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Série Referenciais: Hernandes Dias Lopes

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Casado com Udemilta Pimentel e pai de dois filhos, Hernandes Dias Lopes é natural de Venécia, cidade pertencente ao estado de Espírito Santo, e hoje é reconhecido como um dos maiores Pastores Presbiterianos do Brasil.

 

Desde sempre muito religioso, sua carreira voltada a Cristo se inicia no ano de 1978, com o início de seus estudos no curso de Bacharel em Teologia, no Seminário Presbiteriano do Sul em Campinas (SP), o qual se estende até 1981. Dando continuidade a seus estudos, entre 2000 e 2001 Hernades cursou seu doutorado na em Ministério na Reformed Theological Seminary, renomada instituição de ensino teológico dos Estados Unidos.

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Na Igreja, o pastor Hernades Dias Lopes inicia sua atuação no ano de 1982, sendo Pastor da Igreja Presbiteriana de Bragança Paulista, cidade do interior do estado de São Paulo, na qual atua até o ano de 1985, ano em que se torna pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória-IPB, cargo que ocupa até os dias atuais.

 

Mas o grande destaque de sua carreira fica, sem nenhuma dúvida, por conta de sua produção editorial. Hernandes é um dos maiores escritores teológicos do Brasil, com mais de 100 títulos publicados com bastante sucesso. A qualidade de sua escrita é tamanha que hoje ele membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Iremos conhecer sua obra com mais detalhes na sequência.

 

Produção literária

 

Como já dito, o pastor possui dezenas de títulos publicados, e se debruçar sobre cada um deles é uma tarefa que extrapola os objetivos deste artigo. Assim, vamos conhecer as obras mais relevantes.

 

Um dos grandes destaques da obra do autor são os livros pertencentes à coleção “Comentários Expositivos Hagnos” (este último é o nome da editora responsável pela editoração, impressão e distribuição das obras). Nesta coleção personagens, eventos e versículos bíblicos para tentarmos entender a conturbada realidade na qual vivemos. Fazem parte desta coleção os títulos Amós, Apocalipse, Atos, Colessenses, Daniel, Efésios, Filipenses, Habacuque, Joel, João, Jonas, Miqueias, Neemias, Obadias e Ageu, Oséias, Provérbios, Romanos, Rute e diversos outros.

 

Dos títulos da coleção mencionada acima destacamos Malaquias. Neste livro, o autor faz uma reflexão da religião contemporânea a partir de comentários sobre a vida do profeta do título e sua vivência em Israel. Ao formalismo tradicional o culto espiritual, a religiosidade morte a integridade de caráter e diversos outros ensinamentos para a prática verdadeira dos ensinamentos de Cristo nos dias atuais.

 

E se estamos falando em ensinamento, a didática é um tema mito caro à obra de Hernandes Dias Lopes. Isso fica claro nos livros A pedagogia dos milagres de Jesus, no qual ele demonstra que os milagres são também ensinamentos, e em Vencendo Gigantes, no qual afirma que a vida cristã não é feita somente de coisas positivas e fáceis, e sim de muita luta, mesmo que a vitória seja certa.

 

Por fim, vale a pena analisar toda a bibliografia deste grande autor e pastor para escolher aquelas que mais se encaixam ao seu momento de vida e seus interesses.

 

Fonte Original:

http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-hernandes-dias-lopes-vida-e-bibliografia/

 

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Série Referenciais: Pr.Jaime Kemp

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Jaime Kemp é um pastor estadunidense, proveniente da Califórnia. Kemp é formado no Western Seminary – Portland, Oregon, e na Universidade Biola – Califórnia aonde também fez doutorado em Ministério da Família. Kemp já escreveu mais de 70 títulos até hoje. É casado com Judith desde 1965.

O casal tem três filhas: Márcia, Melinda e Annie além de dois netos e uma neta: James Paul, Skyler e Keyla Grace. Em 1967 ele veio ao Brasil com seus missionários aonde começaram uma orientação aos jovens brasileiros, fundando a missão Vencedores por Cristo. Os jovens eram formados durante as férias, todos de diferentes igrejas evangélicas.

Havia treinamentos bíblicos bem como musicais para essas pessoas. Dessa forma eles retornavam para suas igrejas com ideais e ensinamentos de acordo com o que era passado pelos missionários de Kemp. Já em 1968 o pastor fundou a Associação Lar Cristão. Lá existem diversas atividades:

• Congressos de pastores e líderes para área familiar bem como ministerial;
• Seminários para casais, famílias, adolescentes e jovens com cursos apostilados. A duração das atividades é entre oito a dez horas;
• Produção de vídeos, CDs e DVDs;
• Produção da revista Lar Cristão, com o intuito de orientar líderes da área e família com diversos articulistas reconhecidos na área.

A Associação Lar Cristão possui quatro conceitos básicos que a norteiam:

• A importância do evangelho: conhecer e anunciar a vida eterna por meio de Cristo.
• Permanência do Casamento: manter a união estável apesar de provações, reveses, enfermidades ou alterações emocionais.
• Valor dos filhos: valorização dos filhos, criando-os para vida e de maneira humanizada.
• Santidade de vida: a valorização da vida, independente de quem seja, e que esta deve ser protegida bem como preservada.

Além disso, o pastor também escreve artigos em diversos jornais e revistas. Por meio de suas produções e também em conferências Jaime orienta muitas pessoas ao redor do mundo. No Brasil diversas editoras já trabalharam com suas produções como: Mundo Cristão, Palavra, Vida, Fôlego, Hagnos, Graça e Sociedade Bíblica do Brasil.

Algumas Obras do autor Jaime Kemp

No livro Minha Família, Projeto de Deus Kemp fala sobre as difíceis situações familiares enfrentadas atualmente e mostra jeitos de fortalecer os laços com harmonia e relação saudável entre pais e filhos. Já na obra A Força Vence o Medo apresenta os problemas enfrentados como ansiedade, medos, preocupações e como lutar contra isso. O autor crê que para enfrentar o inimigo é preciso conhecê-lo, por isso propõe um conhecimento profundo dos medos para superá-los.

Na produção A Menina dos Olhos o autor também destaca a família em seus doze capítulos. É ideal para pastores, líderes, grupos familiares, classes de Escola Bíblica Dominical, encontro de casais, etc. Já no livro A Minha Grama é mais Verde, Kemp fala sobre a vida sexual dos casais, sobre como fortalecer as relações e o contato na vida conjugal. Em Antes de Dizer Adeus o autor fala sobre o divórcio, questionando se é o caminho mais indicado do ponto de vista emocional, financeiro e dos trâmites legais.

Existem diversas outras produções de Kemp voltadas à família, filhos, questões conjugais e a igreja.

Fonte Original:

http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-jaime-kemp-vida-e-bibliografia/

Para Saber Mais:

http://comunhao.com.br/entrevista-jaime-kemp/

Alguns Vídeos do Pr. Jaime Kemp

 

 

Conselhos Práticos e as Diferenças no Discipulado de Homens e Mulheres

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Débora me chamou na sexta-feira porque estava passando por um momento difícil em seu casamento. Como muitos pastores, eu regularmente apago incêndios como esse. Eu conversei e orei com ela, e depois liguei para o seu marido para conversar sobre a situação.

Há mil questões nas quais tenho que meditar quando pastoreio João e Débora (que não são seus nomes verdadeiros). Eu invisto mais tempo em João e indico a Débora uma mulher piedosa? Eu encontro ambos para aconselhamento conjugal? Devo encontrar com Débora e, se sim, qual é a minha responsabilidade pastoral para com ela?

Mas não são apenas questões práticas com as quais preciso lutar em uma situação como essa. Em um nível mais básico, como o ensino bíblico sobre homens e mulheres fundamenta meu trabalho pastoral?

“Complementarismo” é um termo para o ensino bíblico que chama homens a uma liderança sacrificial tanto em casa quanto na igreja, e chama mulheres a alegremente se submeterem à mesma liderança.

Este curto artigo discorre sobre como o complementarismo afeta os detalhes práticos do aconselhamento e do discipulado. Duas questões definirão a nossa discussão: 1) Em que um pastor precisa pensar ao discipular e aconselhar um homem? 2) Em que um pastor precisa pensar ao discipular ou aconselhar uma mulher?

Pensamentos sobre o pastor discipulando homens

O que um pastor precisa ter em mente quando discípula e aconselha homens?

Uma visão bíblica para o discipulado masculino

Comecemos com uma visão bíblica para discipular homens: devemos encorajar a semelhança com Cristo através de discipulado pessoal. Homens cristãos mais velhos devem deliberadamente investir em homens cristãos mais jovens, encorajando seu crescimento espiritual (Tt 2.1).

Nossa visão bíblica pode ser expandida em duas maneiras específicas: 1) devemos encorajar homens a amar a Palavra de Deus (Sl 1.2; Js 1.8) e a amar o povo de Deus (Ef 4.11-16); 2) devemos encorajar os homens a uma liderança forte, sacrificial e servil no lar e na igreja. Homens são chamados a olhar para Cristo, imitando o seu serviço sacrificial que concede vida (Ef 5.21-33).

Estratégia prática para o discipulado masculino

Movendo da visão para a estratégia, vale a pena notar que pastores frequentemente negligenciam o desenvolver de fortes homens líderes na congregação, porque usam o seu tempo e energia defensivamente. A tirania da urgência governa as suas agendas. Eles permitem que seu tempo seja gasto de maneira reativa a várias crises, ou preparando lições, sermões e eventos para o domingo seguinte. Como resultado, muitos pastores não têm estratégia de longo prazo para cultivar liderança masculina na igreja e em casa. Como conseguimos tal estratégia?

Comece com pouco. Escolha poucos homens que têm o potencial para ser bons líderes e organize almoços regulares com eles. Seja proativo em construir um relacionamento com esses homens. E, se você tem uma equipe de liderança, encoraje-os a fazer o mesmo.

Discipular homens é extremamente importante. Como pastor, você deve ser exemplo para outros nisso. Mas se você quer mais resultados, você pode considerar desenvolver um grupo de discipulado masculino que ajude os homens a pensar teologicamente a respeito de tudo na vida. Escolha bons recursos teológicos que ajudem os homens a aplicar teologia a questões como casamento, comunicação, finanças, sexo, paternidade, trabalho secular, etc. Você pode encontrar um bom exemplo desse tipo de desenvolvimento de liderança no livro do pastor Mike McKinley Plantar Igrejas é Para os Fracos (veja o capítulo sete).

Pensamentos sobre o pastor discipulando mulheres

Se pastores deveriam discipular homens para serem líderes no lar e na igreja, como isso difere de discipular mulheres?

Uma visão bíblica para o discipulado feminino

Comecemos novamente com uma visão bíblica. Assim como com os homens, os pastores deveriam buscar encorajar uma maior semelhança com Cristo em discipulado pessoal, só que nesse caso, as mulheres devem fazer a grande maioria desse discipulado. No curso normal dos relacionamentos na igreja, os homens devem discipular homens e mulheres devem discipular mulheres. Então encoraje cristãs mais velhas a investir nas cristãs mais novas, ajudando-as a crescer espiritualmente, o que é precisamente o que Paulo manda Tito a fazer, ou seja, instruir as mulheres em sua igreja (Tt 2.3-5).

Como, então, um pastor (que é homem) deveria pensar sobre conhecer, cuidar e pastorear as mulheres em sua congregação?

Se pensamos em discipulado como orientação de longo prazo deliberada, não parece sábio que um pastor discipule uma mulher (por exemplo, encontrando-se com ela semanalmente ao longo de um ano). Nós devemos reservar esse tipo de orientação espiritual intensa para relacionamentos de gêneros específicos. Nos resta, então, o aconselhamento, que é uma atividade  de curto prazo.

Embora alguns argumentem que pastores nunca deveriam aconselhar uma mulher, isso não parece estar em concordância com o que a Escritura diz sobre o pastor conhecendo todas as suas ovelhas (At 20.28; Jo 10.12, 16), e o exemplo específico que Jesus define para nós. Em João 4, Cristo tem uma conversa muito pessoal com uma mulher samaritana, entre os dois somente. Pastores precisam sim pastorear pessoalmente as mulheres em suas congregações.

Quais são algumas das coisas específicas que os pastores deveriam encorajar as mulheres a fazer? Pastores devem encorajar o amor delas pela Palavra e pela igreja, o respeito pela autoridade, o desejo de tornar o lar primário (mesmo que elas trabalhem fora de casa) e o crescimento em evangelismo pessoal. Para mulheres casadas, os pastores devem encorajar a suscetibilidade à liderança do marido. Para mulheres solteiras, os pastores devem encorajá-las a seguir a autoridade piedosa na igreja, especialmente quando seu pai não está envolvido espiritualmente em sua vida.

Ainda assim, os pastores devem primariamente buscar pastorear mulheres nesses caminhos através da capacitação de mulheres na congregação para discipular outras mulheres. Como pastores podem facilitar e construir essa cultura de mulheres discipulando mulheres?

Estratégia prática no discipulado feminino

Para construir uma cultura na igreja que encoraja o discipulado entre mulheres, os pastores devem ensinar sobre a importância do discipulado sempre que isso naturalmente surgir na Escritura durante uma série de sermões nos domingos. O objetivo nisso é encorajar as mulheres mais velhas da igreja a discipular as mais jovens.

Podemos também ensinar sobre discipulado em outros locais. Por exemplo, na minha igreja nós regularmente oferecemos um seminário no sábado sobre discipulado para ajudar novos membros a pensar em como serem discipulados e em como discipular outros. Também oferecemos uma classe de EBD de três meses de duração sobre discipulado todos os anos. Na última vez que ensinamos na classe, eu abordei várias mulheres mais velhas na igreja e as encorajei a participar. Ensino e modelo ajudam a construir uma cultura na igreja que leva a sério o discipulado.

Essas são algumas maneiras de construir uma cultura de discipulado, mas como o pastor pastoreia pessoalmente os membros do sexo feminino? Obviamente, haverá diversas oportunidades para fazer reuniões de aconselhamento em grupo, onde o pastor fornece conselhos gerais e aconselhamento bíblico para os problemas diários da vida.

Se o problema requer mais do que uma reunião, o pastor tem que julgar quando o aconselhamento de curto prazo precisa passar a ser um discipulado de longo prazo. Mas antes que as coisas sequer alcancem esse ponto, muitos pastores precisam parar de se reunir por causa das pressões de suas agendas cheias. Ao invés de eles mesmos se reunirem com as mulheres, eles sabiamente conectam o membro do sexo feminino com outra pessoa na igreja (como um membro feminino da diretoria, a esposa do pastor ou uma mulher mais velha na congregação) ou alguém de fora que possa ajudar (como uma conselheira local ou uma organização para eclesiástica que seja especializada em questões como violência doméstica).

 

Para aconselhar mulheres sabiamente, os pastores precisam criar alguns limites:

Limite o número de reuniões que você tem com qualquer mulher. Você deve ser cuidadoso para não alimentar uma dependência emocional do pastor. Especialmente, no caso de mulheres em maus casamentos, você não deve ser um substituto emocional ou espiritual de seus maridos.

Seja muito, muito cauteloso com mulheres emocionalmente dependentes. Mulheres muito necessitadas anseiam por encontrar um homem que deem atenção a elas, e pastores frequentemente possuem um ouvido compreensivo e são bons ouvintes. Embora você deva sim oferecer aconselhamento gentil e piedoso, você não deve alimentar intimidade ou dependência emocional errôneas.

Sempre que possível — dependendo da situação de sua família — inclua a sua esposa

Certifique-se de fazer o aconselhamento em um gabinete onde você seja sempre muito visível. Coloque a sua cadeira na linha de visão daqueles fora do gabinete. Se a porta do seu gabinete não tiver vidro, substitua por uma que tenha.

Faça aconselhamento com mulheres apenas durante horário comercial, para que a secretária da igreja ou outros funcionários estejam presentes no prédio da igreja. Nunca fique sozinho com uma mulher na igreja para que você seja sempre irrepreensível (1Tm 3.2).

Se possível, posicione a mesa da secretária próximo à porta do seu gabinete

Alguns pastores preferem manter a porta escorada levemente aberta (ou totalmente aberta), certificando-se de que, caso a secretária ouça a conversa, mantenha o sigilo.

Não faça aconselhamento em uma parte isolada da igreja, mas em algum lugar onde haja bastante movimento, com pessoas passando constantemente.

Certifique-se de que pelo menos um membro da diretoria conheça (ou pelo menos tenha acesso à) sua agenda. Se ninguém mais sabe o que você está fazendo, há mais potencial para você esconder coisas.

Certifique-se de que você tenha uma prestação de contas regular com outro pastor ou líder em sua igreja, o que inclui conversar sobre as suas mais difíceis situações de aconselhamento.

O privilégio de pastorear o rebanho de Jesus

Que privilégio imenso é ser um pastor auxiliar de Jesus. Quer sejam homens ou mulheres, esperamos cuidar bem das ovelhas confiadas ao nosso cuidado. Pastores, aprendam com o exemplo de Cristo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10.11).

 

 

Autor: Deepak Reju

Fonte: 9Marks

Tradução: Alan Cristie

Via: Ministério Fiel

http://reformados21.com.br/2017/09/20/conselhos-praticos-e-as-diferencas-no-discipulado-de-homens-e-mulheres/

 

Série Referenciais: Pr. David Wilkerson

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O pastor David Wilkerson nasceu em Hammond, Indiana, em 19 de maio de 1931, o segundo filho de kenneth e Ann Wilkerson. Com a idade de oito anos sentil o chamado de Deus para entregar sua vida à Cristo e se tornar um pastor do evangelho. Em 1952 casou-se com Gwen Carosso, que o conheceu quando tinha apenas 13 anos. David é talvez mais conhecido por seus primeiros dias de ministério para jovens tóxico-dependentes e membros de gangues, em Manhattan, Bronx e Brooklyn, na cidade de New York.

Como tudo começou

 

A aventura toda teve seu início numa noite:
“sentei-me para o meu estudo bíblico como de costume quando vi a revista Life. Eu simplesmente virei uma página e, à primeira vista, parecia que não havia nada que me interessasse. A página mostrava um desenho de um julgamento que ocorria em Nova Iorque, a 350 quilômetros de distância da minha casa no interior do estado da Pensilvânia, E.U.A. Eu nunca tinha ido a Nova York, nem nunca quis ir, exceto talvez para ver a Estátua da Liberdade. Eu comecei a virar as páginas da revista até que algo chamou minha atenção. Foi uma figura de um desenho dos olhos de um menino. Ele foi um dos sete meninos levados a julgamento por assassinato. Eu segurei a revista mais perto para obter uma melhor visão. O artista tinha capturado um olhar de espanto, ódio e desespero nas características do jovem. De repente, comecei a chorar”.

 

David se perguntou espantado,“O que está acontecendo comigo?” As lágrimas não paravam de rolar. Então olhei para a foto com mais cuidado. Os meninos eram todos adolescentes. Eles eram membros de uma gangue chamada de Dragões. Abaixo do desenho tinha a história de como em Highbridge Park, Nova York, eles brutalmente atacaram um jovem de quinze anos, chamado Michael Farmer e o mataram. A história me revoltou. Ela literalmente virou meu estômago. Em nossa cidade ao pé de uma pequena montanha, essas coisas pareciam inacreditáveis. Essa tragédia toucou bem fundo no meu coração e um sentimento me impulsionou a ir para Nova York e ajudar os rapazes. O pensamento me assustou. “Eu seria um idiota para fazer isso”, pensei. “Não sei nada sobre adolescentes como esse. E eu não quero saber de nada disso…” Não adiantava… A idéia não ia embora. Eu estava à ponto de ir para Nova York, enquanto o julgamento ainda estava em andamento. “Esta viagem mudou minha vida para sempre”.
O Desafio Jovem

 

O fardo no coração de David para com os perdidos da cidade aumentou e em 1958 deu à luz ao “Teen Challenge” (Desafio Jovem), um ministério para alcançar as pessoas com hábitos destrutivos, com sede em um pequeno escritório em Staten Island, Novo York. O Desafio Jovem foi lançado com o Pastor Wilkerson realizando pregações de rua, e através dessas reuniões muitos líderes de gangues como a gangue dos “ Maus Maus”,e seus membros, foram convertidos. Através deste ministério muitos homens, mulheres e jovens endurecidos vieram a Cristo, permitindo que o Espírito de Deus transformasse suas vidas. Em 1960, a sede do Desafio Jovem mudou-se para uma casa grande na Clinton Avenue, no bairro do Brooklyn. A residência oferece proteção para os tóxico-dependentes e os membros de gangues, assim como camas e abrigo para jovens problemáticos e sem-teto. Em 1958, muitas pessoas pensavam que David Wilkerson estava louco para tentar levar o evangelho para adolescentes viciados em drogas de Nova York.
A Cruz e o Punhal

 

A história de David Wilkerson nos primeiros cinco anos na cidade de Nova York é contada em “A Cruz e o Punhal”, um livro que se tornou best-seller, um fenômeno com mais de 15 milhões de cópias vendidas, publicado em mais de 30 idiomas.

 

O Filme

 

Em 1969, o filme “A Cruz e o Punhal” foi lançado, estrelado por artistas de Hollywood, tendo Pat Boone, cantor e ator, como David Wilkerson e Erik Estrada, o patrulheiro da antiga série de televisão “chips”, como Nicky Cruz, o membro da gangue adolescente cuja vida foi profundamente transformada por Cristo. O filme reconta a história inesquecível da terna misericórdia de Deus e amor aos adolescentes de Nova Iorque através do ministério de David Wilkerson. Os ingressos foram vendidos para a estréia do filme, atraindo multidões de todas as origens e estilos de vida. O filme foi rejeitado pela crítica secular como desinteressante. No entanto, ele foi visto por cerca de 50 milhões de pessoas em mais de 30 línguas em 150 países, de acordo com a “World Crusade Film”. Os dados também dizem que é um dos filmes mais vistos do mundo.
World Challenge

Em 1971, o ministério de David Wilkerson, sempre em expansão, mudou sua sede para o estado do Texas, onde fundou o “World Challenge Inc” (Desafio Mundial). A missão do ministério tem sido a de promover e perpetuar as doutrinas do Cristianismo, através de ensinamentos públicos. Como tal, World Challenge serve como um guarda-chuva corporativo para as cruzadas do reverendo Wilkerson, conferências de ministros, edição de livros, a produção de filmes, escolas de formação, evangelismo de rua, encontros de arrependimento, distribuição de literatura, programas de alimentação, esforços para plantação de igrejas e inúmeros outros serviços ministeriais.

Times Square Church

 

Em 1986, voltei para Nova York para uma pregação de rua. Enquanto descia a rua 42 de madrugada, fiquei chocado quando vi crianças de 9, 10 e 11 anos de idade viciadas em crack. Vi o crack sendo vendido por traficantes a poucos metros de distancia um do outro. Len Bias, o famoso jogador de basquete da faculdade, tinha acabado de morrer de uma overdose de crack. Eu ouvi um traficante gritando: “Eu tenho a “coisa” que matou Len.”
Comecei a chorar quando testemunhei tudo isso. Eu orei: “Hó Deus, O Senhor tem que levantar um testemunho neste lugar infernal. Parece que o diabo criou Nova Iorque como o seu reino. Esta é a sede da Babilônia”.
A resposta do Senhor não era o que eu queria ouvir:
“Você conhece a cidade, David. Você já esteve aqui. Você pode fazê-lo.” Fiquei chocado. Eu estava pronto para me aposentar. Não era que eu estivesse cansado, é que passei trinta anos na rua e em centros de reabilitação de drogas em todo o mundo. Agora eu estava planejando me mudar para o estado do Colorado e passar os meus últimos anos escrevendo livros. Meu único desejo além deste era ir à Rússia e Europa Oriental para pregar, mas eu não conseguia colocar as palavras do Senhor para fora da minha mente”.
Por duas noites eu tinha caminhado pelas ruas de Nova York, chorando e orando para que Deus trouxesse alguém. Eu pensei: “Senhor, se eu deveria fazer isso, como eu posso dizer isso a minha esposa? Temos uma bela casa no Texas com um lago. Mudamos nossa sede para lá. Como posso arrancar Gwen agora, e dizer a ela que estamos voltando para Nova York? ” Naquela noite, quando entrei no nosso quarto de hotel, Gwen estava orando. “Estamos voltando para Nova York, não estamos?” Perguntou ela.
Em 1988, a Câmara Municipal de Teatro e o Teatro Nederlander serviu como casas temporárias para a Igreja de Times Square. No ano seguinte, em 1989, o histórico Mark Hellinger Theater foi comprado. A Igreja de Times Square tinha encontrado a sua casa, no coração de Nova York, na rua 51 em plena Broadway. O Jornal “The New York Daily News”, declarou: ” O famoso tetro na Broadway estará agora aberto apenas para Jesus “.
Desde a sua criação, a Igreja da Times Square ficou na encruzilhada do mundo como uma igreja inter-denominacional protestante. Hoje, mais de 100 nacionalidades estão representadas na congregação com cerca de 8.000 pessoas. A Igreja crê na necessidade de conversão pessoal à fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, como a derradeira força redentora na vida individual e na sociedade em geral. “Vinde a mim”, disse Jesus, “todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28). Assim, a missão da Igreja é sempre procurar os perdidos, os viciados, e aqueles que procuram a verdadeira realização e dizer-lhes do poder do Cristo ressuscitado para libertá-los!

A Visão

A primeira visão que Deus deu David Wilkerson foi em 1958, dirigindo-lhe para ir a Nova York. A segunda foi uma visão trágica das calamidades que estão para vir sobre a terra. A mensagem foi tão assustadora, apocalíptica e incômoda, que deixou o Sr. Wilkerson de joelhos, paralisado. Deus divinamente guiou-lhe que escrevesse a visão, e um ano mais tarde, em 1974, a visão foi publicada como sob o título “The Vision”, esgotado atualmente.
O ministério cresceu e hoje inclui 173 programas residenciais e numerosos centros de evangelismo nos Estados Unidos, e 241 centros de Desafios Jovem em 77 países. A taxa de libertação é de 86%, tendo sido reconhecido e comprovado pelo Governo dos E.U.A atravez do (Institute on Drug Abuse). Todos os centros do Desafio Jovem operam de forma autônoma. Os graduados no Desafio Jovem incluem ex-toxico-dependentes, ex-alcoólatras, ex-membros de gangues, ex-prostitutas e outros tipos de ex-dependentes. Hoje, muitos formandos servem como ministros e missionários em todo o mundo.
Fonte:www.worldchallenge.org

 

Falecimento

Por mais de seis décadas, evangelístico Reverendo Wilkerson ministério incluiu pregação, ensino e escrita. Durante todo esse tempo uma característica distintiva do seu trabalho tem sido seus esforços diretos para atingir os mais necessitados entre nós com a ajuda para o corpo e a alma. Ele é autor de mais de 30 livros, incluindo, A Cruz eo Punhal, A Visão, Avivamento na Broadway, com fome para mais de Jesus, você sentiu vontade de desistir ultimamente?, E A Nova Aliança Véu.

 

Em 27 de abril de 2011, o Reverendo Wilkerson postou em seu blog devocional, “Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: choro vai durar por algumas noites escuras e terríveis, e em que a escuridão em breve você vai ouvir o sussurro Pai :’Eu estou com você. Nesse momento eu não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Você vai ver que era tudo parte do meu plano. Não foi por acaso. “Naquela tarde, o Reverendo Wilkerson foi morto em um acidente de carro. Sua esposa Gwen sobreviveu ao acidente, mas faleceu 5 de julho de 2012, de câncer. Eles deixaram quatro filhos, seus respectivos cônjuges, 10 netos e dois bisnetos.

Fonte:www.worldchallenge.org
https://edificadosnaverdade.blogspot.com.br/2013/04/biografia-david-wilkerson.html
http://renatovargens.blogspot.com.br/2011/04/quem-foi-david-wilkerson.html

 

http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/12/conselhos-de-paul-washer-jovens.html

Série Referenciais: Pr. Josué Gonçalves

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Escritor de livros como “104 erros que um casal não pode cometer”, “101 erros que os namorados não podem cometer” e “37 qualidades do Líder que ninguém esquece”, entre outras obras, Josué Gonçalves é um pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembleia de Deus em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, além de ser terapeuta familiar. A história de Gonçalves, acima de tudo, é a história de um homem comprometido com Deus desde os seus primeiros anos de vida.

 

Hoje casado com Rousemary Gonçalves e pai de 3 filhos (Letícia, Douglas e Pedro), o pastor é um dos mais reconhecidos do Brasil, porém, nem sempre a sua história foi marcada pelo sucesso. Tudo começou quando Josué começou a se envolver na pregação do evangelho, já na sua primeira década de vida, inspirado na história de vida do pai, que era ligado à Igreja. Com apenas 17 anos, Gonçalves já era um pregador do evangelho na cidade de Bragança Paulista – SP e, rapidamente, se tornou o líder dos Jovens da Assembleia de Deus.

Certo dia, um enviado de Deus revelou a Josué que seu pai seria recolhido junto ao Senhor e que ele havia sido o escolhido para continuar a obra que o seu genitor havia iniciado. Em abril de 1984, a revelação torna-se real e muda, para sempre, a vida do futuro pastor. Em 1985, Gonçalves casa-se com Rousemary e, em 1986, começa uma nova fase ministerial, desta vez na Assembleia de Deus em Santo André – SP. Em 1987, é chamado pelo Pr. Antonio Campaci para trabalhar em seu ministério.

O contato com o Pr. Campaci, que teve outra revelação sobre o futuro de Gonçalves, foi essencial para que o então jovem fosse devidamente orientado, ajudado e motivado ministerialmente. Já em 1990, Josué inicia um trabalho próprio na Assembleia de Deus de São Bernardo do Campo – SP: o Projeto Família Debaixo da Graça, voltado para ajudar as famílias nos aspectos comportamentais e de relacionamento.

No começo, o trabalho é árduo e o jovem pregador precisa de muitos sacrifícios para levar o projeto em frente. Mas é exatamente essa a época em que Gonçalves escreve a primeira apostila para a família, com uma máquina de escrever emprestada da Igreja. Haviam apenas algumas cópias, devido às dificuldades financeiras, mas as coisas começariam a mudar dali para a frente. Em 1991, Gonçalves se muda para Osasco e vincula-se ao Ministério da Assembleia de Deus do Belém.

Com apenas 29 anos, Josué Gonçalves é consagrado Pastor. A partir de então, suas pregações passam a ser ouvidas por milhares de fieis, em toda parte do Brasil e em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Portugal, Irlanda e Inglaterra, entre outros. Alcançando cada vez mais pessoas, o Pr. Gonçalves, atualmente, já conta com diversos livros, CDs e DVDs, que estão entre os mais populares e vendidos pelo mercado gospel no Brasil.

Site e redes sociais do pr. josué gonçalves

http://amofamilia.com.br/portal/

https://www.youtube.com/user/douglasval88

https://www.instagram.com/prjosuegoncalves/?hl=pt-br

 

Entre os livros do Pr. Josué Gonçalves, estão:

– 104 erros que um casal não pode cometer
– 101 erros que os namorados não podem cometer
– 37 qualidades do Líder que ninguém esquece
– Construindo o céu em casa
– Família: meu maior patrimônio!
– Aprenda a Pregar
– 23 atitudes para revolucionar o seu casamento
– Aprendendo sobre família com o pai do filho pródigo

 

Fonte Original: http://blog.presentesevangelicos.com.br/tudo-sobre-josue-goncalves-vida-e-bibliografia/

 

5 Prioridades para o seu Primeiro Dia como Pastor

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Ontem a congregação “instalou” você como o pastor da igreja. (Isso soa como algo que você faz a uma máquina de lavar louça, não é mesmo?). Houve orações, abraços, sorrisos, música, comida, fotos e agora é segunda-feira. Por onde você começa? Você sabe que precisa preparar excelentes sermões, discipular membros da igreja e fazer evangelismo. Mas como você de fato começa? O que você deveria fazer no seu primeiro dia?

Em certo sentido, você não deveria fazer absolutamente nada. Não, não fique em casa assistindo futebol. Só não pense que você precisa mudar tudo em três meses. Você pode ter o título, mas a posição de pastor é tanto conquistada quanto concedida. Há muito o que aprender a respeito da sua igreja antes de começar a fazer mudanças. Além do mais, Cristo prometeu que ele edificaria a sua igreja. Você não precisa tentar fabricar crescimento.

Com isso em mente, aqui estão cinco prioridades que você deve trazer para o seu primeiro dia de ministério.

Prioridade 1 – Aprenda tudo o que você puder sobre as suas ovelhas (Envolvimento – 1 Pedro 5.1-4).

Você é um pastor. Bons pastores são tão próximos às suas ovelhas, que cheiram a ovelhas, e eles as conhecem pelo nome. Sugestões: Leia as minutas de assembleias administrativas passadas. Aprenda tudo o que puder sobre a fundação da igreja. Qual era a declaração doutrinária original? Houve alguma revisão da declaração ou da confissão da igreja? Se sim, por quê? A igreja já sofreu divisão? Há alguma questão não resolvida?

Torne-se familiar dos “veteranos”. Eles podem dar a você grande ajuda. Questione-os sobre tradições, histórias, políticas, etc. Desenvolva perguntas para fazer a cada membro da congregação, a fim de avaliar a saúde espiritual deles. O envolvimento que você ganha — e a confiança que você conquista — pode até mesmo ser mais valioso do que a informação que você juntará.

Prioridade 2 – Gaste tempo com a sua liderança (Humildade – Filipenses 2.5-8).

Sugestões: Visite seus líderes em seus locais de trabalho. Descubra a respeito de suas famílias, sua história, seus dons e seus pontos fortes em liderança. Faça a eles as perguntas que você está planejando fazer à congregação. Pergunte a eles pelo que você pode orar, e como você pode melhor servir a igreja. Peça a avaliação deles sobre a saúde da congregação. Tenha uma lista de livros pronta para sugerir que eles leiam. Planeje um retiro com eles para que você aprenda mais sobre eles e eles sobre você. Diga a eles o que você espera aprender sobre a congregação. Discuta a história com eles. Quais eventos deveriam ser celebrados? Compartilhe as suas conversas evangelísticas. Envie e-mails para eles diariamente.

Servir os seus líderes servirá de modelo para eles sobre como servir a igreja. As primeiras pessoas que você tem de discipular são os seus líderes. Eles irão discipulá-lo também.

Prioridade 3 – Planeje a sua pregação (Os meios de Deus para o crescimento – Romanos 10.17).

Explicar e aplicar fielmente as Escrituras terá mais impacto na sua igreja do que qualquer outra coisa que você puder fazer. Pregar é a sua prioridade número 1, mas está listada aqui como número 3 por conta da progressão da linha de pensamento. A informação que você reunir influenciará no seu plano de pregação.

Visto que o evangelho é fundamental para louvor, evangelismo, discipulado, resolução de conflitos, casamentos e todas as outras situações com que a sua igreja lida, considere uma série inicial de exposições do Evangelho de Marcos ou 1 João. Esteja preparado todas as vezes que você pregar e pregue sermões excelentes.

Prioridade 4 – Encontre-se com pessoas que não estão na sua igreja (Considerar outros – Filipenses 2.4).

Encontre-se com pastores da região. Eles podem dar a você as impressões que têm da sua igreja e informações a respeito da comunidade. Considere orar publicamente por esse pastor e sua igreja no domingo seguinte.

Encontre-se com funcionários públicos da cidade. Quais mudanças estão acontecendo na comunidade? Quais são as necessidades que eles veem nela? Existe algo pelo que você possa orar? Existe algo que a sua igreja possa fazer?

Visite os vizinhos. Apresente-se às pessoas à sua volta. É impressionante o quanto você pode aprender, e ainda poderá conquistar muita confiança da qual vai precisar.

Embora as informações que você reunir desses indivíduos venham a ser úteis, procurá-los também proporcionará oportunidades evangelísticas.

Prioridade 5 – Plante uma árvore frutífera (ou um jardim) (Fidelidade – 1 Coríntios 4.2).

Coisas que produzem frutos precisam de cultivo e tempo, e observar uma árvore crescer lembrará você disso. Você começou uma maratona; mantenha o ritmo.

Exemplos:

Um pastor apresentou um plano ambicioso em seus primeiros dois meses para fazer a igreja crescer através de uma estratégia de alcance agressiva: mudar-se para um local mais visível e livrar o calendário de ministérios desgastados e inúteis. Nada do que ele propôs estava errado, mas sem conquistar a confiança para liderar, ele foi embora após nove meses. Por trás dele, estava um rebanho fraturado, ferido e castigado.

Outro pastor disse que não queria fazer nenhuma mudança por um ano enquanto não aprendesse o quanto pudesse sobre as pessoas. Agora, catorze anos mais tarde, ele os havia guiado por muitas mudanças que foram conquistadas por sua fidelidade publicamente no púlpito e, privadamente no ministério pessoal.

James Boice uma vez disse que normalmente superestimamos o que podemos fazer em um ano, mas subestimamos o que pode ser feito em dez. Se você é um pastor novinho em folha, defina agora as prioridades que, pela graça de Deus, darão frutos daqui a dez anos.

Tradução: Alan Cristie

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
Autor
Bob Johnson
Robert “Bob” Johnson é pastor da Cornerstone Baptist Church em Roseville, Michigan

Existe alguém piedoso o bastante para ser um pastor?

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Quando avaliamos o chamado para o ministério pastoral, a primeira questão que um homem deve perguntar é: Eu sou piedoso?

 

Os requisitos morais para um pastor são claramente especificados em 1 Timóteo 1.1-7, que diz:

 

“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.”

 

Se você é como a maioria das pessoas, a lista de qualidades pode parecer longe de ser alcançada. À primeira vista, essa passagem, juntamente com a passagem de Tito 1, parece deixar rapazes medianos fora de questão! Quem possivelmente consegue viver de acordo com tais requisitos?

 

Aqui estão duas coisas a considerar ao pensar sobre essa passagem. Primeiro, a maioria das qualidades que são listadas nessas passagens são, na verdade, mandamentos a todos os crentes, de certa maneira. Todo o cristão é chamado a ser “temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro” e “não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento”, e que governe bem a própria casa “criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito”. Não é como se pastores e presbíteros não podem se embebedar, enquanto outros crentes são livres para encher a cara como universitários na balada[1] !

 

Aqui está o meu ponto: o homem chamado ao ministério não é um tipo de super cristão que vive sob um código de conduta superior. Ele simplesmente é um homem chamado, dotado de dons que o capacitam a liderar o povo de Deus e com a graça que o permite ser um exemplo.

 

A segunda coisa a respeito dessa passagem é que o homem chamado pode acabar se aproximando dessas passagens com um padrão inflexível que demanda conformidade e pune desobediência. Se você se sente dessa maneira a respeito dessas passagens, você precisa entender algo muito importante: O chamado de Deus sobre um homem transmite a graça necessária para a piedade exigida.

 

Deixa-me explicar isso um pouco mais. Em 1 Timóteo 3 e Tito 1, nós vemos extraordinárias evidências da atividade de Deus precedendo toda clara evidência de chamado. Contudo considere o modo como Paulo usa o termo “seja” em 1 Timóteo 3.2. O bispo deve ser irrepreensível, temperante,  sóbrio, modesto etc. O tempo presente permanece por toda a lista. Paulo não está apresentando uma lista de alvos a serem alcançados. Pelo contrário, ele está falando de qualidades que já estão presentes. Elas são pré-condições para um presbítero, não eventuais resultados a serem aguardados.

 

O que isso quer dizer, então? Que a graça de Deus está operando em certos homens a produzir certos tipos de vida. Identificar um homem chamado é primariamente observar graça já operante na vida de um homem. A graça radiando através da vida de um homem é um indicador de que ele é chamado.

 

Pode alguém atingir as qualificações do ministério pastoral? Sim, porque o chamado de Deus transmite graça. Se você é chamado, pode confiar que Deus já começou a trabalhar em você.

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 [1]Literalmente, como garotos de fraternidade. Pensei em colocar “membros de DCE” ou “moradores de república estudantil”, mas ficaria ofensivo aos crentes que participam de DCE ou moram em repúblicas, num generalismo bobo. Preferi uma adaptação, já que não existem fraternidades no Brasil.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 Autor    Dave Harvey

 

Dave Harvey é pastor na Convenant Fellowship Church, Pennsylvania (EUA), que faz parte da família de igrejas do ministério Sovereign Grace. Dave…

Pastor: cuide dos seus filhos

homem-biblia

Muitas vezes, investimos nosso tempo e energia para fazer coisas que importam e negligenciamos as que mais importam. Do meu ponto de vista, este é um dos principais perigos dos chamados por Deus para o ministério. Deus nos chama a realizar uma tarefa de grande importância: cuidar de Seu povo. Mas muitas vezes, por diferentes motivos, tendemos a colocar em segundo plano o nosso principal chamado: cuidar da nossa família.
Uma comissão divina
Não dar prioridade aos nossos filhos e familiares nos desqualifica para o ministério. Nós vemos isso em 1 Timóteo 3: 4-5: “Deixe ele governar bem a sua casa, tendo seus filhos com toda a dignidade, (pois se um homem não sabe como governar sua própria casa, como ele pode cuidar da igreja de Deus? ) “.

Este texto comunica que, se um pastor deixar sua casa no caos, ele não deve governar a igreja. Portanto, ele deve dedicar sua atenção ao que é mais importante. De certo modo, um pastor que coloca sua família no fundo acaba por insultar o evangelho. Efésios nos chama a amar nossas esposas como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25), e não para provocar nossos filhos a ira (Efésios 6: 4). Esse comportamento é correto e reflete o evangelho. Assim como Deus nos ama como pai, devemos amar nossos filhos de forma sacrificial.
1 Timóteo 3: 4 nos mostra que essas crianças seguem de alguma forma a liderança de seu pai. É um verso muito controverso, com interpretações diferentes, mas podemos pelo menos ver que o pastor aqui, como pai, foi fiel ao seu chamado para governar sua casa. Isso é algo que pode ser medido objetivamente. Ele era fiel para pregar o evangelho a eles, para discípula-los, amá-los, corrigi-los, viver uma vida de testemunho no lar, perdoá-los e confessar suas próprias falhas. Essas coisas só podem acontecer em um ambiente onde o pai é um líder envolvido na vida de seus filhos.
De primordial importância

Talvez seja por causa da ideia de que devemos dar o melhor para Deus. Ou talvez seja legalismo institucionalizado. De qualquer forma, no ministério há uma tentação comum de pensar que se servimos a Deus, devemos dar-lhe o tempo todo o tempo que temos.

Isso também pode ser devido a tendências pecaminosas em nossas vidas; pelo medo de que as pessoas abandonem nossa igreja ou satisfaçam o desejo de serem aceitas.
Antes de continuar, quero esclarecer algo. Por causa da ênfase dada nos últimos anos para passar o tempo com a família, ocasionalmente conheci pastores que não trabalham duro para a congregação e não se sacrificam pelo evangelho. Estamos chamados a dar nossas vidas por esta obra gloriosa, a de pastorear o corpo de Cristo. Não podemos usar nossas famílias como desculpas para a preguiça.

Agora, 1 Timoteo 3 nos permite ver isso, para aqueles de nós que temos família, nossa prioridade deve ser eles. Nossos filhos devem estar cientes de que eles são os mais importantes. Com isso, não estamos tomando o lugar de Deus, mas está na instrução e formação de nossos filhos segundo a Sua Palavra, que mostramos a obediência a Ele.
Alguns meses atrás, eu estava no processo de recrutamento de conferencistas/palestrantes para a reunião anual da ReformaDos, um ministério em Porto Rico que eu presido. Entrei em contato com um pastor e amigo que é um dos homens mais piedosos que conheço, e um excelente pregador da Palavra, Mike Bullmore.

Eu sei que o tema que seria apresentado na conferência foi um dos temas sobre os quais ele é mais apaixonado: Jesus e o evangelho ao longo da vida. Não só isso; se Mike concordasse em participar como palestrante, ele estaria visitando uma ilha tropical no momento em que ele começaria o duro inverno em Wisconsin, onde ele morava. Após dias de oração, procurando conselhos e pensamentos, ele me informou com arrependimento que ele não podia aceitar o convite. O motivo era que seu filho estaria na última temporada do futebol universitário, e desejou poder testemunhar a maioria dos jogos naquela última temporada.

Talvez eu pudesse pensar, Mike, como vai sacrificar servir a igreja para ir a um jogo? Mas naquele momento, como pai, eu poderia me relacionar com ele. Seu filho não teria motivos para duvidar do amor de seu pai por ele.

Desafios à frente
Os filhos de pastores, durante seus anos de desenvolvimento, enfrentam desafios especiais em comparação com seus pares. Muitos têm de lidar com expectativas que não são realistas em seu processo de santificação. Muitos filhos de pastores rebeldes mencionam interações com membros da igreja que marcaram suas vidas.

Comentários como “Você não pode fazer isso, você é o filho do pastor”, ou “um filho de um pastor não se comportaria desse jeito”, colocou uma pressão desnecessária e, por muitos, insuportável sobre sua vida. Nesse sentido, tento encorajar as congregações a dar o espaço por causa dos filhos dos pastores para que eles possam caminhar a fé de uma forma cheia de graça.
Um erro que podemos fazer é não colocar expectativas bíblicas sobre nossos filhos para liberá-los dessa pressão da congregação. Em casa, dizemos aos nossos filhos: “Se papai fosse um encanador, um engenheiro ou um pedreiro, nada mudaria. Todos somos chamados a dar nossas vidas para a igreja, a viver vidas de piedade e a refletir o evangelho com nossas vidas “. Embora seja uma realidade que nossos filhos enfrentam desafios, muitas vezes o fazemos mais prejudiciais ao não apresentar os padrões bíblicos.
Uma benção do alto
Uma das tentações mais comuns a todos os homens é o medo. Esta tentação se intensifica e assume um sabor particular para os pastores que são pais de família. Medo de que meu filho está perdido, medo de ser desqualificado do ministério, temem que eles sejam marcados para sempre. Nunca devemos deixar o medo nos conduzir ou paralisar, pois o medo é a incredulidade. Devemos encontrar convicções bíblicas que nos conduzam a práticas que refletem o evangelho na vida de nossos filhos.
Vemos em Êxodo 12 e 13 o chamado para passar a Páscoa de geração em geração. Este é um chamado eterno que na nova aliança se reflete em dar prioridade à vida da igreja em nossa família. Portanto, não devemos ter medo de restringir as atividades nas vidas de nossos filhos que interferem com a igreja. Fazemos isso porque temos convicções bíblicas de que a vida da igreja é de primordial importância. Não porque somos a família pastoral, mas porque é algo que Deus nos chama a fazer. Desta forma, convicções bíblicas devem melhorar todas as áreas de como criamos nossos filhos.

Uma tentação causada pelo medo não é aproveitar a benção das crianças. O salmo 127 diz que as crianças são um presente do próprio Deus. Durante a parentalidade, podemos ser dominados pelo medo e esquecer de apreciá-los. Eles percebem se os vemos como benção ou carga. Mas o evangelho informa a nossa educação. Eles devem saber que não há nada que possam fazer que nos faça mudar nossa disposição para eles. Nós sempre os amamos. Eles podem desqualificar-nos do ministério, eles podem ter vergonha, eles podem nos tornar cinzentos … mas eles devem sempre sentir que os amamos. Esse é o efeito do evangelho na parternidade.
Crianças para a glória de Deus
Uma amiga, a filha do pastor, nos contou uma história. Seu pai começou no ministério quando tinha 17 anos, então ela não experimentou a infância como filha de um pastor.

Em um retiro congregacional de famílias pastorais, as crianças subiram ao estrado e, um a um, compartilharam o quanto eles estavam feridas porque o pai colocou o ministério acima deles. Eu uso essa história com freqüência com minha esposa. Eu lhe digo que é minha intenção que meus filhos saibam que eles são uma prioridade para mim. Não nos dando motivos para subir em um palco para dizer que não os amamos. Se decidirem não servir ao Senhor, podemos dizer calmamente: “Eu fiz o meu melhor. Não para sentir calma, mas porque eu tentei glorificar a Deus “.
Muitos se referem a criação de flhos como a coisa mais difícil que eles fizeram em suas vidas. Se você adicionar o desafio de fazê-lo enquanto trabalha no ministério, fica mais complicado. Mas é bom quando as coisas se complicam, porque nos levam a depender mais de Deus. Se somos chamados por Deus para servi-Lo no ministério pastoral, devemos ir diariamente ao Senhor para clamar pela Sua ajuda nesta bela tarefa que Ele nos deu, não só para pastorear, mas para criar nossos filhos para a Sua glória. Na Sua providência, Ele pode se glorificar salvando-os, e em Sua graça, Ele pode nos usar nesse processo.

Autor
José Mercado
José Mercado (Joselo) é membro do Conselho de Coalizão para o Evangelho. Nascido em Porto Rico, ele renuncia a sua carreira de consultoria em 2006 para se juntar ao Pastoral dos pastores dos ministérios da soberania soberana. Ele é o pastor sênior da Sovereign Grace Church em Gaithersburg, Maryland. Joseph está no processo de completar seu SBTS Mdiv, e é casado com Kathy Mercado e é pai de Joey e Janelle.

Link do artigo em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/pastor-cuida-de-tus-hijos

 

Promovendo a pluralidade dos anciãos

homem-biblia

Em uma tarde de meados de julho, ninguém quer um único balde de gelo em sua limonada. Depois de deixar o self-service, você ficaria satisfeito com apenas uma batata frita em sua refeição? Você ficaria satisfeito com apenas uma meia na sua gaveta? “Um” é o número mais solitário. Quando se trata de nossas igrejas locais, Deus quer mais de um pastor. O Senhor Jesus pede que um grupo de anciãos pastoreie seu rebanho.

Primeiro, Deus pede

As igrejas podem começar com um pastor, especialmente no momento da plantação da igreja. Mas em algum momento, a liderança, o pastoreio e a autoridade devem ser suportados e compartilhados por uma pluralidade de homens chamados e qualificados. Ao se referir ao cargo de pastor no Novo Testamento, a pluralidade é falada, a menos que o autor esteja falando sobre um ancião particular.

“Depois de terem nomeado anciãos em todas as igrejas, tendo orado com jejum, eles o comprometeram com o Senhor em quem eles haviam acreditado,” Atos 14:23.

“De Mileto enviou uma mensagem a Éfeso e chamou os anciãos da igreja,” Atos 20:17.

“Os anciãos que governam bem devem ser considerados dignos de dupla honra, especialmente aqueles que trabalham na pregação e no ensino” 1 Timóteo 5:17.

“Alguém está entre você doente? Deixe ele chamar os anciãos da igreja e deixá-los orar por ele, ungendo-o com óleo em nome do Senhor, “Tiago 5:14.

“Portanto, os anciãos entre vocês, exorto, ancião como eles …” 1 Pedro 5: 1.

Enquanto Tito está na ilha de Creta, Paul lembra-lhe por que ele deixou lá. “Por esta causa eu deixei você em Creta, que você deveria colocar em ordem o que resta e nomear homens velhos em cada cidade como eu lhe ordenei” (Tito 1: 5). Paulo plantou igrejas, mas não estavam bem porque ainda não tinham anciãos, uma pluralidade deles. Tito ia terminar o que Paulo começou nomeando anciãos nas igrejas.

Até que nossas igrejas operem com um grupo qualificado de idosos, sentiremos falta de uma peça importante que guie a igreja na direção certa. Ter uma pluralidade de idosos é uma tarefa que não podemos deixar de fazer. Não devemos nos precipitar na pluralidade, impondo nossas mãos muito cedo (1 Tim. 5:22), mas não devemos aguentar as mãos por muito tempo.

Sacrifícios devem ser feitos. Os homens devem ser discipulados e treinados. A humildade deve ser procurada. Autoridade deve ser compartilhada. O punho deve ser afrouxado. Um cabo triplo não é facilmente quebrado, e uma pluralidade de idosos não se desgastam facilmente. A pluralidade protege a igreja e os pastores, a longo prazo.

 

Pluralidade prática

Se você é o pastor principal, pastor principal, pastor fundador, etc., você tem um papel de liderança exclusivo. Você tem que dirigir a igreja e seus pares idosos, mas você não deve ver seus colegas como banqueiro. A autoridade de compartilhamento e a liderança devem ser modeladas. Deve haver cooperação no pastoreio e na tomada de decisões. O ministério pastoral deve ser plural.

Uma pluralidade prática de idosos é essencial. Armando um grupo que lisonjeia sua agenda não é pluralidade; É o que acontece na Coréia do Norte. Mesmo se você é o primeiro entre os iguais, o líder da visão, o pastor que prega, ou é o que as pessoas se referem quando ele diz: “Meu pastor”, existem maneiras de promover a pluralidade prática na igreja.

Incentive sua liderança

Considere não orientar todas as reuniões. Treine outros para liderar reuniões de liderança. Todos podem trabalhar na agenda, mas deixá-los liderar.

Apresentar propostas. Ao considerar novas oportunidades, como novos ministérios, ou novas idéias, não tragam suas decisões já feitas para a reunião. Convide-os a dar suas opiniões, pensamentos, comentários, etc. As propostas criam unidade. Decisões isoladas compõem paredes.

Honre a autoridade de outros. Seu “voto” não deve pesar mais do que o de outro ancião. Uma verdadeira pluralidade é onde cada membro é igual. Em nossa igreja, minha voz e minhas idéias não são mais decisivas do que os outros cinco anciãos. Somos uma equipe. Tenho a honra de pregar a maior parte do tempo, mas esta igreja não é minha igreja. É do Senhor. Temos o privilégio de atendê-lo como um todo.

Incentive seu ministério

Incentive seus pares idosos publicamente. Exultar em mostrar-lhes honra (Romanos 12:10). Conte histórias para incentivar, e exemplos de como eles foram fiéis, para a igreja seguir. Eu disse a nossa igreja em um sermão como Barry é o melhor pastor de nossa igreja. Eu acredito. É verdade. Eu acho que o resto dos anciãos também concordou. Todos queremos ser como ele. Se eu estivesse preocupado ou inseguro com meu ministério, ou com a segurança do meu trabalho, nunca teria dito que ele é o melhor pastor que temos. A insegurança e o orgulho nos fazem ter medo de encorajar os outros em detrimento da nossa reputação. Isso é tolo. Quando nossa identidade está em Cristo, somos livres para animar e levantar os outros sem um toque de auto-preservação.

Incentive-os e dê-lhes a capacidade de orientar. Retire suas amarras do púlpito de vez em quando e deixe-os pregar. Que outros elementos de culto podem fazer pessoas idosas? A leitura das Escrituras? A oração de confissão? Comunhão? A oração final? Doxologia? E quanto a liderar as reuniões de oração? Dê-lhes essa habilidade e convide-os para liderar a igreja.

Não procure ser “o” pastor. Se você é o pastor sênior, as pessoas se referem a você como “meu pastor” ou “o pastor”. Quando você pode, sem insultar ou ferir a pessoa que disse isso, lembre-os de que você é um deles. “É uma honra ser um dos seus pastores”. Quando participamos da conferência Together for the Gospel, estávamos na van no caminho para o hotel e o motorista perguntou qual era o pastor. Eu sabia o que eu estava perguntando. Como eu respondi? Eu disse: “Todos nós somos”. É verdade.

Encoraje-os pessoalmente

Diga-lhes o quanto você os aprecia e o seu ministério. Quando você fez uma lição de casa, manipulou um caso de aconselhamento, pastoreou adequadamente, tome nota disso e incentive-os. “Você foi um modelo para nós da maneira que você fez isso. Ótimo trabalho, irmão “.

Não os deixe diminuir. Após os primeiros meses de ter anciãos leigos, um dos nossos anciãos leigos lutou com se ver como pastor. Ele freqüentemente se referia a si mesmo como um dos pastores menores, e disse que os outros pastores eram mais velhos. Ele tinha que dizer: “Irmão, pare de fazer isso. Você é um pastor como eu. Na próxima vez que eu fizer isso, vou repreendê-lo, apaixonado, é claro “. Nós rimos juntos. Ele aceitou isso. Eu estava tendo um momento estilo Timoteo. Ela precisava de um impulso.

A pluralidade é possível. Deus a envia. Procuremos tê-la e protegê-la em sua igreja.

 

Fonte: The Coalition Gospel

Originalmente publicado em For the Church.

Autor

J.A. Medders escreve regularmente para For The Church, é o pastor sênior da Redeemer Church em Tomball, Texas. Ele e sua esposa Natalie têm dois filhos, Ivy e Oliver. Também escreva em http://www.jamedders.com, e seu twitter é @mrmedders. Seu primeiro livro, Gospel Formed: Living a Grace-Addicted, Truth-Filled, Jesus-Exalting Life, já está disponível.

 

 

 

 

Ministrando a um convertido e ex-abusador sexual

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Texto de Brian Croft

Recebi muitas perguntas difíceis no workshop na noite de segunda-feira. Mas essa continua sendo especialmente difícil para mim. Aqui estava a natureza da pergunta de um pastor:

Como eu e nossa igreja ministramos a um homem que aparenta ser radicalmente convertido, deseja vir à nossa igreja, mas foi um pedófilo condenado e abusador sexual de longa data?

Aqui estão alguns pensamentos:

Devemos tentar ministrar a um homem como esse, especialmente se ele é convertido. Ninguém deve ser afastado das nossas portas, desde que Jesus foi visto com o mais vil dos pecadores. O evangelho é todo sobre isso! No entanto, você não pode ignorar o “elefante na sala”. Aqui estão algumas sugestões, tendo lidado com isso de maneiras comparáveis ??antes:

1) Nomeie um “anfitrião” para ele enquanto estiver na igreja. Escolha um homem muito confiável cuja única tarefa naquele dia seja encontrá-lo no estacionamento, caminhar com ele e ficar junto a esse homem. Escolha um anfitrião que seja espiritualmente maduro, gracioso, que entenda a importância da sua função, mas que não o fará se sentir como um preso na igreja.

Explique ao ofensor em questão que esse é o papel do homem e que deve ser visto com ele o tempo todo. Escolha um anfitrião que o levará a conversar com os outros e essa será uma boa maneira para esse visitante conhecer e conversar com pessoas que, de outro modo, ele poderia não se sentir confortável e vice-versa.

2) Informe de alguma forma e com antecedência à igreja sobre o que está acontecendo (e-mail, reunião de membros, etc.), para que eles saibam que você está tomando precauções estritas para proteger a segurança das pessoas, e especialmente das crianças. Isso permite que a igreja como um todo “mantenha a vigilância” de uma forma amorosa.

3) Informe semanalmente sobre a situação todos aqueles que trabalham com as crianças e informe quem é o “anfitrião” do homem para a semana atual. Dê-lhes a liberdade de fazerem perguntas, já que sentem ter a responsabilidade de proteger seus próprios filhos, bem como as crianças em sua classe nessa semana.

4) Uma falha e você o retira. Não há período de graça para esse homem. Se ele for encontrado sozinho sem seu “anfitrião” uma vez… é o suficiente. Ele precisa ser colocado em uma posição de ser amado pelo povo, mas ele deve estar ciente da sua responsabilidade como um pastor diante de Deus de proteger as ovelhas, em primeiro lugar.

5) Lembre ao seu povo que esse é o objetivo do evangelho. Jesus morreu pelos mais miseráveis ??dos pecadores e nós merecíamos o mesmo castigo por nossos pecados da parte de nosso Deus justo e santo que esse homem merece por sua rebelião contra Deus e crimes contra os outros. Se ele realmente é convertido, você deseja que o seu povo se alegre na esperança do evangelho mais do tenha medo por seus filhos, quando eles virem esse homem chegando. Pastorear através do ensino e exemplo é como Deus, pelo seu Espírito, formará essa cultura em sua igreja local ao longo do tempo.

Eu louvo a Deus pela oportunidade que você tem de lembrar o seu povo do evangelho e de quão suficiente, poderosa e gloriosa a misericórdia de Deus é em Cristo! Mas seja sábio também, querido irmão. Saiba com certeza que o inimigo está rondando como um leão em seu meio, desejando usar essa situação para dividir a sua igreja… ou pior. Eu peço ao Senhor que lhe dê grande sabedoria, discernimento e graça ao tentar cuidar desse homem e do seu povo através da chegada dele.

 

Tradução: Camila Rebeca Teixeira

Revisão: André Aloísio Oliveira da Silva

Original: How does a church minister to a coverted, sex offender?

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.