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A benção de uma excelente esposa

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Poucas influências afetam o coração de um homem para Deus mais do que sua esposa, para melhor ou para pior. Ela encorajará sua devoção espiritual ao Senhor ou a impedirá. Ou ela expandirá sua paixão por Deus ou derramará água fria sobre ela. Que tipo de esposa estimula o crescimento espiritual de seu marido? Provérbios 31: 10-31 fornece um perfil da esposa que é digna da confiança de seu marido. Tal esposa é a encarnação da verdadeira sabedoria de Deus, fazendo com que o marido confie nela completamente.
“Uma mulher virtuosa, quem poderá encontrá-la? Seu valor excede em muito o das jóias “(v.10).

Uma mulher tão boa é difícil de encontrar. A palavra virtuoso (hayil) pode significar “força, habilidade, valor ou dignidade”. Esta mulher exemplifica cada uma dessas qualidades, tendo grande competência, caráter nobre e um forte compromisso com Deus e sua família.

Somente o Senhor pode fornecer uma mulher tão excelente: “A casa ea riqueza são a herança dos pais, mas a mulher sábia vem do Senhor” (Provérbios 19:14). “Aquele que achou uma mulher achou uma coisa boa, e ganha o favor do Senhor” (18:22). Esta mulher virtuosa é um presente inestimável de Deus.
Não é de admirar que “Nela confie o coração do seu marido” (v. 11)? O marido tem fé nela porque “ela o traz bem e não é mau todos os dias de sua vida” (versículo 12). Ela traz muitos pontos fortes para seu casamento, cada um particularmente adequado para complementar suas fraquezas. Seus dons imediatamente se tornam ganho para ele, e lhe dá muitos motivos para confiar nela.

Seu serviço
Em primeiro lugar, esta esposa extraordinária serve-o incansavelmente. Não fique ociosa, mas “procura lã e linho”, então “com prazer trabalha com as mãos” (versículo 13) para fazer fio e material. Ela é “como o navio mercante” (v. 14), que busca em busca do melhor tecido, ao melhor preço, para fazer as melhores roupas. Essa mulher abnegada “sobe quando ainda é noite” (v. 15) para preparar comida para sua família. Como uma excelenta administradora, ela supervisiona “suas donzelas/servas”, pois elas servem com ela na casa.
Seu sucesso
Em segundo lugar, essa mulher empreendedora exerce um bom juízo em suas muitas negociações. Inteligentemente “avalia um campo”, então compra-o. Lá ela planta uma “vinha” (verso 16). Por sua forte resolução (v. 17) ela ganha dinheiro extra para sua família. Esses negócios “vão bem” (v. 18), fornecendo recursos adicionais para compartilhar com os outros. Ela trabalha muito bem na “noite” com sua “roca” e “fuso” (v. 19) para fazer roupas para sua família.
Seu sacrifício
Em terceiro lugar, esta mulher diligente dá generosamente “os pobres” e “os necessitados” (v. 20). À medida que a “neve” se aproxima, a sua família também. Ela planejou para o futuro, fazendo roupas “duplas” (v. 21) para aqueles em sua casa. Ela não poupa nenhum esforço nem custa, fornecendo o melhor que pode. Depois de providenciar para os outros, esta esposa trabalhadora faz “roupões” e roupas para si mesma “linho fino e roxo” (verso 22). Sua habilidade de oferecer roupas caras é uma evidência clara do favor de Deus em relação ao seu trabalho.
Sua Sabedoria

Em quarto lugar, suas muitas virtudes aumentam a posição do marido nos “portões da cidade” (v. 23), onde os líderes da cidade se encontram. Com grande habilidade, esta excelente esposa “faz”, “vende” e “fornece” (v. 24) seus bens. Apesar de ser muito competente, ela não compete com a liderança de seu marido, mas sustenta com sua humilde submissão e todos sabem disso.
Sua força
Em quinto lugar, essa esposa preciosa olha para o futuro com “força” interna e “dignidade” (v. 25). Embora ela antecipe muitos desafios, ela ainda “sorri” (v. 25) com confiança positiva no cuidado providencial do Senhor. Ela antecipa que a disposição celestial atenderá todas as necessidades de sua família. Quando as pessoas procuram seu conselho, ela fala palavras de “sabedoria” e “bondade” (v. 26). Embora esteja ocupada fora da casa, ela não negligencia “a casa dela” (v.27).
Sua supremacia
Em sexto lugar, ela é uma boa mãe que, como seus filhos observam sua excelência, “eles a chamam de abençoada” (versículo 28). Seu marido vê seus traços de caráter em criar filhos e “a elogia”. Ele se orgulha de que ela supera todas as mulheres (v.29). Em seus olhos, não há nenhum que possa legitimamente reivindicar ser o seu igual.
Sua espiritualidade
Sétimo, a verdadeira grandeza desta mulher é a sua devoção espiritual. Ela “teme o SENHOR” (v. 30). “Graça” e “beleza” são “enganosas” e “vãs”. Sua verdadeira atração por ele é a sua reverência por Deus. Mesmo os líderes da cidade “a louvam” nos “portões” (v. 31), reconhecendo a integridade de sua vida. Seu marido recompensa sua fidelidade e seu trabalho. Ele é o mais abençoado dos homens.

Não é de admirar que seu marido confie nela? A realidade de Deus em sua vida faz você digna de sua plena confiança. Por estimativa, ela é “coroa de seu marido” (12: 4). Somente Deus pode prestar uma ajuda tão excelente.
O Senhor lhe deu uma esposa tão boa? Você vê como isso é específico para você? Você reconhece como sua eficácia aumentou para o Senhor? Em seguida, dê graças a Deus por essa mulher em quem seu coração confia.
Originalmente publicado em Ligonier.

Autor

Steven Lawson é o presidente e fundador da OnePassion Ministries, professor assistente da Ligonier e autor de inúmeros livros.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/la-bendicion-de-una-esposa-excelente

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Qual o problema com Banheiros Unissex?

 

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Desde a primeira vez que pude ouvir e conhecer mais a respeito da ideologia de gênero, pude perceber claramente suas implicações nas famílias, igrejas, empresas, vida em sociedade e no mundo todo, como hoje em dia podemos constatar ao fazer uma simples pesquisa no Google.

Vemos notícias que falam de doutrinação ideológica nas escolas com crianças pequenas até adolescentes (principalmente eles e com ou sem o consentimento dos pais), perda ou retirada da guarda dos próprios filhos no Canadá (caso os pais discordem da ideologia de gênero), ensino explicito e implicito da ideologia de gênero e ativismo LGBTZ em desenhos infantis, séries e filmes cada vez mais, bem como tantas outras tristes notícias de como a ideologia de gênero tem se espalhado em todo o mundo, como um câncer nas famílias, sociedade, nações e mundo todo.

E inclusive, para a nossa tristeza, muitas igrejas outrora cristãs agora estão abraçando a teoria/ideologia de gênero, feminismo, apoio ao aborto, etc. Podemos encontrar não somente na Europa, EUA e Canadá, mas também aqui no Brasil. Onde existem várias igrejas apóstatas quer seja declaradamente ou discretamente ao serem politicamente corretos aos padrões do mundo.

E dentre essas tantas notícias e implicações, vem a questão dos banheiros mistos, únicos, trans, ou qualquer outro nome que queiram usar para essa bizarrice deles.

O problema da implantação dessa idéia diabólica e absurda (que infelizmente tem sido acatada por cada vez mais setores da nossa sociedade) é que ignora claramente e descartar totalmente as diferenças físicas, genéticas, fisiológicas, psicológicas e sociais entre os homens e as mulheres.

Além de acabar por colocar crianças, adultos, meninos e meninas, homens e mulheres, pessoas de diferentes procedências e contextos, tudo em um só lugar. O que acaba por trazer constrangimento, casos de estupros e violência contra as mulheres, roubos, etc.

 

E tudo isso pra quê?

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Simplesmente para atender caprichos de pessoas egoístas, ignorantes e que sempre recorrem ao vitimismo, argumentos sentimentais e apelativos (e nada cientificos!) e que sempre rotulam quem discorda deles como “homofóbicos”, “Opressores”, dentre outros adjetivos, substantivos e palavras novas que eles mesmos criam e definem o seu significado.

Ao se criarem banheiros mistos ou por ideologia de gênero, criam-se sérios problemas para a sociedade como um todo, somente por causa de uma minoria. Vejamos:

– Ignorar, Rejeitar e Deturpar as claras diferenças biológicas entre HOMENS e MULHERES;

– Sujeita crianças e adolescentes (meninos ou meninas) a serem roubados, assediados, abusados e violentados;

– Possibilidade já comprovada de maior indice de crimes contra as mulheres, como assédio sexual, constrangimentos, estupro, etc;

– Desrespeito aos direitos da maior parte da população brasileira;
Além de tantas outras consequências que virão sobre todos aqueles que são coniventes com essa prática absurda.

Que os homens possam continuar urinando em pé como sempre foi e as mulheres possam conversar com suas amigas, arrumar a maquiagem ou cabelo e, relaxar sentadas e tranquilas sem medo de serem estupradas dentro do banheiro.

Não concordamos com o banheiro misto e outras invenções doentias oriundas da ideologia de gênero, feminismo e ativismo LGBTZ.

Como já dizia um dito popular bem conhecido aqui no Nordeste:
“Cada macaco no seu galho”, ou seja, cada um no seu devido lugar/local.
Nada mudará o fato comprovado bíblica, social, mental, cultural, histórico e cientifico de que só existem dois sexos/gêneros – Homem e Mulher. E isso nunca mudará, ainda que mudem o exterior.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

 

 

Para se aprofundar no assunto…
https://ipco.org.br/ipco/loucura-da-ideologia-de-genero-escola-maternal-na-suecia-proibe-que-criancas-sejam-tratadas-como-meninos-e-meninas/#.WapABvk97IU
https://pt.zenit.org/articles/o-exemplo-da-suecia-um-pais-totalmente-contaminado-pela-ideologia-de-genero/
https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/rede-globo-esta-se-especializando-em-destruir-familia-diz-pastor-ex-gay.html
http://www.apocalipsenews.com/brasil/brasil-dilma-decreta-reconhecimento-da-identidade-de-genero-e-gays-poderao-usar-o-mesmo-banheiro-da-sua-filha/
http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/19986/A-verdade-sobre-a-guerra-dos-banheiros-O-movimento-para-permitir-que-as-pessoas-usem-o-banheiro-de-sua-escolha-nada-mais-e-do-que-a-fase-mais-recente-da-revolucao-sexual
http://www.citizengo.org/pt-pt/fm/70881-pela-revogacao-do-decreto-do-governo-do-estado-sao-paulo-que-autoriza-uso-dos-banheiros
https://www.passedigital.com.br/post.jsp?u=2147483647&p=2zYNkz&redirect=1
http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/04/o-equivoco-da-ideologia-de-genero-quanto-ao-uso-dos-banheiros.html
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/acesso-a-banheiros-escolares-por-identidade-de-genero-volta-a-gerar-polemica-2ffwh8qznpvlvi6638ucl7s45
http://www.rededefesadafamilia.com.br/voce-sabe-o-que-e-um-banheiro-que-respeita-a-identidade-de-genero/

Sobre o Tráfico de Seres Humanos

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O tráfico de seres humanos é uma triste realidade que existe desde muito tempo atrás e continua mesmo nos dias atuais. Ocorrendo principalmente na Europa e Ásia, mas também em diversos países do mundo. Inclusive, ocorre aqui no Brasil em muitas estradas, rodovias e cidades do interior.

O Tráfico de Seres Humanos (TSH) é um crime contra a liberdade pessoal, que afecta milhões de pessoas em todo o mundo. Envolve a movimentação de pessoas entre fronteiras internacionais ou dentro de um mesmo país, com o objectivo de as sujeitar a diversos tipos de exploração.

Nesse primeiro artigo sobre esse tema lamentável, gostaria de recomendar 3 filmes que me ajudaram a entender e conhecer um pouco mais e melhor essa difícil questão que tem destruído vidas em todo o mundo, inclusive em nosso País.

Assista, Reflita, Compartilhe e, mais do que tudo busque cuidar e proteger mais ainda sua família. Bem como ajudar para que esse mal tão atual em nossos dias, seja enfrentado, combatido e eliminado.

Recomendo os seguintes filmes:
– Priceless
Você pode encontrar na internet, porém estará legendado.
http://www.pricelessmovement.com/

– Prisioneiras Nunca Mais
Disponível no Youtube (Dublado), nos seguintes Links

– Antes que seja Tarde
Disponível no Youtube (Dublado), nos seguintes Link:

 

Nesses filmes além de saber um pouco mais, você poderá entender como ocorre o processo do tráfico de seres humanos (TSH), bem como perceber que o alvo desses traficantes são crianças, adolescentes e mulheres.

As vítimas são justamente quem não pode se proteger e defender-se. E quem deve e pode defendá-las, proteger e lutar por suas vidas?

A resposta de Deus para esse mal e tantos outros que tem destruído milhões de vidas em todo o mundo é exatamente – Você, Homem!

Nós homens somos o problema, NÓS SOMOS O PLANO E A SOLUÇÃO DE DEUS EM CRISTO JESUS.

 

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

Links para se aprofundar mais sobre esse tema:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_pessoas
http://www.infojovem.org.br/infopedia/descubra-e-aprenda/cultura-de-paz/trafico-de-seres-humanos/
http://www.justica.gov.br/sua-seguranca/seguranca-publica/senasp-1/trafico-de-seres-humanos
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-10-20/trafico-humano.html

Sobre Filhas e Namoro: Como Intimidar Pretendentes

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Texto de Jen Wilkin

Tenho duas filhas adolescentes, então foi com um certo interesse que li um artigo recente intitulado “Formulário Para Namorar Minha Filha.” O artigo era muito engraçado, brincando com a idéia do estereótipo do pai com a espingarda e a filha apavorada enquanto negociavam o âmbito complicado de um primeiro encontro. Depois blogueiros cristãos se apoderaram deste conceito e, em sua maior parte, estas versões também eram engraçadas. Havia alguns temas comuns: pretendentes desempregados e de calças largas, pais proferindo ameaças inspiradas em Chuck Norris. Não perdi o meu senso de humor bem desenvolvido, até que cometi o erro tático de olhar alguns dos comentários. E então, simplesmente fiquei triste.

Aqui está o comentário que me deixou mais triste, postado por um pai cristão bem intencionado:

Cara, isto é incrível. Minha filha tem apenas 2 anos, mas vou imprimir isto e colocar na porta da minha geladeira. Obrigado por seu piedoso exemplo.

Oh céus.

OK, a piada acabou. Mano, vamos falar de estratégia por um momento. É só isto que você tem? Você precisa de um plano melhor, além destas técnicas de intimidação de baixa voltagem. Afinal de contas, ela é sua filha. Então, vamos falar francamente sobre o que você precisa fazer para proteger os interesses dela quando se trata de namoro. Em vez de brandir uma espingarda ou apresentar um formulário, é necessário construir um muro.

Isso mesmo, você me ouviu; construa um muro. Entre no modo “Rapunzel.” Construa-o tão alto que só o mais forte dos pretendentes poderá escalá-lo. Mas não espere até que sua menina seja uma adolescente, mano. Comece agora. Comece ontem. Não há tempo a perder.

Construa um Muro

Em Cantares 8.8-9 ouvimos a esperança de uma família de que sua irmãzinha se torne uma mulher com pujança e dignidade. Adivinhe qual metáfora eles usam para descrever este tipo de mulher? Um muro. Sua irmã os assegura no versículo 10 que ela realmente é um muro, completo, com torres. Sua declaração indica certeza de que ela não somente é forte, mas também capaz de se defender contra quaisquer pretendentes que não sejam dignos. É isto o que você quer, mano. Você quer um muro.

Eis o problema com as piadas sobre espingardas e formulários postadas na geladeira: para qualquer pessoa que esteja prestando atenção, estas coisas anunciam que você espera que sua filha nāo tenha discernimento. Saiba que sua filha está prestando atenção. E não fique chocado se ela se comportar conforme suas expectativas. Talvez seja melhor se preocupar menos com aterrorizar ou pré-ajustar pretendentes e se preocupar mais com preparar sua filha para escolher sabiamente. E isto significa construir um muro.

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Ao invés de intimidar todos os potenciais pretendentes à sua filha, crie uma filha que os intimide por si própria. Porque, sabe o que é intimidador? A pujança e a dignidade. A fé profunda. A auto-confiança. A sabedoria. A bondade. A humildade. A diligência. São estes os tijolos que constroem o muro que resiste aos avanços do Calça-Larga, independentemente de você aparecer com sua espingarda carregada ou não. Um pretendente inapto considera nada mais aterrorizante, do que uma mulher que sabe o seu valor perante Deus e perante sua família.

Forte Demais?

Mas eis a dura realidade: se você criar esta filha, ela provavelmente intimidará também um bom número de “bons rapazes cristãos”. Porque vários destes rapazes tem umas idéias malucas sobre o que significa estar no comando. Fico espantado e triste com a freqüência com que ouço jovens rapazes solteiros dizerem de mulheres solteiras brilhantes e talentosas, “Nossa, ela é tão forte que eu não acho que poderia liderá-la.” O que nessa altura faz com que muitas mulheres solteiras brilhantes e talentosas comecem a considerar maneiras de “diminuirem sua intensidade” ou “se tornarem um pouco mais suaves”.

Crie uma filha forte, mesmo se; não, especialmente se, isto significa que possíveis pretendentes questionem se podem “liderá-la”, seja lá o que isto signifique para eles. Você acabou de identificar estes pretendentes como inelegíveis, sem mesmo precisar de um processo de candidatura. Liderança não se trata de uma pessoa forte procurando pessoas mais fracas para liderar. Trata-se de pessoas humildes procurando aqueles cujas áreas compensem suas fraquezas e complementem suas próprias áreas fortes. Líderes fortes se cercam de pessoas fortes, não de pessoas fracas. Ao invés de considerar os pontos fortes dos outros ameaçadores, eles os celebram e os fomentam. Este é um princípio básico de gestão, mas temo que jovens rapazes cristãos e pais cristãos bem intencionados que têm filhas, tenham ficado um pouco confusos com este conceito.

Guarde Sua Espingarda

Frequentemente penso que se avaliássemos cuidadosamente como criamos nossos filhos com a mesma intensidade com que planejamos enfrentar futuros pretendentes a nossas filhas, deixaríamos de especular sobre espingardas e formulários e começaríamos a construir aquele muro. Então, bem intencionado pai de uma criança de 2 anos, por favor, não clique em “imprimir” naquele formulário por enquanto. Ao invés de interrogar o homem que sua filha traz para casa, interrogue o homem que a trouxe para casa do hospital. Ela não necessita de jactância tardia sobre suas intenções de protegê-la dos Calça-Larga idiotas quando for uma adolescente. Ela necessita que você se empenhe e invista em seu caráter agora mesmo.

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Então, guarde sua espingarda. Pegue a sua prancheta de treinador. Sente-se junto dela quando ela prepara um cházinho de brincadeira. Ensine-a como trocar um pneu e como ligar o cortador de grama. Delibere com ela sobre política e economia e teologia. Elogie uma roupa nova ou uma nota alta em matemática. Diga a ela que você a acha absolutamente linda. Ajoelhe-se a beira de sua caminha com chenille cor-de-rosa e ore intensamente. Crie sua filha com um coração e mente totalmente municiados, para que uma espingarda carregada não seja necessária. Ela não deve necessitar que você afugente pretendentes fracos. Deixe que sua própria força e dignidade façam isto. Decida não se contentar com nada menos do que a melhor proteção para sua filha. Decida ser o tipo de homem que você quer que ela traga para casa. Decida construir um muro.

“Que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata…” (Cantares 8.8–9).

Traduzido por Will Jessie Dias

Jen Wilkin é esposa, mãe de quatro filhos maravilhosos, e luta para que mulheres aprendam a amar a Deus com suas mentes através do estudo fiel da Palavra. Ela escreve, dá palestras e ensina a Bíblia para mulheres. Ela mora em Flower Mound, Texas, e sua família congrega na The Village Church. Jen é autora de “Women of the Word: How to Study the Bible with Both Our Hearts and Our Minds” (Mulheres da Palavra: Como Estudar a Bíblia com os Nossos Corações e Nossas Mentes) (Editora Crossway). Você pode encontrá-la em seu blog jenwilkin.blogspot.com.  *HGTV é um canal a cabo com programas de casa e família.

http://www.thegospelcoalition.org/pt/article/sobre-filhas-e-namoro-como-intimidar-pretendentes

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

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O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

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Cara, Onde Está Sua Noiva?

 

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Quando prego em diferentes lugares, uma das perguntas geralmente feita por mulheres, jovens em particular, é mais ou menos esta: “O que acontece com os homens?”

Não são mulheres zangadas. Sua pergunta é mais triste do que petulante. Não tenho muita certeza por que elas fazem essa pergunta. Talvez porque acabaram de ler meu livro, Faça Alguma Coisa (Just Do Something), e imaginam que as entendo, ou talvez pensem que eu posso ajudar. Geralmente logo depois fazem outro comentário para me exortar: “Por favor, fale aos homens da nossa geração e diga-lhes que sejam homens.”

Elas estão se referindo ao casamento. Conheci dezenas de jovens mulheres, tementes a Deus, em diversos lugares, que perguntam: “Para onde foram os homens ‘casáveis’?” Muitos comentaristas — cristãos e outros — percebem uma tendência entre os homens jovens; isto é, que eles não estão amadurecendo. Recentemente o artigo de William Bennett na CNN “Por que os Homens Têm Problemas” (Why Men Are in Trouble) chamou muita atenção. O ponto alto está resumido na sentença final: “Chegou a hora dos homens serem homens.” Parecem até palavras bíblicas (1 Coríntios 16.13).

Virtualmente cada pessoa solteira que eu conheço quer se casar. E mesmo assim, leva cada vez mais tempo o adiamento do casamento. Os padrões culturais têm algo a ver com isso. A economia ruim também não ajuda. Mas existe mais alguma coisa que confunde. Visite qualquer igreja e você vai conhecer mulheres cristãs atraentes, inteligentes, maduras que querem se casar e praticamente nenhum homem para cortejá-las. Geralmente essas mulheres estão em cursos de pós-graduação e podem até estar iniciando uma carreira. Mas não são feministas. Estão ansiosas para abraçar o papel de esposa e mãe. A maioria das mulheres que conheci não despreza o papel de ajudadora. Parece que simplesmente não existem muitos candidatos por aí.

 

O que está acontecendo? Por que existem tantas jovens mulheres solteiras, com formação universitária, que levam a sério o cristianismo, comprometidas com a igreja, mulheres bem resolvidas que não encontraram um companheiro, e não vêem quaisquer possibilidades no horizonte?

Talvez as mulheres tenham padrões inatingíveis. É uma possibilidade em algumas circunstâncias. Tenho certeza de que há alguns rapazes lendo isto e dizendo: “Eu tenho cortejado essas jovens, Kevin! E elas me desprezaram.” Algumas mulheres talvez estejam esperando um Príncipe Encantado. Mas na minha experiência esse não é o grande problema. Padrões exagerados? Não geralmente. Alguns padrões? Com certeza!

Em outros casos, algumas mulheres talvez estejam tão ansiosas para se casar que tornam nervosos os candidatos que demonstram algum interesse. Existe uma linha tênue entre antecipação e desespero. Os homens não dispostos a discutir detalhes do casamento após o primeiro encontro… Eles entram em pânico — e ficam bem assustados.

Esse caminho de solteirice prolongada é um caminho de duas mãos. Mas penso que o problema reside principalmente nos homens. Ou pelo menos, sendo homem posso identificar os problemas dos homens mais depressa. Vejo duas situações.

Primeira, os homens cristãos que são “bons rapazes” precisam ter um pouco de — qual é a palavra que estou procurando — de ambição. Os pastores, em algum ponto, têm ralhado contra o vídeo games. Mas o problema não está realmente nisso, mas o que isso pode representar (mas nem sempre). É o quadro de um rapaz com 20 e poucos ou 30 e poucos anos que não parece querer nada da vida. Talvez tenha um emprego. Talvez more ainda com seus pais. Essas coisas estão fora de controle. Há uma diferença entre um indivíduo que está se esforçando para conseguir alguma coisa e outro que parece satisfeito em assistir filmes, comer pizzas congeladas em um minúsculo apartamento, assistir futebol 12 horas no sábado, aparecer na igreja durante uma hora no domingo e, então, voltar para casa a fim de assistir mais futebol.

Não acho que as mulheres jovens estejam esperando um “Príncipe Encantado”,  que já tenha duas casas, três carros e uma personalidade como a de Dale Carneggie. Simplesmente querem um homem com alguma substância. Um homem que tenha planos. Um homem com alguma profundidade intelectual. Um homem que tome iniciativas e saiba conversar. Um homem que tenha consistência. Um homem que leve a serio o seu trabalho e não brinque com a sua fé. Um homem com um pouco de vontade de ter sucesso na vida. Um homem que possam imaginar sustentando uma família, orando com os filhos na hora de dormir, cortando a grama no sábado, e disposto a levar a família à igreja aos domingos. Onde estão os garotos que querem se transformar em homens?

A segunda situação talvez seja simplesmente que não tenhamos bastante homens na igreja. Talvez o problema maior não seja com os simpáticos rapazes cristãos que não têm ambição, nem maturidade e compromisso. Talvez tenhamos muitos homens assim na igreja, mas estejam todos casados e não têm muitos irmãos andando por aí. Não sei qual é o problema maior, a falta de homens bons ou a falta de homens em geral. Talvez haja uma combinação das duas coisas. A igreja precisa educar os rapazes que tem. E com “educar” não quero dizer “dar um polimento” e integrá-los em um ministério para solteiros para escolher uma companheira. Eu não creio que a maioria dos cristãos solteiros esteja à procura de uma comunidade cristã cheia de intrometidos. Mas uma igreja cheia de homens piedosos, envolvidos, respeitáveis e respeitados, maduros. É um projeto que vale à pena iniciar.

Portanto, o que se pode fazer a respeito de um grupo cada vez maior de mulheres solteiras? Quatro coisas me vêm à mente.

Todos devem orar. Orar para receber o cuidado providencial de Deus, crendo que a piedade com alegria é um dom. Se você é solteira, ore mais por um tipo de cônjuge que você deve ser do que o tipo de cônjuge que você quer ter. Ore também pelos casais e famílias da sua igreja. Se você é casada, ore pelas pessoas solteiras de sua igreja, pelos que nunca se casaram e aqueles que estão divorciados ou viúvos. Todas as pessoas devem orar para começar a servir o Senhor agora, não importa qual seja o estágio da vida em que se encontra ou deseja estar.

Mulheres, não se fixem na busca de um compromisso cristão sólido no casamento, mas certifique-se que sua lista de exigências não exclua a todos os homens, exceto o “Sr. Perfeito”.

Igrejas, não transformem a igreja numa imensa caverna de homens ou de machismo, mas pensem por que sua igreja foi desnecessariamente emasculada. Vocês desafiam e exortam? Vocês cantam hinos a Jesus que os homens possam cantar com sinceridade? A “comunhão” na sua igreja sempre focaliza atividades nas quais os homens tipicamente não se qualificam como ficar sentado e falar sobre seus sentimentos: Sua igreja pretende especificamente discípular os homens — particularmente homens jovens no colegial ou na faculdade? Agarre-os enquanto jovens e os faça crescer na adolescência e não mais tarde.

Homens, vocês não precisam ser ricos e não precisam escalar posições de liderança. Vocês não precisam ter carros e deixar a barba crescer. Mas chegou a hora de tomar uma pequena iniciativa — na igreja, na sua carreira e com as mulheres. Parem de dar voltas e procurem um alvo. Provavelmente é uma boa idéia parecer um pouco mais com o seu avô e um pouco menos com o Capitão Jack Sparrow. Menos ainda com o Peter Pan. Dêem provas de ambição piedosa. Assumam alguns riscos. Parem de namoricar e — se Deus não o estiver chamando para um serviço celibatário — comecem a procurar uma esposa.

 

Traduzido por: Yolanda Mirdsa Krievin

Do original em inglês: Dude, Where’s Your Bride?.

Autor Kevin DeYoung

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O que os homens de hoje deveriam estar aprendendo?

Afequenosune

Texto-Bíblico: 1 Reis 2:1-2

Existem valores e atitudes que tem sido esquecidas, abandonadas e até mesmo desprezadas nos dias atuais pelo o mundo de forma geral. E mesmo dentro das igrejas, temos um discurso que não tem condiz com a nossa prática no dia a dia.

Todo homem deve ter e manter valores e atitudes que os tornem homens melhores, diferentes e que os façam ser excelentes referenciais para as futuras gerações.

Entendo e creio que quando Cristo reina em nossos corações e vidas, nossos valores e atitudes vão se tornando a medida que nos relacionamos com Ele por meio das disciplinas espirituais (oração, leitura e estuda da Bíblia, jejum, obediência, comunhão com a igreja local, etc.), conformes o do nosso Senhor Jesus Cristo.

Já se em nossos corações quem reina é o nosso próprio ego ou algum tipo de ídolo (sexo, dinheiro, entretenimento, vícios, ídolos religiosos, etc.) nossos valores e atitudes irão tomar a forma dessas mesma coisas (Salmo 115:1-8).

Quem ou o quê tem reinado em seu coração e vida? E quais são os valores e atitudes que os homens de hoje deveriam estar ensinando e aprendendo?

– Serem Homens de Verdade!

1 Reis 2:1-2

Vivemos um tempo horrível e deprimente, onde os homens estão literal e totalmente abandonando suas responsabilidades e obrigações como homens. Basta vermos a quantidade de mães solteiras, a criminalidade que só aumenta e a vítimas também, a quantidade de crimes cometidos contra as mulheres e crianças, homens que tem abraçado o homossexualismo e toda prática sexualmente depravada, etc.

– Valorizarem e cuidarem de suas próprias famílias.

1 Timóteo 5:4,8 e 16

Os homens da atualidade parecem se importar cada vez mais e somente consigo mesmos. E menos com suas próprias famílias. Podemos ver isso desde simples atitudes de carinho e respeito que faltam, quanto atos cometidos contra a sua própria família ou outras famílias.

Literalmente, famílias estão sendo destruídas, arruinadas e roubadas por que lhes faltam homens que liderem, protejam e cuidem de suas próprias famílias.

– Como tratar, amar e cuidar de uma mulher

Efésios 5:25-33

Os homens de hoje em dia parecem pensar que devem e podem tratar as mulheres de todo jeito que quiserem. E que elas são meros objetos do seu próprio e egoísta prazer sexual. E infelizmente aprendem isso através de amigos, parentes, colegas de trabalho/escola e até mesmo por pais que abandonam seus lares e famílias por outras mulheres.

Os homens de hoje precisam aprender a como se relacionar e tratar as mulheres de maneira geral e, mais especificamente as suas próprias mulheres – ou aquelas que fazem parte de sua vida – como suas esposas, mães, filhas, parentes, amigas, colegas de trabalho, etc.

Bem como a assumirem e construírem relacionamentos duradouros e saudáveis (namoro, noivado e casamento). E agir e reagir com amor altruísta pelas mulheres, ajudando-as em suas fraquezas e dificuldades.

– Serem protagonistas de sua própria história (em casa, no trabalho, na escola, na igreja, na comunidade/bairro, na cidade e no mundo).

Josué 24:14-15/ 1 Samuel 17

É lamentável ver homens que não tomam iniciativa de paquerar e conquistar uma mulher, antes as mulheres é que acabam tomando essa atitude. De arrumar um emprego ou mesmo abrir um pequeno negócio, de assumir um cargo de liderança em suas igrejas, de iniciarem e concluírem com sucesso um curso superior, etc.

Falta aos homens de hoje, coisas simples e fundamentais a nossa formação como homens: iniciativa, pró-atividade, atitude e garra para conquistar, ter e realizar o que se quer.

– Serem mais úteis do que inúteis.

Marcos 9:33-36; 10:35-45/ João 13:1-17

Vivemos dois paralelos perigosos hoje em dia. Ou vivemos num ócio imenso, enfrente a um computador, televisão, celular. E sobrevivendo as custas dos nossos pais ou mesmo mulheres. Ou nossa vida se resume a meramente: futebol, beber, usar drogas, pegar cada vez mais mulheres, festas, etc. Uma vida egoísta e autodestrutiva mesmo.

E ao vivermos em algum desses dois paralelos, corremos o risco sério de sermos homens inúteis, fúteis e desprezíveis. Precisamos aprender a servir aos outros. A conjugar e praticar palavras como servir, mas também colaborar, ajudar, socorrer, amparar, cuidar e abençoar.

O famoso pregador metodista Jonh Wesley já dizia: “Senhor, não permita que sejamos inúteis”. Ou que vivamos vidas inúteis.

– Viverem e morrerem Pela Verdade

Atos 4:18-20/Efésios 4:11-15 e Judas v.3

Em um tempo de agitação política e disputas ideológicas, que muitos vivem, lutam e morrem por partidos políticos, movimentos sociais ou ideológicos, políticos corruptos, etc. Realmente vivem e relativizam a verdade e a mentira, o que é bom e o que é mau, o certo e o errado, o justo e o injusto, o herói e o vilão.

Só que se esquecem que não existe neutralidade ou algo entre a verdade e a mentira. Ou estamos de um lado ou do outro. É triste quando vejo homens cristãos (ou que se dizem cristãos) defenderem políticos corruptos, bem como seus partidos. Ou mesmo levantarem uma bandeira ideológica que além de ir totalmente contra a Palavra de Deus, vai de encontro frontal a tudo o que as ciências biológicas e médicas estabelecem como sendo macho e fêmea.

Realmente, a geração atual perdeu os valores e atitudes que mantém os homens como sendo homens. Que mantém uma família, igreja, empresa e nação de pé. Vemos uma cada vez maior liquidez de valores e atitudes que formaram os homens do passado e que raramente vemos nos dias de hoje.

Até mesmo dentro de muitas igrejas vemos isso, precisamos resgatar e trazer de volta esses valores e atitudes, bem como tantos outros que a Palavra de Deus nos ensina.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian