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Compartilhando o Evangelho com um Amigo Homossexual

CONVERSAR-PESSOA

 

Josh sempre soube que ele era diferente. Desde suas memórias mais antigas, ele olhava para alguns meninos como mais do que apenas colegas. Seus pais sabiam que ele era “especial”, mas o amavam por isso. Ele aprendeu a usar uma máscara e fazer o papel de criança “normal” até se formar no Ensino Médio.

 

Na faculdade, Josh decidiu que era hora de ser quem ele realmente era. Ele fez amizade com outros homossexuais e se lançou em descobertas sexuais. Josh encontrou um refúgio em sua comunidade gay e desenvolveu laços que foram muito além de aventuras sexuais. Embora seus pais tenham se distanciado e seus antigos amigos tenham passado a ignorá-lo, Josh sentiu que estava finalmente livre em sua nova identidade como um homem gay.

 

Josh não é uma caricatura. Suas experiências e sua história são verdadeiras, e elas são comuns.

 

E se Josh fosse o seu vizinho, ou seu colega de trabalho, ou o seu filho? Como você apresentaria o evangelho para ele? Como você contaria a ele a respeito do perdão de pecados, da comunidade de crentes e da verdadeira identidade em Jesus?

 

Em certo sentido, nós presumiríamos que de fato não existe diferença na maneira como apresentaríamos a Josh as boas novas em relação a qualquer outra pessoa. Só porque Josh sente atração sexual por pessoas do mesmo gênero, isso não o torna fundamentalmente diferente de ninguém.

 

Para muitos dos meus amigos cristãos que amam Jesus e lutam contra a mesma atração homossexual, a beleza do evangelho é que ele aborda cada área de suas vidas e não apenas uma expressão somente da queda. Todos nós que somos crentes sabemos disso. Quer tenhamos sido ateus, mentirosos, muçulmanos ou hipócritas frequentadores de igreja, não existe um evangelho mágico apenas para o “nosso pecado”. Aos pés da cruz todos nós somos igualmente necessitados da maravilhosa graça de Deus.

 

Ao mesmo tempo, Josh tem perguntas muito reais que precisam ser respondidas. Da mesma maneira que um ateu, um muçulmano ou um hipócrita precisaria que o evangelho fosse dirigido a eles pessoalmente, nós devemos aprender a amar Josh onde ele está em suas considerações a respeito das afirmações de Jesus. Ele tem perguntas reais com as quais luta, e devemos buscar ajudá-lo a encontrar essas respostas.

 

Ideias para compartilhar o evangelho

 

Para compartilhar o evangelho com Josh ou com qualquer outra pessoa que possa ter perguntas como as dele, aqui vão algumas ideias para você guardar em mente.

 

1. Confie no poder de Jesus para ajudá-lo

 

Confie no poder de Jesus para ajudá-lo. Pode ser intimidador para pessoas que nunca lutaram contra a atração homossexual compartilhar o evangelho com um homem ou uma mulher homossexual. Assim como qualquer um com quem compartilhamos o evangelho, tememos como eles nos julgarão e nos sentimos tentados a pensar que eles nunca nos ouviriam. O temor do homem é uma cilada (Pv 29.25). Então em vez de sermos apanhados na armadilha, devemos confiar na força de Jesus em nós, e não na nossa suficiência para entregar a mensagem (Jo 15.5; 2Co 3.5). Devemos beber profundamente do evangelho enquanto o compartilhamos, pois nele encontramos o poder que precisamos para sermos testemunhas de Jesus (At 1.8). Confie no poder de Jesus para ajudá-lo.

 

2. Mantenha Jesus no centro

 

Considere Jesus supremo. Amigos como Josh frequentemente irão querer trazer a questão da sexualidade para o foco durante sua conversa. Ao mesmo tempo, queremos manter Jesus e seu evangelho no centro.

 

A fim de ajudar, eu encorajo você a pedir que ele compartilhe a própria história com você. Peça que ele ou ela ajude você a entender como ser gay se tornou parte central de sua identidade. Ou, se não é esse o caso, pergunte onde ele ou ela encontra a própria identidade. Pergunte a ela se já houve momentos difíceis em sua jornada. Conhecer as pessoas é parte do processo de amá-las.

 

Conforme você faz isso, pergunte a ela se você pode contar porque você vê a sua identidade em Cristo como suprema. No fim das contas, não estamos tentando transformar as pessoas em heterossexuais, mas queremos que elas sejam salvas. Nós nunca queremos minimizar os pecados que afastam as pessoas de Deus, mas ao mesmo tempo queremos magnificar quem nos aproxima de Deus. Jesus veio para pecadores de todos os tipos, e devemos manter essa mensagem central.

 

Também é bom se ter em mente que todos são pecadores sexuais — alguns de maneiras menores, outros de maneiras maiores. Isso nos ajuda a reformular a conversa de “Você é sexualmente doente e precisa ser como nós” para “Todos nós somos pecadores sexuais que precisam de Jesus”. Jesus é a esperança para todos nós, não importa como a queda se mostre em nossas vidas.

 

3. Tenha a compaixão e a convicção de Jesus.

 

Tenha a compaixão e a convicção de Jesus. Os cristãos têm pecado em, pelo menos, duas grandes áreas quando se trata de alcançar aqueles na comunidade gay. Por um lado, alguns colocam de lado o claro ensinamento de Deus de que o homossexualismo é um pecado na tentativa de mostrar o amor de Deus. Amor que é despojado de verdade não é amor, mas engano. Esse é um pecado grave, tanto contra Deus quanto contra o homem.

 

Tenha a convicção de Jesus e fale a verdade em amor. Compartilhe o que a Bíblia ensina sobre o homossexualismo (Mc 7.21; Rm 1.24-27; 1Co 6.9-10; 1Tm 1.10). Compartilhe que há um terrível julgamento para aqueles que rejeitam a Cristo (Ap 20.11-15). Compartilhe que existe um grande custo em seguir a Cristo e também uma grande esperança de perdão e liberdade para aqueles que o fazem (Mc 10.28-30). Fale a verdade em amor.

 

Por outro lado, alguns têm negligenciado a compaixão e nutrido uma atitude de superioridade para com pessoas que praticam o pecado homossexual. Amor que é despojado de compaixão não é amor, mas hipocrisia. Esse também é um pecado grave, porque é diferente do amor de Cristo para conosco.

 

Jesus, o Deus-homem, era diferente do mundo de pecadores que o cercavam, mas ainda assim teve compaixão deles (Mt 9.36). Conforme alcançamos aqueles na comunidade gay, devemos nos esforçar para fazê-lo com um coração semelhante. O que poderia ser mais desolador do que uma pessoa criada à imagem de Deus estar perdida em seus pecados e para sempre separada do amor de Deus? Peça a Deus que o ajude a ver aqueles na comunidade gay como ele vê, a fim de que você possa ministrar com convicção e compaixão.

 

4. Coloque a igreja de Jesus no centro

 

Coloque a igreja de Jesus no centro. Assim como foi para Josh, a comunidade gay é um refúgio da rejeição e da agitação interior que muitos homossexuais experimentam. Por causa disso, eles encontram um lugar onde eles são aceitos em seus pecados e adotados por quem eles são.

 

Eu creio que um dos grandes antídotos para essa poderosa ferramenta do maligno é a comunidade da igreja. Isso pode parecer estranho tendo em vista o modo como muitos demonizam a igreja por causa de sua “intolerância”, mas acredito que conforme construímos relacionamentos com amigos gays e os convidamos aos nossos lares e às nossas vidas, eles verão a verdadeira comunidade que só conheceram em seus sonhos.

 

Isso só é reforçado quando nós, como igreja, crescemos em graça para com nossos irmãos e irmãs em Cristo que lutam contra a atração homossexual. Um dos momentos mais instrutivos que tive na última década foi quando um neófito estava sendo batizado e compartilhou abertamente a respeito de estar saindo de um estilo de vida homossexual. Em seu testemunho, ele descreveu como a igreja não apenas havia compartilhado o evangelho compassivamente com ele, mas também estava ajudando-o a viver agora como um homem que luta contra os seus antigos desejos. Ele disse que encontrou na igreja um refúgio que o desafiou a não abraçar seu pecado, mas a abraçar o Salvador.

 

Jesus disse que todas as pessoas saberão que somos seus discípulos pelo nosso amor (Jo 13.34-35). Conforme você constrói relacionamentos com amigos homossexuais, convide-os a participar da sua vida para que eles possam não só ouvir o evangelho, mas também vê-lo representado através da vida da sua igreja local.

 

5. Ajude a responder suas perguntas

 

Ajude a responder suas perguntas. Sempre existem objeções ao evangelho e poucos de nós se sentem “plenamente preparados” para responder a essas objeções. Mas Deus nos chama a defender a nossa esperança em Jesus (1Pe 3.15). Isso significa que devemos ajudar as pessoas a lutar com perguntas muito reais. Aqui estão algumas que Josh fez:

 

Por que você acredita em alguns versículos do Antigo Testamento e ignora outros?

Por que Deus me fez gay se ele condena isso como um pecado?

Por que é errado que duas pessoas que se amam se comprometam em um relacionamento?

Eu tenho que me tornar heterossexual para me tornar um cristão?

Por que Jesus não disse nada a respeito do homossexualismo?

E se eu me tornar um cristão gay?

Parte do nosso chamado como embaixadores de Cristo é ajudar as pessoas a trabalharem perguntas como essas e a verem que a Palavra de Deus tem as respostas. Se você não sabe a resposta, não tenha medo de dizer: “Essa é uma pergunta realmente importante. Podemos encontrar a resposta juntos?”

 

6. Tenha paciência

 

Tenha paciência com eles. Assuma uma visão de longo prazo no evangelismo. É raro você compartilhar o evangelho com alguém e a pessoa se arrepender imediatamente. Isso pode acontecer, mas normalmente o processo é muito mais demorado.

 

Entre em relacionamentos evangelísticos de longo prazo. Nós somos impacientes, e isso pode nos tentar a desistir rápido demais quando não vemos resultados. Pessoas são pessoas, não projetos. Frequentemente não veremos o que Deus está fazendo em suas vidas. Veja a si mesmo como parte dos meios que Deus escolheu para ajudá-las a ver e a ouvir o evangelho de Jesus. O amor é paciente. Demonstre a eles amor estando presente ao longo de todo o processo.

 

7. Confie no poder de Jesus para salvar

 

Confie no poder de Jesus para salvá-las. O evangelho é o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16-17). Isso significa que o evangelho para um homem ou mulher homossexual é o mesmo evangelho para um homem ou mulher heterossexual. O homossexualismo não é o pecado principal; incredulidade é o pecado principal. Jesus morreu por todos os tipos de pecados e por todos os tipos de pecadores.

 

Então não duvide do poder de Cristo, mas ore fervorosamente por corações receptivos, portas abertas e frutos que permaneçam. Confie na sabedoria de Deus e no poder de Deus, não no seu. Lembre-se que cada cristão é um milagre vivo. Se Jesus pode salvar você, ele pode salvar qualquer um, inclusive Josh.

 

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Autor

Garrett Kell

Garret Kell é pastor sênior da Del Ray Baptist Church em Alexandria, Virginia.

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Ame a Pessoa Com Quem Você Está

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Depois que C. S. Lewis perdeu sua esposa Helen para o câncer, ele se deu conta de que não tinha uma única foto boa dela. Talvez isso seja difícil de entender em nossa cultura de fotos de perfil em vários ângulos, mas ele não ficou chateado com isso. Na verdade, ele viu uma vantagem peculiar na falta de uma imagem de qualidade de sua esposa. Ele escreveu:

Quero H., não algo parecido com ela. Uma boa fotografia pode se tornar, no final, uma armadilha, um horror e um obstáculo.

Como poderia uma foto da mulher que ele amava se tornar uma armadilha? Na ausência da pessoa real, ele viu sua tendência em preencher a fotografia com sua própria fantasia. Na verdade, este foi um dos temas de destaque para Lewis em “A Anatomia de Uma Dor – Um Luto em Observação”. Ele estava apavorado com a possibilidade de transformar Helen em um fantasma de sua própria criação. Sua inclinação em desejar certos aspectos da personalidade de Helen mais do que outros, era particularmente alarmante. Claro que ele nunca iria produzir algo fictício sobre ela intencionalmente, mas, devaneou: “Será que essa condição não se tornará inevitavelmente mais e mais a minha própria?” O que mais preocupava Lewis era que Helen se tornaria a ele apenas uma extensão de si mesmo, de seus velhos sonhos de solteirão.

Resistência do Cônjuge

Lewis traz luz a uma dádiva negligenciada nos casamentos: a resistência do cônjuge. Não estou falando de tensão irada ou insubordinação sarcástica. Mas sim, do simples fato de que o seu cônjuge é uma pessoa real, cuja existência não estará de acordo com a imagem que você tem dele ou dela. A resistência do cônjuge serve de âncora à realidade, uma realidade na qual Deus o chama a amar seu cônjuge real, não um imaginário. Lewis observou:

Toda a realidade é iconoclasta. A pessoa amada, mesmo nesta vida, triunfa incessantemente sobre a simples ideia dela. E assim a queremos; a queremos com todas as suas resistências, todos os seus defeitos, toda sua imprevisibilidade. Ou seja, ela em sua realidade firme e independente. E é isto que devemos amar depois que ela morrer, não uma imagem ou memória dela.

Eu diria mais, enquanto ela está viva também. Por mais estranho que pareça, podemos ser gratos pelas milhares de pequenas divergências que temperam a relação conjugal, pelas inúmeras diferenças de perspectiva que avivam a relação. Isso indica que você está interagindo com um ser independente, alguém que você recebeu para amar sacrificialmente.

O Original e Melhor

A essência do amor sacrificial é tranquilizar o outro, ao invés de esperar que o outro tranquilize você. Usando a percepção de Lewis, então, devemos desconfiar da nossa tendência de admirar apenas as características que aprovamos em nosso cônjuge, e de corrigir aquelas que não aprovamos. Lembrar de um cônjuge falecido é ruim; você não está amando a pessoa, mas uma memória editada dela. Servir um cônjuge vivo, é pior; você não está buscando a pessoa, mas o que você espera que ela se torne. Muito melhor é amar a pessoa original, não a edição revisada que você faz dela. Afinal, você é uma pessoa original também.

Amar a pessoa original requer um ajuste da parte de quem ama, e isso pode levar uma vida inteira; essa consideração é uma prova fundamental do amor conjugal ao qual os cristãos são chamados (Efésios 5.21–33). Não desanime quando você não concorda plenamente com seu cônjuge. Onde não há nenhum desacordo, aborrecimento ou resistência, não há oportunidade para o sacrifício. Se amamos apenas o que é agradável a nós em nosso cônjuge, estamos amando apenas as nossas preferências. Não precisamos do evangelho para fazer isso.

Precisamos dele para nos libertar de nossa tendência em ajustar um ao outro constantemente ao nosso gosto. Jesus veio para servir a um Pedro impulsivo, a uma Marta distraída, a um Tomé duvidoso. Ele veio para servir a tolos como cada um de nós. E sim, o amor redentor de Cristo nos muda gradualmente, mas essa mudança está em conformidade com a justiça, e não com preferências pessoais.

Então, se sua esposa ri demais para o seu gosto, ame-a por isso. Se ela é mais pessimista do que você gostaria, trate os medos dela. Se seu marido é mais silencioso em encontros sociais do que você gostaria, seja grata por isso. Se ele tem mais dificuldade em fazer planos do que você acha razoável, esteja contente a seu lado. Em cada pequena resistência do cônjuge, celebre o privilégio de amar uma pessoa, não uma imagem.

Como disse Lewis, a realidade é iconoclasta. Graças a Deus isso é especialmente real no casamento.

 

Traduzido por Raul Flores.

Jeremy Pierre é o Decano dos Estudantes e o Professor Associado de aconselhamento bíblico no Seminário Teológico Batista do Sul e serve como presbítero na Igreja Batista de Clifton. Ele é co-autor de “The Pastor and Couseling” (O Pastor e o Aconselhamento) e autor do futuro livro “The Dynamic Heart in Daily Life: Counseling from a Theology of Human Experience” [O Coração Dinâmico no Dia-a-Dia: Aconselhamento a partir de uma Teologia da Experiência Humana]. Ele e sua esposa, Sarah, têm cinco filhos e vivem em Louisville, Kentucky. Você pode segui-lo no Twitter.
http://www.thegospelcoalition.org/pt/article/ame-a-pessoa-com-quem-voce-esta

Não comece um noivado até que você esteja pronto para se casar

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Quando os jovens podem começar um namoro?
Sua resposta provavelmente dependerá da sua concepção do propósito do namoro. Qualquer um pode ver que os custos do fracasso no namoro são freqüentemente elevados: rupturas devastadoras, pecado sexual, traição, rejeição repentina, tremendas decepções, angústia, a dor de um amor que nunca andou até o altar.
Por que, muitos de nós querem entrar no noivado tão rápido?
Em parte, é porque Satanás mascara os riscos muito bem (Apocalipse 12: 9). Ele apresenta o romance como se fosse um requisito para uma boa vida, e, como isso, sem ele, tudo se torna vazio, solitário e sem propósito em comparação. Satanás aproveita nossos desejos e nos convence de que devemos “amar” para viver verdadeiramente, que os maiores prazeres e as experiências mais completas estão em um relacionamento com um noivo (ou marido ou mulher). Ele prepara um coração partido para o café da manhã e adora todo pecado sexual com uma linda, mas venenosa, esmalte.
Satanás e sua influência e em todo o mundo levam milhões de nós a ter muitos parceiros e tê-los muito cedo, porque ele ama o que esses tipos de relações provocam em nós.
Eu tive minha primeira “namorada” na sexta série, meu primeiro beijo naquele verão (com uma garota diferente) e depois uma nova namorada quase todos os anos no ensino médio.

Desde o início da minha juventude, eu estava procurando carinho, segurança e intimidade nas meninas em vez de procurá-las em Deus. Eu tinha namoradas antes do que a maioria, e muitos mais do que a maioria. Meus anos de adolescência eram uma longa cadeia de relacionamentos que eram muito sérios para o nosso tempo, durou muito tempo e, portanto, terminou muito dolorosamente. Eu disse “eu te amo” muito cedo, e demais. E o diabo sentou-se na primeira fila, desfrutando cada minuto da minha história romântica.
Por que – para o que – tem uma namorada?
A guerra espiritual em nossos corações é real, e há muito em jogo, então é fundamental perguntar-se por que pensamos que devemos ter namorados ou namoradas em primeiro lugar. Por que eu tive uma namorada quando eu tinha doze anos (e treze, catorze e até dezoito anos)?
Muitos de nós só querem ser felizes; queremos pertencer e ser valorizados. Imaginamos que nossas necessidades mais profundas serão resolvidas na intimidade de estar com esse homem ou aquela mulher especial.

Todos queremos que nossos corações se levantem para alguém ou algo assim. O romance e o mistério do casamento parecem ser o mais alto nível de prazer e amizade terrestre. Desejamos ser conhecidos e amados, pertencer a alguém, estar na história de outra pessoa. Nós também queremos que alguém se faça parte de nossa própria história. E todos queremos que nossas vidas funcionem para algo. Queremos trazer algo significativo para uma causa significativa. Queremos fazer a diferença. Não queremos desperdiçar nossas vidas.
Muitos de nós temos namoradas porque estamos tentando preencher essas necessidades com amor. Se nos fizessem a pergunta, poderíamos dizer que estamos “buscando casamento”, mas muitos de nós nem sequer são casados ​​por causa da idade, das finanças, da maturidade, da educação ou do estágio da vida. Estamos realmente à procura da felicidade, da pertença e do significado que acreditamos que encontraremos no romance.
Se eu pudesse começar de novo, o que eu mudaria?
Se eu pudesse fazer tudo de novo, preferiria não ter uma namorada no primeiro ano do ensino médio (ou o último, ou mesmo os meus dois primeiros anos de faculdade). Esperaria até que eu estivesse pronto para me casar.
Meus olhos se arregalaram quando comecei a entender as principais diferenças entre namoro e casamento. Alguns casais podem se sentir casados ​​às vezes, mas alguns casais não são casados. Compreender as diferenças entre esses tipos de relacionamentos nos protegerá das muitas dores e falhas associadas ao namoro.

A maior recompensa em qualquer vida, independentemente do nosso estado civil, é conhecer Cristo e ser conhecido por Ele, amá-Lo e ser amado por Ele. A grande recompensa do casamento é a intimidade centrada em Cristo com o cônjuge, sabendo e sendo conhecido, amando e sendo amado por um marido ou esposa. A grande recompensa em namoro e namoro é a clareza centrada em Cristo sobre casamento (ou casamento).

A intimidade romântica é mais segura no contexto do casamento e o casamento é mais seguro no contexto da clareza. Se queremos ter e desfrutar desse tipo de intimidade centrada em Cristo, temos que nos casar. E se queremos nos casar, precisamos procurar ser claro com quem fazê-lo.
Antes do noivado, espere

Legalmente, pelo menos nos Estados Unidos, não podemos nos casar até completar 18 anos (exceto para os estados de Nebraska e Mississippi, onde você deve ser mais antigo: 19 e 21, respectivamente).
Além da mera idade, devemos nos fazer perguntas sérias sobre maturidade e estabilidade. Nosso namorado ou namorada amadureceu o suficiente para ter alguma idéia do tipo de marido ou mulher que ele vai estar nos próximos 50 anos? Já amadurecemos o suficiente? Será que um ou ambos serão capazes de sustentar a família economicamente? Sua fé em Jesus Cristo foi testada o suficiente para ter certeza de que é real?
Alguns, sem dúvida, detestam esse conselho – tenho certeza de que também o odiaria -, mas todos devemos reconhecer que mesmo que possamos ter um namoro muito antes de nos casarmos, isso não significa que devemos fazê-lo. O que quero dizer é que você não deve começar uma namorada com vista ao casamento quando o casamento não for no futuro próximo. Você pode sonhar com casamento cedo (como eu fiz), mas é realista dizer que você e seu parceiro poderão se casar em breve?
Aguarde para começar a namorar até que esteja pronto para se casar. Meu conselho – pegue ou deixe – é esperar até que ele ou ela pode se casar nos próximos dezoito meses (um ano e meio). Não estou dizendo que você precisa se casar antes de um ano e meio de namoro. A parte importante é que você poderia se casar, se Deus deixar claro que é Sua vontade e o tempo certo para você. Claramente, você não encontrará esses dezoito meses que mencionei na Bíblia e não deveria ser tratado como uma lei de Deus. Mas você pode usar esse tempo para avaliar – com o Senhor, seus pais e amigos cristãos próximos – se isso parecer conveniente e seguro para você e seu coração.
O que fazer enquanto esperamos?
Esperar o noivado não significa que devemos nos sentar e não fazer nada. A vida não é apenas, ou principalmente, sobre amor e casamento. Nossa vida é sobre Jesus – seu amor por nós e seus planos para nós – seja nós solteiros ou casados, ou se temos dezesseis ou sessenta anos de idade.

Deus tem muito mais para você do que qualquer relacionamento pode oferecer. Ele significa algo espetacular através de você e sua vida jovem. Ele quer usar você e seus presentes para mudar a vida de outras pessoas. Se ele quer que você se case, ele quer fazer de você uma futura esposa ou um marido forte e solidário. Ele quer mostrar ao mundo onde encontrar a felicidade através da sua alegria.
Você não precisa de um namorado ou uma namorada para experimentar esses planos de Deus para os anos de espera. Então, o que você pode fazer se não tiver namorado ou namorada?
1. Seja um exemplo corajoso e fiel para os outros.
“Não permita que ninguém despreze a sua juventude, mas seja um exemplo dos crentes na palavra, na conduta, no amor, na fé e na pureza” (1 Timóteo 4:12).
Você ainda não pode votar ou dirigir, mas você pode viver para dizer algo sobre Jesus. Sua palavra – o idioma e a atitude que você usa com sua família e amigos – diz algo sobre Jesus.

Tuconducta – as decisões que você faz todos os dias sobre o que você vai fazer ou não, as maneiras como você se encaixa com o resto do mundo ou não – eles contam ao mundo sobre seu Deus. Seu amor – a maneira como você trata as pessoas em sua vida – diz algo sobre como você foi amado por Deus. Sua pureza – seu compromisso de confiar em Deus e Sua palavra, e atesorá-lo acima de todos os prazeres e experiências prematuras – prega o evangelho aos seus companheiros escravos de seus próprios desejos.

 
2. Viver para servir, para não ser servido.
“Como cada um recebeu um presente especial, use-o servindo um ao outro como bons mordomos da múltipla graça de Deus. Aquele que fala, deixe-o falar de acordo com as palavras de Deus; aquele que serve, para fazê-lo pela força que Deus dá, para que, em todos os deuses, seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém “(1 Pedro 4: 10-11).
A maioria dos jovens é tão consumida por suas próprias necessidades e deseja que eles não tenham consciência das necessidades daqueles ao seu redor. Mas você tem um potencial muito grande para passar seu tempo em redes sociais, shopping e videogames. Olhe, por exemplo, no que os adolescentes conseguem nas Olimpíadas; meninos e meninas de quinze e dezesseis anos de idade conquistando o ouro contra os melhores atletas do mundo.

E se você decidir usar os dons que Deus lhe deu para fazer a diferença na vida de outra pessoa? Você poderia servir em um ministério da igreja, orientar alguém mais novo ou ajudar com as necessidades do seu bairro. Você é capaz de muito mais do que o mundo espera de você. Viva de tal maneira “que em todos os deuses seja glorificado através de Jesus Cristo” através de você.

 
3. Esteja preparado para ser o futuro cônjuge que Deus o chama a ser.
“As mulheres estão sujeitas aos seus próprios maridos quanto ao Senhor. Pois o marido é o chefe da mulher, assim como Cristo é o chefe da igreja, sendo ele mesmo o Salvador do corpo. Mas assim como a igreja está sujeita a Cristo, as mulheres devem ser para seus maridos em tudo. Maridos, amem suas esposas, assim como Cristo amou a igreja e se entregou por ela “(Efésios 5: 22-25).
Talvez alguns de nós nasçam querendo se casar, mas nenhum de nós nasceu pronto para se casar. O chamado para amar a esposa é um chamado para refletir a maior história já contada: o próprio Deus veio na carne para morrer por sua noiva pecadora, a Igreja. Nossos instintos naturais não são para morrer para nós mesmos por causa de outra pessoa, nem mesmo para a pessoa que realmente gostamos.
Até que você esteja pronto para ter um namorado ou uma noiva, Deus está preparando você para amar adequadamente quando você vem para fazê-lo, preparando você da glória para a glória (2 Coríntios 3:18).

 
4. Que sua alegria em espera é surpreendente.
“Por esta razão também nós, desde o dia em que o conhecemos, não deixaram de orar por você, pedindo que … caminhe como digno do Senhor, fazendo em tudo o que o agrada, dando frutos em cada bom trabalho e crescimento no conhecimento de Deus. Rezamos para que se fortaleçam com todo o poder de acordo com o poder da Sua glória, para obter toda a perseverança e paciência com alegria “(Colossenses 1: 9-11).

Não é difícil encontrar solteiros amargos, homens e mulheres jovens que lamentem a sua solidão enquanto todos os outros estão namorando alguém. É muito mais difícil encontrar jovens que encontrem sua identidade, felicidade e segurança em um lugar diferente.
Surpreenda seus amigos (e todos os outros) por estar disposto a esperar para entrar no namoro até que você possa se casar, porque em Deus você já tem tudo o que precisa.

 

Originalmente publicado em Desriring God. .
Marshall Segal é o assistente executivo de John Piper e editor associado de Desiring God. Ele é formado pelo Bethlehem College & Seminary e vive com sua esposa Faye em Minneapolis. Você pode segui-lo no Twitter.

Link do Artigo Original em Espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/espera-a-tener-una-relacion-hasta-que-puedas-casarte

 

Como destruir seu casamento antes que ele comece

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Tim e Jess só haviam se casado há oito meses, mas a lua de mel provavelmente terminaria. As ternas conversas que uma vez caracterizaram sua relação haviam dado lugar a brigas constantes. A risada havia diminuído, e a distância entre eles cresceu. Eles quase não tinham intimidade sexual. O que deu errado? Como Satanás entrou neste jovem casamento? Quando descobri a história do casal, percebi que não os tinha sabotado na lua de mel nem nos meses em que descobriram a vida conjugal. O diabo começou a trabalhar antes mesmo de chegarem ao altar. Embora Tim e Jess fossem cristãos, seus primeiros encontros durante o namoro e seu noivado foram marcados pela impureza sexual.

Embora os primeiros dias de seu relacionamento tenham sido bons, ao longo do tempo eles foram constantemente envolvidos até que eles desenvolveram um padrão mais profundo de pecado sexual. Toda vez que pecaram, eles confessaram um ao outro e juraram que nunca mais iriam voltar a acontecer. Mas aconteceu novamente. Por vergonha, eles nunca deixaram ninguém saber o que estava acontecendo.

Em retrospectiva, Tim e Jess admitem que seu namoro dissimulou uma grande decepção.
Infelizmente, a história de Tim e Jess é muito comum. Muitos casais cristãos não casados ​​lutam contra o pecado sexual. Isso não deve nos surpreender, já que temos um inimigo contra nós e contra o casamento iminente (1 Pedro 5: 8). Ele odeia a Deus e odeia o casamento porque retrata o evangelho (Efésios 5:32).

Uma das estratégias mais eficazes de Satanás para corromper essa união matrimonial é atacar casais através do pecado sexual antes de dizer “eu aceito”. Aqui estão quatro das estratégias que você usa mais para atacar casamentos antes de começar.
1. Satanás quer que nosso padrão de comportamento seja obedecer nossos desejos e não a direção de Deus.
Os caminhos de Deus são bons, mas Satanás quer que acreditemos que eles não são. Este foi seu plano desde a primeira vez que ele nos chamou para se estabelecer no Éden (Gênesis 3: 1-6).

Seu objetivo final é que, quando chegarmos ao casamento, desenvolveremos um padrão constante de resistência ao Espírito e obediência aos nossos desejos pecaminosos. Ele quer que nos recusemos a servir e a seguir o egoísmo.

Se adotarmos o hábito de fazer o que quer que queremos e quando queremos antes de chegar ao casamento, tomamos esse padrão conosco nos dias e anos que se seguem. Isso, no entanto, é mortal porque o serviço e o sacrifício são a essência de um casamento saudável que honra Cristo.

Em casamento, o amor se manifesta em mil decisões diárias para fazer o que você não quer fazer – como lavar pratos, trocar uma fralda ou assistir a um filme em vez de um jogo de basquete. Se antes do casamento você tem um relacionamento caracterizado por ceder aos impulsos de desejos urgentes, as chances são de que você terá lutas quando estiver no coração da vida conjugal.

2. Satanás quer que subestimes nossa susceptibilidade à tentação.
Satanás quer que pensemos que não vamos levar nosso pecado ao próximo nível. Ele quer que acreditemos que somos mais fortes do que realmente somos. Ele quer que pensemos que nunca chegaremos tão longe. Este é um engano poderoso porque tira proveito de nosso orgulho e nosso desejo bem-intencionado de honrar a Deus. Você é mais fraco do que pensa. Eles podem ir aonde eles pensam que não irão. O pecado é como uma corrente subaquática no oceano: se você brincar com isso, você será dominado e arrastado para a destruição.

Uma das maneiras pelas quais Satanás opera esse ângulo é tentando pensar que a pureza é uma linha que não deve ser cruzada e não uma atitude do coração. Ele quer que eles pensem que, diante de Deus, a pureza consiste em não beijar ou não tirar a roupa ou não praticar sexo oral ou “chegar ao fim”. Ele quer que eles pensem que se eles não cruzarem uma determinada linha, eles permanecerão puros.

O problema com este tipo de pensamento é que Jesus diz que, se desejamos apenas em nossos corações, pecamos e somos condenados diante de Deus (Mateus 5: 27-30). A pureza está muito mais relacionada à postura de nossos corações do que à posição de nossos corpos. A velha pergunta, “Quão longe é muito longe?” Pode revelar o desejo de aproximar o pecado tanto quanto possível em vez de um desejo de fugir, como nosso Senhor nos chama a fazê-lo (1 Coríntios 6:18).
3. Satanás quer que a confiança mútua dos casais se enfraqueça.
Quando nos envolvemos sexualmente, mostramos à outra pessoa que estamos dispostos a usá-la e a abusar para conseguir o que nos faz feliz. Toda vez que empurramos os limites com a nossa namorada ou o fazmos pecar, estamos nos comunicando, quer queira ou não, “você não pode confiar em mim, porque estou disposto a usá-lo e não prestar atenção para obter o que eu quero”.

Esta é, sem dúvida, uma das estratégias mais letal de Satanás, e é esse que, eu suponho, mais danos causados ​​a Tim e Jess. Eles não confiaram uns nos outros. Eles nunca realmente fizeram. Seus encontros estavam tão imersos em um ciclo de pecado, vergonha e retomada, que nunca desenvolveram uma mútua confiança mútua. É importante notar, no entanto, que quando resistimos ao pecado sexual, Deus abençoa o relacionamento com um efeito exatamente oposto.

Cada vez que dizemos “não” ao pecado sexual e recorremos à oração, dizendo ao outro que valorizamos muito a sua pessoa e caminhar com o Senhor para dar um passo adiante, ele usa essa fidelidade para fortalecer a confiança. Minha esposa muitas vezes diz aos novos casais que uma das razões pelas quais ela confia em mim é que eu literalmente evitava ceder antes de nos casarmos. Não fomos perfeitos como noivos, mas o Senhor usou esse tempo para construir nossa confiança mútua.
4. Satanás quer enganá-lo com o fruto proibido da luxúria.

Há um mundo de diferença entre o sexo pré-marital e o que ocorre no casamento. Uma das razões é que o fruto proibido da luxúria retrata o sexo pré-marital como algo que nem sempre é dado em casamento. A atividade sexual pré-marital é geralmente como a queima de gás. A paixão é alta, os sentimentos são intensos e a motivação para avançar é reforçada ao saber que não deveria (Romanos 7: 8). O sexo no casamento é diferente. Ainda há paixão, e ainda há sentimentos e emoções intensas, mas o sexo conjugal queima principalmente nas brasas de confiança, devoção e sacrifício (1 Coríntios 7: 1-5).

Os casais que constroem suas expectativas sexuais sobre a paixão de frutas proibidas são muitas vezes desapontados e confusos quando o sexo é diferente no casamento. Isso me fez rir da minha esposa e de mim quando nosso conselheiro antes do casamento nos contou. Estávamos certos de que seríamos a exceção da regra, mas quase seis anos e três filhos mais tarde, ele estava certo. Casais como nós podem ter uma vida sexual forte, mas isso é alimentado por fatores mais profundos que a paixão do que pela vida sexual forte. Satanás quer casais se acostumarem com a cafeína e o açúcar da luxúria em vez do amor maduro do serviço e do sacrifício.
Alguns pensamentos para concluir

1. Espere com fé. A atitude cristã é sempre caracterizada pela espera. Esperamos o retorno de Cristo. Esperamos passar a eternidade com Ele. E os crentes não casados ​​esperam as bençãos do casamento. Confiando em Deus, diga “não” às promessas do pecado. Renova sua mente com a Palavra de Deus e continue esperando com fé.

2. Homens, seu dever é liderar. Embora no relacionamento as duas pessoas sejam responsáveis ​​diante de Deus, o homem deve estabelecer um ritmo que favorece a pureza. Muitas vezes, a obrigação de estabelecer limites e dizer ‘não’ recai sobre as mulheres. Isso é covarde e errado. É responsabilidade do homem cuidar de sua futura esposa, levando-a a Jesus e longe do pecado, da escuridão e da dor causada pelo mal. Se ele estabelece o padrão errado nisso, ele vai cavar por longos anos sem nunca mais chegar ao chão que ele perdeu, afastando-se da graça de Deus.
3. Envolva outros ao longo do caminho. Não permita que seu relacionamento escape do exame de outros cristãos piedosos. Ambos devem ter um casal piedoso ou um grupo de amigos fiéis para serem responsabilizados. Faça perguntas difíceis e responda honestamente. Deus usa a transparência para se fortalecer.

4. Se você pecar, vá para o evangelho. O apóstolo João escreveu: “Meus filhos pequenos, eu escrevo essas coisas para você, para que você não perca. E se alguém pecar, temos um Advogado com o Pai, Jesus Cristo, o Justo “(1 João 2: 1-2). Se eles pecam, eles vão à cruz. Corra para o túmulo vazio.

Contemple seu advogado, confie profundamente seu pecado e se arrependa. Deus gosta de abençoar esse tipo de atitude (Provérbios 28:13). O pecado sexual não precisa ser uma adaga no coração de sua incipiente relação, seu namoro ou seu casamento. Deus é um Deus misericordioso que se deleita em restaurar o que o pecado quer destruir (Joel 2: 25-27).

No entanto, Ele não abençoará aqueles que continuam desobedecendo e se vangloriando de Sua graça. Se você caiu no pecado sexual, hoje é quando você deve implorar misericórdia e se voltar para Cristo na fé. Que Deus nos conceda misericórdia para ir atrás da pureza pela sua glória e pelo bem.

 

 

Originalmente publicado para The Gospel Coalition.

Autor
Garret Kell é casado com Carrie, e juntos eles têm três filhos. Ele serve como pastor da Igreja Batista Del Ray em Alexandria, Virgínia. Você pode segui-lo no Twitter.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/como-destruir-tu-matrimonio-antes-de-que-comience

O glorioso do sexo

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A Bíblia apresenta uma visão elevada do sexo. E é, sem dúvida, o selo e sinal de unidade como um casal aos olhos de Deus. Portanto, não deve ser surpreendente descobrir que podem surgir “problemas na cama”, que, se não por causa do sexo, nunca se tornariam evidentes. Assim, a culpa, o medo e a ira podem existir como resultado de relacionamentos anteriores. Por esta razão, pode-se manifestar um ódio ou uma falta de respeito, que tem a ver com diferenças não resolvidas no presente relacionamento.
O sexo é uma coisa maravilhosa, mas frágil, e não é uma boa tática para se esconder sob os problemas do tapete que tem que ser explodido e levado à luz. Se a relação conjugal não está funcionando corretamente, a relação sexual não funcionará bem. Certifique-se de ir além da superfície. A falta de “compatibilidade sexual” não precisa necessariamente ser uma falta de habilidade física. Pode ser, pelo contrário, uma indicação de problemas mais profundos no relacionamento. E muitas vezes o caso é que, se você lida com esses problemas, o relacionamento sexual melhora.
Uma regra fundamental no casamento é que, com o passar do tempo, e como Lewis Smedes aponta, descobrimos que não nos casamos com uma única pessoa, mas com as muitas pessoas em quem essa mesma pessoa se torna.

Tempo, crianças, se há doenças, experiências múltiplas e acumulação de anos trazem mudanças que exigem respostas criativas e disciplinadas, de modo que seja possível a renovação necessária de uma intimidade sexual mais fácil nos seus começos. Se não reconhecermos e nos adaptaremos a essas mudanças, nossa relação sexual como um casal sofrerá por isso.
Kathy e eu costumamos comparar o sexo em casamento com o óleo que graxa um motor. Se o óleo não estiver lá, o atrito no casamento provocará raiva, ressentimento, decepção e um relacionamento pobre. O que deve ser um motivo, torna-se um motivo para a divisão. Nunca devemos desistir de uma relação sexual legítima.
Um reflexo do eterno

O sexo é algo realmente maravilhoso e totalmente extraordinário. Isso é algo que seria evidente mesmo sem a Bíblia dizer isso. O sexo nos leva a uma alegria que se manifesta espontaneamente em elogios agradecidos. A Bíblia coloca em palavras certas. João 17 nos informa que desde a eternidade o Pai, o Filho e o Espírito Santo glorificaram e professaram o culto mútuo, expressado em devoção mútua, na alegria recíproca do coração (ver João 1:18, 17: 5, 21, 24-25).

A relação sexual entre um homem e uma mulher é, na sua essência mais pura, um reflexo do amor existente entre o Pai e o Filho (1 Cor. 11: 3). E é também o reflexo de um presente pessoal generoso e alegre que gera amor no seio da Trindade.
O sexo é uma coisa gloriosa, não só porque reflete a alegria existente em um Deus trino, mas também porque é também o começo do deleite eterno da alma que experimentaremos no céu, no seio de uma relação amorosa com Deus e com nossos irmãos na fé Romanos 7: 1s., Informa-nos que os casamentos bem combinados são os primeiros frutos da futura relação de amor que teremos com Cristo, numa união final profunda e infinitamente satisfatória.
Portanto, não é surpreendente que, como alguém apontou, a relação sexual entre um homem e uma mulher pode se tornar uma verdadeira experiência extracorpórea. E é, sem um possível paralelo, uma visão antecipada da vida gloriosa de unidade profunda que acontecerá no futuro, por isso inimaginável, mas certamente extraordinário.

 

Autores
Tim Keller é o pastor sênior da Igreja Presbiteriana do Redentor (PCA) em Manhattan, Nova York. Ele também é co-fundador e vice-presidente da The Gospel Coalition.

Kathy Keller atua como assistente de comunicação na Igreja Redemptorista Presbiteriana em Nova York. Ela é co-autora com o marido, Tim, de The Meaning of Marriage.

Fragmento adaptado do Significado do Casamento: Como enfrentar as dificuldades de compromisso com a sabedoria de Deus. Timothy e Kathy Keller. Publicações B & H.

Link do artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/lo-glorioso-del-sexo

Pastor: cuide dos seus filhos

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Muitas vezes, investimos nosso tempo e energia para fazer coisas que importam e negligenciamos as que mais importam. Do meu ponto de vista, este é um dos principais perigos dos chamados por Deus para o ministério. Deus nos chama a realizar uma tarefa de grande importância: cuidar de Seu povo. Mas muitas vezes, por diferentes motivos, tendemos a colocar em segundo plano o nosso principal chamado: cuidar da nossa família.
Uma comissão divina
Não dar prioridade aos nossos filhos e familiares nos desqualifica para o ministério. Nós vemos isso em 1 Timóteo 3: 4-5: “Deixe ele governar bem a sua casa, tendo seus filhos com toda a dignidade, (pois se um homem não sabe como governar sua própria casa, como ele pode cuidar da igreja de Deus? ) “.

Este texto comunica que, se um pastor deixar sua casa no caos, ele não deve governar a igreja. Portanto, ele deve dedicar sua atenção ao que é mais importante. De certo modo, um pastor que coloca sua família no fundo acaba por insultar o evangelho. Efésios nos chama a amar nossas esposas como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25), e não para provocar nossos filhos a ira (Efésios 6: 4). Esse comportamento é correto e reflete o evangelho. Assim como Deus nos ama como pai, devemos amar nossos filhos de forma sacrificial.
1 Timóteo 3: 4 nos mostra que essas crianças seguem de alguma forma a liderança de seu pai. É um verso muito controverso, com interpretações diferentes, mas podemos pelo menos ver que o pastor aqui, como pai, foi fiel ao seu chamado para governar sua casa. Isso é algo que pode ser medido objetivamente. Ele era fiel para pregar o evangelho a eles, para discípula-los, amá-los, corrigi-los, viver uma vida de testemunho no lar, perdoá-los e confessar suas próprias falhas. Essas coisas só podem acontecer em um ambiente onde o pai é um líder envolvido na vida de seus filhos.
De primordial importância

Talvez seja por causa da ideia de que devemos dar o melhor para Deus. Ou talvez seja legalismo institucionalizado. De qualquer forma, no ministério há uma tentação comum de pensar que se servimos a Deus, devemos dar-lhe o tempo todo o tempo que temos.

Isso também pode ser devido a tendências pecaminosas em nossas vidas; pelo medo de que as pessoas abandonem nossa igreja ou satisfaçam o desejo de serem aceitas.
Antes de continuar, quero esclarecer algo. Por causa da ênfase dada nos últimos anos para passar o tempo com a família, ocasionalmente conheci pastores que não trabalham duro para a congregação e não se sacrificam pelo evangelho. Estamos chamados a dar nossas vidas por esta obra gloriosa, a de pastorear o corpo de Cristo. Não podemos usar nossas famílias como desculpas para a preguiça.

Agora, 1 Timoteo 3 nos permite ver isso, para aqueles de nós que temos família, nossa prioridade deve ser eles. Nossos filhos devem estar cientes de que eles são os mais importantes. Com isso, não estamos tomando o lugar de Deus, mas está na instrução e formação de nossos filhos segundo a Sua Palavra, que mostramos a obediência a Ele.
Alguns meses atrás, eu estava no processo de recrutamento de conferencistas/palestrantes para a reunião anual da ReformaDos, um ministério em Porto Rico que eu presido. Entrei em contato com um pastor e amigo que é um dos homens mais piedosos que conheço, e um excelente pregador da Palavra, Mike Bullmore.

Eu sei que o tema que seria apresentado na conferência foi um dos temas sobre os quais ele é mais apaixonado: Jesus e o evangelho ao longo da vida. Não só isso; se Mike concordasse em participar como palestrante, ele estaria visitando uma ilha tropical no momento em que ele começaria o duro inverno em Wisconsin, onde ele morava. Após dias de oração, procurando conselhos e pensamentos, ele me informou com arrependimento que ele não podia aceitar o convite. O motivo era que seu filho estaria na última temporada do futebol universitário, e desejou poder testemunhar a maioria dos jogos naquela última temporada.

Talvez eu pudesse pensar, Mike, como vai sacrificar servir a igreja para ir a um jogo? Mas naquele momento, como pai, eu poderia me relacionar com ele. Seu filho não teria motivos para duvidar do amor de seu pai por ele.

Desafios à frente
Os filhos de pastores, durante seus anos de desenvolvimento, enfrentam desafios especiais em comparação com seus pares. Muitos têm de lidar com expectativas que não são realistas em seu processo de santificação. Muitos filhos de pastores rebeldes mencionam interações com membros da igreja que marcaram suas vidas.

Comentários como “Você não pode fazer isso, você é o filho do pastor”, ou “um filho de um pastor não se comportaria desse jeito”, colocou uma pressão desnecessária e, por muitos, insuportável sobre sua vida. Nesse sentido, tento encorajar as congregações a dar o espaço por causa dos filhos dos pastores para que eles possam caminhar a fé de uma forma cheia de graça.
Um erro que podemos fazer é não colocar expectativas bíblicas sobre nossos filhos para liberá-los dessa pressão da congregação. Em casa, dizemos aos nossos filhos: “Se papai fosse um encanador, um engenheiro ou um pedreiro, nada mudaria. Todos somos chamados a dar nossas vidas para a igreja, a viver vidas de piedade e a refletir o evangelho com nossas vidas “. Embora seja uma realidade que nossos filhos enfrentam desafios, muitas vezes o fazemos mais prejudiciais ao não apresentar os padrões bíblicos.
Uma benção do alto
Uma das tentações mais comuns a todos os homens é o medo. Esta tentação se intensifica e assume um sabor particular para os pastores que são pais de família. Medo de que meu filho está perdido, medo de ser desqualificado do ministério, temem que eles sejam marcados para sempre. Nunca devemos deixar o medo nos conduzir ou paralisar, pois o medo é a incredulidade. Devemos encontrar convicções bíblicas que nos conduzam a práticas que refletem o evangelho na vida de nossos filhos.
Vemos em Êxodo 12 e 13 o chamado para passar a Páscoa de geração em geração. Este é um chamado eterno que na nova aliança se reflete em dar prioridade à vida da igreja em nossa família. Portanto, não devemos ter medo de restringir as atividades nas vidas de nossos filhos que interferem com a igreja. Fazemos isso porque temos convicções bíblicas de que a vida da igreja é de primordial importância. Não porque somos a família pastoral, mas porque é algo que Deus nos chama a fazer. Desta forma, convicções bíblicas devem melhorar todas as áreas de como criamos nossos filhos.

Uma tentação causada pelo medo não é aproveitar a benção das crianças. O salmo 127 diz que as crianças são um presente do próprio Deus. Durante a parentalidade, podemos ser dominados pelo medo e esquecer de apreciá-los. Eles percebem se os vemos como benção ou carga. Mas o evangelho informa a nossa educação. Eles devem saber que não há nada que possam fazer que nos faça mudar nossa disposição para eles. Nós sempre os amamos. Eles podem desqualificar-nos do ministério, eles podem ter vergonha, eles podem nos tornar cinzentos … mas eles devem sempre sentir que os amamos. Esse é o efeito do evangelho na parternidade.
Crianças para a glória de Deus
Uma amiga, a filha do pastor, nos contou uma história. Seu pai começou no ministério quando tinha 17 anos, então ela não experimentou a infância como filha de um pastor.

Em um retiro congregacional de famílias pastorais, as crianças subiram ao estrado e, um a um, compartilharam o quanto eles estavam feridas porque o pai colocou o ministério acima deles. Eu uso essa história com freqüência com minha esposa. Eu lhe digo que é minha intenção que meus filhos saibam que eles são uma prioridade para mim. Não nos dando motivos para subir em um palco para dizer que não os amamos. Se decidirem não servir ao Senhor, podemos dizer calmamente: “Eu fiz o meu melhor. Não para sentir calma, mas porque eu tentei glorificar a Deus “.
Muitos se referem a criação de flhos como a coisa mais difícil que eles fizeram em suas vidas. Se você adicionar o desafio de fazê-lo enquanto trabalha no ministério, fica mais complicado. Mas é bom quando as coisas se complicam, porque nos levam a depender mais de Deus. Se somos chamados por Deus para servi-Lo no ministério pastoral, devemos ir diariamente ao Senhor para clamar pela Sua ajuda nesta bela tarefa que Ele nos deu, não só para pastorear, mas para criar nossos filhos para a Sua glória. Na Sua providência, Ele pode se glorificar salvando-os, e em Sua graça, Ele pode nos usar nesse processo.

Autor
José Mercado
José Mercado (Joselo) é membro do Conselho de Coalizão para o Evangelho. Nascido em Porto Rico, ele renuncia a sua carreira de consultoria em 2006 para se juntar ao Pastoral dos pastores dos ministérios da soberania soberana. Ele é o pastor sênior da Sovereign Grace Church em Gaithersburg, Maryland. Joseph está no processo de completar seu SBTS Mdiv, e é casado com Kathy Mercado e é pai de Joey e Janelle.

Link do artigo em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/pastor-cuida-de-tus-hijos

 

O que eu faço se meu filho for indiferente ao evangelho?

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A salvação de seus filhos pertence ao Senhor.
Uma das coisas que faz com que os pais fiéis ao Senhor sofram mais é ver como alguns de seus filhos não são crentes e vivem no mundo de costas para Deus. A dor é dolorosa!
Eu sou uma dessas mães, então eu posso entender essa dor. Embora tenhamos lutado com sentimentos de culpa, não devemos nos concentrar em nós mesmos. Sem justificar nossas faltas e pecados – que há e muitos – nos pede uma e outra vez o que fizemos de errado, só nos faz mal.
Ao longo dos anos, tive que aprender algumas lições que gostaria de compartilhar com você. Cada um deles me ajudou a ver esta situação dolorosa com uma perspectiva bíblica:
1. Nossos filhos não nos pertencem.
Deus nos emprestou para que possamos amá-los e guiá-los no caminho do Senhor. Antes de nascermos, devemos devolver nossos filhos a Deus, seu criador, como fez Ana com Samuel (1 Samuel 1:11).
2. Nós não somos seus salvadores.
Como pais, nossa responsabilidade é educar nossos filhos no temor do Senhor, mas não podemos salvá-los. A salvação é obra do Espírito Santo nos corações; não é recebido por herança, nem por trabalho ou vontade de carne ou sangue (João 1: 12-13).
3. Devemos parar de pregar.
Se ele ou ela já conhece o evangelho, o que eles precisam são pais que oram incessantemente em seu favor e vivem o que pregam.

Lembre-se de Mônica, a mãe de Agostinho de Hipona. Ela era uma crente fiel e seu filho conduziu uma vida equivocada cometendo pecados sérios que faziam sua mãe sofrer muito. No entanto, ela não parou de orar e interceder por seu filho. Daí a frase do bispo de Cartago que disse a Monica: “O filho de tantas lágrimas não se perderá”. A quem devemos chorar e insistir é Deus, não eles, porque Deus é o único que pode mudar seu coração (Lucas 18: 1-8).
4. Não espere o comportamento cristão.
Não espere comportamento de um cristão se seu filho não é um crente. Dói vê-los fumar, dizendo palavras obscenas, vestir-se como o mundo, ser imoral, e assim por diante. Mas esses são sintomas e o fruto de um coração que não é arrependido. O que temos de procurar não é que mude seu comportamento, mas é seu coração; Se o seu coração mudar você mudará sua vida, você será uma nova criatura e você verá o fruto do Espírito em sua vida (Gálatas 5: 22-24).
5. Não esqueçamos o poder da Palavra.
Lembre-se de que tudo o que vocês ensinaram a eles a partir da Palavra de Deus está lá; O Senhor pode usar qualquer circunstância para trazer à memória um verso ou uma passagem da Escritura e falar diretamente sobre sua consciência e coração. “Assim, a minha palavra sairá da minha boca; ela não voltará para mim vazia sem ter cumprido o que eu desejo, e alcançado o propósito para o qual eu a enviei” Isaías 55:11.
6. Ame incondicionalmente.

Como Deus nos ama. Não culpe constantemente todos os seus erros, pecados e estilo de vida. Seu filho sabe. Ele pode até estar lutando com seus próprios pecados; nós não sabemos, mas Deus faz. Mostre respeito por ele mesmo se você discordar de seu comportamento, assim como o Senhor nos amou com amor eterno (Efésios 2: 4-5).

7. Vamos constantemente apontar para Cristo.
Seu filho precisa ver Cristo e sentir a necessidade de ir a Ele. Mostre-lhes Cristo na sua vida, nas suas palavras, nas suas ações, nas suas relações com os outros e no seu relacionamento com ele ou ela.

Fale sobre Ele de uma maneira natural, sempre procurando oportunidades para falar sobre Seu trabalho na cruz para nós. Que você veja a beleza de Jesus em você. Você pode enviar mensagens com um verso da Bíblia de tempos em tempos, diga-lhes que os ama, que você sente falta deles e fica com eles para comer ou beber. Mesmo que eles não lhe digam, esses pequenos detalhes lhe agradam (Efésios 5: 1-2).
8. Não perca a esperança.
Seja paciente; enquanto há vida, há esperança. Embora Deus só saiba se um dia ele será um verdadeiro cristão, não devemos perder a esperança. Deus chama alguns da manhã, outros ao meio dia e outros à noite (Mateus 20: 1-16).
Não se sinta tentado a pensar que seu filho ou filha será condenado; Isso é somente para Deus e não para nós. Cabe a nós continuar a orar, amar e esperar que eles retornem ao Pai celestial e acolhê-los com alegria e celebrar como a parábola do filho pródigo (Lucas 15: 11-32). Confie em Deus.

 

Autora
Filha e servo de Deus pela pura graça. Esposa do pastor Luis Cano de 1985, mãe de Bequi e Débora. Juntamente com o marido, ela atua na “Igreja cristã evangélica” de Ciudad Real, na Espanha. Ela também é professora de inglês em uma escola pública de ensino fundamental. Há 30 anos, participou ativamente da “Associação dos Camps Cristãos Castilla La Mancha” para crianças e adolescentes.

Link para o artigo original em espanhol

https://www.thegospelcoalition.org/coalicion/article/que-hago-si-mi-hijo-es-indiferente-al-evangelio