filmes e Livros
A estratégia do diabo não mudou, porque nós não mudamos, só pioramos cada vez mais com o passar dos séculos desde a queda do homem. Ele ainda consegue seduzir e enganar milhões de pessoas através do seu comércio de palavras e ao mostrar coisas sedutoras para homens e mulheres.
Livros e filmes, como ’50 tons de cinza’ conseguem acertar em cheio os corações e mentes das mulheres. Porém, enchendo suas vidas de mentiras e entulhos que só roubam a alegria, prazer e felicidade verdadeiras em se viver uma sexualidade saudável, matando-as pouco a pouco com uma ilusão diabólica e doentia, como podemos ficar cientes acerca de livros e filmes desse tipo.

Nossas mulheres precisam ser alimentar da verdade bíblica acerca da sexualidade. Investindo seu tempo na leitura bíblica (Cantares de Salomão e Provérbios, que tratam diretamente sobre sexualidade), bem como de livros cristãos específicos sobre sexualidade.

E também se faz necessário, a participação delas em grupos de discipulado cristãos com mulheres maduras e experientes, para poderem conversar abertamente sobre as mais diversas questões que permeia seus corações de acordo com uma perspectiva bíblica-cristã.

*Recomendo sugerir e assistir junto com sua esposa, o programa Sem Tabus e Consultório de Família (Ambos apresentados por Darleide Alves ), da TV Novo Tempo . São excelentes pois tratam de uma maneira bíblica, cristã e madura sobre cada assunto relacionado a sexualidade e família.

– Amizades (Provérbios 13:20)
Tanto homens, quanto mulheres são afetados imensamente por suas amizades. Por isso é muito importante, sabermos escolher bem com quem teremos amizade ou não. E mais ainda quem vai participar do convívio em nosso lar e círculo intimo de amigos.
Pois como diz o ditado: “Diz-me com quem andas e, te direi quem és”. As mulheres são facilmente afetadas ou influenciadas pelas amizades que tem, já que por natureza são bastante sociáveis, principalmente com outras mulheres.

Quem são as amigas de sua esposa? São mulheres mais maduras que ela? Ou são mulheres de conduta duvidosa? Sensatas e Dedicadas? Ou Fofoqueiras e críticas?
Normalmente é com as amigas que elas compartilham diversas coisas da sua vida, inclusive suas lutas e dificuldades. O tipo de amigas com quem ela for compartilhar suas dificuldades, vai definir ou determinar suas escolhas e atitudes.

Incentive sua esposa a buscar, ter e manter amizade com mulheres cristãs, maduras e experientes. Com mulheres que igualmente se incentivem ao crescimento espiritual, pessoal e profissional. Que sejam mulheres fiéis aos seus maridos e amem suas famílias.

– Falta da devida dedicação e atenção á elas, por nossa parte.
Esse é o principal perigo e erro, especialmente por vim de nossa parte. Aqueles que deveriam liderar, proteger, prover e cuidar em amor e coragem, tem se omitido ou abandonado suas responsabilidades e deveres conjugais e como homem da casa.

Após o casamento, um homem traz uma mulher aos seus cuidados e convívio. Cabendo a cada um de nós, o devido cuidado e amor para com elas, ou por assim dizer zelo no que lhe pertence, assim como você pertence a ela.

Como diz uma frase: “Quem não dá assistência, abre mão pra concorrência e perde a preferência”. E isso pode ser desde ela focar somente nos filhos a atenção dela ou na carreira até a triste realidade da traição e adultério. Claro que certos pecados ou erros cometidos por elas acontecem sem serem por nossa causa ou descuido com elas.
Mais em sua grande maioria, vários problemas podem acontecer ao seu casamento e família por seu descuido e falta de cuidado com sua esposa.

Todos os pontos anteriores dependem desse ponto. Por isso comece a dedicar hoje, tempo e atenção para a pessoa que merece e deve ter a devida dedicação e atenção de sua parte em amor por ela. Desenvolva esse cuidado, conversando com ela e procurando saber como foi o seu dia, como ela está, etc; Ajudando nas tarefas domésticas, saindo para passear a dois, etc.

Nesse mês das mulheres, deixo como reflexão e pontos a serem observados por nós homens, cada um desses acima. Que possamos amar e cuidar de nossas esposas, hoje, amanhã, na próxima semana, mês e todos os dias que o Senhor nos conceder.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian