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É EM CASA QUE SE APRENDE!

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É EM CASA que as crianças devem aprender:
– Bom dia, boa tarde e boa noite
– Por favor; Com Lincença; Me desculpe; Me Perdoe
– Muito obrigado, Grato, Errei

É EM CASA que também se aprende:
– Ser honesto
– Ser pontual
– Não xingar
– Ser solidário
– Respeitar a todos: parentes, amigos, vizinhos, professores, colegas, idosos, autoridades, etc.
Também EM CASA é que se aprende:
– A comer de tudo que se tem a mesa
– A Cuidar das suas coisas
– Não mexer nas coisas dos outros
– Respeitar as regras, usos e costumes
– Amar a Deus
Porque NA ESCOLA os professores devem ensinar:
– MATEMÁTICA
– PORTUGUÊS
– HISTÓRIA
– GOEGRAFIA
– LÍNGUA ESTRANGEIRA
– CIÊNCIAS
– QUÍMICA
– FÍSICA
– BIOLOGIA
– FILOSOFIA
– SOCIOLOGIA
– EDUCAÇÃO FÍSICA
– ARTES
E apenas reforçam o que o aluno aprendeu EM CASA!!!
NA ESCOLA NÃO SE APRENDE SOBRE:
– SEXO
– IDEOLOGIA DE GÊNERO
– ATIVISMO LGBTZ
– COMUNISMO
– ESQUERDISMO
– ISLAMISMO
“UMA CAMPANHA CONTRA A INVERSÃO DE VALORES E A FAVOR DA FAMÍLIA E DE UM MUNDO MELHOR”

FONTE: WEB/REDES SOCIAIS

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Qual o problema com Banheiros Unissex?

 

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Desde a primeira vez que pude ouvir e conhecer mais a respeito da ideologia de gênero, pude perceber claramente suas implicações nas famílias, igrejas, empresas, vida em sociedade e no mundo todo, como hoje em dia podemos constatar ao fazer uma simples pesquisa no Google.

Vemos notícias que falam de doutrinação ideológica nas escolas com crianças pequenas até adolescentes (principalmente eles e com ou sem o consentimento dos pais), perda ou retirada da guarda dos próprios filhos no Canadá (caso os pais discordem da ideologia de gênero), ensino explicito e implicito da ideologia de gênero e ativismo LGBTZ em desenhos infantis, séries e filmes cada vez mais, bem como tantas outras tristes notícias de como a ideologia de gênero tem se espalhado em todo o mundo, como um câncer nas famílias, sociedade, nações e mundo todo.

E inclusive, para a nossa tristeza, muitas igrejas outrora cristãs agora estão abraçando a teoria/ideologia de gênero, feminismo, apoio ao aborto, etc. Podemos encontrar não somente na Europa, EUA e Canadá, mas também aqui no Brasil. Onde existem várias igrejas apóstatas quer seja declaradamente ou discretamente ao serem politicamente corretos aos padrões do mundo.

E dentre essas tantas notícias e implicações, vem a questão dos banheiros mistos, únicos, trans, ou qualquer outro nome que queiram usar para essa bizarrice deles.

O problema da implantação dessa idéia diabólica e absurda (que infelizmente tem sido acatada por cada vez mais setores da nossa sociedade) é que ignora claramente e descartar totalmente as diferenças físicas, genéticas, fisiológicas, psicológicas e sociais entre os homens e as mulheres.

Além de acabar por colocar crianças, adultos, meninos e meninas, homens e mulheres, pessoas de diferentes procedências e contextos, tudo em um só lugar. O que acaba por trazer constrangimento, casos de estupros e violência contra as mulheres, roubos, etc.

 

E tudo isso pra quê?

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Simplesmente para atender caprichos de pessoas egoístas, ignorantes e que sempre recorrem ao vitimismo, argumentos sentimentais e apelativos (e nada cientificos!) e que sempre rotulam quem discorda deles como “homofóbicos”, “Opressores”, dentre outros adjetivos, substantivos e palavras novas que eles mesmos criam e definem o seu significado.

Ao se criarem banheiros mistos ou por ideologia de gênero, criam-se sérios problemas para a sociedade como um todo, somente por causa de uma minoria. Vejamos:

– Ignorar, Rejeitar e Deturpar as claras diferenças biológicas entre HOMENS e MULHERES;

– Sujeita crianças e adolescentes (meninos ou meninas) a serem roubados, assediados, abusados e violentados;

– Possibilidade já comprovada de maior indice de crimes contra as mulheres, como assédio sexual, constrangimentos, estupro, etc;

– Desrespeito aos direitos da maior parte da população brasileira;
Além de tantas outras consequências que virão sobre todos aqueles que são coniventes com essa prática absurda.

Que os homens possam continuar urinando em pé como sempre foi e as mulheres possam conversar com suas amigas, arrumar a maquiagem ou cabelo e, relaxar sentadas e tranquilas sem medo de serem estupradas dentro do banheiro.

Não concordamos com o banheiro misto e outras invenções doentias oriundas da ideologia de gênero, feminismo e ativismo LGBTZ.

Como já dizia um dito popular bem conhecido aqui no Nordeste:
“Cada macaco no seu galho”, ou seja, cada um no seu devido lugar/local.
Nada mudará o fato comprovado bíblica, social, mental, cultural, histórico e cientifico de que só existem dois sexos/gêneros – Homem e Mulher. E isso nunca mudará, ainda que mudem o exterior.

Em Cristo Jesus,
Filipe Paulo Christian

 

 

Para se aprofundar no assunto…
https://ipco.org.br/ipco/loucura-da-ideologia-de-genero-escola-maternal-na-suecia-proibe-que-criancas-sejam-tratadas-como-meninos-e-meninas/#.WapABvk97IU
https://pt.zenit.org/articles/o-exemplo-da-suecia-um-pais-totalmente-contaminado-pela-ideologia-de-genero/
https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/rede-globo-esta-se-especializando-em-destruir-familia-diz-pastor-ex-gay.html
http://www.apocalipsenews.com/brasil/brasil-dilma-decreta-reconhecimento-da-identidade-de-genero-e-gays-poderao-usar-o-mesmo-banheiro-da-sua-filha/
http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/19986/A-verdade-sobre-a-guerra-dos-banheiros-O-movimento-para-permitir-que-as-pessoas-usem-o-banheiro-de-sua-escolha-nada-mais-e-do-que-a-fase-mais-recente-da-revolucao-sexual
http://www.citizengo.org/pt-pt/fm/70881-pela-revogacao-do-decreto-do-governo-do-estado-sao-paulo-que-autoriza-uso-dos-banheiros
https://www.passedigital.com.br/post.jsp?u=2147483647&p=2zYNkz&redirect=1
http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/04/o-equivoco-da-ideologia-de-genero-quanto-ao-uso-dos-banheiros.html
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/acesso-a-banheiros-escolares-por-identidade-de-genero-volta-a-gerar-polemica-2ffwh8qznpvlvi6638ucl7s45
http://www.rededefesadafamilia.com.br/voce-sabe-o-que-e-um-banheiro-que-respeita-a-identidade-de-genero/

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema

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O texto abaixo foi extraído do livro Feminilidade Radical, de Carolyn McCulley

A primeira vez que você ouve um garoto dizer isto, pode ser muito ruim.

“Você joga a bola como uma menina!”

“Ele gritou exatamente como uma menina!”

“Eca… Isso é  nojento. É  rosa. Isso é  coisa   de menina.”

 

O conteúdo desses insultos geralmente não carrega um motivo sério, mas a implicação é clara: meninas são diferentes. Diferentes no sentido de piores. Inferiores. Se um menino não tem certa habilidade, força ou velocidade, ele não é melhor que… uma menina.

Do fundo do coração feminino, um protesto importante surge: Isso não é justo!

Não sei quando me dei conta disso, mas deve ter sido durante os primeiros anos de escola. Tenho lembranças de competir em corridas e de garantir que os times das meninas se saíssem bem contra os times dos meninos. A certa altura, os garotos tinham algumas liberdades durante o recreio que não eram dadas às meninas — talvez de jogar algum esporte com contato físico. Então nós, meninas, rodeávamos a professora durante o recreio e, de maneira sarcástica, brincávamos os jogos de crianças bem pequenas, como forma de demonstrar nosso argumento.

No ensino médio, a divisão entre os gêneros se tornou mais ameaçadora — e, de maneira bizarra, mais sedutora. Todas as meninas queriam a atenção tradicionalmente dada às líderes de torcida e às rainhas dos bailes, mas havia sempre o risco das fofocas de vestiário. Meninas no ensino médio não eram mais acusadas de ter piolhos ou apenas de serem “nojentas”. Nessa fase, os insultos masculinos tinham um viés ameaçador e desrespeitoso, frequentemente combinados a difamações sexuais. Mesmo assim, alguns meninos eram bonitos. Nós queríamos a atenção e o tempo deles. Nós apenas não sabíamos se podíamos confiar neles. E, algumas vezes, nós não podíamos.

Grosso modo, isso resume meu entendimento sobre a “política sexual” até o tempo de faculdade — nada traumático tampouco minimamente dramático. Minha família era intacta e estável. Meu pai era amável e presente em minha vida, assim como minha mãe. Eu me envolvi em várias atividades escolares. Meus pais compareceram a todos os concertos e apresentações da banda marcial, às peças teatrais e às reuniões de pais e mestres. Eu circulava bem perto do grupo popular — não fazia parte do seleto grupo de líderes de torcida e dos jogadores de futebol americano, mas era próxima o suficiente para ser convidada para as festas eventuais.

Nada disso realmente explica por que eu acabei entrando naquele primeiro módulo de Estudos Femininos na faculdade. Provavelmente, pensei que seria uma matéria eletiva mais fácil que Ciências Políticas ou Economia. Mas a razão por que eu me matriculei no segundo módulo foi bem mais intencional: através do feminismo, eu recebi uma visão de mundo que tratava do sexismo dissimulado do qual suspeitei todos aqueles anos. As coisas começaram a fazer sentido. O problema eram… os homens! O “patriarcalismo” e sua opressão contra as mulheres eram os verdadeiros culpados. (Ou melhor, womyn1.) Como estudante de Jornalismo, eu precisava de algum tema no qual eu me especializasse, uma causa para advogar. Encontrei a minha no feminismo. Fiz minha missão de vida espalhar a causa do feminismo nas revistas e rádios em que trabalhei.

Houve alguns contratempos pelo caminho. Certa vez durante a faculdade, segundo me lembro, meu feminismo crescente arruinou o Dia de Ação de Graças. No jantar, meu tio, um homem pragmático formado na Academia Naval, fez algum comentário — agora já esquecido e provavelmente mais benigno do que eu percebi ser — que me ofendeu muito. Comecei um longo discurso sobre estupro, patriarcalismo, a opressão das “womyn” e os papéis sufocantes de esposas e mães. (Nenhum dos quais, exceto o patriarcalismo, eu havia experimentado pessoalmente.) Qualquer refutação das minhas vastas conclusões era respondida com crescentes volume e paixão da minha parte. Eu havia vivido apenas duas décadas, mas, em minha opinião, possuía a sabedoria de muitos anos.

Também houve o tempo em que choquei meu pai com o anúncio de que, se um dia me cassasse, não mudaria meu sobrenome. Naquela época, eu pensava que essa era uma tradição opressiva e desnecessária e não via qualquer motivo para mudar minha identidade apenas porque havia obtido um esposo. Eu honestamente pensei que meu pai concordaria comigo, porque ele era pai de três filhas, e, se todas nós mudássemos nosso sobrenome, o nome da família morreria com ele. Mas ele não pareceu muito feliz, o que genuinamente me surpreendeu. Em retrospectiva, eu sinceramente não sei se foi a informação ou o meu comportamento que provocou essa reação dele.

Aprendi muito da teoria nas aulas de Estudos Femininos, mas, surpreendentemente, não aprendi muito  sobre a história real. Nós aprendemos sobre o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, mas nada anterior a isso. Eu não me lembro de estudar coisa alguma escrita antes do influente livro de Betty Friedan, da década de 1960, A Mística Feminina, ou seja, nada anterior ao meu próprio nascimento. Levaria anos até que aprendesse sobre o movimento sufragista que precedeu o feminismo moderno, os diferentes impactos da Reforma Protestante e do Iluminismo sobre os papéis de cada gênero, e, finalmente, a respeito do que a Bíblia diz sobre homens e mulheres.

O feminismo me ensinou que os homens eram o problema, mas, no fim das contas, a política feminista me deixou entediada. Embora eu não tivesse problemas em concordar que os homens eram o problema, eu não tinha nada contra algum homem em específico, e alguns pareciam agradáveis e, até mesmo, atraentes para mim. Depois de um tempo, a vitimização estridente do feminismo perdeu seu apelo. Embora uma das minhas colegas tenha ido trabalhar para grupos feministas de ação política — a National Organization for Women [Organização Nacional pelas Mulheres] e depois a Feminist Majority [Maioria Feminista] —, eu peguei meu diploma em Jornalismo e meu certificado em Estudos Femininos e busquei uma carreira na mídia.

Não demorou muito para que a minha definição e prática do feminismo se tornassem tão genéricas quanto as de uma mulher carregando a revista Cosmopolitan. Construções sociais e teorias de gênero eram agora lembranças distantes. Restaram-me um senso de moda andrógeno do tipo “vista-se objetivando o sucesso”, uma percepção exagerada de abuso sexual e discriminação no ambiente de trabalho e uma caricatura da sexualidade masculina como o modelo de liberdade para ambos os sexos. Agressão no trabalho e em encontros românticos foi o legado da minha educação.

Quando eu tinha vinte e nove anos, examinei minha vida e percebi um vazio. Um insistente foco em mim mesma não havia gerado muita felicidade.

A Psique Feminina Fragmentada

Durante esse tempo, uma amiga me emprestou um livro, dizendo o quão útil ele havia sido para “reaver uma psique feminina completa”. A premissa do livro era de que as mulheres poderiam ser restauradas pelo estudo das fraquezas e forças das deusas da mitologia grega e pela busca por reconciliação desses arquétipos numa mulher completa.

Eu fiz o teste do livro e descobri que meu resultado era muito próximo ao de Atenas, a deusa-guerreira que surgiu completamente formada da cabeça de Zeus. Este é um trecho da descrição que anotei em meu diário àquele tempo:

É fácil identificar Atenas no mundo moderno. Ela está lá fora, em todos os sentidos da palavra. Editando revistas, dirigindo departamentos de Estudos Femininos em faculdades, apresentando programas de entrevistas, fazendo turismo educacional na Nicarágua, produzindo filmes, desafiando o parlamento local.

A mulher “Atenas” é muito visível porque ela é extrovertida, prática e inteligente. Os homens geralmente são um pouco intimidados por ela no início, porque ela não responde às táticas sexuais comuns, e ela os colocará contra a parede em qualquer discussão intelectual. Quando eles ganham o respeito dela, ela se torna a mais leal das companheiras, uma amiga para toda a vida e uma fonte generosa de inspiração […].

Apesar de sua força, genialidade e independência, há um paradoxo na imagem tradicional de uma dama de armadura. Parece-nos que quanto mais energia a mulher “Atenas” coloca em desenvolver seu eu de sucesso, secular e bem armado, tanto mais ela esconde sua vulnerabilidade feminina. Assim, com sua androgenia, Atenas esconde um conflito, uma tensão não resolvida entre seu eu exterior inflexível e seu eu oculto, não expressado, que pode ser uma fonte de grande insegurança no tocante a encontrar uma identidade feminina integral. Nós chamamos isso de “a ferida de Atenas” […].

Ela  disputará  [com  seu  companheiro],  competirá  com  ele  e  frequentemente o desprezará por não ser tão  firme quanto ela.

Esse era um retrato bastante exato da minha vida naquela época. Eu realmente não sabia o que fazer com a minha identidade feminina, mas certamente sabia como discutir com homens. Agora, ao citar aquele livro, não o estou endossando de forma alguma. Mas eu olho para trás e me maravilho com o quão criativo Deus é quando ele começa a trabalhar em nossos corações. Já que eu não estava nem um pouco perto de uma Bíblia naquele tempo, Deus usou aquele livro e sua premissa teológica defeituosa para despertar a minha mente. Aquela citação foi a última coisa que escrevi em meu diário antes de embarcar no voo para a África do Sul. Eu saí para aquelas férias pensando que precisava fazer alguma coisa em relação à minha psique feminina fragmentada. Eu vi o problema — ou pelo menos parte dele —, mas não tinha certeza sobre como resolvê-lo.

Foi durante minhas viagens na África do Sul que Deus revelou para mim mais sobre esse dilema e ofereceu sua solução preciosa. Eu estava indo visitar minha irmã e meu cunhado, que estavam morando lá temporariamente para estudar em um Instituto Bíblico. Meu plano era desfrutar de umas férias exóticas, nada mais. Mas no domingo de Páscoa, numa igreja lutando pela reconciliação racial em uma nação ferida pelo apartheid, eu escutei a maior mensagem de redenção e perdão que já alcançou os ouvidos humanos.

Lá, sentada entre pessoas que certa vez se desprezavam por causa da cor de suas peles, eu aprendi que a esperança da mudança se encontrava na vida e na morte de Jesus Cristo. Depois de explicar a evidência histórica para a veracidade da vida de Jesus, o pastor nos falou sobre a importância de sua morte. Ele começou com o problema do pecado — nossa rebelião contra as leis de Deus e os padrões santos. Num lugar como a África do Sul, marcada pelo preconceito e pelo derramamento de sangue, o pecado é claramente evidente. Mas mesmo se nunca tivéssemos discriminado nem assassinado alguém, nós não seríamos inocentes. Desde o momento em que gritamos “não!” enquanto bebês, passando pelo tempo em que traímos, mentimos e roubamos quando adultos, até as inúmeras horas que gastamos consumidos pela nossa autoimagem e avaliação própria às custas dos outros, nós acumulamos um peso de culpa e pecado que nos esmaga diante de um Deus santo.

O pastor nos explicou que a Bíblia diz que a morte é a consequência do pecado. Cada um de nós enfrenta a morte por causa de nossos pecados individuais, mas também vivemos num mundo caído por causa de nossa pecaminosidade coletiva. Mas Deus nos oferece uma solução chocante. Para quebrar o ciclo de pecado e morte, ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para ser nosso substituto — para viver a vida perfeita que não podemos viver a fim de pagar pela punição de nossos pecados que não podemos pagar. Jesus morreu na cruz para que pudéssemos viver. Sua ressurreição, três dias depois, era prova de que seu sacrifício foi suficiente para quebrar o ciclo da maldição do pecado e da morte. Deus não ignora o pecado nem tolera a injustiça. Ele derramou toda a justa ira por nossos pecados sobre seu Filho para que pudéssemos receber perdão. O pecado não ficou impune, mas na cruz de Cristo a misericórdia triunfa sobre o juízo. Esse é o evangelho — ou as boas-novas — da vida, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

Naquele domingo de Páscoa, eu finalmente ouvi e entendi a gravidade dessa mensagem. Eu vi a raiva, o duro julgamento de outros e o egoísmo na minha vida, tais quais eles eram: pecado contra Deus e contra os outros. E eu caí em lágrimas à medida que as boas-novas do sacrifício salvador de Jesus foram reveladas e oferecidas a mim.

Pela primeira vez, eu tinha esperança real por mudança. Mas a mudança era um processo. Eu ainda era hesitante em algumas áreas, cínica quanto à subcultura evangélica, aos escândalos dos pregadores da TV, aos milagres falsificados e à divisão denominacional. Ao longo daquela viagem, fiz várias perguntas difíceis à minha irmã e ao meu cunhado. Eles responderam graciosamente com as palavras da Escritura, mas não tentaram me forçar a aceitar a visão deles. Eu me maravilhei com a moderação deles e ponderei sobre suas palavras à medida que as estradas empoeiradas da África do Sul passavam sob as rodas do carro.

No terceiro domingo na África do Sul, visitamos uma igreja na Cidade do Cabo para ouvir o antigo pastor do meu cunhado. Um americano chamado C. J. Mahaney pregou uma mensagem sobre a honestidade e a variedade das emoções humanas registradas no livro de Salmos. C. J. aliviou minhas preocupações quanto a pôr um sorriso falso no rosto por causa de Jesus. A Bíblia não se evadiu da realidade de nossos sentimentos instáveis. Ela também não nos deixou chafurdando neles. Nossas emoções foram planejadas por Deus para nos impelir em direção à verdade e à fé — uma progressão modelada para nós em quase todos os salmos.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

 

Dicas de Livros/Filmes para Políticos Cristãos

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Texto-Bíblico: Jeremias 29:1-19

Louvo ao Senhor por podermos desfrutar de liberdade tal, que podemos cultuar ao Senhor livre e publicamente em nossa nação. Bem como podemos (e devemos) participar e se envolver com a vida pública.

Porém e infelizmente, temos duas realidade que podemos ver em muitos (se não  a maioria) dos políticos cristãos, ou eles são pessoas que ainda não se converteram a Cristo e usam da boa fé dos nossos irmãos. Ou são verdadeiros cristãos, porém, sem o devido preparo para a lidar com a vida política, seja nas esferas municipal, estadual ou federal/nacional.

Com o objetivo de poder ajudar ao segundo grupo – com cristãos sinceros que se sentem chamados a carreira pública/política, estou elaborando alguns artigos que podem servir como dicas para se prepararem melhor a fim de viver de maneira plena o que o profeta jeremias disse aos seus contemporâneos:

“Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela” (Jeremias 29:7).

Recomendo que leiam todo o capítulo 29, e meditem a respeito da mensagem de jeremias aos exilados.

Políticos cristãos devem estar bem preparados e experimentados para exercerem bem as suas funções e deveres para com toda a sociedade. E não somente para com os seus irmãos na fé. Mas nossa maneira de fazer política deve ser baseada e vivenciada através de uma cosmovisão bíblica-cristã.

Para tanto, trago dicas de livros e filme que tratam direta e indiretamente sobre os assuntos política, cristianismo, cosmovisão cristã, cultura, vida em sociedade, etc.

Livros:

– O cristão em um sociedade não cristã. De Jonh Stott;

– Política segundo a Bíblia. Wayne Grudem. Editora Vida Nova;

– Economia e Política na Cosmovisão Cristã. Wayne Grudem e Barry Asmus. Ed. Vida Nova;

– Visões e Ilusões Políticas. David T. Koyzis. Ed. Vida Nova;

– A Pobreza das Nações. Wayne Grudem e Barry Asmus. Ed. Vida Nova;

– Religião e Política, SIM. Igreja e Estado, Não. Paul Freston. Ed. Ultimato;

– Mentalidade Cristã. Jonh Stott;

– Os Cristãos e os desafios contemporâneos. Jonh Stott;

– A missão cristã no mundo moderno. Jonh Stott;

– O Cristão na cultura de hoje. Charles Colson e Nancy Pearcy. Ed. Cpad;

– Contra a Idolatria do Estado – O papel do cristão na política. Franklin Ferreira. Edit. Vida Nova;

– A Morte da Razão. De Francis Schaeffer;

– Poluição e a morte do homem – Uma perspectiva cristã sobre ecologia. De francis Schaeffer;

 

E filmes…

– Jornada Pela Liberdade (2006) esse filme aborda a vida do político cristão William Wilberforce na sua luta contra a escravidão na Inglaterra;

– A Jornada (2002) Nesse filme de ficção com temática cristã, vemos a jornada de um professor de seminário cristão do passado até os dias atuais para se deparar com uma sociedade e mundo sem moral e com uma ética corrompida, inclusive dentro da igreja;

– O diabo no banco dos réus. A Lição que esse filme nos traz é que o diabo não é o grande culpado dos problemas humanos e, sim nós mesmos. Já que tudo começou com adão e eva, continuando até os dias atuais;

– Redenção (Machine Gun Preacher) baseado em fatos reais, mostra a luta de um homem buscando justiça, bem como proteger os mais fracos, bem como servir a uma nação africana.

– Corajosos. É um filme cristão voltado para a família. Mais que aborda várias questões que estão relacionados direta e indiretamente com a formação de um homem cristão ou não. Vale a pena assistir e refletir sobre cada assunto tratado no filme.

– Um homem entre os gigantes. Baseado em fatos reais e tendo o principal personagem interpretado pelo o excelente ator Will Smith. Esse filme mostra a luta de um homem contra os poderosos do futebol americano.

 

Conheça melhor o conteúdo de bons autores, pregadores e sites para ler, ouvir e acompanhar: Jonh Stott, Wayne Grudem, Charles Colson, Franklin Ferreira; Sites, como o Voltemos ao Evangelho e o The Coalition Gospel.

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

 

Várias Maneiras de SER HOMEM?!

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Texto-Bíblico: Romanos 1:18-32

Recentemente, assistindo vídeos no youtube pude me deparar com uma campanha publicitária interessante, porém infeliz em seu conteúdo. A campanha publicitária é da empresa de perfumes e cosméticos Natura, que tem diversos produtos. Dentre eles tem uma linha de produtos voltados para os homens.

E justamente essa campanha se referia a essa linha ou série de produtos, Natura Homem. É interessante vermos diversas empresas que oferecem bons produtos para nichos específicos, como produtos só para mulheres, ou somente para homens, ou crianças, etc. Pois cada um de nós seres humanos temos características diferentes de acordo com esses grupos, mas até mesmo entre as mulheres existem imensas diferenças, como tipo de cabelo, pele, hábitos, etc.

Porém, a infelicidade dessa campanha específica é que ela é uma campanha ideológica. E se junta a tantas outras campanhas de empresas que resolveram abraçar a ideologia de gênero, bem como bandeiras como o feminismo e a agenda/ativismo LGBT.

A Campanha em questão é essa no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=W5SAmO6ZzF8

Nela encontramos a afirmação que dá título a esse artigo “Várias maneiras de ser homem”. Como assim? Existe mesmo isso? O que a Bíblia e a Ciência tem a dizer sobre isso?

Tem várias maneiras de um prego ser prego? Um leão ser leão? O sol ser sol? E por vai. Todas as coisas que existem tem características e qualidades que as tornam únicas e diferenciadas das demais coisas.

Ou seja, nasceu menino é menino. Se você é um homem, você não pode e nunca será qualquer outra coisa. Você pode até mudar a sua aparência, comportamento e hábitos. Mas nunca haverá de fato uma mudança genuína de quem realmente você é de fato, HOMEM!

Ao mesmo tempo que rejeita o que a Bíblia tem a dizer sobre o que significa ser homem, essa campanha anuncia uma mentira deturpada, corrupta e depravada ao rejeitar o que a ciência também estabelece como fatos científicos.

Não há e nem existem várias maneiras de ser homem!

Só uma maneira de ser homem, sendo homem. De acordo com o que a Bíblia e a Ciência estabeleceram como sendo peculiar, natural e certo ao homem ser, ter e fazer.

– Somente um homem e uma mulher podem formar família.

– Sexo só é bom, agradável e perfeito quando feito por um homem e uma mulher. Além de ser natural, é também completamente funcional.

– Homossexualismo, transsexualismo e todas as demais variantes disso são chamadas de pecado por Deus. E pela ciência, podemos ver claramente com provas e evidências científicas que nasceu menino é menino, nasceu menina então é menina. Não existem meios termos. Do micro ao macro, um homem é um homem. E uma mulher é uma mulher. Da concepção até a morte de um indivíduo, ele ou ela serão sempre os mesmos.

– Para uma empresa vender e lucrar, ela não precisa e nem deveria levantar bandeiras ideológicas e políticas. Basta que produza e ofereça de fato bons e excelentes produtos e serviços. E isso BASTA, nada a mais. Principalmente, quando é propaganda enganosa e ideológica. Lucram com a imoralidade e depravação da sociedade ao fazerem isso.

– Na campanha é citada a palavra VERDADE, bem como “Celebrar todas as maneiras de ser homem”. Uma coisa não condiz com a outra, não mesmo. O que a Natura afirma em sua campanha não condiz com a VERDADE e, muito menos celebra a verdadeira maneira de ser homem.

– SER HOMEM É SER MACHO, SIM! Não falo de ser machista, mas sim exercer suas funções e instintos como macho. Ou seja, relacionamentos heterossexuais. Homem e Mulher e nunca o contrário disso.

 

Uma observação sobre o presente artigo

Ao escrevê-lo, expresso minha liberdade de crença, convicção e liberdade religiosa por que crer no que a Bíblia estabelece.

E ao discordar, contra argumentar e me opor ao que é declarado e afirmado nessa referida campanha publicitária. Uso da minha liberdade de expressão garantida pela atual constituição em vigência no nosso País.

Quanto a ser homofóbico (e suas variantes) aguardem um artigo que tratarei sobre esse assunto e o que realmente significa isso. Pois ter pensamentos e convicções diferentes é respeitar a liberdade religiosa e de expressão das outras pessoas também.

 

 

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian

Perigos que cercam nossos filhos HOJE!

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Texto-Bíblico: Deuterônomio 6:1-18

Você já parou pra pensar em como o mundo e tudo tem mudado muito rapidamente?

A cada ano que se passa, seja na ciência, no mundo ou na cultura e sociedade do nosso país muda e tem mudado de uma forma rápida. Porém em muitos casos, não é para melhor que tem mudado.

Posso citar como exemplo disso, as programações na TV Aberta, já não vemos mais nenhuma programação especificamente para crianças (e que trate de assuntos de criança ou sirva como entretenimento). E nas ruas e nossa própria vizinhança, já não vemos mais as crianças e adolescentes brincando juntos (“queimado”, amarelinha, sete-pedra, pião, pipa, pula corda, etc), como podíamos ver a alguns anos atrás.

E a classificação indicativa de idade para conteúdos como filmes, séries, desenhos e programas de tv parece nem mais existir. O que expõe nossos filhos, crianças e adolescentes a todo tipo de coisas impróprias a sua fase de desenvolvimento, como por exemplo, cenas de nudez, prostituição, sexo, uso de drogas e bebidas alcóolicas, estupro, assassinato e outros crimes violentos, uso de armas de fogo, práticas de bruxaria e ocultismo, relações homoafetivas, etc.

Vivemos realmente em um tempo que vai de mal a pior e, cada vez mais rápido. Uma geração vai tornando a outra, cada vez mais suja, depravada, corrupta e imoral em todos os sentidos (religioso, intelectual, moral, sexual e social). Tudo se pode fazer, ser e dizer nesses tempos modernos em que a regra que impera é “Seja feliz, seja você mesmo, faça o que você quiser”. E nada pode ser dito contra, afinal de contas, todos devemos ser “politicamente corretos”, devemos ser uma sociedade multicultural e liberal.

É em meio a tudo isso, que os nossos filhos nasceram e tem crescido. Diante disso tudo, como podemos proteger, cuidar e ensinar a verdade aos nossos filhos neste mundo moderno? Como podemos lhes transmitir a Palavra de Deus? Como podemos ajuda-los e orientá-los?

Antes, de responder a essas perguntas, gostaria de expor alguns dos perigos pelos os quais nossos filhos estão expostos cada vez mais e que representa real perigo para suas vidas nos âmbitos físico, mental/emocional, social, intelectual e de fé.

São eles:

– Drogas e álcool.

Muito comum em bairros e comunidades carentes, mais também se encontra presente em diversos ambientes, como por exemplo, nas faculdades e escolas. Muitos jovens e adolescentes começam a usar por curiosidade e influência de amigos.

Desde cedo converse com seus filhos sobre o uso de drogas e as suas consequências a curto, médio e longo prazo. Mostre como é a vida de quem passa ou passou por esse cativeiro destruidor que são as drogas e o álcool, existem diversas organizações que trabalham na recuperação de dependentes químicos (Alcóolicos Anônimos, Cristolândia, SaraVida, AOL, etc).

Textos-Bíblicos: Provérbios 20:1; 23:29-35

ÁREAS ATINGIDAS: EMOCIONAL/MENTAL, FÍSICA E SOCIAL.

– Bullying.

Esse é um mal que pode levar a outros piores como a depressão, suicídio, homicídio, baixa no rendimento escolar, ansiedade e outros problemas emocionais, etc. Além de fazer o ciclo de bullying se repetir futuramente na escola, faculdade, círculo de amizades, trabalho, etc. Essa questão precisa ser abordade pelos pais e também pelos os professores.

Pais estejam atentos aos sinais que podem indicar que seus filhos estão sofrendo bullying (baixa no rendimento escolar, baixa alto-estima, desinteresse em fazer amizades, medo ou estresse ao ir para a escola, etc.), conversem com eles e estejam sempre que possível indo ver como estão na escola, observá-los em sala de aula e saber com os professores como está o seu desempenho escolar e comportamento com os demais colegas.

ÁREAS ATINGIDAS: EMOCIONAL/MENTAL  e SOCIAL.

Textos-Bíblicos: Provérbios 1:1-19; Juízes 10:6-12:15 (Jefté) e a história de José (Gênesis 37 até o capítulo 50).

– Bruxaria e ocultismo.

Seja por meio de amizades ou através da internet e filmes, essas práticas de uma maneira  ou outra, chegam a vida de nossos filhos e demais adolescentes. Oremos por nossas crianças e adolescentes, e ensinemos a verdade acerca dessas práticas malignas.

ÁREAS ATINGIDAS: ESPIRITUAL e MENTAL.

Textos-Bíblicos: 1 Samuel 28; Apocalipse 22:15

 

– Imoralidade Sexual.

A fase de puberdade traz consigo mudanças físicas, hormonais, psicológicas. E diante disso que se passa com os adolescentes e o mundo em que vivem, eles e elas passam a olhar e perceber o sexo oposto de uma maneira diferente, se sentindo cada vez mais atraídos sexualmente. O que biologicamente é normal.

Mais infelizmente, vivemos um tempo em que desde cedo os adolescentes e jovens são incentivados a prática do sexo desde cedo. Bem como de tantas outras coisas relacionadas ao sexo, como por exemplo o homossexualismo, lesbianismo, orgias, consumo de pornografia, masturbação, etc.

Tudo isso, sem considerar as consequências sérias que vêm tanto por conta do sexo fora do casamento, quanto devido a imoralidade sexual. Exemplos: Defraudação emocional, depressão, ansiedade, gravidez indesejada, DST´S, brigas e discussões, estupro,

ÁREAS ATINGIDAS: ESPIRITUAL, EMOCIONAL, MORAL, FÍSICA/SEXUAL E SOCIAL

Textos-Bíblicos: Gálatas 5:16-26; 1 Tessalonicenses 4:3-8

 

– Ateísmo

Cada vez mais além de diversas filosofias e religiões crescerem e novamente florescerem mesmo nos tempos modernos. Podemos ver o ateísmo crescendo junto, especialmente nos EUA e Europa, mas aqui no Brasil muitos jovens se deparam com essa “religião” sem Deus, ao chegarem nas universidades e faculdades do nosso país, em que são apresentados e são bombardeados por todos os lados com idéias contra Deus e Sua Palavra.

É triste ver que muitos jovens ao entrarem em uma faculdade, se desviem e caminhem cada vez mais para longe de Deus.

ÁREAS ATINGIDAS: ESPIRITUAL, MENTAL e SOCIAL.

Textos-Bíblicos: Gênesis 1; João 1; Romanos 1:18-32; Salmo 14.

 

– Ativismo LGBT e o Feminismo moderno

Ambos os movimentos tem ganhado cada vez mais espaço e apoio de todos os lados, sejam de universidades e faculdades públicas, empresas, Ongs, órgãos públicos, políticos, filmes, desenhos animados, dentre tantos outros meios.

Ambos são movimentos que visam destruir e arruinar as famílias na sua base – as crianças e jovens. Atacando as próximas gerações de todas as formas e meios possíveis.

ÁREAS ATINGIDAS: ESPIRITUAL, EMOCIONAL, SOCIAL e FÍSICA.

Textos-Bíblicos: Levítico 18; Romanos 1:18-32.

– Ideologia de Gênero

A ideologia de gênero além de ser totalmente contrária a tudo o que as ciências biológicas e médicas comprovam. Ela também vai de encontro frontalmente com a Palavra de Deus, negando e distorcendo o que a Biblia declara desde Gênesis 1 em diante por toda a Escritura Sagrada, de que Deus criou Homem e Mulher (Gn 1:27). E contra fatos estabelecidos não há argumentos.

Porém e infelizmente, podemos ver através de diversos meios, como homens e mulheres malignos tem se empenhado em disseminar essa mentira do diabo, principalmente no coração e mente das futuras gerações (crianças e jovens de hoje), atacando-as nas escolas, faculdades, marcas de roupas, através de filmes e séries e tudo o mais que possam usar para corromper as futuras gerações cada vez mais.

No Canadá por exemplo os pais que discordam da ideologia de gênero podem perder os seus direitos como pais sobre os seus próprios filhos. Aqui no Brasil, mesmo diante da realidade de vários políticos e grupos de pais e professores terem desaprovado essa ideologia de ser ensinada nas escolas, existem cada vez mais ativistas e simpatizantes a propagando e ensinando em nossas escolas.

As consequências de se abraçar e aceitar a ideologia de gênero é a completa destruição de tudo o que conhecemos como família, do significa ser homem e do que é ser mulher. É uma verdadeira militância contra a família, atacando as partes mais fracas que são os nossos filhos e crianças.

ÁREAS ATINGIDAS: TODAS SEM EXCEÇÃO, POIS AFETAM A ESPIRITUALIDADE, A SAÚDE MENTAL/EMOCIONAL, FÍSICA E SOCIAL DAS CRIANÇAS E JOVENS.

Textos-Bíblicos: Levítico 18; Romanos 1:18-32; Gênesis 1 e 2.

 

Que possam estar alertas e tomando as devidas medidas no cuidado com nossos filhos, crianças e jovens. Seja você um pai, professor, líder de jovens ou pastor, que sejamos fiéis ao Senhor e a Verdade revelado por Deus nas Escrituras Sagradas no que se refere a cada uma dessas questões abordadas nesse artigo.

Mais do que nunca e por todos os lados, nossos filhos correm o perigo de afastarem-se de Deus cada vez e abraçarem em seus corações e vidas cada um desses perigos que somente trarão ilusão, sofrimento e destruição de suas vidas, além de mais ira sobre suas vidas.

Deus é Justo Juiz, Amados irmãos e amigos. Não se enganem, de Deus não se zomba (Joel 2; Romanos 1:18-32 e Gálatas 6:7-10). O Dia da Ira do Senhor está chegando.

 

Em Cristo Jesus, Filipe Paulo Christian

 

Links úteis

https://novaescola.org.br/conteudo/336/bullying-escola

http://guiame.com.br/gospel/familia/pais-que-discordam-da-ideologia-de-genero-podem-perder-guarda-de-seus-filhos-no-canada.html

http://guiame.com.br/gospel/noticias/apos-retirada-do-termo-identidade-de-genero-mec-se-reune-com-ativistas-lgbti.html

http://guiame.com.br/gospel/noticias/professora-proibe-referencias-ao-cristianismo-e-cola-adesivos-lgbt-em-cadernos-de-alunos.html

http://guiame.com.br/colunistas/marisa-lobo/rede-globo-e-ideologia-de-genero-quando-verdade-e-julgada-como-preconceito.html

Por que somos contra a Ideologia de Gênero?

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Texto-Bíblico: 2 Coríntios 10:3-5/ Efésios 4:11-15

Diante da tamanha proporção que esse assunto tem tomado em diferentes setores da sociedade, chegando a invadir nossos lares e famílias por diversos meios (TV, Internet, Jornais, etc).

Decidi escrever esse texto para explicar aos nossos irmãos em Cristo, o porque de nos posicionarmos contra e porque precisamos fazer isso, bem como dar uma resposta aos que são defensores ou simpatizantes dessa ideologia, de porque somos contra ela (a ideologia e, não contra as pessoas) e nos manteremos nessa posição.

Sugiro, aos amados que leiam cada uma das razões, mais que também procurem se informar mais e melhor a respeito da ideologia de gênero, bem como Teoria Queer. Pois como disse o Senhor  por meio do profeta Oséias (Os. 4:6): “Meu  povo foi destruído por falta de conhecimento”.

Abaixo descrevo melhor as razões por que nós homens cristãos nos posicionamos contra a ideologia de gênero:

– Primeiramente por ser contrária a Palavra de Deus, de maneira total e completa. Já que a ideologia de gênero vai de encontro ao desígnio original de Deus quando criou o homem para a mulher, bem como a mulher para o homem (Leia Gênesis 1 e 2/ Levítico 19 e Romanos 1);

– Porque através da Palavra de Deus, podemos ver claramente qual a sua origem de fato – procede de satanás, o pai da mentira e de todo engano (Gênesis 3 / João 8:31-47);

– Por ela negar e rejeitar o que as ciências biológicas declaram, comprovam e atestam a respeito da natureza do homem e da natureza da mulher;

– Porque ser homem ou ser mulher é muito mais do que uma mera e simples construção social e cultural. Está na sua constituição genética, na sua fisiologia, anatomia, neurologia, no seu modo de sentir e perceber o mundo ao seu redor, o que está estabelecido  através de toda a história da humanidade, etc. Ou seja é um fato e uma realidade estabelecida por Deus e comprovada em nosso dia-a-dia;

– Não reconhece as claras diferenças entre homens e mulheres, que vão além do âmbito genital ou sexual;

– Por ser um movimento e ideologia que é contra a família tradicional, formada por um homem e uma mulher;

– Está fortemente associada aos movimentos pró-aborto, ao feminismo moderno e LGBT. Ou mesmo ter se originado a partir deles;

– Por atacar diretamente  a masculinidade dos homens e a feminilidade das mulheres. Relativizando, distorcendo e corrompendo a ambas de maneira absurda e mentirosa;

– Porque seus defensores e simpatizantes usam todos os meios possíveis para de maneiras indiretas e bem sutilmente, transmiti-lá as nossas crianças e jovens, seja através de marcas e produtos (C&A, Boticário, etc), ou mesmo de programas de tv (Encontro com Fátima, Fantástico, etc), novelas, seriados (SuperGirl, Legends of Tomorrow), filmes (a bela e a fera, power rangers – ambos de 2017, etc), desenhos animados, etc;

– Porque as mesmas pessoas e grupos que defendem a ideologia de gênero, defendem também várias outras coisas contrárias aos valores e verdades bíblicas e cristãs. Alguns dos partidos que mais defendem a ideologia de gênero e muitas outras coisas igualmente piores são o PSOL , PCdoB e o PT.

– Porque seus defensores e simpatizantes fazem uso de diversas mentiras e omissões (de fatos e verdades) com o objetivo de fazer continuar a propaganda dessa ideologia nojenta e também mentirosa;

– E ainda surgi a ideologia de espécie ou de raça, que mostra o quão bizarra, horrível e corrupta é essa ideologia de gênero (Links 1 e 2 abaixo)

– Por que o objetivo principal dessa ideologia de gênero é trazer de volta o que acontecia nos tempos de Noé, uma completa e total depravação sexual e social em todos os sentidos (Gênesis 6/ Mateus 24:37-39).

Homens, que vocês possam refletir sobre cada um desses pontos, bem como se informar mais a respeito da ideologia de gênero e como ela tem sido propagada por seus defensores e simpatizantes em todos os veículos da mídia e outros meios (novelas da rede globo, empresas de cosméticos e roupas, partidos políticos, grupos de ativistas, professores da rede pública, etc.).

A ideologia de gênero é inimiga de Deus e de nossas famílias!

 

Link 1 sobre ideologia de espécie, AQUI!

Link 2 sobre ideologia de espécie, AQUI!

 

Em Cristo Jesus,

Filipe Paulo Christian