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A INSEGURANÇA

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Isolamo-nos atrás de fachadas, e nos escondemos sob folha de parreiras! O tempo todo!
A insegurança tem produzido eternos meninos de barba.

Muitas coisas, como homens temos medo de revelar, de deixar que as pessoas saibam; e entrem todas essas coisas, talvez a mais mascarada e oculta, seja a insegurança.

Temos medo de ser, temos medo de fazer, temos de medo de falar; às vezes, temos medo até de pensar. Somos inseguros!

Temos medo de dizer não posso; temos medo de dizer não consigo; temos medo de dizer que temos medo! Isso faz com que entremos em relacionamentos, arrombando portas como um time tático da ROTA, ao mesmo tempo em que fugimos pela janela como um ladrão de galinhas! A insegurança nos faz compreender a Graça, o favor imerecido, apenas na teoria, na tese; mais nunca, conseguimos emprega-lo em nossa vida e relacionamentos.

Algo muito rotineiro acontece em muitos – e não poucos – lares cristãos. É a síndrome do “Se eu fizer você faz?”; ou sua versão radical “só faço se você fizer!”. Como é danoso ao relacionamento o homem inseguro! Seus filhos crescem com medo do incerto, sua esposa perde os braços fortes, pra onde ela gostaria de se lançar em meio às tempestades, seu ministério é fadado à casualidade de pequenos sucessos, e a progressão de grandes desastres.

E esse comportamento inseguro, é fruto desse tempo divorciado de Deus.

Felipe Rocha

Trecho da ministração do encontro de Junho/16 dos Homens de Honra
Você pode ter acesso a esse estudo completo, e a todo material produzido por esse Ministério através do nosso (gratuito) aplicativo; é só clicar nesse link: http://app.vc/homens_de_honra_cv

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A EXIGÊNCIA DE DESEMPENHO

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Em tudo, o homem é cobrado para que tenha desempenho superior. No trabalho, na Igreja, na Família, na Sociedade, pela Sogra, na vida Sexual.

 

Desempenho irregular, ou fraco pra os padrões dessa sociedade, é usado pra massacrar a vontade e minar as forças, estraçalhando a esperança. E como isso tem tornado guerreiros em fracotes, gigantes em doentes! Por mais que seu desempenho seja regular ou bom, ainda assim faltará muito para alcançar “O” padrão. E isso gera a insegurança, e insegurança o medo. O medo do fracasso!

 

MEDO GERA MECANISMOS DE DEFESA

 

O primeiro mecanismo de defesa que o medo gera, é a estagnação; não fazer, é sinônimo de não errar; e não importa que na verdade ‘não fazer’, seja a causa de não produzir! O medo de vencer faz com que não se lute!

Quantos deixam de concorrer uma vaga interna pra um cargo melhor na empresa, não simples fato de ter medo de passar nela, mais sim de não conseguir cumprir tal função a contento! Quantos com medo de um desempenho sexual fraco têm deixado de se relacionar sexualmente com sua esposa, lhe privando de seu direito matrimonial, e escancarando uma porta pra Satanás destruir o relacionamento.

 

O segundo mecanismo de defesa, é a construção da ideia, de que pra dar certo, precisa ser absolutamente do meu jeito. Esse é mais um dos muitos defeitos de fabrica de nós homens: a eterna ideia de estamos complemente certos, mesmo do que não fazemos absolutamente ideia do que seja! Estamos certos antes de saber do que estamos certos! E por isso, nos tornamos um guia cego a nossas famílias, e um terror pra nossas esposas. Esse mecanismo faz com que, chamemos pra nós, o dever de sermos “missionários à nossas esposas”, onde fazemos da nossa principal meta e missão, doutrinarmos nossas esposas a ser aquilo que desenhamos; mal sabemos que nessa hora, estamos apenas espelhando o nosso próprio fracasso! Essa é a absurda ideia de que sucesso consiste em recriar a nossa companheira, a nossa imagem e semelhança!

 

Felipe Rocha

 

Trecho do estudo ministrado em Junho/16 para os Homens de Honra.

Você pode ter acesso a esse é todo material produzido por esse Ministério. E gratuitamente! Acesse pelo link: http://app.vc/homens_de_honra_cv

A ENFASE EM FAZER, REALIZAR E PRODUZIR

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Essa mesma sociedade que produz tamanha insegurança, é a mesma que detesta a ideia da vida simples, fazendo com que nada do nosso tempo tenha sentido a não ser que estejamos em movimento; não interessa pra que nem pra onde, importa apenas que não “estejamos parados”!

 

Como diz a citação de Keith Miller, retirada do livro “A hunger for Healing”: “Somos frenéticos o tempo todo. Arrumamos mais coisas para fazer do que podemos dar conta. Mas não estamos de fato conscientes do quão agitada e confusa é nossa vida; achamos que isso é temporário e “normal”. Quando se torna claro que não é temporário, ficamos deprimidos por causa da nossa falta de capacidade de “nos livrar” daquilo […] tal frustação e confusão são sintomas comuns de impotência e ingovernabilidade”.

 

Essa eterna ideia da ação temporária, nos cobra um preço impagável; nos leva a profunda depressão, solidão, frustação, confusão; tudo porque maximizam nossa impotência!

Esse sentimento de agitação, nos leva a uma vida ativista, onde não importa o que, pra quem e porque, fazemos; importa apenas que estejamos constantemente em movimento! Isso tem levado, a nos preocuparmos mais em registrar e postar o momento do que vivê-lo; as melhores cenas da vida, nunca serão registradas por uma câmera!

 

Pergunte a si mesmo, qual foi a ultima vez que você se deitou numa grama ou mesmo num quintal e olhou as nuvens do céu; qual foi a ultima vez que você viu um nascer ou um pôr do Sol; qual foi a ultima vez, que você experimentou a gostosa arte de se sentar ao lado de sua esposa, segurando-lhe a mão, e carinhosamente não lhe dizendo nada!

 

Tornamo-nos escravos da criação! Essa ideia secular de produção me levou a compreender, algo que precisa ser trabalhado: a síndrome da produção industrial no casamento!

 

Sistematizamos nosso casamento, a ponto dele se parecer muito mais com uma linha de produção numa montadora de automóveis, do que um matrimônio cunhado por Deus! Tudo extremamente mecânico e ordinário; o sexo, a comida, o lazer, a religião. Tudo sendo executado, não com amor e simplicidade, mais pela ideia de que tais ações precisam constar num livro a serem lançados os atos diários, ‘ticando’ nossas vidas, como se fossem um grande ‘check listen’!

 

Felipe Rocha

 

Trecho da ministração “O HOMEM E O SUA MULHER; O DESAFIO DE AMAR EM MEIO AS TEMPESTADES DA VIDA”, em Junho/2017 para os Homens de Honra.

Você pode ter acesso gratuitamente a esse e todos os demais estudos através do nosso aplicativo, é só clicar no link: http://app.vc/homens_de_honra_cv

 Link Complementar

http://oscabracast.com.br/28-super-ocupados

 

A OBSESSÃO POR OBRAS INACABADAS

Observe o texto bíblico de Lucas 14.28-30, e depois a imagem abaixo:

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“Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para concluí-la? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pode acabar.”

 

O diagrama abaixo ilustra como se torna o seu estilo de vida quando você esta trabalhando no modo não sadio, com compromissos em demasia. Muitos hoje, nos chamam pra viver “fora da caixa”, pra “pensar fora da caixa”; sem, no entanto compreender o real risco que é tal convite. Pedir pra pensar teologicamente fora da caixa, é um acinte a Palavra de Deus. Ela é nossa caixa, a nossa limitadora, o nosso padrão; o mesmo se dá quando tentamos viver completamente fora dos nossos limites saudáveis, assumindo compromissos fora das nossas condições, indicado pelo ‘X’ espalhados fora do perímetro da Caixa. Acabamos nos dedicando a projetos para os quais não temos tempo, força emocional, energia física ou recursos financeiros de modo que possam ser levados adiante sem que haja alguma avaria em algum ponto do caminho. A sabedoria esta em conhecer os limites dados por Deus e permanecer dentro deles.

 

Essa ilustração foi ainda melhor sintetizada pelo texto que lemos; quantas vezes damos inicio a uma série de torres em nossas vidas, que nunca fomos capazes de terminar? Quantas ainda foram terminadas, mais qual o preço que pagamos por elas? Quando olhamos o local da construção, vemos o espaço repleto de corpos de trabalhadores, que pressionamos além de seus limites durante a obra – e em geral, esses corpos, são dos nossos entes queridos e amigos.

 

Basicamente temos dois recursos muito importantes para trabalhar na construção de uma vida: tempo e dinheiro. Esses são os dois dos quais mais frequentemente abusamos, o que coloca pressão em todas as outras áreas da vida; o bem estar emocional, espiritual e físico. Uma pesquisa feita nos Seminários de Patrick Means (autor do livro “Conflitos Secretos dos Homens”) documenta o espectro do problema entre os homens cristãos: mais de um terço dos participantes afirma que algumas das necessidades básicas de sua família não são atendidas por causa da falta de dinheiro; e o surpreendente percentual de 85% afirma não ter tempo suficiente para cumprir adequadamente suas várias responsabilidades. Felizmente essa situação tem solução; permita-me apresentar 2 conceitos bastante simples:

 

1. GASTE SEU TEMPO DE MANEIRA SÁBIA

 

Deus de fato espera que trabalhemos duro e que estejamos envolvidos no ministério a outras pessoas. Mas é Sua clara intenção que o nosso cerne seja sadio primeiro – que reservemos o tempo que for necessário para continuar crescendo em nossa vida pessoal e em nossos relacionamentos básico como marido e pai. O que vou dizer pode te chocar: o trabalho e as atividades externas, incluindo as ministeriais, tem uma prioridade inferior. Não quero em absoluto dizer com isso que as atividades da Igreja não são importantes, mais o Reino de Deus não se resume a cultos e atividades da Igreja; TAMBÉM está nos cultos e nas atividades. O equilíbrio é fundamental, tanto pra não usar a Igreja como escape dos problemas do casamento e de caráter, nem desiquilibrar o casamento por falto do tempo dedicado a ele. Cinco dicas fundamentais pra realocar tempo, (descobrindo tê-lo!):

 

• Atire no o seu televisor, matando-o! (metaforicamente, claro)

• Reavalie o tempo dedicado a seus hobbies e suas atividades esportivas

• Considere ser voluntário apenas pras questões e ações mais importantes

• Destrone a internet

• Não leve trabalho pra casa

 

2. GASTE O SEU DINHEIRO DE MANEIRA SÁBIA

 

A segunda grande área de estresse para os homens hoje são as finanças. Tem sido o principal motivo de brigas, estresse e separações.

• Viva dentro dos seus limites

• Faça um orçamento e siga-o à risca

• Descarte os cartões

• Se não pode comprar agora, não compre.

• Fuja das facilidades do empréstimo bancário

 

Felipe Rocha

 

Trecho do estudo ministrado em Junho/2017 aos Homens de Honra (O Homem e sua mulher; o desafio de amar em meio às tempestades da vida). Você pode ter acesso a esse e todos os demais estudos! Gratuitamente! Baixe nosso aplicativo, clicando nesse link: http://app.vc/homens_de_honra_cv

 

Por que os homens estão com problemas?

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William Bennett: as mulheres fizeram grandes avanços na conquista de várias coisas que antes somente os homens tinham conquistado. Ele diz que os homens ficaram para trás, agora representando menos da metade dos graduados da faculdade.

Os homens estão mais distantes das famílias, muitos não têm empregos e não têm maturidade.

Precisamos ensinar aos meninos o que eles precisam para crescer como homens.

Pela primeira vez na história, as mulheres são mais educadas, mais ambiciosas e sem dúvida mais bem sucedidas do que os homens.

Agora, a sociedade com razão celebrou a ascensão de um sexo. Nós dissemos: “Você vai menina”, e elas foram. Celebramos a ascensão das mulheres, mas o que faremos sobre o que parece ser o declínio muito real do outro sexo?

Os dados não são bons para os homens. Em 1970, homens obtiveram 60% de todos os diplomas universitários. Em 1980, o número caiu para 50%, em 2006 foi de 43%. As mulheres agora superam os homens em graus universitários em quase três ou dois. Os ganhos das mulheres cresceram 44% em reais entre 1970 e 2007, em comparação com o crescimento de 6% para os homens.

Em 1950, 5% dos homens na principal idade de trabalho estavam desempregados. A partir do ano passado, 20% não estavam trabalhando, o maior número já registrado. Os homens ainda mantêm a maior parte das ocupações mais bem remuneradas e mais poderosas, mas as mulheres as estão conquistando e em breve os passarão se essa tendência continuar.

Os sinais de alerta para os homens se estendem muito além das carteiras. Os homens estão mais distantes de suas famílias ou de seus filhos. A taxa de natalidade fora do casamento é mais de 40% na América. Em 1960, apenas 11% das crianças nos EUA viviam separadas de seus pais. Em 2010, essa participação aumentou para 27%. Os homens também são menos religiosos do que nunca. De acordo com a pesquisa de Gallup, 39% dos homens relataram freqüentar a igreja regularmente em 2010, em comparação com 47% das mulheres.

Se você não acredita nos números, basta perguntar a mulheres jovens sobre homens hoje. Você vai encontrá-los falando sobre adolescência prolongada e homens que se recusam a crescer. Ouvi muitas mulheres jovens perguntando: “Onde estão os homens solteiros decentes?” Há um déficit de maturidade entre os homens lá fora, e os homens estão ficando para trás.

Esse declínio nas virtudes fundadoras – trabalho, casamento e religião – chamou a atenção para comentaristas sociais de todos os cantos. Em seu artigo seminal, “The End of Men”, Hanna Rosin descobriu a inversão de papel sem precedentes que está ocorrendo hoje. “O homem tem sido o sexo dominante desde então, bem, o alvorecer da humanidade. Mas, pela primeira vez na história humana, isso está mudando – e com velocidade chocante”, escreve Rosin. As mudanças no trabalho moderno – de costas para cérebros – catapultaram as mulheres para o topo da força de trabalho, deixando os homens em suas poeiras.

A resposta do homem tem sido patética. Hoje, homens de 18 a 34 anos passam mais tempo jogando videogames por dia do que meninos de 12 a 17 anos. Enquanto as mulheres estão se formando na faculdade e encontrar bons empregos, muitos homens não vão trabalhar, não se casam e não criam famílias. As mulheres estão começando a tomar o lugar dos homens de muitas maneiras. Isso levou alguns a perguntar: precisamos mesmo de homens?

Então, o que está errado? Cada vez mais, as mensagens aos meninos sobre o que significa ser um homem são confusas. O machismo da gangue da rua chama com um arrogante. Videogames, televisão e música oferecem lições duvidosas para meninos que foram abandonados por seus pais. Alguns treinadores e sargentos do exército gritam: “Que tipo de homem é você?” Mas não explicam.

Os filmes estão repletos de histórias de homens que se recusam a crescer e se recusam a assumir a responsabilidade nos relacionamentos. Os homens, alguns obcecados com o sexo, tratam as mulheres como brinquedos para serem descartados quando as coisas se complicam. Através de todos esses sinais diferentes e conflitantes, nossos meninos devem decifrar o que significa ser um homem, e para muitos deles é mais difícil descobrir.

Para que os meninos se tornem homens, eles precisam ser orientados através de conselhos, hábitos, instruções, exemplos e correções. É verdade em todas as idades. Alguém já caracterizou as duas questões essenciais que Platão representava: quem ensina as crianças e o que nós ensinamos? Cada geração de homens e mulheres tem a obrigação de ensinar os jovens do sexo masculino (e as mulheres, é claro) que estão por trás deles. William Wordsworth disse: “O que amamos, outros vão adorar, e nós vamos ensinar-lhes como”. Quando faltam nessa obrigação, o problema certamente segue.

Precisamos responder a esta cultura que envia sinais confusos aos jovens, uma cultura agnóstica sobre o que deseja que os homens sejam, com uma noção clara e realizável de masculinidade.

Os fundadores acreditavam, e as evidências ainda mostram que o trabalho, o casamento e a religião são uma base muito importante para o empoderamento e a conquista masculino. Talvez devamos dizer a um bom número de nossos homens de vinte e poucos anos: “Saiam dos videogames cinco horas por dia, obtenha um trabalho desafiador e case-se”. É hora de homens se levantarem.

Por William J. Bennett, avaliador CNN

Link do artigo em Inglês, abaixo

http://edition.cnn.com/2011/10/04/opinion/bennett-men-in-trouble/index.html

PORQUE DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TUDO, NOSSO TRABALHO E ORAÇÃO REALMENTE IMPORTA

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Se Deus é soberano – e no controle – por que trabalhar e orar?

Para mostrar a relação entre “oração” e “trabalho” – e a importância de ambos – Dwight L Moody disse uma vez: “Oramos como se tudo dependesse de Deus, trabalhamos como se tudo dependesse de nós”.

Aqui está como eu acho que devemos entender Moody.

Simplesmente: Uma vez que Deus está no controle, nosso trabalho dirigido pela oração realmente fará a diferença.

Trabalho sem oração é como tomar uma faca de manteiga para uma luta de armas.

Traduzido e publicado com a devida permissão do autor.

Link para o artigo em Inglês, AQUI!